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	<title>homicídio &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>TJ suspende júri de vereador acusado de tentativa de homicídio</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tj-suspende-juri-de-vereador-acusado-de-tentativa-de-homicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 11:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[santa rita]]></category>
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					<description><![CDATA[O desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), determinou a suspensão do júri popular do vereador Wagner Lucindo de Souza, conhecido como Wagner de Bebé (PSD), acusado de tentativa de homicídio contra Eziel Felipe de Araújo. O julgamento estava previsto para o dia 12 de novembro, na Comarca de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O desembargador <strong>Márcio Murilo da Cunha Ramos</strong>, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), determinou a <strong>suspensão do júri popular</strong> do vereador <strong>Wagner Lucindo de Souza</strong>, conhecido como <em>Wagner de Bebé</em> (PSD), acusado de tentativa de homicídio contra <strong>Eziel Felipe de Araújo</strong>. O julgamento estava previsto para o dia 12 de novembro, na Comarca de <strong>Santa Rita</strong>, mas foi adiado após o magistrado <strong>acolher parcialmente um pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB)</strong>, que apontou <strong>risco à segurança e à imparcialidade dos jurados</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi proferida no âmbito de <strong>pedido de desaforamento</strong>. Segundo o Ministério Público, desde o crime — ocorrido em <strong>15 de março de 2016</strong> —, a vítima e seus familiares <strong>vêm sendo alvo de ameaças e coações</strong>, situação que teria se agravado nos últimos anos em razão da atuação política de Wagner, atualmente vereador em Santa Rita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão ministerial relatou ainda que <strong>denúncias anônimas</strong> encaminhadas ao <strong>Disque-Denúncia 197</strong> apontam a existência de <strong>ações intimidatórias e ameaças de morte</strong> atribuídas ao parlamentar. Em uma delas, moradores relatam, em tom de desespero, que “<strong>o vereador e seus capangas mataram um rapaz dentro de casa, e todos têm medo de depor</strong>”. Para o desembargador, o teor das comunicações revela “<strong>a atmosfera de pânico social reinante na localidade</strong>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, Márcio Murilo também menciona <strong>informações provenientes de outro processo</strong>, relacionado à <strong>prisão temporária do vereador</strong>, investigado pelo <strong>homicídio de Luiz Felipe Martins da Silva</strong>, ocorrido em <strong>13 de outubro de 2025</strong>, na comunidade de Bebelândia. Conforme decisão da juíza <strong>Daniere Ferreira de Souza</strong>, o jovem teria sido <strong>ameaçado por Wagner</strong> dias antes de ser morto — fato que levou à decretação da prisão e à autorização de buscas em endereços ligados ao parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o desembargador, há na região um <strong>“regime de intimidação permanente”</strong>, marcado pelo <strong>medo generalizado e pela ineficácia dos mecanismos locais de proteção</strong>, o que inviabilizaria a realização do julgamento em Santa Rita. Ele acrescentou que a posição política do réu amplia sua influência sobre moradores, lideranças e até sobre o corpo de jurados, gerando “<strong>um poder difuso de coerção simbólica</strong>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nessas considerações, o magistrado <strong>suspendeu a sessão do Tribunal do Júri</strong> marcada para novembro, até o julgamento definitivo do pedido de desaforamento — medida que busca <strong>garantir a regularidade e a imparcialidade do processo</strong>.</p>



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		<title>Homicídio gera clima de insegurança entre alunos e professores da UEPB; suspeito se matou após o crime</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/homicidio-gera-clima-de-inseguranca-entre-alunos-e-professores-da-uepb-suspeito-se-matou-apos-o-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 13:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[uepb]]></category>
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					<description><![CDATA[Flávio Medeiros, de 47 anos, suspeito de assassinar um homem a tiros dentro da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, morreu na manhã desta sexta-feira (4) após atirar contra a própria cabeça. Ele foi socorrido em estado gravíssimo pelo Samu e encaminhado ao Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Flávio Medeiros, de 47 anos, suspeito de assassinar um homem a tiros dentro da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, morreu na manhã desta sexta-feira (4) após atirar contra a própria cabeça. Ele foi socorrido em estado gravíssimo pelo Samu e encaminhado ao Hospital de Trauma de Campina Grande, mas não resistiu aos ferimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crime ocorreu na noite da última quinta-feira (3), dentro de uma copiadora da universidade. Segundo investigações da Polícia Civil, a motivação pode ter sido passional, já que a vítima teria se relacionado com a ex-esposa de Flávio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio gerou apreensão entre os estudantes da UEPB, que manifestaram preocupação com a segurança no campus. Nas redes sociais, alunos