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	<title>indefinição &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Indefinição do PT sobre papel nas eleições em João Pessoa arrastam federação para incerteza na proporcional</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2024 10:51:54 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">A novela do PT sobre como vai participar das eleições municipais deste ano em João Pessoa tem afetado não apenas pretensos candidatos ao Executivo. Ela tem trazido aflição, também, aos postulantes a uma vaga na Câmara Municipal. E não apenas para os petistas. É bom lembrar que os partidos que compõem a Federação Brasil da Esperança, composta também por PV e PCdoB, seguem no mesmo barco, já que vão depender de decisão nacional para ajustar o curso para a disputa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O quadro atual é mais ou menos o seguinte: dois nomes do PT brigam pela indicação para a disputa da prefeitura. A lista inclui os deputados estaduais Cida Ramos e Luciano Cartaxo. Em outro norte, parte significativa do partido aposta em uma composição com o prefeito Cícero Lucena (PP), que deve disputar a reeleição. O progressistas também conta com o apoio do governador João Azevêdo (PSB), histórico aliado da legenda petista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daí, surge outra complicação. A indefinição tem trazido aflição aos detentores de mandato na Câmara de João Pessoa, tanto do PT quanto do PV. O vereador petista Marcos Henriques tem expressado isso em entrevistas no dia a dia. Ele tem defendido candidatura própria, mas se mostra preocupado principalmente com indefinição. No mesmo barco, apesar de não terem verbalizado isso publicamente, estão os vereadores Bosquinho e Emano Santos, ambos do PV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão é que PT, PV e PCdoB constituíram uma federação nas eleições de 2022 e, por isso, funcionarão como um único partido nas disputas eleitorais até o pleito de 2026, quando poderão renovar ou não a aliança. O fato é que isso coloca todos eles no mesmo barco para o pleito deste ano. PV e PCdoB já anunciaram apoio a Cícero e o PT mantém um pé em cada canoa, sem definir um um curso objetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última reunião do partido, nesta semana, a situação de João Pessoa foi tirada de pauta, o que aumentou a angústia entre os militantes paraibanos. Se o partido decidir seguir Cícero, a fatura estará liquidada. Se optar por uma candidatura própria, caberá à Federação Brasil da Esperança dar a última palavra. Lembrando que o agrupamento é comandado, atualmente, por Luciana Santos (PCdoB), ministra da Ciência e Tecnologia. Apesar de o PT ter maioria no grupo, uma decisão final precisará de muita negociação.</p>



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		<title>Indefinição sobre partido de Bolsonaro retarda definição de candidaturas da oposição na Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 11:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Alguns dos nomes colocados para a disputa das eleições, neste ano, tinham um sentimento: o de que o dia 22 de novembro serviria de start para a movimentação deles na Paraíba. A data era a escolhida pelo presidente Jair Bolsonaro para a filiação ao PL, do versátil em termos políticos Valdemar da Costa Neto. O adiamento da definição do gestor coloca na caixa das almas, ao menos por enquanto, o trabalho de definição de uma ou mais candidaturas para fazer frente ao governador João Azevêdo (Cidadania) no pleito do ano que vem, quando o gestor tentará a reeleição. Isso porque a definição nacional terá influência no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desistência do ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD), mesmo que ainda não oficial, criou instabilidade para o bloco oposicionista. Ele era o favorito de Bolsonaro para a disputa na Paraíba, mesmo assim, fraquejou na caminhada para a corrida eleitoral. O ex-gestor agora faz virtual caminho de aproximação com João Azevêdo. A concretização deste entendimento coloca o bloco oposicionista num mato sem cachorro. Eles terão que reiniciar a procura por alguém capaz de liderar o bloco e não há nomes que se apresentem de forma natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas lideranças ouvidas pelo blog, vale ressaltar, veem a demora de Bolsonaro para escolher o destino como o principal dificultador para uma rápida definição do candidato. A partir do momento que ele vencer a desconfiança com o PL ou migrar para outra sigla, o caminho será restabelecido. Isso porque se terá real dimensão, na Paraíba, de quem efetivamente estará com o capitão reformado do Exército nas eleições do ano que vem. O partido a ser escolhido por ele será o destino de grande parte das lideranças simpáticas à pauta conservadora ou mesmo esperançosas em, talvez, reeditar a onda de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As opções a Romero na oposição incluem o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) e até mesmo o comunicador Nilvan Ferreira (PTB). Destes, o nome de Pedro ganha mais força em um grupo que inclui o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), mesmo sendo hoje mais próximo a Romero. Tudo vai depender da construção que seja traçada. Agora, poucas peças serão mudadas até que Bolsonaro defina o destino nas eleições do ano que vem. Além do PL, o PP chegou a ser cogitado como opção de filiação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O empecilho com o PL diz respeito aos arranjos locais do partido. A sigla se comprometeu com o apoio ao sucessor do governador João Dória (PSDB), em São Paulo. Em Pernambuco, o partido tem aliança alinhavada e sólida com o PSB do governador Paulo Câmara. Essas composições têm chateado Bolsonaro, que quer o partido totalmente alinhado com ele. A tradição mostra que essa realidade nos partidos do centro é dificilmente conseguida, principalmente dentro de uma construção na qual Bolsonaro não figura como o líder das pesquisas para as eleições do ano que vem.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em compasso de espera, João segue sem ser incomodado rumo à disputa pela reeleição&#8230;</p>



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