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	<title>governo federal &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Transposição do Rio São Francisco pode ser operada por meio de Parceria Público-Privada</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/transposicao-do-rio-sao-francisco-pode-ser-operada-por-meio-de-parceria-publico-privada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 14:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[são francisco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo Federal está estruturando uma Parceria Público-Privada (PPP) para a operação e ampliação da Transposição do Rio São Francisco, abrangendo os eixos Norte e Leste do projeto. A iniciativa prevê investimentos de aproximadamente R$ 15 bilhões, com a União permanecendo como poder concedente e garantindo repasses permanentes ao projeto. ​ A proposta foi apresentada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Governo Federal está estruturando uma Parceria Público-Privada (PPP) para a operação e ampliação da Transposição do Rio São Francisco, abrangendo os eixos Norte e Leste do projeto. A iniciativa prevê investimentos de aproximadamente R$ 15 bilhões, com a União permanecendo como poder concedente e garantindo repasses permanentes ao projeto. ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta foi apresentada durante o evento PPP Américas, promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O modelo prevê que o parceiro privado assuma a responsabilidade pela operação, manutenção e novos aportes no Projeto de Integração do São Francisco. ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para viabilizar o modelo, será formado um arranjo institucional entre a União e os governos do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco — estados diretamente beneficiados pelas obras de transposição. Os pagamentos devidos pelos estados à União serão garantidos por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE). ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto representa a primeira PPP &#8220;pura&#8221; do governo federal, conforme definido na Lei 11.079/2004, marcando um novo modelo de concessão com pagamentos governamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A transposição do Rio São Francisco, iniciada em 2007, é um projeto de deslocamento de parte das águas do rio para bacias hidrográficas do Nordeste Setentrional, beneficiando os estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O projeto prevê a construção de mais de 700 quilômetros de canais de concreto em dois grandes eixos (Norte e Leste), com nove estações de bombeamento de água. ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de PPP para a transposição do São Francisco está em fase de consulta pública, aberta a contribuições até 11 de março, e representa um avanço nas parcerias público-privadas na área de água e saneamento. ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Beatriz Souto Maior </p>



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		<title>Tesouro fecha 2023 com déficit de R$ 230,5 bilhões e governo culpa precatórios não pagos na gestão Bolsonaro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tesouro-fecha-2023-com-deficit-de-r-2305-bilhoes-e-governo-culpa-precatorios-nao-pagos-na-gestao-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 18:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[déficit]]></category>
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		<category><![CDATA[precatórios]]></category>
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					<description><![CDATA[A quitação de precatórios após um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) fez o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – fechar 2023 com o segundo maior déficit primário desde o início da série histórica. No ano passado, o resultado ficou negativo em R$ 230,54 bilhões, só perdendo para 2020, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A quitação de precatórios após um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) fez o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – fechar 2023 com o segundo maior déficit primário desde o início da série histórica. No ano passado, o resultado ficou negativo em R$ 230,54 bilhões, só perdendo para 2020, quando o déficit atingiu R$ 743,25 bilhões por causa da pandemia de covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública. Segundo o Tesouro Nacional, sem o pagamento dos precatórios, as contas do Governo Central teriam fechado o ano passado com resultado negativo de R$ 138,1 bilhões, equivalente a 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país). Sem o socorro financeiro de cerca de R$ 20 bilhões para estados e municípios, o déficit teria caído para R$ 117,2 bilhões, 1,1% do PIB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas em dezembro, o déficit primário somou R$ 116,15 bilhões, impulsionado pela quitação dos precatórios em atraso. Dívidas do governo com sentença judicial definitiva, os precatórios foram parcelados ou adiados após uma emenda constitucional em 2021. No ano passado, o governo quis quitar a dívida para evitar um passivo de R$ 250 bilhões no fim de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O déficit de dezembro foi o maior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997. Sem os precatórios, informou o Tesouro, o resultado negativo ficaria em R$ 23,8 bilhões. Esse valor ficaria abaixo da estimativa das instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 35,5 bilhões, sem considerar o