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	<title>icms &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Justiça vê ilegalidade e manda Energisa suspender cobrança retroativa de ICMS sobre a energia solar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 21:56:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Juízo da 4ª Vara Cível da Capital deferiu, nesta segunda-feira (12), o pedido liminar feito pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para suspender a cobrança retroativa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre a Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (Tusd), correspondente ao período de 2017 a 2021, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Juízo da 4ª Vara Cível da Capital deferiu, nesta segunda-feira (12), o pedido liminar feito pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para suspender a cobrança retroativa do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) sobre a Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (Tusd), correspondente ao período de 2017 a 2021, feita de forma administrativa, aos consumidores que utilizam energia solar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também determinou a suspensão de encargos e de outras medidas invasivas para cobrança da dívida, sobretudo a inscrição em cadastro de restrição de crédito ou interrupção do serviço de energia elétrica, até o julgamento de mérito da Ação Civil Pública proposta pela 45ª promotora de Justiça de João Pessoa, Priscylla Miranda Morais Maroja, em face da Energisa Paraíba, em razão da cobrança, considerada indevida e abusiva. O descumprimento da decisão resultará na aplicação de multa diária. Cabe recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último dia 2 de agosto, o MPPB já havia expedido recomendação à distribuidora de energia para que ela suspendesse imediatamente a cobrança retroativa de ICMS sobre a Tusd nas contas de energia de todos os consumidores que utilizam energia solar no Estado e se abstivesse de realizar novas cobranças indevidas e de negativar os nomes de quaisquer consumidores que, eventualmente, deixarem de pagar as faturas abusivas, restituindo-os pelos débitos pagos indevidamente, por meio da concessão de créditos nas faturas a vencer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o MPPB, a conduta da Energisa Paraíba viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e a Resolução Normativa 1000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), já que, administrativamente, a distribuidora só pode cobrar os débitos referentes aos três ciclos imediatamente anteriores ao da fatura. Outra irregularidade praticada pela ré e apontada pelo MPPB é a ausência de memória de cálculo detalhada e individualizada com informações sobre a origem, a base de cálculo, as alíquotas e os encargos aplicados ao débito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido de antecipação dos efeitos da tutela foi julgado pelo juiz José Célio de Lacerda Sá. “De pronto, entendo que assiste razão ao órgão ministerial…Do acervo probatório colacionado aos autos, constata-se que a Energisa repassou aos consumidores, de forma unilateral, a cobrança retroativa de ICMS sobre a Tusd, sem justificar a inclusão dos valores cobrados, e a metodologia utilizada para calcular os valores cobrados. O perigo da demora está igualmente presente, pois os prejuízos advindos da cobrança, com vencimento para o dia 23 de agosto, podem implicar na descontinuidade da prestação do serviço de energia elétrica, considerado essencial, bem como culminar na inscrição dos nomes dos consumidores nos cadastro de restrição de crédito. Ressalte-se, ainda, que não se reputa irreversível a concessão da tutela, pois, caso comprovado que são devidos valores, estes serão adimplidos. O que não se pode, é colocar em risco a interrupção do fornecimento de energia elétrica e de inscrição dos consumidores nos órgãos de restrição de crédito”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da assessoria do MPPB</p>



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		<title>Imposto dos combustíveis: João Azevêdo garante alíquota mais baixa, enquanto Lula rejeita prorrogação proposta por Guedes</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/imposto-dos-combustiveis-joao-azevedo-garante-aliquota-mais-baixa-enquanto-lula-rejeita-bomdade-de-guedes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Dec 2022 10:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[A manutenção dos impostos mais baixos a partir de 1º de janeiro é uma completa incógnita. Enquanto o governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB) prometeu a manutenção do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) na casa dos 18%, o governo do futuro presidente da República, Lula (PT), ainda não sinalizou sobre a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A manutenção dos impostos mais baixos a partir de 1º de janeiro é uma completa incógnita. Enquanto o governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB) prometeu a manutenção do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) na casa dos 18%, o governo do futuro presidente da República, Lula (PT), ainda não sinalizou sobre a política que adotará. Havia a proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, de prorrogar por mais 30 dias a isenção