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	<title>haddad &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Hospitais privados poderão abater dívidas com a União atendendo pacientes do SUS</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/hospitais-privados-poderao-abater-dividas-com-a-uniao-atendendo-pacientes-do-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 13:18:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[haddad]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou nesta terça-feira (24) uma medida que prevê a conversão de dívidas tributárias de hospitais privados e filantrópicos em atendimentos especializados para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A ação faz parte do programa Agora Tem Especialistas, que tem como objetivo reduzir as filas por consultas, exames e cirurgias. O anúncio [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo federal anunciou nesta terça-feira (24) uma medida que prevê a conversão de dívidas tributárias de hospitais privados e filantrópicos em atendimentos especializados para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A ação faz parte do programa Agora Tem Especialistas, que tem como objetivo reduzir as filas por consultas, exames e cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito em coletiva pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em Brasília. A proposta será regulamentada por uma portaria conjunta das duas pastas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Padilha, o mecanismo permitirá que instituições endividadas ofereçam serviços especializados à rede pública de saúde em troca de abatimento de parte dos débitos com a União. A medida envolve 3.537 hospitais que acumulam cerca de R$ 34,1 bilhões em dívidas tributárias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como vai funcionar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A adesão ao programa será feita junto ao Ministério da Fazenda, enquanto o Ministério da Saúde fará a avaliação da oferta de serviços conforme as necessidades da rede pública. O início dos atendimentos está previsto para agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os critérios variam de acordo com o valor da dívida:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dívidas acima de R$ 10 milhões: até 30% podem ser convertidos em atendimento;</li>



<li>Entre R$ 5 milhões e R$ 10 milhões: até 40% do valor;</li>



<li>Abaixo de R$ 5 milhões: até 50% podem ser compensados com serviços.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">As instituições deverão prestar, no mínimo, R$ 100 mil mensais em serviços (ou R$ 50 mil em regiões com menos oferta). Após auditoria, os atendimentos gerarão créditos financeiros, que poderão ser usados para quitar dívidas a partir de 1º de janeiro de 2026.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Painel de espera e outras ações</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O programa prevê ainda a criação de um painel nacional para monitorar os tempos de espera por atendimentos especializados. A ferramenta será abastecida com dados de estados, municípios, hospitais privados e filantrópicos credenciados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras frentes do programa incluem a expansão da telessaúde, realização de mutirões, carretas de atendimento móvel, rede de diagnóstico oncológico e formação de novos médicos especialistas. A coordenação será feita em parceria com estados e municípios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Modelo inspirado no ProUni e no Desenrola</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apresentação, Haddad comparou a iniciativa a um “híbrido entre o ProUni e o Desenrola”, por combinar renegociação de dívidas com contrapartidas sociais. A expectativa do governo é ampliar o número de atendimentos e aliviar a pressão sobre o SUS com uso de estrutura já existente no setor privado.</p>



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		<title>Hugo senta com Haddad para discutir alternativas ao aumento do IOF</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/hugo-senta-com-haddad-para-discutir-alternativas-ao-aumento-do-iof/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2025 16:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo motta]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, articula neste domingo (8), em Brasília, uma reunião de emergência com as principais lideranças do Congresso. Estarão à mesa o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes da base aliada. O objetivo: encontrar uma saída negociada para evitar o desgaste provocado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, articula neste domingo (8), em Brasília, uma reunião de emergência com as principais lideranças do Congresso. Estarão à mesa o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes da base aliada. O objetivo: encontrar uma saída negociada para evitar o desgaste provocado pela tentativa de elevar as alíquotas do IOF, medida que gerou reação imediata no mercado financeiro e no setor produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em declarações recentes, Motta criticou o aumento do IOF, mas fez mea culpa ao analisar que as isenções destinadas a determinados setores pioram o quadro econômico. As benesses a setores muitas vezes sem benefícios auditáveis geram rombo superior a R$ 700 bilhões. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, o aumento do imposto, anunciado como resposta à deterioração das contas públicas, gerou desgaste. O governo queria fechar as contas do arcabouço fiscal com a arrecadação extra, mas o barulho foi grande demais. O risco agora é político: ver o Congresso derrubar o decreto, num gesto de independência que o Planalto prefere evitar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Hugo Motta já sinalizou o caminho. Disse no sábado que, se não houver acordo até lá, pode pautar já na terça-feira um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar os efeitos do aumento. Empresários pressionam, mas também torcem por uma solução negociada. Há margem para isso, e o governo aposta nesse fiapo de boa vontade. O interesse do Congresso sem outro motivo: sem os recursos esperandos, as emendas parlamentares também serão contigenciadas. Ou seja, menos recursos para as bases. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, alternativas ao aumento do IOF estão sobre a mesa — um pacote que envolve medidas de curto prazo e ajustes estruturais. Eis o que está em debate nos bastidores:</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Fundeb: o governo estuda adiar o aumento da complementação da União ao fundo, prevista para subir de 21% para 23% em 2026. A ideia enfrenta resistência no Congresso por tratar de financiamento da educação básica, um tema sensível politicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Benefícios tributários: um corte nos incentivos fiscais está no radar, mas só teria efeito a partir de 2026. A proposta, ainda em fase embrionária, prevê uma tesourada gradual, que exige costura política com as bancadas interessadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Reforma administrativa: volta ao debate a proposta de limitar supersalários no serviço público. O tema foi reaberto na Câmara dentro de um grupo de trabalho que promete entregar uma versão “palatável” da reforma. O Planalto quer mostrar compromisso com o ajuste estrutural, sem comprar briga frontal com o funcionalismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Receitas do petróleo: o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, correu para fechar um pacote com a indústria do setor. A estimativa é gerar até R$ 35 bilhões em receitas extras neste e no próximo ano. É a aposta mais concreta de curto prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. BNDES: a antecipação de dividendos do banco estatal também entrou na lista de possibilidades. Seria mais uma solução emergencial, sem impacto permanente nas contas, mas útil para fechar a conta do ano.</p>



