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	<title>iof &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>PT mira Congresso e intensifica campanha nas redes com mote “ricos x pobres”</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pt-mira-congresso-e-intensifica-campanha-nas-redes-com-mote-ricos-x-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 08:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[pt]]></category>
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					<description><![CDATA[O PT e aliados do governo Lula intensificaram nas redes sociais a retórica da divisão entre ricos e pobres. A estratégia, apoiada pelo Palácio do Planalto, tem como alvo principal o Congresso Nacional e conta com vídeos produzidos com inteligência artificial. Os conteúdos circulam em perfis de parlamentares da base governista, como Guilherme Boulos (PSOL-SP) [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O PT e aliados do governo Lula intensificaram nas redes sociais a retórica da divisão entre ricos e pobres. A estratégia, apoiada pelo Palácio do Planalto, tem como alvo principal o Congresso Nacional e conta com vídeos produzidos com inteligência artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os conteúdos circulam em perfis de parlamentares da base governista, como Guilherme Boulos (PSOL-SP) e Jaques Wagner (PT-BA), e repetem um mesmo enredo: Lula enfrenta resistência das elites para taxar bilionários, apostas esportivas e bancos. O mote ganhou fôlego após a derrubada do decreto que aumentava o IOF, com apoio maciço até de partidos de centro-esquerda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa sugere que o Congresso atua em defesa de interesses empresariais e financeiros. Em vídeos e peças gráficas, parlamentares aparecem como “inimigos do povo”, enquanto o governo se apresenta como defensor da justiça tributária. Uma das produções mais compartilhadas mostra um grupo de engravatados em um boteco querendo dividir a conta com trabalhadores comuns, apesar de terem consumido champagne e caviar. A peça ultrapassou 2 milhões de visualizações no Instagram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Comunicação do PT, Jilmar Tatto, afirma que dois vídeos são lançados semanalmente, e que a coordenação do material parte do próprio partido, com apoio da Secom e da ministra Gleisi Hoffmann. A ação nas redes também inclui lives com parlamentares e convocações para atos, como o do dia 10 de julho no Masp, organizado por Boulos com o slogan “Centrão inimigo do povo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento coincide com o aumento de derrotas do governo no Congresso. A derrubada do decreto do IOF acentuou o desgaste com a base aliada. Em resposta, Lula afirmou estar diante de uma “rebelião” toda vez que tenta cobrar mais dos ricos. A AGU acionou o STF para tentar reverter a decisão do Legislativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do outro lado, líderes do centrão têm reagido. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), usou as redes para criticar a estratégia: “Quem alimenta o nós contra eles, governa contra todos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, dados da consultoria Bites mostram que, desde 25 de junho, mais de 1.100 postagens sobre o tema foram feitas por deputados no X, Facebook e Instagram, somando 2,3 milhões de interações. A disputa nas redes está estabelecida. Mas, segundo analistas, o engajamento ainda não migrou para os grupos de WhatsApp e Telegram — espaço decisivo para a comunicação direta com o eleitor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A polarização em torno do tema da taxação promete seguir como trunfo do governo para mobilizar sua base — e como foco de atrito com o Congresso, que não pretende abrir mão de protagonismo nem de discurso.</p>



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		<title>Moraes vai relatar ações sobre IOF e Hugo Motta, contrariado, faz ameaças ao governo Lula</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/moraes-vai-relatar-acoes-sobre-iof-e-hugo-motta-contrariado-faz-ameacas-ao-governo-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 18:57:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
		<category><![CDATA[moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, encaminhou a ação do PSOL para retomar o decreto com mudanças no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, que será relator do caso. A decisão ocorre em meio a ameaças do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, encaminhou a ação do PSOL para retomar o decreto com mudanças no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, que será relator do caso. A decisão ocorre em meio a ameaças do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), de retaliação ao governo do presidente Lula (PT) em caso de recurso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise inicialmente caberia ao decano da Corte, Gilmar Mendes, mas foi redistribuída por