pagamento de precatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Apesar da quitação dos precatórios, o déficit ficou dentro da meta de R$ 231,5 bilhões para o Governo Central estabelecida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tinha anunciado um pacote para aumentar a arrecadação e revisar gastos para melhorar as contas públicas e diminuir o déficit para cerca de R$ 100 bilhões em 2023. No fim de novembro, a Secretaria de Política Econômica informou que a previsão oficial de déficit primário estava em R$ 177,4 bilhões para este ano, podendo chegar a R$ 203,4 bilhões se considerada a metodologia do Banco Central. A previsão, no entanto, desconsiderava os precatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o governo federal investiu R$ 82,23 bilhões em 2023. O valor representa alta de 72,5% acima do IPCA em relação a 2022. Nos últimos meses, essa despesa tem alternado momentos de crescimento e de queda descontada a inflação. O Tesouro atribui a volatilidade ao ritmo variável no fluxo de obras públicas.</p>



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		<title>Entre vitórias históricas e derrotas, governo Lula mais que dobra pagamento de emendas parlamentares</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/entre-vitorias-historicas-e-derrotas-governo-lula-mais-que-dobra-pagamento-de-emendas-parlamentares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Dec 2023 12:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[emendas parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do presidente Lula (PT) superou o antecessor, Jair Bolsonaro (PL), no pagamento de emendas parlamentares, mesmo com o fim do orçamento secreto. Durante entrevista, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha, explicou que de janeiro a 28 de dezembro, foram empenhados R$ 34,681 bilhões em emendas, o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo do presidente Lula (PT) superou o antecessor, Jair Bolsonaro (PL), no pagamento de emendas parlamentares, mesmo com o fim do orçamento secreto. Durante entrevista, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha, explicou que de janeiro a 28 de dezembro, foram empenhados R$ 34,681 bilhões em emendas, o equivalente a 106,1% a mais do que os R$ 16,824 bilhões de 2022. A conta inclui recursos não repassados pelo governo anterior e que acabaram irrigando os cofres dos municípios apoiados pelos parlamentares. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura do caixa ocorreu em um ano de importantes vitórias do governo federal no Congresso, com a aprovação, por exemplo, da Reforma Tributária, uma proposta sonhada há mais de 30 anos. A conta inclui, ainda, o Arcabouço Fiscal, que sepultou o modelo de controle de gastos aprovado durante a gestão de Michel Temer (MDB). Mas no sentido contrário, a dinheirama não impediu derrotas como a aprovação de um marco temporal para as terras indígenas e mesmo a prorrogação da desoneração da folha de pagamento para os 17 setores que mais empregam no país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre vitórias e derrotas, o secretário diz que os recursos, em sua maioria, estão empenhados. O empenho é a reserva do dinheiro que vai ser pago depois que o serviço for concluído ou a compra for entregue. “Cada recurso (das emendas parlamentares) significa mais unidades de saúde, escolas, para habitação, para infraestrutura das cidades, para o desenvolvimento local e para a área da cultura (por exemplo)”, afirmou Alexandre Padilha. O ministro defendeu que a alocação do dinheiro leva em conta o conhecimento dos parlamentares para as diferentes realidades locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Padilha identificou que diferentes tipos de emendas foram contempladas, o que incluiu aumento de recursos tanto para as demandas individuais dos parlamentares (93% a mais do 22, chegando a R$ 20,6 bi), das bancadas (crescimento de 27,2%, no total de R$ 7,3 bilhões), e também das comissões (elevação de 2.050%, que foi de R$ 308 milhões para R$ 6,6 bilhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Municípios</strong><br>O governo ressaltou ainda a elevação dos pagamento das transferências especiais (indicadas pelos parlamentares e voltadas a municípios). Em 2023, segundo o ministério, o governo Lula pagará 100% dos R$ 7,09 bilhões iniciais, além de R$ 1,7 bilhão do governo anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O governo do presidente Lula garantiu apoio às finanças dos municípios, das prefeituras esse ano, com a compensação de recursos do Fundo de Participação dos Municípios. Foram R$ 10 bilhões a mais, ou seja, fortalecendo ainda mais as prefeituras”, afirmou Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caravana</strong><br>O ministro acrescentou que, para garantir a efetividade dos recursos, o governo criou a “Caravana Federativa”, que irá levar representantes de vários ministérios para se reunir com prefeituras e governos estaduais para esclarecer como ocorre, legalmente, a liberação e como aplicar esses recursos.</p>



