<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>ibge &#8211; Blog do Suetoni</title>
	<atom:link href="https://suetonisoutomaior.com.br/tag/ibge/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://suetonisoutomaior.com.br</link>
	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Fri, 06 Jun 2025 15:21:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Proporção de evangélicos cresce no país. Na Paraíba, eles representam 20,8% da população</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/proporcao-de-evangelicos-cresce-no-pais-na-paraiba-eles-representam-206-da-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 15:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[evangélicos]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=15846</guid>

					<description><![CDATA[A proporção de evangélicos na população brasileira continua crescendo, segundo dados do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostra que 26,9% dos brasileiros, ou seja, mais de um quarto da população, se identificavam como seguidores dessa denominação religiosa. Na Paraíba, eles representam 20,6% do total. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A proporção de evangélicos na população brasileira continua crescendo, segundo dados do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento mostra que 26,9% dos brasileiros, ou seja, mais de um quarto da população, se identificavam como seguidores dessa denominação religiosa. Na Paraíba, eles representam 20,6% do total. Mesmo assim, os católicos ainda são a grande maioria, com 69% do total. O Censo incluiu no levantamento apenas pessoas com 10 anos ou mais de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo dos evangélicos foi o que mais cresceu entre 2010 e 2022 (5,3 pontos percentuais), segundo o IBGE, já que, segundo o Censo anterior, de 2010, eles representavam 21,6% dos brasileiros, um pouco mais de um quinto da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os evangélicos estão se impondo mais na sociedade, colocando mais seus valores, suas ideias, sua fé”, afirma a pesquisadora da IBGE Maria Goreth Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, o instituto mostrou que o ritmo de crescimento dessa religião caiu. De 2000 para 2010, por exemplo, a alta havia sido de 6,5 pontos percentuais (de 15,1% para 21,6%). De 1991 para 2000, o avanço tinha sido de 6,1 pontos percentuais (de 9% para 15,1%).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
</blockquote>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Os sem religião, que incluem qualquer pessoa que não se identifica com nenhuma denominação e aquelas que não têm qualquer fé (ateus e agnósticos), também cresceram, de 7,9%, em 2010, para 9,3%, em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se a pessoa se declara sem religião, a gente registra que é sem religião, mas não tem uma pergunta que busque especificar por que motivo a pessoa se declarou sem religião”, afirma o também pesquisador do IBGE Bruno Perez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fenômeno percebido pela pesquisa foi o crescimento das religiões de matriz africana, como umbanda e candomblé, que passaram de 0,3% em 2010 para 1% em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Um movimento tem sido feito nos últimos contra a intolerância religiosa. E essas pessoas estão se colocando como umbandistas, candomblecistas, estão se voltando para essa religiosidade. A gente pode ter também uma migração das pessoas [que já seguiam essas religiões, mas] que se declaravam como espíritas ou como católicas, em função do medo ou da vergonha de se declararem como umbandistas ou candomblecistas”, destaca Maria Goreth.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Católicos<br></strong>Por outro lado, os católicos apostólicos romanos recuaram no país, de 65%, em 2010, para 56,7%, em 2022. A queda da participação dos católicos no total da população do Brasil vem sendo registrada em toda a série histórica do levantamento, iniciada em 1872.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele ano, por exemplo, eles representavam a quase totalidade da população (99,7%). Em 2000, passaram a ser três quartos da população (74,1%), chegando a dois terços em 2010 e se aproximando da metade, em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Nordeste e o Sul eram as regiões com maior participação de católicos, em 2022: 63,9% e 62,4%, respectivamente. Já o Norte tinha a menor participação: 50,5%. No Centro-Oeste e no Sudeste, os percentuais eram de 52,6% e 52,2%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os católicos ainda eram maioria em 4.881 municípios brasileiros. Em 20 deles, dos quais 14 estão no Rio Grande do Sul, os católicos superavam 95%. As