de PIS e Cofins, mas a oferta foi rejeitada pelo futuro gestor, em acordo com o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida põe uma pulga atrás da orelha do consumidor. O decreto em vigor, responsável por zerar as alíquotas, tem validade apenas até o dia 31 deste mês. O benefício foi imposto pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha eleitoral, para evitar a progressão do derretimento da popularidade dele. A população chegou a pagar mais de R$ 8,00 pelo litro de diesel e mais de R$ 7,00 pela gasolina. O gestor, então, usou a influência no Congresso para impor também uma redução dos impostos nos Estados, forçando a redução dos preços de forma artificial e isso foi usado na campanha eleitoral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Paraíba, a medida, de acordo com cálculos do Estado, pode provocar uma perda de arrecadação de R$ 600 milhões. Apesar disso, durante entrevista nesta semana, o governador João Azevêdo assegurou que não haverá mudança nas alíquotas cobradas no plano estadual. O mais provável é que o governo federal faça o mesmo após a posse de Lula. </p>



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		<title>Diário Oficial desta terça traz decreto de João Azevêdo que permite parcelamento extraordinário de ICMS</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/diario-oficial-desta-terca-traz-decreto-de-joao-azevedo-que-permite-parcelamento-extraordinario-de-icms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 11:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Diário Oficial da Paraíba (DOE) traz, nesta terça-feira (29), o decreto assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) que institui o programa especial de parcelamento extraordinário para estimular a regularização das empresas paraibanas. O rol de beneficiários inclui as do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Diário Oficial da Paraíba (DOE) traz, nesta terça-feira (29), o decreto assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) que institui o programa especial de parcelamento extraordinário para estimular a regularização das empresas paraibanas. O rol de beneficiários inclui as do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, mais conhecido por Simples Nacional. O documento foi assinado pelo governador nesta segunda-feira, em evento com a participação de empresários e dos secretários da Fazenda, Marialvo Laureano (titular), e Bruno Frade (Executivo).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar a regularização das empresas do Simples Nacional, por exemplo, o governo da Paraíba, por meio do decreto, vai dispensar o pedágio de 10%, que é uma das exigências para que se faça um novo parcelamento no mesmo ano. As empresas em recuperação judicial poderão fazer o parcelamento em até 84 meses. As demais em até 60 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo da medida, além de estimular a regularização de todos os contribuintes com pendência no Estado, é evitar cobranças que podem resultar na exclusão ou no desenquadramento dessas empresas com pendências de pagamento do ICMS no Simples Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ambiente favorável</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, o chefe do Executivo estadual ressaltou o esforço do governo para manter um ambiente favorável de negócios e ampliar a competitividade do estado, com a geração de emprego e renda e fortalecimento do setor produtivo. “Essa é uma ação muito importante para os segmentos da economia e que é possível em função da nossa gestão fiscal eficiente, que tem feito o nosso estado ser reconhecido nacionalmente, com rating A junto ao Tesouro Nacional, dando respostas na saúde, na educação e permitindo que tenhamos mais de R$ 2,5 bilhões investidos em obras, fazendo com que tenhamos saldos positivos na geração de emprego mês a mês”, pontuou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aderir ao parcelamento extraordinário, as empresas terão de entrar em contato com uma das Unidades de Atendimento ou um dos Centros de Atendimento ao Cidadão da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-PB) entre o dia 1° e 29 de dezembro, como forma de evitar o desenquadramento ou exclusão do Simples no próximo ano e promover a regularização perante o Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Diário Oficial da Paraíba publica decreto que reduz ICMS cobrado sobre o etanol</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/diario-oficial-da-paraiba-publica-decreto-que-reduz-icms-cobrado-sobre-o-etanol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 11:08:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Diário Oficial do Estado (DOE) publicou na edição desta sexta-feira (22) um decreto assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) que reduz de 18% para 15,33% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o etanol. A medida, já em vigor desde o dia 15, fará com que o valor do [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Diário Oficial do Estado (DOE) publicou na edição desta sexta-feira (22) um decreto assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) que reduz de 18% para 15,33% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o etanol. A medida, já em vigor desde o dia 15, fará com que o valor do imposto cobrado caia de R$ 0,93 para R$ 0,79, no litro, totalizando R$ 0,14 de diferença no valor final do combustível. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="957" height="707" src="http://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2022/07/34221f80b563b68ce232ae12cc604f19.jpg" alt="" class="wp-image-7437"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem/Reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A medida segue o que foi determinado na Lei Complementar Federal nº 194 de 23 de junho de 2022. De acordo com o dito pelo secretário da Fazenda Estadual, Marialvo Laureano, em entrevista recente, a iniciativa vai preservar a indústria sucroalcooleira da Paraíba, responsável pela geração de muitos empregos. Sem o diferencial na cobrança do imposto, ele perde a competitividade em relação à gasolina, que teve uma redução maior na cobrança do ICMS, saindo de 29% para 18%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em João Pessoa, conforme a última pesquisa feita pelo Procon municipal, na quinta-feira (21), o preço médio da gasolina ficou em R$ 5,75. Já o etanol também teve redução, com o menor preço baixando R$ 0,47, saindo de R$ 5,290 para R$ 4,820, e com o maior caindo R$ 0,27, saindo de R$ 5,990 para R$ 5,720.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>João Azevêdo reduz ICMS da gasolina para 18% e preço deve ficar R$ 0,94 mais barato, porém, redução no diesel será de apenas R$ 0,19</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/joao-azevedo-reduz-icms-da-gasolina-para-18-e-preco-deve-ficar-r-094-mais-barato-porem-reducao-no-diesel-sera-de-apenas-r-019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 17:53:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os motoristas de carros movido a gasolina, na Paraíba, ganharam um motivo para comemorar: o preço final do produto deve ficar R$ 0,94 mais barato nos próximos dias. É que o governador João Azevêdo (PSB) anunciou na tarde desta sexta-feira (1º) a redução da alíquota do ICMS cobrado de 29% (contando 2% do Fundo de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os motoristas de carros movido a gasolina, na Paraíba, ganharam um motivo para comemorar: o preço final do produto deve ficar R$ 0,94 mais barato nos próximos dias. É que o governador João Azevêdo (PSB) anunciou na tarde desta sexta-feira (1º) a redução da alíquota do ICMS cobrado de 29% (contando 2% do Fundo de Erradicação da Pobreza) para 18%. A medida atende ao que foi determinado por lei aprovada no Congresso Nacional após movimento do governo de Jair Bolsonaro (PL). Atrás nas pesquisas, o gestor tem encampado uma cruzada contra os altos preços dos combustíveis para aumentar as chances de ir para o segundo turno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço médio da gasolina em João Pessoa, na Paraíba, é de R$ 7. A variação vai de R$ 6,7 a R$ 7,3 por litro do combustível, segundo aferição recente do Procon Municipal. Com isso, se as margens forem respeitadas pelos postos de combustíveis, é possível que alguns deles passem a comercializar o produto a menos de R$ 6. Isso se dá porque além da redução, os estados foram obrigados a fazer a cobrança com base nos valores médios praticados nos últimos cinco anos. O volume da redução é significativo, no entanto, apenas para quem abastece com uso de gasolina ou álcool.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao diesel, a redução é despresível por causa dos valores praticados pela Petrobras e pelo fato de o ICMS atualmente já ser de 18%. Com isso, a redução será de apenas R$ 0,19 por cada litro, no combustível usado normalmente pelo transporte de carga e transporte coletivo. O único impacto para a redução, portanto, será o estabelecimento de cobrança sobre a média de preços dos últimos cinco anos. A medida terá um grande impacto sobre as contas públicas, na Paraíba, segundo o secretário da Fazenda Estadual, Marialvo Laureano. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A renúncia fiscal do estado, com as medidas, será de R$ 1,5 bilhão por ano. Só em 2022, a perda será de R$ 750 mil, de acordo com o secretário. &#8220;O presidente Jair Bolsonaro conseguiu desestruturar as finanças dos estados com medidas que não são mais que paliativo, porque ele não quer enfrentar o problema real, que é a política de preços da Petrobras&#8221;, ressaltou Laureano. O argumento tem muito sentido, quando se lebra que a empresa distribuiu R$ 42 bilhões de dividendos entre os acionistas no primeiro trimestre deste ano. Marialvo diz que basta um novo reajuste para acabar com toda engenharia fiscal feita. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário explicou que só com o Fundo de Erradicação da Pobreza, o estado deixará de arrecadar R$ 200 milhões que iriam para ações sociais. Com isso, faltará dinheiro para compra de sementes para pequenos agricultores, seguros para o leite de cabra e de vaca, além do custeio de asilos e do programa Tá na Mesa. Haverá corte, também, na arrecadação do Estado com as contas de energia, mas isso não será sentido pela população. Tudo porque o governo elevou as tarifas quando decidiu privatizar o sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Somos a favor da redução dos tributos, através de uma reforma tributária. Trabalhaos durante dois anos, com equipes técnicas, inclusive ouvindo as experiências de outros estados e o governo federal engavetou&#8221;, critica Marialvo Laureano. A renúncia fiscal com as medidas que vão constar no decreto representa 20% da receita própria do Estado. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Senado aprova projeto que reduz imposto para tentar baixar preço dos combustíveis</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/senado-aprova-projeto-que-reduz-imposto-para-tentar-baixar-preco-dos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jun 2022 09:57:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 65 votos a favor e 12 contra, o Plenário do Senado aprovou o projeto que fixa teto de 17% do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e serviços de telecomunicações e de transporte público (PLP 18/2022). A proposta prevê uma compensação aos estados com o abatimento de dívidas com a União, quando a perda de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com 65 votos a favor e 12 contra, o Plenário do Senado aprovou o projeto que fixa teto de 17% do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e serviços de telecomunicações e de transporte público (PLP 18/2022). A proposta prevê uma compensação aos estados com o abatimento de dívidas com a União, quando a perda de arrecadação passar de 5%. Os governos não endividados terão prioridade para fazer empréstimos com o aval da União, e podem ter recursos adicionais em 2023. Os senadores ainda analisam emendas destacadas para votação em separado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo argumenta que a mudança vai diminuir os preços dos combustíveis para o consumidor final e ajudará no controle da inflação, ajudando a economia como um todo. Já os críticos do PLP afirmam que não haverá redução significativa de preços nas bombas, mas áreas como saúde e educação podem ser afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) complementou seu relatório analisando todas as 77 emendas apresentadas por senadores. Ele acolheu quatro emendas de maneira integral e outras nove emendas parcialmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o projeto considera que combustíveis — assim como energia, transportes coletivos, gás natural e comunicações — são bens essenciais e indispensáveis,&nbsp; os governos não poderão cobrar ICMS acima do teto se o PLP virar lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os governadores têm demonstrado resistência à proposta, visto que o ICMS é a principal fonte de arrecadação dos estados. Já os parlamentares de oposição&nbsp; consideram a medida eleitoreira, que pode prejudicar os governos locais sem surtir o efeito desejado, que é baixar os valores na bomba. A questão também é objeto de processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado reduz a zero as alíquotas de Cide-Combustíveis e PIS/Cofins incidentes sobre a gasolina até 31 de dezembro de 2022. Atualmente, tais tributos federais já estão zerados para diesel e gás de cozinha. O relator optou também por derrubar a zero a PIS/Cofins incidente sobre álcool hidratado e sobre álcool anidro adicionado à gasolina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos cálculos apresentados por Fernando Bezerra Coelho em plenário, as perdas arrecadatórias de estados e municípios representarão pouco frente ao aumento das receitas dos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os estados poderão comportar e dar a sua contribuição para que a gente possa reduzir o preço da energia, o preço dos combustíveis, o preço das telecomunicações (… ) estados e municípios podem, sim, suportar o impacto deste projeto&#8221;, afirmou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Fernando Bezerra Coelho seu relatório aperfeiçoou os mecanismos de compensação aos estados previstos no projeto original, de autoria do deputado Danilo Forte (União-CE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Líder do PL no Senado, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) defendeu a aprovação do projeto por entender que haverá redução nos preços do frete e dos alimentos, além do alívio inflacionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um passo importante e corajoso a favor dos mais pobres que o Congresso Nacional dará, pois estamos tratando os combustíveis como bens essenciais que são, conforme já o próprio Poder Judiciário vem reiteradamente reconhecendo e formando um conceito majoritário&#8221;, disse Flávio Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também apoiaram a aprovação do projeto os senadores Wellington Fagundes (PL-MT), Marcos Rogério (PL-RO), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorginho Mello (PL-SC), Zequinha Marinho (PL-PA), Reguffe (União-DF), Lucas Barreto (PSD-AP), Angelo Coronel (PSD-BA), Esperidião Amin (PP-SC), Fabio Garcia (União-MT) e outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Críticas</strong><br>O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) criticou duramente o PLP. Ele disse que há 100 milhões de brasileiros que vivem em insegurança alimentar e que as mudanças vão “subsidiar o combustível dos carros da classe média”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Enquanto uma criança passa fome e tem o desenvolvimento mental dos seus neurônios comprometido pela ausência de proteínas e de alimentação básica, é justo que se estabeleça uma política pública de usar dinheiro público para financiar combustível de carro de passeio? Eu jamais colocarei minha impressão digital sobre tamanho absurdo. Isso não faz nenhum sentido!