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		<title>Veja as medidas anunciadas pelo governo para combater organizações criminosas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/veja-as-medidas-anunciadas-pelo-governo-para-combater-organizacoes-criminosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 21:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[organizações crimonosas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou, nesta segunda-feira (2), uma série de medidas de combate às organizações criminosas. As ações fazem parte do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Enfoc), um desdobramento do Programa de Ação na Segurança (PAS), instituído em julho deste ano. Segundo o ministro Flávio Dino, o governo federal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Justiça e Segurança Pública anunciou, nesta segunda-feira (2), uma série de medidas de combate às organizações criminosas. As ações fazem parte do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas (Enfoc), um desdobramento do Programa de Ação na Segurança (PAS), instituído em julho deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro Flávio Dino, o governo federal destinará R$ 900 milhões para custear parte das iniciativas a serem realizadas no âmbito do programa, até 2026. Dividido em cinco eixos, o Enfoc prevê ações de fortalecimento da integração entre os órgãos federais e estaduais de segurança pública; bem como para melhorar a eficiência dos órgãos policiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que é próprio do Enfoc, o que o distingue, é exatamente esta dimensão do trabalho [conjunto] das polícias [dos estados] e federal”, disse o ministro, detalhando os outros três eixos do programa: a vigilância em portos, aeroportos, fronteiras e divisas; melhoria da eficiência do sistema de Justiça Criminal e maior cooperação entre estados e governo federal no enfrentamento ao crime organizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas ações já em andamento foram incorporadas ao Enfoc, caso de operações integradas e medidas de capacitação de servidores públicos que atuam no enfrentamento às organizações criminosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Dino, o programa é o resultado de meses de debates com diferentes órgãos e entes, incluindo as Forças Armadas, não sendo uma resposta pontual para casos recentes. Segundo o ministro, há, atualmente, cerca de 60 grupos classificados como organizações criminosas atuando em território brasileiro. E uma das mais eficazes formas de enfrentá-las é descapitalizá-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso é fundamental porque diminui o poder financeiro e bélico das organizações”, justificou Dino, antecipando que, na próxima semana, o governo federal anunciará um programa sobre recuperação de ativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, desde o início do ano, a Polícia Federal (PF) já apreendeu ou bloqueou cerca de R$ 2,2 bilhões em ativos pertencentes a grupos nacionais e transnacionais que se dedicam ao crime – um montante quase sete vezes superior aos R$ 330 milhões apreendidos ou bloqueados durante todo o ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Emergências<br></strong>Além da portaria ministerial que trata do Programa Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas, Dino assinou dois termos de autorização e uma segunda portaria que se somam às ações de enfrentamento à violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos termos viabiliza o repasse de R$ 20 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública para o governo da Bahia, que deverá usar a quantia para fortalecer as instituições de segurança pública e defesa do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O outro termo de autorização trata do envio de efetivos da Força Nacional de Segurança Pública para o Rio de Janeiro, onde os agentes atuarão “no enfrentamento das atividades delituosas que impactam na segurança pública e nos indicadores de mortes violentas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas semanas, os dois estados registraram um aumento do número de mortes violentas, inclusive das mortes registradas como decorrentes de confrontos com as polícias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Bahia, há, infelizmente, um poder armado instalado nas organizações criminosas que oferecem forte resistência e tentam impor domínio territorial, a semelhança do que aconteceu em outros estados”, comentou Dino ao lamentar as mortes de policiais e civis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a segunda portaria ministerial define as diretrizes para o Programa Amazônia: Segurança e Soberania (Amas). Lançado em fevereiro de 2023, o programa prevê ações de enfrentamento a atividades ilícitas nos nove estados que compõem a chamada Amazônia Legal (Amazonas, Acre, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins) principalmente o tráfico de pessoas e drogas, a prostituição infantil, o garimpo e caça e pesca ilegais. A previsão inicial do ministério é destinar cerca de R$ 2 bilhões à iniciativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta portaria visa a estruturar, estado por estado, o plano estratégico e tático integrado”, explicou Dino. “Vamos trabalhar em conjunto com os nove estados da Amazônia Legal cedendo equipamentos – helicópteros, viaturas e armamentos – fornecendo formação e treinamento e [participando de] operações conjuntas.” (Agência Brasil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Enem dos concursos: veja como participar e as 6,5 mil vagas estarão disponíveis</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/enem-dos-concursos-veja-como-participar-e-as-65-mil-vagas-estarao-disponiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2023 11:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[enem]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Concurso Público Nacional Unificado vai preencher 6.590 vagas em 20 órgãos e entidades públicas que fizeram a adesão ao processo seletivo. A publicação do edital do Concurso Nacional Unificado está prevista para até o dia 20 de dezembro, e a prova deve ocorrer entre o final de fevereiro e meados de março. Inicialmente, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Concurso Público Nacional Unificado vai preencher 6.590 vagas em 20 órgãos e entidades públicas que fizeram a adesão ao processo seletivo. A publicação do edital do Concurso Nacional Unificado está prevista para até o dia 20 de dezembro, e a prova deve ocorrer entre o final de fevereiro e meados de março.