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		<title>Candidato em 2018, Haddad fala em dificuldades com o PT e não se vê como sucessor de Lula</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/candidato-em-2018-haddad-fala-em-dificuldades-com-o-pt-e-nao-se-ve-como-sucessor-de-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 13:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[haddad]]></category>
		<category><![CDATA[pós-lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia, Fernando Haddad, finalizou o ano com bons números na área econômica. O Produto Interno Bruno (PIB) tem projeção de crescimento bem superior ao previsto, a inflação caiu e o nível de emprego cresceu em relação às gestões anteriores (Jair Bolsonaro e Michel Temer). Mesmo assim, se vê como um &#8220;patinho feio&#8221; [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Economia, Fernando Haddad, finalizou o ano com bons números na área econômica. O Produto Interno Bruno (PIB) tem projeção de crescimento bem superior ao previsto, a inflação caiu e o nível de emprego cresceu em relação às gestões anteriores (Jair Bolsonaro e Michel Temer). Mesmo assim, se vê como um &#8220;patinho feio&#8221; dentro do Partido dos Trabalhadores. Em entrevista publicada nesta terça-feira (2), em O Globo, diz não se enxergar como o &#8220;pós-Lula&#8221; e demonstra ressentimento pelo partido comemorar os índices econômicos, mas ao mesmo dizer que o Ministério da Fazenda faz tudo errado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre Lula, ele entende que o presidente deverá ser candidato à reeleição, em 2026. &#8220;O Lula foi três vezes presidente. Provavelmente, será uma quarta. Ao mesmo tempo que é um trunfo ter uma figura política dessa estatura por 50 anos à disposição do PT, também é um desafio muito grande pensar o day after. Eu não participo das reuniões internas sobre isso. Mas, excluído 2026, o fato é que a questão vai se colocar. E penso que deveria haver uma certa preocupação com isso&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o &#8220;day after&#8221;, ele diz não se ver como sucessor do presidente e atribui ao acaso o fato de ter concorrido há cinco anos. &#8220;Eu não penso. E só passou pela minha cabeça em 2018 porque era uma situação em que ninguém queria ser vice do Lula. E aí, um dia, ele falou: “Haddad, acho que vamos sobrar só nós dois”. Dentro da cadeia. Eu disse: “Pense bem antes de me convidar, porque vou aceitar”. E acabou acontecendo. Mas era um momento particular. Eu próprio me engajei na sensibilização do Ciro Gomes e do Jaques Wagner para que eles fossem vice. Porque entendia que eram figuras mais consensuais&#8221;, enfatizou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista econômico, demonstrou desconforto com um documento interno do PT que falava em ‘austericídio’ (suicídio econômico por políticas de cortes de gastos) para descrever a política de gastos do governo. &#8220;Olha, é curioso ver os cards que estão sendo divulgados pelos meus críticos sobre a economia, agora por ocasião do Natal. O meu nome não aparece. O que aparece é assim: &#8216;A inflação caiu, o emprego subiu. Viva Lula!&#8217; E o Haddad é um austericida.Então, ou está tudo errado ou está tudo certo. Tem uma questão que precisa ser resolvida, que não sou eu que preciso resolver&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não dá para celebrar Bolsa, juros, câmbio, emprego, risco-país, PIB que passou o Canadá, essas coisas todas, e simultaneamente ter a resolução que fala &#8216;está tudo errado, tem que mudar tudo&#8217;. Alguma coisa precisa ser pensada a respeito, mas não tenho problema com isso&#8221;, acrescentou Haddad. </p>



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