determinação de Barroso pelo fato de Moraes já relatar ação semelhante. Com o magistrado, há um pedido apresentado pelo PL apresentada em 4 de junho. &#8220;No caso, não há coincidência total ou parcial de objetos. […] Apesar disso, as peculiaridades da causa convencem da necessidade de redistribuição do processo&#8221;, diz Barroso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última sexta (27), Gilmar Mendes foi sorteado relator da ação do PSOL mas encaminhou os autos à Presidência da corte afirmando, que diante da ação do PL, poderia haver decisões conflitantes da corte sobre o mesmo tema. O partido de oposição pedia a declaração de inconstitucionalidade da tentativa do Executivo de promover aumentos no IOF. O PSOL, ao contrário, questiona o ato do Legislativo que derrubou a medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais cedo, de acordo com a jornalista Bela Megale, de O Globo, Hugo Motta fez críticas ao governo por judicializar a questão. Motta destacou que o gesto será visto como um enfrentamento claro e que só fará o Congresso querer dobrar a aposta nos embates com o Palácio do Planalto. A leitura da judicialização do caso, segundo ele, será que &#8220;o governo abriu mão de governar com os parlamentares e agora busca governar com o STF&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conversas com representares do governo, o presidente da Câmara ainda se queixou que ele só recebeu contatos com queixas e que o Palácio ignorou as medidas positivas que ele pautou e que foram aprovadas no mesmo dia da derrubada do IOF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Motta se refere à Medida Provisória (MP) que autoriza o uso de até R$ 15 bilhões do Fundo Social do pré-sal para habitação popular e que permite ao governo leiloar óleo e gás excedente, com potencial de arrecadar até R$ 20 bilhões, à MP que isenta do Imposto de Renda de quem ganha até dois salários mínimos e a outra que permite a contratação de crédito consignado por trabalhadores do setor privado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como informou a coluna, entre as ações que estão no radar do centrão, caso o embate com o Executivo continue, está escolher o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), um expoente da oposição, como relator da CPI do INSS.</p>



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		<title>Revogação do aumento do IOF expõe dilema: quem ganha com a decisão do Congresso?</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/revogacao-do-aumento-do-iof-expoe-dilema-alivio-no-bolso-ou-ameaca-ao-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 15:25:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo motta]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma derrota significativa para o governo Lula, o Congresso Nacional derrubou, nesta quarta-feira (25), o decreto presidencial que elevava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em uma série de operações. A decisão, aprovada em votação simbólica no Senado após aval da Câmara, derruba a medida sem necessidade de sanção presidencial e impõe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em uma derrota significativa para o governo Lula, o Congresso Nacional derrubou, nesta quarta-feira (25), o decreto presidencial que elevava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em uma série de operações. A decisão, aprovada em votação simbólica no Senado após aval da Câmara, derruba a medida sem necessidade de sanção presidencial e impõe um corte estimado de R$ 10 bilhões na arrecadação prevista para 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto mais direto dessa reversão recai sobre os programas sociais que vinham sendo blindados pelo governo. O aumento do IOF havia sido apresentado como uma forma de reforçar o caixa federal sem comprometer iniciativas como o Bolsa Família, o Farmácia Popular e o Programa Nacional de Alimentação Escolar. Agora, com a receita extra fora do horizonte, a equipe econômica admite que será necessário reavaliar o orçamento, inclusive com risco de contingenciar recursos dessas áreas sensíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alíquotas anteriores, que haviam sido majoradas por decreto em maio e novamente ajustadas em junho, voltam a valer imediatamente. A remessa pessoal ao exterior, por exemplo, que havia subido para 3,5%, retorna a 1,1%. A compra de moeda estrangeira em espécie também volta a ter a mesma alíquota reduzida. Já os empréstimos de curto prazo voltam a ser isentos. Para micro e pequenas empresas, a redução dos encargos diários significa alívio em um cenário já desafiador de crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da revogação já estar em vigor, plataformas de câmbio e instituições financeiras ainda precisam atualizar seus sistemas. Nos próximos dias, o consumidor poderá enfrentar divergências temporárias nas cobranças até que os ajustes tecnológicos sejam concluídos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A