&#8221;, opinou Oriovisto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) também foi contrária ao PLP. Ela disse que as alterações vão prejudicar os caixas dos estados e diminuir investimentos em saúde e educação. Ela acrescentou não haver garantias que o preço vai diminuir nos postos de combustível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Enquanto a Inglaterra está decidindo taxar os lucros das empresas petrolíferas, aqui nós estamos optando por retirar recursos da educação e da saúde dos estados e dos municípios para manter os lucros e os dividendos dos acionistas da Petrobras, que pagam zero de Imposto de Renda. Isso não se pode fazer!&#8221;, afirmou Zenaide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os senadores Jean Paul Prates (PT-RN), Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Oriovisto Guimarães também disseram duvidar que o projeto vai conseguir diminuir o preço dos combustíveis nos postos. Eles chegaram a pedir o adiamento da votação, mas não obtiveram sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A nossa posição como líder da minoria é de ceticismo absoluto em relação a esse projeto por saber que a solução não reside em, mais uma vez, atacar a tributação estadual e zerar impostos sobre combustíveis fósseis, sacrificando a capacidade de atendimento dos estados e municípios ao público&#8221;, afirmou Jean Paul Prates.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Senado</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Câmara aprova projeto que limita alíquotas sobre combustível e energia.Veja como votaram os paraibanos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-aprova-projeto-que-limita-aliquotas-sobre-combustivel-e-energia-veja-como-votaram-os-paraibanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 11:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[imite]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) o projeto que impede a aplicação de alíquotas de ICMS iguais às cobradas sobre produtos supérfluos para bens e serviços relacionados a combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. A proposta classifica esses setores como essenciais e indispensáveis. O texto será enviado ao Senado. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25) o projeto que impede a aplicação de alíquotas de ICMS iguais às cobradas sobre produtos supérfluos para bens e serviços relacionados a combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. A proposta classifica esses setores como essenciais e indispensáveis. O texto será enviado ao Senado. A previsão do governador João Azevêdo (PSB), no caso da Paraíba, caso a matéria seja colocada em prática, é que o Estado perca R$ 1,4 bilhão em impostos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Elmar Nascimento (União-BA), para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/22, do deputado Danilo Forte (União-CE). Segundo o texto, haverá, até 31 de dezembro de 2022, uma compensação paga pelo governo federal aos estados pela perda de arrecadação do imposto por meio de descontos em parcelas de dívidas refinanciadas desses entes federados junto à União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o texto, as compensações abrangem perdas ocorridas durante todo o ano de 2022 e serão interrompidas caso as alíquotas retornem aos patamares vigentes antes da publicação da futura lei ou se não houver mais saldo a ser compensado, o que ocorrer primeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votaram sim</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo Ribeiro (PP)<br>Damião Feliciano (União Brasil)<br>Efraim Filho (União Brasil)<br>Gervásio Maia (PSB)<br>Hugo Motta (Republicanos)<br>Julian Lemos (União Brasil)<br>Leonardo Gadelha (PSC)<br>Wellington (PL)<br>Wilson Santiago (Republicanos)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votou Não</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Frei Anastacio (PT)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não Votaram</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Edna Henrique (Republicanos)<br>Patrick Dorneles (PSD)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o projeto trate da compensação da queda de receita por causa da diminuição da alíquota sobre esses produtos e serviços agora considerados essenciais, a apuração das perdas englobará o ICMS total arrecadado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mais importante é darmos uma resposta hoje à população brasileira, que não aguenta mais essa carestia, essa angústia de ver corroído toda semana o orçamento familiar exatamente pelo preço de dois itens significativos: o combustível e a energia”, afirmou o autor do projeto, Danilo Forte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator, a Câmara segue na linha do que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “É isso que nós estamos decidindo, o valor máximo da alíquota para o que é considerado essencial como interpretado pelo Supremo”, disse Elmar Nascimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elmar Nascimento, relator da proposta<br>Ao votar contra o projeto, o deputado Tiago Mitraud (Novo-MG) ressaltou que “o problema do preço alto de combustíveis e de tantos outros produtos no Brasil é estrutural