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	<title>indicação &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Presidente do TJPB derruba liminar e mantém nomeação de Alanna Galdino para conselheira do TCE</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 17:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Fred Coutinho, derrubou nesta sexta-feira (4) a liminar que havia suspendido a nomeação de Alanna Galdino para o cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O magistrado atendeu recurso impetrado pelo governo do Estado conta decisão da juíza Virgínia Lúcia Fernandes Martins de Aguiar, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Fred Coutinho, derrubou nesta sexta-feira (4) a liminar que havia suspendido a nomeação de Alanna Galdino para o cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O magistrado atendeu recurso impetrado pelo governo do Estado conta decisão da juíza Virgínia Lúcia Fernandes Martins de Aguiar, da 5ª Vara da Fazenda Pública de João Pessoa. Magistrada havia entendido na sua decisão ter havido falhas procedimentais que viciariam a indicação, especificamente a ausência de realização de arguição pública (sabatina).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua decisão, o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba discordou da magistrada, se acostando aos argumentos do Estado. Ele entendeu que a decisão de primeira instância não demonstrou uma efetiva ofensa ao princípio da moralidade administrativa, diretamente ligada às supostas falhas procedimentais. Ressaltou ainda que a mera inobservância de formalidades internas, especialmente quando decorrentes de interpretação controvertida de normas regimentais, não autoriza a suspensão de atos administrativos de natureza política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fred Coutinho ressaltou ainda que o controle dos requisitos constitucionais para o exercício do cargo de Conselheiro não se limita à arguição pública, sendo também realizado pelo próprio Tribunal de Contas, em procedimento que precede a posse. Ele considerou a intervenção judicial prematura, pois o processo administrativo no TCE ainda não havia sido concluído.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão da magistrada atendeu ao pedido formulado em ação movida popular pelo Ministério Público que questionava a nomeação da servidora para o cargo. Ela é filha do presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), e teve a indicação referendada por mais de 30 deputados. A indicação foi ratificada pelo governador João Azevêdo (PSB) e enviada para o Tribunal de Contas. Atualmente, o processo de admissão tem como relator o conselheiro Nominando Diniz. <br></p>



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		<title>CCJ da Assembleia Legislativa analisa nesta segunda indicação de Alanna Galdino para o TCE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 11:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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		<category><![CDATA[assembleia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) se reúne nesta segunda-feira (17), às 14h30, no Mini-Plenário Deputado Judivan Cabral, para avaliar e emitir parecer sobre a indicação da Casa para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB). Até o momento, apenas a advogada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) se reúne nesta segunda-feira (17), às 14h30, no Mini-Plenário Deputado Judivan Cabral, para avaliar e emitir parecer sobre a indicação da Casa para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, apenas a advogada e médica Alanna Galdino formalizou inscrição para concorrer à vaga. Sua candidatura foi apresentada com o apoio de 28 dos 36 deputados estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a análise da documentação e dos requisitos pela CCJ, o nome será encaminhado para votação no Plenário da ALPB, a Casa de Epitácio Pessoa. A escolha será feita por meio de votação secreta e exigirá maioria absoluta dos parlamentares para ser aprovada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso seja aprovada em plenário, a indicação será oficializada por meio de Decreto Legislativo assinado e publicado pelo presidente da Assembleia. Em seguida, o documento será enviado ao governador do Estado, responsável pela nomeação formal do novo conselheiro do TCE-PB.</p>



