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	<title>impugnação &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Ministério Público dá parecer favorável à impugnação da candidatura de Dedé Romão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 18:48:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Eleitoral (MPE) emitiu parecer favorável à impugnação da candidatura de Dedé Romão (PSB), em Pedras de Fogo. O documento assinado pela promotora Ana Carolina Coutinho Ramalho, da 44ª Zona Eleitoral, tem como base duas rejeições de contas do postulante quando ele exercia o cargo de prefeito da cidade. A ação de impugnação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Eleitoral (MPE) emitiu parecer favorável à impugnação da candidatura de Dedé Romão (PSB), em Pedras de Fogo. O documento assinado pela promotora Ana Carolina Coutinho Ramalho, da 44ª Zona Eleitoral, tem como base duas rejeições de contas do postulante quando ele exercia o cargo de prefeito da cidade. A ação de impugnação foi proposta pela coligação &#8220;Presente de Trabalho, Futuro de Conquistas&#8221;, liderada pelo prefeito Bá Barros (MDB), candidato à reeleição. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu parecer, a promotora leva em consideração a existência de “rejeição das contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas”. Ela ressaltou para a decisão a informação de que Dedé Romão teve rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) os balancetes de gestão relativos aos exercícios de 2017 e 2018, quando ele comandou a cidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro caso, ele teve a contas rejeitadas por causa de suplementação de R$ 29 milhões sem autorização legislativa. Já no segundo caso, as contas foram rejeitadas devido à não aplicação do piso salarial dos profissionais da educação, além da não aplicação de 25% da receita corrente líquida na educação do município. </p>



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		<title>Após impugnação, Veneziano nega pendências e apresenta certidões comprovando quitação eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 12:37:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) negou nesta segunda-feira (22) que haja pendências dele com a Justiça Eleitoral. O parlamentar teve a candidatura ao governo do Estado impugnada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), sob a alegação de não estar &#8220;quite com a Justiça Eleitoral, em razão de não pagamento de multa&#8221;. De acordo com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) negou nesta segunda-feira (22) que haja pendências dele com a Justiça Eleitoral. O parlamentar teve a candidatura ao governo do Estado impugnada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), sob a alegação de não estar &#8220;quite com a Justiça Eleitoral, em razão de não pagamento de multa&#8221;. De acordo com a assessoria do parlamentar, toda a documentação foi entregue no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no momento do registro da postulação e pode ter havido erro na conferência das informações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O blog recebeu do próprio Veneziano as cópias das certidões de quitação emitidas pela Receita Federal do Brasil, bem como de documento emitido pelo TRE comprovando a regularidade dos dados apresentados. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/depois-de-ricardo-coutinho-ministerio-publico-eleitoral-impugna-candidatura-de-veneziano-vital-do-rego/">O nome de Veneziano apareceu entre 27 novas impugnações feitas pelo Ministério Público Eleitoral nesta segunda-feira</a>. Além dele, aparece na lista o deputado estadual Buba Germano (PSB), que tentava a reeleição. Ele, no entanto, protocolou a desistência de disputar o pleito em documento enviado ao Tribunal Regional Eleitoral no último sábado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Depois de Ricardo Coutinho, Ministério Público Eleitoral impugna candidatura de Veneziano Vital do Rêgo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/depois-de-ricardo-coutinho-ministerio-publico-eleitoral-impugna-candidatura-de-veneziano-vital-do-rego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 10:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), o Ministério Público Eleitoral (MPE) decidiu impugnar, também, a candidatura do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB). O primeiro concorre a uma vaga para o Senado e o segundo ao governo do Estado, ambos na mesma chapa. O parlamentar do MDB integra a terceira leva de contestações feitas pelo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Depois do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), o Ministério Público Eleitoral (MPE) decidiu impugnar, também, a candidatura do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB). O primeiro concorre a uma vaga para o Senado e o segundo ao governo do Estado, ambos na mesma chapa. O parlamentar do MDB integra a terceira leva de contestações feitas pelo órgão ministerial nas eleições deste ano. Entre os 27 nomes divulgados nesta segunda-feira (22) consta, ainda, o nome do deputado estadual Buba Germano (PSB), candidato à reeleição. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso envolvendo Veneziano Vital do Rego Segundo Neto, candidato a governador (Processo nº 0600794-77.2022.6.15.0000), a Procuradoria Regional Eleitoral constatou que, até a presente data, ele não está quite com a Justiça Eleitoral, em razão de não pagamento de multa. A impugnação de Ricardo Coutinho foi por causa da inelegibilidade imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2020. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um dos novos casos (Processo nº 0600706-39.2022.6.15.0000 – requerido Rubens Germano Costa), a procuradora regional Eleitoral Acácia Suassuna, na última sexta-feira (19/8), requereu, liminarmente, que não fossem repassados recursos públicos para campanha, já que a candidatura se encontrava em evidente condição de inelegibilidade. No entendimento do MP Eleitoral, Rubens é inelegível porque teve suas contas, relativas ao convênio 1270/2008, no exercício do cargo de prefeito de Picuí (PB), reprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com imputação de débito e multa, e teve contra si condenação por órgão colegiado à suspensão dos direitos políticos, pela prática de ato doloso de improbidade administrativa, incidindo, portanto, as inelegibilidades previstas no artigo 1º, I, g e l ̧da Lei Complementar nº 64/90. No sábado, dia 20/8, Rubens Germano apresentou renúncia ao direito de concorrer, tendo sido homologada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB) na data de ontem (21).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outro caso, envolvendo Tarcísio Marcelo Barbosa de Lima (Processo nº 0600588-63.2022.6.15.0000), o MP Eleitoral justifica a inelegibilidade em razão da rejeição de contas, relativas ao recebimento de recursos federais, na qualidade de prefeito de Belém (PB), pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com imputação de débito e aplicação de multa, pela prática de ato doloso de improbidade administrativa, incidindo, portanto, a causa de inelegibilidade do artigo 1º, I, g, da Lei Complementar nº 64/90.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira os nomes, cargos a serem disputados, partidos, além da motivação dos novos pedidos de impugnação e número do processo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1) Rubens Germano Costa (deputado estadual &#8211; PSB) – contas reprovadas e condenação por improbidade administrativa / Processo nº 0600706-39.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2) Tarcísio Marcelo Barbosa de Lima (deputado estadual – PSDB) &#8211; contas reprovadas e condenação por improbidade administrativa / Processo nº 0600588-63.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3) Veneziano Vital do Rego Segundo Neto (governador – MDB) &#8211; não está quite com a Justiça Eleitoral, em razão de multa / Processo nº 0600794-77.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4) Cibelle Priscilla Mangueira Cavalcanti (deputada federal – Federação PSDB/Cidadania) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600592-03.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5) Francisco José Garcia Figueiredo (deputado estadual – Federação Psol/Rede) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600637-07.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6) Wellington Silva Barbosa (deputado estadual – Federação Psol/Rede) – militar &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600649-21.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">7) Mariluzia Pereira De Souza (deputado estadual – Federação Psol/Rede) &#8211; contas não prestadas nas eleições de 2018 / Processo nº 0600657-95.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8) Fabio Petterson Vieira Da Silva (deputado estadual – Federação Psol/Rede) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600653-58.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9) Simone Katly Lima De Brito Medeiros (deputado estadual – Federação Psol/Rede) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600669-12.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">10) Raimunda Carneiro Da Silva (deputada estadual – Democracia Cristã) &#8211; contas não prestadas nas eleições de 2020 / Processo nº 0600677-86.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">11) Amarildo Meira De Vasconcelos (deputado estadual – PSB) &#8211; não está quite com a Justiça Eleitoral, em razão de multa / Processo nº 0600695-10.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">12) Oscar Ferreira de Melo Sobrinho (deputado estadual – PSB) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600719-38.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">13) Danilo Ilton De Sousa (deputado estadual – Democracia Cristã) &#8211; contas não prestadas em eleição passada / Processo nº 06006925520226150000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">14) Maria Cicera Dos Santos (deputada federal – PMN) &#8211; contas não prestadas em eleição passada / Processo nº 06007488820226150000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">15) Alysson dos Santos Gomes (deputado federal – Republicanos) &#8211; contas reprovadas e condenação por improbidade administrativa / Processo nº 0600421-46.