articulação que levou à derrubada do decreto escancarou o desconforto do Legislativo com o Executivo. Parlamentares demonstram insatisfação com a liberação de emendas, as recentes declarações do ministro Fernando Haddad e a derrubada de vetos sobre a conta de luz — medidas que têm sido interpretadas como tentativas do Planalto de transferir ao Congresso o ônus de decisões impopulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na bancada da Paraíba na Câmara, apenas o deputado Luiz Couto (PT) foi fiel ao governo e votou contra a revogação. Hugo Motta (Republicanos), que presidia a sessão, não votou. Os outros dez deputados paraibanos votaram a favor da derrubada, incluindo nomes de partidos com ministérios no governo Lula, como Gervásio Maia (PSB), do partido do vice-presidente Geraldo Alckmin; Aguinaldo Ribeiro e Mersinho Lucena (PP); Damião Feliciano (União); e Murilo Galdino e Wilson Santiago (Republicanos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Senado, a votação foi simbólica, com registro apenas dos votos contrários. Nenhum dos senadores paraibanos se manifestou formalmente, mas o senador Efraim Filho (União Brasil) fez uso da palavra para justificar sua posição a favor da derrubada: “A busca do equilíbrio fiscal apenas pelo aumento da receita, jogando nos ombros de quem produz nesse país, já não é mais o caminho. Alternativas terão que ser buscadas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à <em>Folha de S.Paulo</em>, Haddad admitiu que o governo trabalha com três cenários para compensar a perda de arrecadação: judicializar a decisão no STF, ampliar cortes orçamentários — atingindo possivelmente saúde, educação e programas sociais — ou acelerar o debate sobre taxação de dividendos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fica claro que o governo não foi eficiente na disputa midiática, expondo que a oneração recairia principalmente pelos mais ricos, que hoje desconhecem o significado da palavra tributo. Fica evidente também que na hora de mexer no bolso dos endinheirados, o Congresso dá vários passos para trás. E imagina quem vai pagar a conta?</p>



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		<item>
		<title>Como votaram os deputados federais paraibanos no projeto que suspende aumento do IOF</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/como-votaram-os-deputados-federais-paraibanos-no-projeto-que-suspende-aumento-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 23:04:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[corte]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), a proposta que suspende os efeitos de três decretos editados pelo governo federal sobre o aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Foram 383 votos para a derrubada do texto presidencial e outros 98 a favor da manutenção. O texto segue para o Senado. Dos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), a proposta que suspende os efeitos de três decretos editados pelo governo federal sobre o aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Foram 383 votos para a derrubada do texto presidencial e outros 98 a favor da manutenção. O texto segue para o Senado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos 12 deputados federais paraibanos, apenas Luiz Couto (PT) se posicionou a favor do governo do presidente Lula (PT). Nomes considerados fieis ao Planalto, como Gervásio Maia (PSB) e Damião Feliciano (União Brasil), seguiram a oposição, da mesma forma que Romero Rodrigues (Podemos), um dos vice-líderes do governo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Também votaram com a maioria os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP), Cabo Gilberto (PL), Mersinho Lucena (PP), Murilo Galdino (Republicanos), Ruy Carneiro (Podemos), Wellington Roberto (PL) e Wilson Santiago (Republicanos). O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos), não vota, mas teve grande importância da manobra que antecipou a votação da matéria. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado em Plenário nesta quarta-feira (25) é um substitutivo do relator, deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), ao Projeto de Decreto Legislativo 314/25, do deputado Zucco (PL-RS). O texto original sustava apenas o último dos decretos presidenciais sobre o imposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Efeitos na arrecadação<br></strong>O líder do PT, deputado Lindbergh Farias (RJ), disse que eventual queda do decreto vai gerar um contingenciamento de R$ 12 bilhões, com interrupção de programas sociais e cortes na saúde e na educação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta do IOF foi inicialmente anunciada em 22 de maio, com previsão do governo de gerar arrecadação de R$ 61 bilhões em dois anos, sendo R$ 20 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, diante da forte reação de parlamentares e do setor empresarial, o governo recuou parcialmente no mesmo dia. A pressão levou os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a