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		<title>Vítor Hugo tenta convencer Mersinho a disputar a prefeitura de Cabedelo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/vitor-hugo-tenta-convencer-mersinho-a-disputar-a-prefeitura-de-cabedelo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 12:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cabedelo]]></category>
		<category><![CDATA[indicação]]></category>
		<category><![CDATA[mersinho]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[Vítor hugo]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Cabedelo, Vítor Hugo (União Brasil), está à caça de um sucessor para disputar as eleições do ano que vem, na cidade. O nome preferido, pelas últimas declarações, é o do deputado federal Mersinho Lucena (PP). Em entrevista ao jornalista Henrique Lima, do Ninja Cast, o gestor disse que vai almoçar com o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Cabedelo, Vítor Hugo (União Brasil), está à caça de um sucessor para disputar as eleições do ano que vem, na cidade. O nome preferido, pelas últimas declarações, é o do deputado federal Mersinho Lucena (PP). Em entrevista ao jornalista Henrique Lima, do Ninja Cast, o gestor disse que vai almoçar com o prefeito Cícero Lucena (PP), de João Pessoa, e com o parlamentar, nesta sexta-feira (21), para discutir o assunto. Para o gestor, se o deputado quiser disputar o cargo em Cabedelo, ele estará pronto para isso. Mersinho era vice-prefeito da cidade e deixou o cargo para disputar vaga na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros nomes são apontados pelo gestor como possibilidades para ter o apoio da base governista. A lista inclui o deputado estadual George Morais (União Brasil) e o presidente da Câmara Municipal, André Coutinho (União Brasil). Sobre Morais, o tema já foi tratado com o senador Efraim Filho (União Brasil) e com o pai dele, o ex-senador Efraim Morais, mas sem quem nada fosse fechado. Vítor Hugo foi reeleito no pleito passado com relativa facilidade e está convicto de que terá peso na indicação de um eventual sucessor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele diz achar que Mersinho não vai topar deixar a Câmara dos Deputados, mas assegura fosse ele o deputado, faria a troca. &#8220;Eu não ia deixar uma cidade com o terceiro orçamento do Estado, com tudo pronto&#8221;, disse, garantindo que deixará dinheiro em caixa para as obras do sucessor. A definição, pelo que foi dito, deve avançar nos próximos dias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



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		<title>Marco Aurélio aposentado e Mendonça em busca da vaga no STF. Último veto do Senado foi há 127 anos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/marco-aurelio-aposentado-e-mendonca-em-busca-da-vaga-no-stf-ultimo-veto-do-senado-foi-ha-127-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 11:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[indicação]]></category>
		<category><![CDATA[marco aurélio]]></category>
		<category><![CDATA[suetonisoutomaior]]></category>
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					<description><![CDATA[O advogado-geral da União, André Mendonça, não é bem visto pela maioria dos senadores. Isso é fato. Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para ocupar a vaga aberta nesta segunda-feira (12) com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello, no Supremo Tribunal Federal (STF), o auxiliar do gestor tem encontrado dificuldade para o diálogo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O advogado-geral da União, André Mendonça, não é bem visto pela maioria dos senadores. Isso é fato. Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para ocupar a vaga aberta nesta segunda-feira (12) com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello, no Supremo Tribunal Federal (STF), o auxiliar do gestor tem encontrado dificuldade para o diálogo até com aliados, como o senador Flávio Bolsonaro (Patriota). Mas se for mantido o histórico chapa branca da Casa Alta, ele não precisa ter medo. A última rejeição a uma indicação para a mais alta corte do país ocorreu há 127 anos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as rejeições, e elas somaram cinco, ocorreram quando o país era comandado por outro militar, não Bolsonaro. Falo do marechal Floriano Peixoto. O ano era 1894, quando a Suprema Corte brasileira tinha apenas quatro anos da sua criação. O caso mais emblemático de rejeição foi o de Cândido Barata Ribeiro, que amargou a reprovação quando já atuava como ministro do STF. Na época, o escolhido podia assumir as funções antes de o Senado votar a indicação. Após dez meses julgando processos, Barata Ribeiro foi obrigado a deixar o cargo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O breve ministro hoje é mais conhecido por ser tio-avô do comediante Agildo Ribeiro, falecido há três anos, e dar nome a uma rua de Copacabana. Seu currículo, no entanto, vai muito além. Barata Ribeiro foi uma das figuras mais influentes do país. Ele era médico-cirurgião e lecionava na Faculdade de Medicina do Rio. Foi expoente dos movimentos pelo fim da escravidão e da monarquia e, mais tarde, prefeito do Distrito Federal (o status do Rio após a queda de dom Pedro II).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marco Aurélio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto presidencial que concede aposentadoria ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello foi publicado no Diário Oficial da União da última sexta-feira (9). A aposentadoria do ministro já estava prevista pelo fato de ele estar completando 75 anos de idade. Marco Aurélio ingressou no STF em 13 de junho de 1990 e foi presidente da Corte entre 2001 e 2003. Nesse período, por estar na linha sucessória, exerceu a Presidência da República em quatro oportunidades. Numa delas, sancionou a lei que criou a TV Justiça, em 2002. Desde então, os julgamentos no plenário passaram a ser transmitidos ao vivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também foi presidente do Tribunal Superior Eleitoral por três vezes. Uma delas, durante as eleições municipais de 1996 – a primeira realizada integralmente utilizando urnas eletrônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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