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	<title>IA &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>IA: o futuro repetindo o passado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 17:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Debate]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a Revolução Industrial, o temor da substituição do trabalho humano por máquinas era pauta constante. Séculos depois, a história parece se repetir, agora com a inteligência artificial (IA) no centro das atenções. A recente proliferação de imagens geradas por IA no estilo do Studio Ghibli — que não deixou de forma nem mesmo um [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante a Revolução Industrial, o temor da substituição do trabalho humano por máquinas era pauta constante. Séculos depois, a história parece se repetir, agora com a inteligência artificial (IA) no centro das atenções. A recente proliferação de imagens geradas por IA no estilo do Studio Ghibli — que não deixou de forma nem mesmo um importante colaborador deste blog — reacendeu debates sobre os limites éticos e legais dessa tecnologia no universo artístico.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2025/04/7d045cfc519e3a54aaee57aa626dcb30.png" alt="Foto publicada por Suetoni Souto Maior em suas redes socias." class="wp-image-14820"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">De um lado, profissionais como o animador soteropolitano Marco Alemar enxergam na IA uma ferramenta promissora para democratizar a produção artística, reduzindo custos e agilizando processos na indústria da animação. Alemar destaca que a animação tradicional é cara e demorada, e os estúdios estão sempre em busca de alternativas para otimizar a produção.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, há uma preocupação crescente com a apropriação não autorizada de estilos consagrados. O cineasta Sérgio Machado alerta para os riscos de utilizar a estética de um estúdio renomado sem consentimento, levantando questões de direitos autorais e possíveis implicações legais. Essa prática pode não apenas desvalorizar o trabalho original, mas também abrir precedentes perigosos para a indústria criativa.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Hayao Miyazaki, cofundador do Studio Ghibli, há quase uma década expressou sua aversão ao uso de IA na arte, classificando-a como &#8220;um insulto à própria vida&#8221;.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que temos para hoje, é a seguinte questão, até que ponto a IA é uma ferramenta ou um meio de substituição?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Beatriz Souto Maior</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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