maiores proporções estavam naqueles locais gaúchos com imigração italiana e/ou polonesa: Montauri, Centenário, União da Serra e Vespasiano Corrêa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre aqueles municípios com mais de 100 mil habitantes, Crato (CE) tinha a maior proporção de católicos em 2022 (81,3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Analisando-se as unidades da federação, a maior proporção de católicos apostólicos romanos foi observada no Piauí (77,4%), enquanto a menor foi registrada em Roraima (37,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Censo, a proporção de católicos aumenta de acordo com a idade, a partir 30 anos. Entre os que têm 20 a 29 anos, por exemplo, 51,2% diziam seguir essa denominação. Na população com 80 anos ou mais, o percentual chegava a 72%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evangélicos</strong><br>A distribuição dos evangélicos por faixa etária é mais uniforme, mas é um pouco maior entre as faixas etárias mais jovens. Entre aqueles que têm de 10 a 14 anos, por exemplo, 31,6% declararam ter essa religião, em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual varia entre 27,5% e 28,9%, na faixa de 15 a 49 anos. A partir daí, os evangélicos têm ligeira queda conforme a idade avança, chegando à parcela de 19% entre aqueles com 80 anos ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Região Norte possuía maior proporção de evangélicos na população (36,8%), seguida pelo Centro-Oeste (31,4%). Sudeste e Sul tinham, respectivamente, 28% e 23,7%. O Nordeste apresentava a menor proporção: 22,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os estados com maior população de evangélicos, destaca-se o Acre (44,4%). Piauí tinha a menor proporção de seguidores dessa denominação na sua população (15,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os evangélicos eram maioria da população em apenas 58 municípios, com destaque para aqueles de colonização alemã/pomerana: Arroio do Padre (RS), Arabutã (SC) e Santa Maria de Jetibá (ES). Em 244 municípios, eles não eram maioria, mas representavam a principal religião. Manacapuru (AM) era o município com mais de 100 mil habitantes que registrou a maior proporção de evangélicos (51,8%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;<a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IBGE revela retrato lamentável do saneamento básico na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ibge-revela-retrato-lamentavel-do-saneamento-basico-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 17:11:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=12733</guid>

					<description><![CDATA[A Paraíba ganhou destaque nos dados relacionados ao saneamento básico nos municípios revelados, nesta sexta-feira (23), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mas o destaque não é bom. A relação dos 10 municípios brasileiros com abastecimento de água inadequado possui oito cidades paraibanas. O município de Santa Cecília lidera o ranking nacional com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Paraíba ganhou destaque nos dados relacionados ao saneamento básico nos municípios revelados, nesta sexta-feira (23), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mas o destaque não é bom. A relação dos 10 municípios brasileiros com abastecimento de água inadequado possui oito cidades paraibanas. O município de Santa Cecília lidera o ranking nacional com 99,5% de precariedade no sistema, seguido por Baraúna, também da Paraíba, com 99,2%, e Marcolândia, do Piauí, com 99,1%. A lista dos piores inclui ainda Algodão de Jandaíra, Gado Bravo, Sossêgo, Damião, Alcantil e Riacho de Santo Antônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O quadro coloca a Paraíba como o estado com mais problemas de abastecimento no país. Sem uma rede de abastecimento estruturada, a população só conta com os caminhões-pipa para suprir sua necessidade básica. O quadro é diferente do vivido nas regiões Sudeste e Sul. Vêm de lá os melhores exemplos de eficiência no abastecimento da população. De acordo com o levantamento, 739 dos 5.570 municípios do país possuem um sistema de abastecimento adequado, que contemple 100% de sua população. Desses, 234 são do estado de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano da realização da pesquisa, o Brasil ainda registrava o equivalente a 49 milhões de habitantes sem atendimento adequado de esgotamento sanitário e 4,8 milhões de pessoas sem água encanada, apesar do crescimento desses serviços nas últimas décadas. Em relação à rede de esgoto, apenas cinco municípios possuem 100% das casas contempladas, segundo o IBGE: as paulistas Águas de São Pedro, Avanhandava e São Caetano do Sul, a gaúcha Presidente Lucena e a goiana Anhanguera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se apenas cinco municípios possuem uma rede ideal de esgoto, o país também possui dois que não possuem rede alguma: Juarina, em Tocantins, e Júlio Borges, mo Piauí. Nesses locais, todo o esgoto produzido pela população vai para rios ou valas abertas. Esses dados, principalmente os relacionados à paraíba, pertencem a uma lógica de prioridades que precisa ser mudada. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prévia do IBGE vai representar perdas de R$ 83,5 milhões para municípios paraibanos. Veja quem perde:</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/previa-do-ibge-vai-representar-perdas-de-r-835-milhoes-para-municipios-paraibanos-veja-quem-perde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 12:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[fpm]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
		<category><![CDATA[paraibanos]]></category>
		<category><![CDATA[perda]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=9021</guid>

					<description><![CDATA[A prévia do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada no fim do ano passado, pegou de surpresa vários gestores municipais. Da Paraíba, 19 deles já temem a perda de pelo menos R$ 83,5 milhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A verba, principal fonte de receita da maioria das cidades, é definida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A prévia do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada no fim do ano passado, pegou de surpresa vários gestores municipais. Da Paraíba, 19 deles já temem a perda de pelo menos R$ 83,5 milhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A verba, principal fonte de receita da maioria das cidades, é definida com base no contingente populacional. Ou seja, se houver redução da estimativa de pessoas residentes, há risco de o município se enquadrar em outra faixa e, com isso, receber menos recursos. Em todo o Brasil, pelo menos 702 cidades estão no mesmo barco. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, conversou com representantes dos municípios que estão perdendo coeficiente do FPM. Ele culpa a não finalização do Censo Demográfico em 2022 pela decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que determinou a redução dos repasses. O dirigente diz que o órgão de controle não considerou a Lei Complementar (LC) 165/2019, que congela as perdas até o final do censo. A reunião ocorreu nesta quarta-feira (4) e cerca de 600 gestores municipais puderam participar de forma remota e presencial, no Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder do movimento municipalista iniciou a reunião destacando a importância da realização e principalmente da finalização do Censo Demográfico para uma distribuição mais justa do Fundo entre os Entes locais. Ele ressaltou ainda que o FPM é a principal receita da maioria dos Municípios, em especial os de pequeno porte. Ziulkoski lembrou do trabalho da CNM pela aprovação da Lei Complementar 165/2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TCU publicou a Decisão Normativa TCU 201/2022 que aprova, para o exercício de 2023, os coeficientes a serem utilizados no cálculo das quotas para a distribuição dos recursos previstos no artigo 159, da Constituição Federal, e da Reserva instituída pelo Decreto-Lei 1.881/1981.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião, Ziulkoski reforçou que a medida impactará diretamente mais de 700 Municípios, que terão perdas que somam cerca de R$ 3 bilhões (estimativa com base em publicação do Tesouro da previsão do FPM para 2023). O líder municipalista lembrou aos gestores que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo Censo, divulgou na última semana de dezembro que não concluiria o Censo em 2022. A Nota Metodológica do próprio IBGE, diz que “frente aos atrasos ocorridos no Censo Demográfico de 2022, não foi possível finalizar a coleta em todos os Municípios do país a tempo”. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a lista de municípios paraibanos atingidos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Água Branca<br>Araçagi<br>Arara<br>Barra de Santa Rosa<br>Bayeux<br>Belém<br>Bonito de Santa Fé<br>Cachoeira dos Índios<br>Cacimba de Dentro<br>Cruz do Espírito Santo<br>Imaculada<br>Itabaiana<br>Itaporanga<br>Juripiranga<br>Natuba<br>Nova Floresta<br>Pirpirituba<br>Sumé<br>Tacima</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: CNM</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer receber todas as notícias do blog através do WhatsApp? Clique no link abaixo e cadastre-se:&nbsp;</strong><a href="https://abre.ai/suetoni">https://abre.ai/suetoni</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