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1558410&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1558410&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, o governo tinha anunciado a disponibilidade de 7.826 vagas, mas nem todos os órgãos públicos aderiram ao concurso unificado. Segundo a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, há possibilidade de outros órgãos participarem até a assinatura do termo de adesão. “Alguns órgãos ainda não entenderam totalmente o modelo e preferiram manter a realização de concurso de forma individual”, disse.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Concurso Nacional Unificado será organizado a partir da realização de um mesmo certame em aproximadamente 180 cidades, de forma concomitante. A pedido da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), foi incluída a cidade de São Miguel da Cachoeira, no Amazonas, onde há uma grande população indígena.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia do governo é que o concurso unificado se torne a principal a principal forma de fazer seleção de servidores públicos federais, e que ele seja repetido anualmente ou a cada dois anos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira etapa do concurso unificado será realizada em um único dia, dividida em dois momentos: primeiro haverá uma prova objetiva, com conteúdo comum a todos os candidatos. Depois, no mesmo dia, serão aplicadas provas dissertativas e com conteúdos específicos e de acordo com cada bloco temático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No momento da inscrição no concurso, os candidatos deverão optar por um dos blocos das áreas de atuação governamental disponíveis. Depois dessa escolha, eles deverão indicar o cargo por ordem de preferência entre as vagas disponíveis no bloco de sua escolha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a ministra, os temas cobrados nas provas serão divulgados no edital, mas não haverá muita diferença em relação aos cobrados nos concursos atuais. “Todo mundo que já se prepara para concursos públicos estará preparado, podem ficar tranquilos. Não haverá mudança radical no conteúdo”, afirmou Esther Dweck.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira as instituições que aderiram ao Concurso e o número de vagas de cada uma delas:&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) &#8211; 502</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) &#8211; 742</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.&nbsp;</strong>Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento &#8211; 520</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Ministério da Gestão e Inovação e transversais &#8211; 1480</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Ministério da Saúde &#8211; 220</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Ministério do Trabalho e Emprego &#8211; 900</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.&nbsp;</strong>Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) &#8211; 30</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços &#8211; 50</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) &#8211; 40</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) &#8211; 40</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) &#8211; 35</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; 895</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Ministério da Justiça e Segurança Pública &#8211; 100</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.</strong>&nbsp;Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação &#8211; 296</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.&nbsp;</strong>Ministério da Cultura &#8211; 50</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.&nbsp;</strong>Advocacia-Geral da União (AGU) &#8211; 400</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.&nbsp;</strong>Ministério da Educação &#8211; 70</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.&nbsp;</strong>Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania &#8211; 40</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>.&nbsp;</strong>Ministério dos Povos Indígenas &#8211; 30</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>. </strong>Ministério do Planejamento e Orçamento &#8211; 60</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da Agência Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>8 mil vagas: saiba como será o concurso unificado do governo federal, com provas em 179 cidades</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/8-mil-vagas-saiba-como-sera-o-concurso-unificado-do-governo-federal-com-provas-em-179-cidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 11:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[unificado]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal deverá realizar em fevereiro do ano que vem o Concurso Nacional Unificado para preencher cerca de 8 mil vagas abertas em diversos ministérios e outros órgãos do serviço público federal. Diferentemente do modo de seleção atual, no qual cada