questionaram como o suspeito conseguiu entrar armado na instituição e cobraram medidas para reforçar a vigilância. Uma estudante comentou: “Não me sinto segura em nenhum lugar dentro do campus”. Outro aluno destacou a necessidade de maior controle de acesso às dependências universitárias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="759" height="759" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2025/04/0d7c456584d0daa314102f46011625e7.jpeg" alt="" class="wp-image-14759"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Após o homicídio, Flávio Medeiros dirigiu-se a uma escola no bairro Três Irmãs, onde sua ex-esposa trabalha, mas foi impedido de entrar. Em seguida, deslocou-se até uma estrada e disparou contra si mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dos acontecimentos, a reitoria da UEPB anunciou a suspensão das atividades presenciais até o dia 11 de abril e informou que adotará medidas emergenciais para reforçar a segurança no campus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira a nota da UEPB</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nota oficial: Universidade Estadual da Paraíba suspende atividades acadêmicas e administrativas</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em virtude dos acontecimentos na noite desta quinta-feira (3), nas instalações da Central de Integração Acadêmica, no Câmpus I, em Campina Grande, publicou a PORTARIA 23/2025 – REITORIA, que suspende todas as atividades acadêmicas e administrativas presencias no período de 4 a 11 de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse período, as atividades administrativas serão realizadas de forma remota. Essa medida emergencial visa garantir a segurança da comunidade universitária, permitindo que possamos, juntamente as autoridades de segurança pública tomar medidas de controle de acesso nas dependências da Instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento delicado, a Universidade expressa sua solidariedade às famílias envolvidas e a todos os membros da comunidade da UEPB, reafirmando seu compromisso com a segurança e o bem-estar de todos e todas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Ana Beatriz Souto Maior</p>
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		<title>Justiça: mulher é absolvida de homicídio em João Pessoa por ter agido em legítima defesa</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-mulher-e-absolvida-de-homicidio-em-joao-pessoa-por-ter-agido-em-legitima-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 16:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[absolvida]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[legítima]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma mulher foi absolvida pela Justiça paraibana da acusação de homicídio praticado contra o marido. A decisão foi proferida pela juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão, do 2º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa. Ao analisar o caso, a magistrada entendeu que houve legítima defesa no ato. A decisão está em harmonia [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher foi absolvida pela Justiça paraibana da acusação de homicídio praticado contra o marido. A decisão foi proferida pela juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão, do 2º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa. Ao analisar o caso, a magistrada entendeu que houve legítima defesa no ato. A decisão está em harmonia com o entendimento do Ministério Público, que ficou convencido da tese de que a vítima agiu para não ser morta. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi proferida durante audiência de instrução e julgamento, realizada no dia 4 deste mês. Segundo os autos, que por volta das 22h, do dia 2 de setembro de 2022, a denunciada, com uma faca peixeira, assassinou o companheiro, Marcelo Pereira de Melo. O crime aconteceu no bairro de Gramame, em João Pessoa. Efetuada a prisão em flagrante, ainda por ocasião da audiência de custódia, foi concedida sua liberdade provisória, sendo impostas medidas cautelares à mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na audiência de instrução e julgamento, os policiais militares afirmaram que a vítima aguardava nas proximidades do local do crime. Ela mesma guiou a PM até a residência dela, onde se encontrava o corpo da vítima. “A ré estava muito nervosa e alegava ter agido em legítima defesa, após agressões perpetradas pela vítima, que sempre foi uma pessoa violenta e agredia a ré e suas filhas menores”, diz parte do termo de audiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo também apresenta áudio no qual a mulher aparenta desespero e pede ajusa à polícia, afirmando que o marido quer matá-la e que estava com a filha de oito anos na Praça Gervásio Maio, aguardando a viatura. &#8220;O que corrobora integralmente com o seu interrogatório colhido, confirmando a autoria do fato, mas informando que, apenas, agiu daquela maneira para se defender, pois temia pela sua vida e de suas filhas, diante de todas as ameaças e agressões perpetradas pela vítima”, detalha a ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Julgo improcedente a pretensão punitiva do Estado, para absolver sumariamente M.D.N.R., o que faço com amparo no artigo 415, inciso IV do Código de Processo Penal Brasileiro. Ficam revogadas todas e quaisquer medidas cautelares existentes. Em seguida, arquive-se com a devida baixa”, diz a parte final da sentença da juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão.</p>



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