e não vai ser resolvido com medidas simples”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Responsabilidade fiscal<br>Quanto às exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2022 (LDO) sobre perdas de receita, o texto aprovado determina que elas não se aplicam à lei derivada do projeto e aos atos do Poder Executivo regulamentadores da matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, não precisará ser demonstrado o impacto orçamentário-financeiro neste exercício ou a apresentação de medidas compensatórias da perda de receita com a compensação a ser feita pela União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Código Tributário e Lei Kandir<br>A proposta altera o Código Tributário Nacional e a Lei Kandir. As mudanças valem inclusive para a importação. Pelo texto, será proibida a fixação de alíquotas para os bens e serviços essenciais superiores às das operações em geral (17% na maior parte dos estados), mas será permitido reduzi-las abaixo desse patamar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a partir da publicação da futura lei, o estado que tiver rebaixado alíquotas para combustíveis, energia elétrica e gás natural não poderá aumentá-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos serviços de transmissão e distribuição de energia elétrica e aos encargos setoriais vinculados a essas operações, o projeto proíbe a incidência de ICMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pontos rejeitados<br>Na votação em Plenário, foram rejeitados os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de mudar trechos do texto:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>emenda do deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE) pretendia especificar que as perdas a serem compensadas referiam-se ao ICMS sobre esses produtos a fim de evitar a diminuição dessa compensação em razão de eventual aumento de alíquota de outros produtos;</li><li>emenda do deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) pretendia excluir a restrição de compensação apenas para o ano de 2022;</li><li>emenda do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) incluía a correção dos valores de compensação pelo IPCA e tributação de 15% de Imposto de Renda sobre lucros e dividendos distribuídos por empresas produtoras dos bens listados no projeto;</li><li>emenda do deputado Hildo Rocha (MDB-MA) previa a compensação com a transferência direta de recursos para estados sem refinanciamento de dívidas com a União;</li><li>emenda da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) incluía no texto uma política de preços da Petrobras com base nos custos reais de produção em solo nacional;</li><li>emenda do deputado Reginaldo Lopes taxava com alíquotas de 30% ou 40% a exportação de petróleo bruto cujo preço por barril fosse acima de 35 dólares;</li><li>emenda do deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE) pretendia garantir a redução do preço final dos combustíveis aos consumidores na mesma proporção da redução do ICMS;</li><li>emenda do deputado Mauro Benevides Filho previa a produção de efeitos do projeto a partir de 2024, seguindo decisão do STF sobre alíquotas de telecomunicações e energia elétrica.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>João Azevêdo zera ICMS sobre o transporte de passageiros para evitar aumento de passagens. Entenda:</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/joao-azevedo-zera-icms-sobre-o-transporte-de-passageiros-para-evitar-aumento-de-passagens-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Apr 2022 12:56:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[transporte coletivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (PSB) anunciou neste sábado (30) a eliminação da cobrança do ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os combustíveis para o transporte coletivo intermunicipal. A medida foi negociada com os empresários do setor para evitar o aumento da tarifa cobrada dos passageiros. Há promessa, até, de redução. A [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (PSB) anunciou neste sábado (30) a eliminação da cobrança do ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os combustíveis para o transporte coletivo intermunicipal. A medida foi negociada com os empresários do setor para evitar o aumento da tarifa cobrada dos passageiros. Há promessa, até, de redução. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado e tem efeito imediato. O termo foi negociado por causa da pressão infracionária sobre o diesel, que teve o valor quase dobrado nos últimos 12 meses. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os decretos com as medidas econômicas preveem ainda entre as novas medidas a elevação do subsídio para o segundo trecho da passagem no transporte metropolitano de João Pessoa. Com essa iniciativa, o subsídio que hoje é de 25% passará a ser de 50%. Segundo acordo feito com as empresas de transporte metropolitano de passageiros, a ação evitará um aumento no preço das passagens, garantindo ao usuário um maior tempo de estabilidade no valor pago pelo deslocamento entre as cidades que compõem a Grande João Pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em relação à medida que zerou o ICMS cobrado sobre os combustíveis, ela foi adotada após consulta da Secretaria da Fazenda (Sefaz) ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Com o aval, o percentual foi elevado dos 80% de desconto nateriores para 100%. A decisão de governo que impactará diretamente nos custos operacionais das empresas de transporte, tornando possível, segundo compromisso das empresas, reduzir o valor da passagem em 4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós já havíamos adotado medidas no sentido de evitar o aumento das passagens de ônibus no ano passado e diante da continuidade dos constantes reajustes anunciados pela Petrobras elevando o valor do combustível, vimos a necessidade de buscar novas ações para que a população não seja prejudicada ainda mais”, pontuou o governador. A renúncia fiscal terá impacto de R$ 80 milhões para as contas públicas. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Estado e municípios paraibanos perderão R$ 468 milhões se o Congresso aprovar mudanças no ICMS dos combustíveis</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/estado-e-municipios-paraibanos-perderao-r-468-milhoes-se-o-congresso-aprovar-mudancas-no-icms-dos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2021 18:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[paraiba]]></category>
		<category><![CDATA[perdas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da Paraíba fez as contas. Caso o Projeto de Lei Complementar 11/2020 seja aprovado, o Estado e os 223 municípios paraibanos perderão R$ 468,9 milhões. A proposta tramita no Congresso Nacional e propõe mudanças na cobrança do ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado na revenda dos combustíveis. O alerta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo da Paraíba fez as contas. Caso o Projeto de Lei Complementar 11/2020 seja aprovado, o Estado e os 223 municípios paraibanos perderão R$ 468,9 milhões. A proposta tramita no Congresso Nacional e propõe mudanças na cobrança do ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado na revenda dos combustíveis. O alerta é o de que os recursos farão falta nos investimentos em políticas de educação, saúde, segurança e investimentos em estradas e obras públicas. O texto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e será apreciado no Senado. A estimatifa é da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-PB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do total de R$ 468,9 milhões que deixarão de ser recolhidos aos cofres públicos, mais de R$ 117,2 milhões deixarão de ser repassados aos 223 municípios paraibanos, o que representa 25% do total. Conforme prevê a Lei Complementar nº 63 de 1990, o Governo da Paraíba repassa, mensalmente, 25% do ICMS arrecadado às administrações municipais para a manutenção e desenvolvimento de suas políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>RANKING DAS PERDAS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dez municípios paraibanos que mais perderão recursos da Cota-Parte do ICMS, caso o Projeto de Lei Complementar 11/2020, seja aprovado pelo Congresso Nacional serão: João Pessoa (R$ 26,782 milhões); Campina Grande (R$ 16,379 milhões); Cabedelo (R$ 10,243 milhões); Alhandra (R$ 4,899 milhões); Santa Rita (R$ 4,729 milhões); Patos (R$ 2,208 milhões); Conde (R$ 2,063 milhões); Pitimbu (R$ 1,326 milhão); Mamanguape (R$ 1,230 milhão) e Cajazeiras (R$ 1,228 milhão). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a relação completa da perda dos 223 municípios paraibanos, por meio do link <a href="https://abre.ai/dpVC">https://abre.ai/dpVC</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, classificou o Projeto de Lei aprovado pela Câmara dos Deputados de “anomalia tributária” e, caso seja também aprovado pelo Senado, prejudicará as políticas públicas do Estado e dos 223 municípios paraibanos, pois de cada R$ 100 arrecadado de combustível em ICMS, R$ 25 é destinado aos 223 municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O pior deste Projeto de Lei, aprovado pela Câmara dos Deputados, é que ele não atacará nem solucionará o problema central dos aumentos constantes dos combustíveis, que é justamente a política de preços da Petrobras, baseada no preço internacional de barril de petróleo e na variação cambial. Portanto, além do projeto aprovado pela Câmara não resolver a causa do problema, joga toda a responsabilidade para os Estados e Municípios. Enfim, está mais que comprovada que a política de preços da Petrobras é equivocada. É só cada um fazer uma simples pergunta: por que esse problema está gritando mais forte a cada semana ou cada aumento da Petrobras? Porque os preços dos combustíveis não param de subir nas refinarias e distribuídas e são repassados aos postos revendedores e aos consumidores. Ou seja, a causa e a responsabilidade são da Petrobras e do governo federal e não dos Estados e Municípios”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Marialvo Laureano, “os únicos beneficiados com esses aumentos constantes têm sido os poucos acionistas da Petrobras, pois realizam lucros astronômicos em detrimento aos prejuízos econômicos e sociais de milhões de brasileiros e paraibanos, que dependem de políticas públicas e sociais com a arrecadação desses recursos do ICMS, em momento ainda difícil que estamos vivendo da pandemia da Covid-19 tanto socialmente como economicamente das famílias”, declarou o secretário, acrescentando que os preços médios da gasolina e do diesel da Paraíba são os menores da Região Nordeste há cinco meses, conforme pesquisa da ANP (Agência Nacional de Petróleo).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Mudança no ICMS para reduzir valor dos combustíveis será inócua sem revisão da política de preços da Petrobrás</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mudanca-no-icms-aprovada-na-camara-dos-deputados-sera-inocua-sem-revisao-da-politica-de-precos-da-petrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 17:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[icms]]></category>