órgão faz seu próprio processo e realiza as provas separadamente, o concurso prevê [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo federal deverá realizar em fevereiro do ano que vem o Concurso Nacional Unificado para preencher cerca de 8 mil vagas abertas em diversos ministérios e outros órgãos do serviço público federal. Diferentemente do modo de seleção atual, no qual cada órgão faz seu próprio processo e realiza as provas separadamente, o concurso prevê uma seleção única, que será realizada simultaneamente em 179 cidades de todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa, proposta pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, pretende agilizar a contratação de servidores, reconstruindo a capacidade dos órgãos públicos federais após a perda de 73 mil servidores ao longo dos últimos seis anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Descentralização<br>Com inspiração no modelo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Concurso Nacional Unificado será realizado simultaneamente em 179 cidades de todo o país. O objetivo é ampliar e democratizar o acesso da população brasileira às vagas do serviço público federal, além de aumentar a diversidade sociodemográfica e territorial dos servidores públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quanto mais o perfil do servidor estiver alinhado com o perfil da população, melhor para o governo. Quanto mais essa burocracia for representativa do coletivo da nação, as políticas públicas também serão mais representativas, dando melhores entregas em serviços para a população”, explica o secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão, José Celso Cardoso Jr.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, essa descentralização da realização das provas não tem relação com a lotação dos servidores após a aprovação no concurso. Segundo o Ministério da Gestão, a maioria das vagas será destinada a Brasília, onde ficam as sedes dos órgãos públicos federais, mas existe a possibilidade de atuação fora da capital federal, dependendo da demanda de cada órgão. Entretanto, isso só será definido depois da aprovação no certame.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cronograma<br>Os ministérios e órgãos interessados em participar ao concurso unificado terão até o dia 29 de setembro para fazer a adesão, que é voluntária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação do edital está prevista para o dia 20 de dezembro, e a aplicação da prova, para 25 de fevereiro de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados gerais da primeira fase devem ser divulgados até abril de 2024, e os cursos de formação devem começar entre junho e julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O início dos processos de alocação e ambientação dos servidores está previsto para acontecer entre julho e agosto de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seleção<br>No momento da inscrição, os candidatos deverão optar por um dos blocos das áreas de atuação governamental disponíveis. Depois disso, eles deverão indicar seu cargo ou carreira por ordem de preferência entre as vagas disponíveis no bloco de sua escolha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira etapa do concurso unificado será realizada em um único dia, dividida em dois momentos: primeiro será aplicada uma prova objetiva, com conteúdo comum a todos os candidatos. Depois, no mesmo dia, serão aplicadas provas dissertativas e com conteúdos específicos e de acordo com cada bloco temático.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das provas, cada órgão vai poder colocar no edital suas exigências em relação à titulação acadêmica e experiência profissional. “A seleção vai combinar tanto a vocação do candidato para uma determinada área como as especificidades de cada carreira”, diz Cardoso.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="492" height="1280" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2023/09/bc50f06a729f8dd665f5591fd9908cc3.jpg" alt="" class="wp-image-11511"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As áreas de atuação a serem escolhidas são: administração e finanças (580 vagas); setores econômicos, infraestrutura e regulação (1.015 vagas); agricultura, meio ambiente e desenvolvimento agrário (1.040 vagas); educação, ciência, tecnologia e inovação (1.194 vagas); políticas sociais, Justiça e saúde (1.470 vagas); trabalho e Previdência (940 vagas); dados, tecnologia e informação Pública (895 vagas), além do nível intermediário (692 vagas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dica para quem quiser se candidatar a uma vaga no serviço público federal é dedicar-se às disciplinas do conteúdo comum a todos os candidatos, segundo o professor de direito constitucional do Gran Cursos Aragonê Fernandes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde agora, já se sabe que algumas disciplinas estão previstas para entrar na parte básica e transversal, como é o caso de português, raciocínio lógico, conhecimentos sobre a realidade brasileira, trabalho em equipe ou mentalidade digital. Se o candidato busca a aprovação num concurso para o Executivo federal, mas ainda não definiu algum órgão ou autarquia, pode largar na frente dos demais, dedicando-se às disciplinas já anunciadas”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Guia Referencial para Concursos Públicos, as provas dos processos de seleção de órgãos públicos devem contemplar conteúdos que fortaleçam a vocação para a administração pública, como ethos público, diversidade, inclusão, direitos