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">16) Mário Cezar de Sousa Lima (deputado estadual – Solidariedade) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600544-44.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">17) Carlos Antônio Narcizo (deputado estadual – Solidariedade) &#8211; não está quite com a Justiça Eleitoral, em razão de multa / Processo nº 0600530-60.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">18) Luiz Albuquerque Couto (deputado federal – Federação PT/PCdoB/PV) &#8211; não está quite com a Justiça Eleitoral, em razão de multa / Processo nº 0600414-54.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">19) Jafia Nascimento Magalhães (deputado estadual – Solidariedade) &#8211; não está quite com a Justiça Eleitoral, em razão de multa / Processo nº 0600549-66.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">20) Valtemira Cley Alves da Silva (deputada estadual – Republicanos) &#8211; contas não prestadas nas eleições de 2020 / Processo nº 0600441-37.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">21) Bruno Cavalcanti de Arruda (deputado federal – PRTB) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600464-80.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">22) Euller de Assis Chaves (deputado estadual – PSD) – militar &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600519-31.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">23) Lenildo Dias de Morais (deputado federal – Federação PT/PcdoB/PV) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600413-69.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">24) Isla Mayranna Tavares de Paula (deputada estadual – PSD) &#8211; contas não prestadas nas eleições de 2018 / Processo nº 0600518-46.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">25) Amanda Virginia Albuquerque dos Santos (deputada estadual – PSD) &#8211; contas não prestadas nas eleições de 2018 e não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600515-91.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">26) Welliton Carlos Alencar de Souza (deputado estadual – PSD) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público e não está quite com a Justiça Eleitoral, em razão de irregularidade em prestação de conta / Processo nº 0600525-38.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">27) José Martins de Paiva (deputado federal – PTB) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600495-03.2022.6.15.0000.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Ministério Público Eleitoral já impugnou 23 candidaturas neste ano</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministerio-publico-eleitoral-ja-impugnou-23-candidaturas-neste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 13:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[11 candidatos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Eleitoral ajuizou, no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), mais 11 ações de impugnação de registros de candidaturas em face de pré-candidatos dos partidos Democracia Cristã (4), PRTB (4), Republicanos (2) e PT (1). Da última sexta-feira (12) a segunda-feira (15), o MP Eleitoral havia ajuizado as primeiras 12 ações de impugnação, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Eleitoral ajuizou, no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), mais 11 ações de impugnação de registros de candidaturas em face de pré-candidatos dos partidos Democracia Cristã (4), PRTB (4), Republicanos (2) e PT (1). <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/na-primeira-leva-ministerio-publico-eleitoral-ajuiza-12-acoes-de-impugnacao-contra-candidatos-paraibanos/">Da última sexta-feira (12) a segunda-feira (15),</a> o MP Eleitoral havia ajuizado as primeiras 12 ações de impugnação, totalizando, até o momento, 23.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A procuradora regional Eleitoral (PRE) da Paraíba, Acácia Suassuna, reforça que no momento do registro, devem estar presentes tanto as condições de elegibilidade (nacionalidade brasileira, alistamento, pleno exercício dos direitos políticos, domicílio eleitoral na circunscrição, filiação partidária), como também o candidato não pode incorrer em nenhuma das causas de inelegibilidade dispostas na Lei Complementar 64/90.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das novas ações ajuizadas foi em consonância com a norma do artigo 1º, I, d, desta lei, que estabelece que são inelegíveis, para quaisquer cargos, quem tiver contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral, por meio de decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado, em processo de apuração de abuso de poder político ou econômico, para a eleição na qual concorre ou tenha sido diplomado, bem como para aquelas que se realizarem nos oito anos seguintes (Processo nº 0600801-69.2022.6.15.0000 &#8211; requerido Ricardo Vieira Coutinho). “Ao examinar as fontes de dados disponíveis a este Órgão Ministerial, foi possível constatar que o impugnado Ricardo Coutinho está inelegível, porque foi condenado pela prática de abuso de poder político com viés econômico, nas eleições do ano de 2014, ilícito reconhecido em decisão