		<category><![CDATA[inócua]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (13), por 392 votos contra 71 e 2 abstenções, o projeto que estabelece um valor fixo para a cobrança de ICMS sobre combustíveis. A proposta que agora segue para análise do Senado visa a redução no valor final dos combustíveis. As projeções apresentadas pelo presidente da Casa, Arthur [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (13), por 392 votos contra 71 e 2 abstenções, o projeto que estabelece um valor fixo para a cobrança de ICMS sobre combustíveis. A proposta que agora segue para análise do Senado visa a redução no valor final dos combustíveis. As projeções apresentadas pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), é que se chegue a uma redução de 8% no valor da gasolina, 7% para o etanol hidratado e 3,7% para o diesel B. A probabilidade de o benefício ser contínuo, no entanto, é bem próxima a zero. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A dificuldade de se prever o benefício vem da política de preços da Petrobrás. O valor do litro de gasolina comum em João Pessoa em outubro do ano passado variava entre R$ 4,07 e R$ 4,49. Agora, um ano depois, o valor cobrado chega a superar a casa dos R$ 6,30. E tudo isso porque o valor atualmente é calculado com base no preço do barril de petróleo no mercado internacional e no valor do dólar. De lá para cá, sem exceção, os montantes cobrados só cresceram de forma acelerada e não há indicativo de que chegamos ao teto dos aumentos. Isso apesar de a empresa ser estatal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso específico, a Câmara forçou uma economia pequena, que pode cair por terra em caso de nova alta nos preços dos combustíveis. O texto obriga estados e Distrito Federal a especificar a alíquota para cada produto por unidade de medida adotada, que pode ser litro, quilo ou volume, e não mais sobre o valor da mercadoria. Na prática, a proposta torna o ICMS invariável frente a variações do preço do combustível ou de mudanças do câmbio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novo cálculo</strong><br>Atualmente, o ICMS que incidente sobre os combustíveis é devido por substituição tributária para frente, sendo a sua base de cálculo estimada a partir dos preços médios ponderados ao consumidor final, apurados quinzenalmente pelos governos estaduais. As alíquotas de ICMS para gasolina, como exemplo, variam entre 25% e 34%, de acordo com o estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o texto aprovado pela Câmara, as operações com combustíveis sujeitas ao regime de substituição tributária terão as alíquotas do imposto específicas por unidade de medida adotada, definidas pelos estados e pelo Distrito Federal para cada produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr. Jaziel, relator do projeto</strong><br>As alíquotas específicas serão fixadas anualmente e vigorarão por 12 meses a partir da data de sua publicação. As alíquotas não poderão exceder, em reais por litro, o valor da média dos preços ao consumidor final usualmente praticados no mercado considerado ao longo dos dois exercícios imediatamente anteriores, multiplicada pela alíquota ad valorem aplicável ao combustível em 31 de dezembro do exercício imediatamente anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como exemplo, os preços médios de setembro da gasolina comum, do etanol hidratado e do óleo diesel corresponderam, respectivamente, a R$ 6,078, R$ 4,698 e R$ 4,728, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Na forma do substitutivo, a alíquota seria calculada com base na média dos preços praticados de janeiro de 2019 a dezembro de 2020. Nesse período, os preços de revenda variaram de R$ 4,268 a R$ 4,483, no caso da gasolina comum; de R$ 2,812 a R$ 3,179, no caso do etanol hidratado; e de R$ 3,437 a R$ 3,606, no caso do óleo diesel.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Política de preços</strong><br>O relator observou que os tributos federais e estaduais são responsáveis por 40,7% do preço da gasolina. &#8220;Independentemente da política de preços da Petrobras, a carga tributária é decisiva para o elevado custo dos combustíveis&#8221;, disse Dr. Jaziel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autor do projeto, o deputado Emanuel Pinheiro Neto apontou a alta carga tributária que pesa no bolso do consumidor. “Temos uma carga tributária de 36% do PIB. A maior parte do impacto é na pessoa humilde, em que o preço do combustível impacta tudo, como o custo do frete”, declarou. Ele afirmou ainda que é preciso rever medidas econômicas e a política de preços da Petrobras. “Esse projeto é somente o primeiro passo, mas é um passo glorioso.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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