humanos, realidade brasileira, políticas públicas e desenvolvimento nacional. “São temas que podem avaliar a motivação e o compromisso com o interesse público daquelas pessoas que vão passar boa parte de sua vida laboral servindo à sociedade”, diz o guia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segurança<br></strong>Para o professor Aragonê Fernandes, o anúncio da aplicação das provas em cerca de 180 cidades é extremamente benéfica, pois possibilita a participação de pessoas que estão fora dos grandes centros e não contam com recursos financeiros para se deslocar a Brasília. Por outro lado, ele aponta a preocupação com a segurança do concurso para que não haja vazamentos, mantendo a lisura da competição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há vagas com remuneração elevada, superando a casa de R$ 30 mil, o que aumenta a preocupação. Sei que anualmente são aplicadas as provas do Enem, que é a segunda maior prova do mundo, atrás apenas do vestibular na China. Porém, a magnitude da disputa envolvendo um cargo público com remuneração elevada é maior”, diz o professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização<br></strong>O concurso será organizado a partir de uma coordenação-geral composta pelo Ministério da Gestão e da Inovação, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Instituto de Pesquisa Econômico Aplicada (Ipea), a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e a Advocacia-Geral da União (AGU). Também haverá participação ativa das comissões setoriais de cada um dos órgãos envolvidos, cujos representantes formam o Comitê Consultivo/Deliberativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até meados de setembro deste ano, deve ser publicado pelo Ministério da Gestão e da Inovação o ato oficial que irá definir a estrutura de governança do Concurso Unificado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o professor Francisco Antonio Coelho Junior, do Departamento de Administração da Universidade de Brasília, os ministérios e agências reguladoras deverão aperfeiçoar suas políticas de capacitação e treinamento dos servidores que ingressarem no serviço público. “Os órgãos vão precisar desenvolver ações de capacitação, desenvolvimento de competências, trilhas de aprendizagem, visando mais bem qualificar esse servidor em relação às expectativas de desempenho que serão atribuídas a ele&#8221;, diz. (Agência Brasil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Volta do imposto sindical é discutida no governo Lula e taxa pode ser três vezes maior que a antiga</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/volta-do-imposto-sindical-e-discutida-no-governo-lula-e-taxa-pode-ser-tres-vezes-maior-que-a-antiga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 12:07:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[imposto sindical]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[retorno]]></category>
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					<description><![CDATA[O assunto ainda está em fase de discussão, mas o esboço de um projeto que prevê a volta do &#8216;imposto sindical&#8217; está prestes a sair do forno no governo Lula (PT). As informações são do jornal O Globo. De acordo com a proposta do Ministério do Trabalho, a taxa seria vinculada a acordos de reajuste [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O assunto ainda está em fase de discussão, mas o esboço de um projeto que prevê a volta do &#8216;imposto sindical&#8217; está prestes a sair do forno no governo Lula (PT). As informações são do jornal O Globo. De acordo com a proposta do Ministério do Trabalho, a taxa seria vinculada a acordos de reajuste salarial entre patrões e empregados, que tenham intermediação sindical. A previsão é que o texto chegue no próximo mês ao Congresso Nacional. A cobrança foi derrubada na Reforma Trabalhista, aprovada durante o governo de Michel Temer (MDB). </p>



<p class="wp-block-paragraph">A minuta do projeto, editada pelas centrais sindicais, fixa um teto para a nova taxa de até 1% do rendimento anual do trabalhador, a ser descontada na folha de pagamento. Esse valor pode corresponder a até três dias e meio de trabalho, segundo especialistas. A quantia a ser paga, porém, seria definida em assembleias, com votações por maioria. Desde novembro de 2017, quando entrou em vigor a reforma trabalhista, a contribuição para o sindicato passou a ser opcional. Antes, vigorava o imposto sindical, correspondente a um dia de trabalho, descontado anualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferente do que ocorria antes, com o imposto sindical, a definição do montante a ser pago ocorrerá em assembleia. Antes a cobrança era de valor correspondente a um dia de trabalho, mas a minuta do projeto prevê métrica diferente. &#8220;Não existe mais imposto sindical obrigatório. Mas uma democracia precisa ter um sindicato forte. O que está em debate é criar uma contribuição negociável. Se o sindicato está prestando um serviço, possibilitando um aumento salarial, é justo que o trabalhador não sindicalizado pague a contribuição. Se ele não aceitar pagar a taxa, é só ir à assembleia e votar contra&#8221;, disse o ministro do Trabalho, Luiz Marinho. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Marinho diz que a proposta ainda não chegou à Casa Civil, mas que tem apoio de Lula. A ideia é apresentar o projeto ao presidente até o fim de agosto. Lula já defendeu publicamente um novo modelo de contribuição sindical.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Governo Lula autoriza preenchimento de mais de 3 mil vagas no serviço público. Confira as áreas:</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/governo-lula-autoriza-preenchimento-de-mais-de-3-mil-vagas-no-servico-publico-confira-as-areas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 16:53:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[concurso público]]></category>