colegiada proferida pelo Tribunal Superior Eleitoral, incidindo, assim, a causa de inelegibilidade prevista no art. 1º, I, d, da Lei Complementar nº 64/90”, esclarece o MP Eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outra ação (Processo nº 0600440-52.2022.6.15.0000 – requerido Márcio Roberto da Silva), foi imputada a inelegibilidade baseada no artigo 1º, I, sendo que pela alínea l da mesma Lei Complementar nº 64/90, em razão de condenação por ato de improbidade administrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesses dois casos, requeremos liminarmente que não fossem repassados recursos públicos, considerando que essas candidaturas não têm viabilidade e já se encontram claramente com condição de inelegibilidade. Não seria razoável colocar recursos públicos à disposição dessas duas candidaturas” acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas Eleitorais e o Fundo Partidário devem ser regidos com absoluta higidez, sendo destinados apenas aos custeios de candidaturas viáveis. Assim, diante dos elementos veementes que indicam o indeferimento das candidaturas, em razão da inelegibilidade, o pedido visa proteger o patrimônio público, evitando o dispêndio de recursos”, enfatizou a procuradora Acácia Suassuna.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira os nomes, cargos a serem disputados, partidos, além da motivação dos novos pedidos de impugnação e número do processo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1) Ricardo Vieira Coutinho (senador – PT) &#8211; condenado por abuso de poder político com viés econômico / Processo nº 0600801-69.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2) Márcio Roberto da Silva (deputado estadual – Republicanos) &#8211; condenado por ato de improbidade administrativa / Processo nº 0600440-52.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3) Antonio Petronio de Souza (deputado estadual – Democracia Cristã) &#8211; não está quite com a Justiça Eleitoral, em razão de multa / Processo nº 0600671-79.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4) Antônio de Souza Santos Filho (deputado estadual – Republicanos) &#8211; militar – não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600431-90.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5) José Maria Alves da Silva (deputado estadual – Democracia Cristã) &#8211; militar – não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600730-67.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6) Robson Marques Xavier (deputado estadual – Democracia Cristã) &#8211; militar – não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600690-85.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">7) Vicente de Paula Brito Neto (deputado estadual – PRTB) &#8211; militar – não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600475-12.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8) Jose Eduardo da Silva (deputado estadual – PRTB) &#8211; militar – não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600479-49.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9) Renata Almeida Barreto Ferreira (deputada estadual – PRTB) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600478-64.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">10) Jose de Arimateia Alves (deputado estadual – PRTB) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600474-27.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">11) João da Penha do Nascimento (deputado estadual – Democracia Cristã) &#8211; não comprovou afastamento de cargo público / Processo nº 0600676-04.2022.6.15.0000.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



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		<title>Ministério Público Eleitoral impugna candidatura de Ricardo Coutinho. Confira os motivos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministerio-publico-eleitoral-impugna-candidatura-de-ricardo-coutinho-por-inelegibilidade-imposta-pelo-tse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 17:36:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deu o esperado. O Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou nesta quarta-feira (18) o pedido de impugnação da candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) ao cargo de senador. A ação foi proposta pela procuradora regional eleitoral, Acácia Suassuna, com base nas decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que condenou o ex-gestor à inelegibilidade por oito anos. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Deu o esperado. O Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou nesta quarta-feira (18) o pedido de impugnação da candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho (PT) ao cargo de senador. A ação foi proposta pela procuradora regional eleitoral, Acácia Suassuna, com base nas decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que condenou o ex-gestor à inelegibilidade por oito anos. Coutinho tenta se manter na disputa através de recurso em tramitação do Supremo Tribunal Federal (STF), que tem a ministra Cámen Lúcia como relatora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ao examinar as fontes de dados disponíveis a este Órgão Ministerial, foi possível constatar que o impugnado está inelegível, porque foi condenado pela prática de abuso de poder político com viés econômico, nas eleições do ano de 2014, ilícito reconhecido em decisão colegiada proferida pelo Tribunal Superior Eleitoral, incidindo, assim, a causa de inelegibilidade prevista no art. 1º, I, d, da Lei Complementar nº 64/90&#8221;, disse, na ação, a procuradora, que pede ainda para que o Partido dos Trabalhadores não repasse verbas do fundo eleitoral para a campanha do petista, sob pena de multa de R$ 100 mil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), tem como relator o juiz José Ferreira Ramos Júnior. Antes de protocolar a impgunação, a Procuradoria Regional Eleitoral intimou o candidato a apresentar as certidões negativas exigidas pela Justiça Eleitoral para a comprovação da elegibilidade. &#8220;O registro de candidatura do requerido não foi instruído com as certidões de objeto e pé referentes a todos os processos referenciados nas certidões criminais fornecidas pela Justiça Estadual de 1º e 2º graus, em desacordo com o que estabelece o art. 27, § 7º, da Resolução TSE nº 23.609/2019&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ricardo Coutinho foi condenado pelo TSE por abuso de poder político ou econômico nas eleições de 2014. Para impugnar a candidatura de Ricardo Coutinho, a procuradora levou em conta as condenações decorrentes de Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) que apuraram a contratação de servidores codificados, &#8220;execução irregular do Programa Empreender PB&#8221;, distribuição de kits escolares com o slogan “Pra sua vida ficar melhor, o Governo faz diferente” e intensificação de pagamentos da Paraíba Previdência (PBprev) às vésperas do pleito.<span style="font-size: revert; color: initial;"></span></p>



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		<title>Na &#8220;primeira leva&#8221;, Ministério Público Eleitoral ajuíza 12 ações de impugnação contra candidatos paraibanos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/na-primeira-leva-ministerio-publico-eleitoral-ajuiza-12-acoes-de-impugnacao-contra-candidatos-paraibanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 18:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[candidaturas]]></category>
		<category><![CDATA[impugnação]]></category>
		<category><![CDATA[paraíbablog do suetoni]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) ajuizou, da última sexta-feira (12) até ontem (15), no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), 12 ações de impugnação de registros de candidaturas em face de pré-candidatos militares, servidores públicos com vínculos comissionados, servidores não comissionados (efetivo, prestador de serviço ou contratado por excepcional interesse público), além de pré-candidata [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) ajuizou, da última sexta-feira (12) até ontem (15), no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), 12 ações de impugnação de registros de candidaturas em face de pré-candidatos militares, servidores públicos com vínculos comissionados, servidores não comissionados (efetivo, prestador de serviço ou contratado por excepcional interesse público), além de pré-candidata que não está em dia com a Justiça Eleitoral. Houve, ainda, ação em razão de conta rejeitada e por condenação criminal com trânsito em julgado. Os pré-candidatos são dos partidos Progressistas (PP) e União Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a procuradora regional Eleitoral (PRE) da Paraíba, Acácia Suassuna, no momento do registro, devem estar presentes tanto as condições de elegibilidade (nacionalidade brasileira, alistamento, pleno exercício dos direitos políticos, domicílio eleitoral na circunscrição, filiação partidária), como também o candidato não pode incorrer em nenhuma das causas de inelegibilidade dispostas na Lei Complementar 64/90. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A causa mais comum verificada pelo Ministério Público neste primeiro momento são casos de servidores públicos civis que, pela lei, precisam se afastar do cargo três meses antes do registro. Essa prova da desincompatibilização tem de ser feita pelo candidato no momento do registro da candidatura. Foram verificados vários casos em que não constavam informações de que os candidatos eram servidores, mas após feitas pesquisas em bancos de dados, foi constatado o vínculo sem haver provas da desincompatibilização”, justificou a procuradora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PRE explica ainda que há uma diferenciação nos casos de desincompatibilização envolvendo servidores públicos civis e militares. De acordo com a legislação vigente, militares devem comprovar afastamento no momento do registro da candidatura. Segundo ela, não foram apresentadas as provas, o que motivou os pedidos de impugnação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É necessário proteger a igualdade de forças nas eleições. Milita em favor dos funcionários públicos a superioridade de oportunidades relativamente aos demais adversários, podendo advir, daí, desequilíbrios no processo eleitoral”, acrescentou a procuradora regional Eleitoral da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira os nomes, cargos a serem disputados, partidos, além da motivação dos pedidos de impugnação e número do processo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1) Jacó Moreira Maciel (deputado federal – União Brasil) – rejeição de contas (art. 1º, I, g ̧da Lei Complementar nº 64/90) / Processo nº 0600338-30.