concederem prazo para que o Executivo revisasse a medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 11 de junho, o governo publicou a Medida Provisória 1303/25, tratando da tributação de investimentos, e novo decreto que reduziu parcialmente as alíquotas inicialmente propostas, mas ainda manteve aumentos. Por esse decreto, que está em vigor, a estimativa de arrecadação é em torno de R$ 30 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Coronel Chrisóstomo, porém, a intenção das alterações promovidas pelo governo federal é de interesse essencialmente arrecadatório. &#8220;Não se tratou de correção regulatória ou busca de equilíbrio em situações específicas, mas majoração tributária nas quatro bases de incidência do imposto: seguros, câmbio, operações de crédito e com títulos e valores mobiliários. E, como agravante, a vigência das alterações foi imediata&#8221;, afirmou Chrisóstomo. (Agência Senado)</p>



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		<item>
		<title>Projeto que revoga decreto do IOF vai a voto nesta quarta, sob risco para o Planalto</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/projeto-que-revoga-decreto-do-iof-vai-a-voto-nesta-quarta-sob-risco-para-o-planalto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 12:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo motta]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
		<category><![CDATA[planalto]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu na pauta desta quarta-feira (25) a votação do projeto que revoga o decreto do governo federal que alterou as regras do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A proposta foi colocada em regime de urgência com apoio expressivo dos parlamentares, incluindo nomes da própria base governista. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu na pauta desta quarta-feira (25) a votação do projeto que revoga o decreto do governo federal que alterou as regras do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A proposta foi colocada em regime de urgência com apoio expressivo dos parlamentares, incluindo nomes da própria base governista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto do Executivo, publicado no início do mês, enfrentou resistência no Congresso. A aprovação do regime de urgência, em 16 de junho, foi o primeiro revés para o Planalto. Agora, com a votação definitiva marcada, o governo Lula corre o risco de ver o novo modelo tributário derrubado em plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A urgência permite que o projeto seja votado diretamente pelos deputados, sem passar pelas comissões temáticas. A articulação para acelerar a tramitação ocorreu mesmo com tentativas do Palácio do Planalto de evitar o avanço da matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do projeto que trata do IOF, a pauta desta quarta prevê outras votações de impacto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Projeto que isenta do Imposto de Renda quem ganha até dois salários mínimos.</li>



<li>Medida provisória que permite o uso de até R$ 15 bilhões por ano do Fundo Social para habitação popular e autoriza o leilão de óleo e gás excedente, com potencial de arrecadação de até R$ 20 bilhões.</li>



<li>MP que autoriza a contratação de crédito consignado por trabalhadores do setor privado.</li>
</ul>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Boa noite! <br>Nesta quarta-feira, 25 de junho, a pauta da Câmara dos Deputados incluirá os seguintes temas: <br><br>1️⃣ PDL do IOF que susta o decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras.<br>2️⃣ MP 1291 que autoriza uso de até R$ 15 bi/ano do Fundo Social para habitação popular…</p>&mdash; Hugo Motta (@HugoMottaPB) <a href="https://twitter.com/HugoMottaPB/status/1937701234577707070?ref_src=twsrc%5Etfw">June 25, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O governo tem atuado para conter perdas em temas econômicos sensíveis, mas enfrenta dificuldades diante da pressão de parlamentares em ano pré-eleitoral. A votação de hoje deve servir como termômetro do grau de articulação política do Planalto na reta final do semestre legislativo.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Após aumento do IOF, Motta pede explicações e ameaça  cortar as asas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-aumento-do-iof-motta-pede-explicacoes-e-ameaca-cortar-as-asas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 16:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo motta]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo Lula recebeu um puxão de orelha firme do Congresso Nacional. Após o decreto que elevou as alíquotas do IOF — imposto que, segundo o Ministério da Fazenda, só atingiria os mais ricos — os presidentes da Câmara e do Senado deixaram claro que não vão aceitar ser apenas plateia na condução da política [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo Lula recebeu um puxão de orelha firme do Congresso Nacional. Após