<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>indignus &#8211; Blog do Suetoni</title>
	<atom:link href="https://suetonisoutomaior.com.br/tag/indignus/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://suetonisoutomaior.com.br</link>
	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 Dec 2023 10:36:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>
	<item>
		<title>Na terceira fase da Operação Indignus, Gaeco foca &#8220;esvaziamento&#8221; criminoso do programa Prato Cheio. Entenda:</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/na-terceira-fase-da-operacao-indignus-gaeco-foca-esvaziamento-criminoso-do-programa-prato-cheio-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 10:23:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[indignus]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[prato cheio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=12278</guid>

					<description><![CDATA[A força-tarefa composta para investigar os desvios de recursos envolvendo dirigentes do Hospital Padre Zé e a Ação Social Arquidiocesana (ASA) desencadeou a terceira etapa da Operação Indignus. O foco da etapa atual é a atuação de empresas e pessoas envolvidas com o programa Prato Cheio, que também era coordenado pelo Padre Egídio de Carvalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A força-tarefa composta para investigar os desvios de recursos envolvendo dirigentes do Hospital Padre Zé e a Ação Social Arquidiocesana (ASA) desencadeou a terceira etapa da Operação Indignus. O foco da etapa atual é a atuação de empresas e pessoas envolvidas com o programa Prato Cheio, que também era coordenado pelo Padre Egídio de Carvalho Neto, preso na primeira etapa da operação. Ao todo, estão sendo cumpridos 10 mandados judiciais de busca e apreensão, em endereços de seis investigados e quatro empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A força-tarefa é coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Atuação Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba, em parceria com Polícia Militar da Paraíba e Polícia Civil. Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de João Pessoa e Patos. De acordo com o coordenador do Gaeco, Octávio Paulo Neto, o programa Prato Cheio teria recurso para continuar distribuindo alimentos, não fossem os desvios de recursos que delapidaram o programa, evitando que ele cumprisse a sua função. A ação ocorre no Dia de Combate à Pobreza. A estimativa é que o prejuízo aos cofres públicos chegue a R$ 140 milhões. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo juízo da 4ª Vara Criminal da Capital &#8211; Poder Judiciário da Paraíba. Esta fase é um desdobramento da “Operação Indignus” que trata da apuração dos ilícitos relacionados ao pagamento de propina, lavagem de dinheiro, desvio de finalidade e apropriação indébita, dentre outros, de valores repassados majoritariamente pelos cofres públicos ao Instituto São José, ao Hospital Padre Zé e à Ação Social Arquidiocesana/ASA, envolvendo um Núcleo de Empresas e pessoas geridas por investigados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho conta com a participação de 30 integrantes do GAECO-PB (incluindo membros e servidores), com 20 integrantes da Polícia Militar e 20 integrantes da Polícia Civil da Paraíba (delegados e policiais civis), formando uma efetivo de aproximadamente 66 agentes públicos. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prato (meio)Cheio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Oprojeto emergencial Prato Cheio foi lançado em 2001, fruto de uma parceria entre o governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), e a Arquidiocese da Paraíba. O braço religioso da ação era justamente o Padre Egídio. O programa visava beneficiar pessoas em situação de rua e de vulnerabilidade social nas cidades paraibanas. O lançamento ocorreu com a presença do então secretário de Desenvolvimento Social, Tibério Limeira, e ocorreu em Guarabira. A meta era distribuir café da manhã, almoço e jantar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Operação Indignus mostra como a fé e caridade foram transformados em usura e ostentação</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-indignus-mostra-como-a-fe-e-caridade-foram-transformados-em-usura-e-ostentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 19:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[indignus]]></category>
		<category><![CDATA[luxo]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[ostentação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=11910</guid>

					<description><![CDATA[A operação Indignus, desencadeada nesta quinta-feira (5) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), escancarou para todos nós o inapropriado uso da fé e da caridade para o enriquecimento ilícito. Tudo ainda está em fase de investigação, mas as primeiras notícias sobre o caso são estarrecedoras. A Força-Tarefa criada para investigar supostas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A operação Indignus, desencadeada nesta quinta-feira (5) pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), escancarou para todos nós o inapropriado uso da fé e da caridade para o enriquecimento ilícito. Tudo ainda está em fase de investigação, mas as primeiras notícias sobre o caso são estarrecedoras. A Força-Tarefa criada para investigar supostas irregularidades na gestão dos recursos do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana (ASA) encontrou, durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, um rastro de riqueza onde deveria haver simplicidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste caso, me refiro aos imóveis visitados, inclusive apartamentos de alto padrão em João Pessoa e em São Paulo. Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão em endereços do Padre Egídio de Carvalho Neto e das ex-diretoras Jannyne Dantas (ex-diretora administrativa) e Amanda Duarte (ex-tesoureira). O religioso comandou o hospital junto com as duas auxiliares. Ele indicava os investimentos também da ASA. E, neste caminho, as suspeitas são de que grande parte dos recursos de doação foi desviado para a compra de imóveis e itens de luxo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na granja pertencente ao Padre Egídio, foi encontrado um fogão que faria inveja aos muito ricos da Paraíba. O equipamento, de origem italiana, foi adquirido por R$ 78 mil. Os vinhos também eram um capítulo à parte. Enquando os pacientes do hospital penavam por atendimento mínimo, a adega do religioso tinha mais de R$ 30 mil em vinhos. Há registros de compras de itens como lenços por mais de R$ 10 mil. Uma vida de luxo, para quem enquanto coordenador da ASA encarava miseráveis nas ruas, como os indígenas waraos, que lotam os sinais de trânsito de João Pessoa em busca de trocados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, segundo o Gaeco, aponta para uma absoluta e completa confusão patrimonial entre os bens e valores de propriedade das referidas pessoas jurídicas com um dos investigados, com uma considerável relação de imóveis atribuídos, aparentemente sem forma lícita de custeio, quase todos de elevado padrão, adornados e reformados com produtos de excelentes marcas de valores agregados altos. As condutas indicam a prática, em princípio, dos delitos de organização criminosa, lavagem de capitais, peculato e falsificação de documentos públicos e privados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Força-Tarefa é comandada pelo Gaeco, em parceria com Polícia Civil da Paraíba, Secretaria de Estado da Fazenda da Paraíba e Controladoria-Geral do Estado da Paraíba. A expectativa é que muita coisa apareça no curso das investigações e, principalmente, que todos os culpados paguem pelo prejuízo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se: </strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