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2) Thales Pierre Cabral Lima (deputado federal – PP) &#8211; condenação criminal com trânsito em julgado (crime previsto no art. 180 do Código Penal) / Processo nº 0600374-72.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3) Nara Marques Ribeiro (deputada federal – PP) – ausência às urnas, não está quite com a Justiça Eleitoral / Processo nº 0600367-80.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4) Antônio Nunes Neto (deputado federal &#8211; União Brasil) – militar – não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600334-90.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5) Raphaela do Nascimento Gonçalves Lins do Amaral (deputada estadual – União Brasil) – militar &#8211; não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600323-61.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6) Shirley Costa da Silva (deputada estadual – PP) &#8211; não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600352-14.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">7) Paulo Alberto Bezerra Paz (deputado estadual – União Brasil) &#8211; não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600309-77.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8) Helena Maria Duarte de Holanda (deputada federal – PP) &#8211; não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600369-50.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9) Arlison Barbosa de Oliveira (deputado estadual – PP) &#8211; não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600354-81.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">10) Antonio Nosman Barreiro Paulo (deputado federal – PP) &#8211; não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600362-58.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">11) Michele Pinto Araújo (deputada estadual – PP) &#8211; não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600360-88.2022.6.15.0000;</p>



<p class="wp-block-paragraph">12) Erinalda de Souza Monteiro (deputada federal – PP) &#8211; não comprovou afastamento do cargo público / Processo nº 0600370-35.2022.6.15.0000.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da assessoria do MPF</p>



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		<title>Presidente nacional do PSB, antigo partido de Ricardo, promete impugnar eventual candidatura do ex-governador</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/presidente-nacional-do-psb-antigo-partido-de-ricardo-promete-impugnar-eventual-candidatura-do-ex-governador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 19:37:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Candidatura]]></category>
		<category><![CDATA[carlos siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[impugnação]]></category>
		<category><![CDATA[psb]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-governador Ricardo Coutinho (PT) parece não ter deixado boas lembranças no PSB. O presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, prometeu impugnar a candidatura dele em caso de eventual disputa pelo Senado. O petista militou nas fileiras do partido por quase 20 anos, período em que atuou como prefeito de João Pessoa e governador da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-governador Ricardo Coutinho (PT) parece não ter deixado boas lembranças no PSB. O presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, prometeu impugnar a candidatura dele em caso de eventual disputa pelo Senado. O petista militou nas fileiras do partido por quase 20 anos, período em que atuou como prefeito de João Pessoa e governador da Paraíba. Em 2020, ele disputou novamente a prefeitura da capital, mas não foi reeleito. Coutinho deixou a agremiação após briga interna que culminou com a saída de grande parte das lideranças, entre elas, o governador João Azevêdo, que retornou neste ano à sigla.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desentendimento entre Siqueira e Coutinho começou com a saída dele do partido e se prolongou com a pressão do petista para que o ex-presidente Lula (PT) não figure no palanque de João. O PSB, nacionalmente, está alinhado com o PT, já que o vice do petista é o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, filiado à legenda socialista. A impugnação do mandato, ele reforça, seria por causa da inelegibilidade imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o ex-governador por causa de suposta conduta vedada nas eleições de 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O petista recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido de efeito suspensivo da decisão, mas o caso ainda não foi apreciado. A relatora do processo é a ministra Carmen Lúcia. O PSB anunciou a pré-candidatura da deputada estadual Pollyanna Dutra para a vaga no Senado. </p>



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