o decreto que elevou as alíquotas do IOF — imposto que, segundo o Ministério da Fazenda, só atingiria os mais ricos — os presidentes da Câmara e do Senado deixaram claro que não vão aceitar ser apenas plateia na condução da política fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O recado veio com prazo: dez dias. Esse foi o tempo dado pela cúpula do Congresso para que a equipe econômica apresente um plano alternativo, mais consistente e, principalmente, com respaldo político, ao aumento do IOF. Caso contrário, o governo pode ver a medida ser derrubada por um Projeto de Decreto Legislativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, foi ao ponto: “Chega de gambiarras tributárias. O que queremos é uma proposta estruturada, que respeite o Parlamento e que não pese sobre o setor produtivo”, disparou nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) foi ainda mais duro. Disse em plenário que o decreto do governo &#8220;usurpa prerrogativas do Legislativo&#8221;. O termo, pesado, não foi usado à toa. Há semanas, senadores vêm reclamando do estilo centralizador da equipe econômica, sobretudo do ministro Fernando Haddad, que tenta equilibrar o orçamento cortando de um lado e aumentando imposto do outro, sem combinar com os russos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A irritação dos parlamentares se soma à pressão de setores econômicos, como os bancos, que se movimentaram rapidamente contra a medida. De um lado, o governo tenta fechar o rombo fiscal. Do outro, o Congresso cobra protagonismo e responsabilidade compartilhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite de quarta (29), Haddad se reuniu com Alcolumbre, Motta, Gleisi Hoffmann e líderes da base aliada para tentar apagar o incêndio. Saiu da conversa com a tarefa de encontrar uma solução técnica que evite a crise política — e financeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro avisou que, sem os R$ 20 bilhões esperados com o novo IOF, o governo terá de contingenciar ainda mais. Já bloqueou R$ 31,3 bilhões e diz que a máquina pública vai travar se tiver de cortar mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos bastidores, a avaliação é que o governo errou na forma — e no cálculo político. Em tempos de ânimos exaltados no Congresso, não se mexe em tributo sem aviso prévio, ainda mais com a faca no pescoço das contas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, o relógio corre. Em dez dias, Haddad terá que provar que consegue fazer política — e contas — ao mesmo tempo. Se não conseguir, o Congresso está pronto para puxar o freio de mão.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Aumento do IOF vira novo ponto de atrito entre PDT e governo Lula</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/aumento-do-iof-vira-novo-ponto-de-atrito-entre-pdt-e-governo-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 17:41:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[pdt]]></category>
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					<description><![CDATA[O PDT decidiu que vai votar contra o aumento do IOF proposto pelo governo Lula. A medida, que pretende levantar R$ 20 bilhões em 2025 e R$ 40 bilhões em 2026 para fechar o rombo nas contas públicas, enfrenta resistência dentro e fora da base aliada. E marca a primeira divergência pública do partido com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O PDT decidiu que vai votar contra o aumento do IOF proposto pelo governo Lula. A medida, que pretende levantar R$ 20 bilhões em 2025 e R$ 40 bilhões em 2026 para fechar o rombo nas contas públicas, enfrenta resistência dentro e fora da base aliada. E marca a primeira divergência pública do partido com o Planalto desde a saída de Carlos Lupi do Ministério da Previdência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi anunciada pelo líder da bancada na Câmara, deputado Mário Heringer (MG), que classificou o aumento como um &#8220;despautério&#8221;. Segundo ele, a proposta penaliza pequenos negócios e agrava o endividamento das empresas. “Não vamos compactuar com isso”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O distanciamento entre o PDT e o governo ganhou força após a demissão de Lupi, presidente licenciado do partido, do comando da Previdência. Ele deixou o cargo em meio à crise dos descontos irregulares em aposentadorias do INSS. Desde então, a legenda declarou independência na Câmara — embora no Senado ainda mantenha alinhamento com o Planalto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após reunião com a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e convite para voltar às articulações da base, Heringer avisou: o PDT seguirá independente e vai comunicar previamente ao governo quando discordar de propostas. O aumento do IOF é um desses pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A votação sobre o tema ainda será debatida na reunião de líderes marcada para quinta-feira (29). O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), prometeu à oposição que definirá se as propostas para barrar o aumento entrarão na pauta do plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A movimentação do PDT acende um alerta no Planalto. O recado é claro: o governo terá que negociar mais — e contar menos — com antigos aliados para aprovar medidas impopulares no Congresso.</p>



