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	<title>governos &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Covid-19: ministro paraibano busca apoio de secretários para “união nacional”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 15:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O telefone do secretário estadual de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, tocou na manhã desta quarta-feira (17). Do outro lado da linha estava o novo ministro da Saúde, o cardiologista paraibano Marcelo Queiroga. O tom da conversa foi o de busca de apoio para a construção de uma “união nacional” para o enfrentamento da situação dramática vivida no país com o avanço da Covid-19. O número de mortos no país chegou a 284.400 nesta terça-feira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo ministro chega ao governo para substituir o malsucedido general Eduardo Pazuello. Além de Geraldo Medeiros, ele ligou para os secretários de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, da Bahia, Fábio Villas Boas, e do Rio de Janeiro. Conversou também com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI), que representa o fórum dos governadores. À colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo, ele disse que nada será resolvido sem diálogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nada será resolvido na base do cacete. Vamos resolver na base do diálogo&#8221;, disse o ministro. O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que deve tomar posse na quinta (18), afirma que pretende chamar secretários estaduais e municipais e articular um movimento de &#8220;união nacional&#8221; para superar a situação dramática que o país atravessa por causa da epidemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele chega ao cargo com discurso convergente com o do presidente Jair Bolsonaro, mas com uma leve derivação discursiva que dialoga com o que vem sendo pregado pelos governadores. O tema da convergência não poderia ser outro: a necessidade da compra de vacinas. O secretário paraibano disse esperar que o cronograma de chegada de imunizantes seja cumprido e que até junho seja vacinado o grupo prioritário, que é aquele com mais de 60 anos e comorbidades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Geraldo também defende que haja união. “Qualquer digressão neste momento é maléfica”, reforça Medeiros, dizendo que tem amizade com Marcelo Queiroga anterior à chegada dele ao cargo. “Todos temos que ajudar o ministro e o presidente e todos nós, entes federados, queremos ajudar do país a sair dessa tragédia“, acrescentou.&nbsp;Ele espera que, agora, haja um fluxo sustentável na chegada das vacinas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Medeiros admite que a coisa poderá piorar muito ainda caso a população não se conscientize dos riscos de sair de casa. A Paraíba já superou a casa dos 5 mil mortos por causa da pandemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação do presidente Jair Bolsonaro com os governadores, em relação à pandemia, não tem sido fácil. Queiroga afirma que, para que a articulação nacional que planeja dê certo, ele precisa de &#8220;uma certa trégua&#8221;. &#8220;Nós sabemos como estão as relações. Precisamos dar um &#8216;reset&#8217; [reiniciar]&#8221;, diz.</p>
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