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		<title>Decreto do IOF vira crise e força recuo no Planalto em meio a ruídos na comunicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 04:44:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[iof]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo Lula voltou atrás em dois pontos centrais do pacote que aumentava o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em operações cambiais. A decisão saiu poucas horas após o próprio presidente assinar o decreto com as novas alíquotas. A explicação oficial? O governo “ouviu o país”. Mas, nos bastidores, o que se ouviu mesmo foram [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo Lula voltou atrás em dois pontos centrais do pacote que aumentava o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em operações cambiais. A decisão saiu poucas horas após o próprio presidente assinar o decreto com as novas alíquotas. A explicação oficial? O governo “ouviu o país”. Mas, nos bastidores, o que se ouviu mesmo foram os gritos do mercado financeiro e de técnicos do próprio Executivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida assinada na quinta-feira (22) previa aumento de imposto sobre remessas ao exterior e aplicações de fundos brasileiros em ativos fora do país. E aí mora o problema: a cobrança de 3,5% sobre fundos que investem lá fora — antes isentos — gerou forte reação. O próprio Ministério da Fazenda reconheceu que a redação permitia cobrança diária de IOF nessas aplicações. Um tiro no pé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite do mesmo dia, a cúpula do governo se reuniu em caráter emergencial no Palácio do Planalto. Estavam lá os ministros Rui Costa (Casa Civil), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Sidônio Palmeira (Comunicação), além de técnicos da área jurídica. Fernando Haddad, ministro da Fazenda, participou por videoconferência — ele havia voado para São Paulo logo após a coletiva em que anunciou as medidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova redação do decreto, prevista para ser publicada em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> antes da abertura dos mercados nesta sexta-feira (23), restabelece a alíquota zero para aplicações de fundos brasileiros em ativos no exterior e mantém a taxa atual de 1,1% para remessas com fins de investimento. Na versão anterior, ambas as operações passariam a ser tributadas em 3,5%, o que gerou forte reação do setor financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros pontos do pacote continuam em vigor. É o caso do aumento do IOF sobre compras internacionais com cartão de crédito e débito, que passa de 3,38% para 3,5%. Pode parecer um ajuste pequeno, mas representa impacto direto para quem viaja ou consome em moeda estrangeira.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">O Ministério da Fazenda informa que, após diálogo e avaliação técnica, será restaurada a redação do inciso III do art. 15-B do Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007,que previa a aliquota zero de IOF sobre aplicação de investimentos de fundos nacionais no exterior.</p>&mdash; Ministério da Fazenda (@MinFazenda) <a href="https://twitter.com/MinFazenda/status/1925741376999670065?ref_src=twsrc%5Etfw">May 23, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
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<p class="wp-block-paragraph">Também no mesmo dia, o governo anunciou o congelamento de R$ 31,3 bilhões em despesas do Orçamento — uma tentativa de ajustar as contas públicas e manter as metas fiscais. A soma das medidas, no entanto, veio acompanhada de falhas na comunicação. Integrantes do governo admitem que o vazamento precoce das informações, atribuído ao ministro dos Transportes, Renan Filho, contribuiu para o clima de tensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o recuo parcial, a estimativa de arrecadação cai entre R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões, segundo fontes da equipe econômica. O impacto previsto inicialmente com o pacote era de R$ 20,5 bilhões em 2025 — um reforço considerado essencial para equilibrar o Orçamento e evitar cortes mais profundos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A repercussão foi imediata. Dados da plataforma BuzzMonitor mostram que 74% das 1.500 publicações analisadas nas últimas 24 horas nas redes sociais expressaram críticas à medida. A oposição já começou a articular formas de capitalizar politicamente sobre o episódio, mirando especialmente o aumento do IOF sobre operações comuns a muitos brasileiros.</p>



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