		<category><![CDATA[confira]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal autorizou o preenchimento de 3.026 vagas no serviço público federal, das quais 2.480 vagas por meio de concursos públicos. As demais 546 vagas serão preenchidas pela nomeação de pessoas aprovadas em concursos anteriores. A remuneração inicial para esses cargos varia de R$ 6 mil a R$ 21 mil mensais. O Instituto Brasileiro [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo federal autorizou o preenchimento de 3.026 vagas no serviço público federal, das quais 2.480 vagas por meio de concursos públicos. As demais 546 vagas serão preenchidas pela nomeação de pessoas aprovadas em concursos anteriores. A remuneração inicial para esses cargos varia de R$ 6 mil a R$ 21 mil mensais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão com maior número de vagas abertas – 895 –, seguido pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, com 650, que serão preenchidas por concurso. Destas, 500 vagas são para analista técnico de política social (ATPS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ministra da Gestão, Esther Dweck, as 500 vagas são basicamente para todos os ministérios sociais, não só os novos. “Inclui também MDS [Ministério do Desenvolvimento Social], inclui Saúde, mas muitas [vagas] para os Ministérios das Mulheres, dos Direitos Humanos, da Igualdade Racial, dos Povos Indígenas. É um concurso [em] que vamos atender uns 10 órgãos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a lista dos 22 órgãos, agências ou entidades incluídos no concurso, anunciado nesta terça-feira pelo Ministério da Gestão:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="754" height="424" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2023/07/963299c53217bcbfe5f684a2f73161c0.jpg" alt="" class="wp-image-11013"/><figcaption class="wp-element-caption">Concursos autorizados foram anunciados nesta terça pela ministra Esther Dweck &#8211; MGI/Divulgação/Marcos Paulo Costa Pessoa</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o governo soma mais de 8.146 novas vagas abertas por concurso público neste ano. Se calculadas as nomeações autorizadas (1.799), o aumento do número de professores e técnicos de instituições de ensino (5 mil) e a ampliação de processos seletivos para servidores temporários (8.141), passa de 23 mil vagas o total autorizado apenas neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É o maior anúncio em muitos anos, fruto desse represamento. Nos anos dos governos Lula e Dilma, a frequência de concursos era maio. Então, não precisava fazer tanto concurso [de uma só vez]”, disse Esther.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ministra, foram perdidos, desde 2017, cerca de 80 mil servidores civis na administração pública federal porque não houve reposição de quadros. De acordo com o ministério, entre 2017 e 2023, a área social perdeu 15,7% da força de trabalho, em contraste com o período de 2002 a 2016, quando o número de servidores no setor aumentou 27%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao anúncio da nomeação de concursados já aprovados, 257 pessoas serão chamadas para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 160 para o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), 102 para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e 27 para a Agência Nacional de Mineração (ANM).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2023/07/59d2f239191c9b477d5da996c89ffd1c.jpg" alt="" class="wp-image-11014"/><figcaption class="wp-element-caption">Estes são os órgãos autorizados a contratar servidores já aprovados em concursos aprovados &#8211; MGI/Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">As mais de 3 mil vagas a serem preenchidas deverão custar em torno de R$ 546 milhões ao orçamento público anualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Servidores da educação<br>O Ministério da Gestão informou que deve publicar, nos próximos dias, portaria conjunta com o Ministério da Educação(MEC) para distribuição das 5 mil vagas abertas para professores e técnicos administrativos de instituições de ensino federais. As vagas foram abertas, na semana passada com a aprovação do Projeto de Lei 12/2023 no Congresso Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ministra Esther Dweck, a prioridade é para os novos campi abertos, que estão com dificuldade de pessoal. “O limite orçamentário não permitia preencher as vagas existentes, e principalmente os campi novos estavam muito defasados no quadro de pessoal. Então, vamos fazer, junto com o MEC, essa redistribuição para permitir que continue o processo de ampliação das universidades e institutos federais por todo o Brasil”, afirmou a ministra. (Agência Brasil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Sandra Marrocos é nomeada para cargo no Ministério das Mulheres</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/sandra-marrocos-e-nomeada-para-cargo-no-ministerio-das-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 16:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[ministério das mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[nomeada]]></category>
		<category><![CDATA[sandra marrocos]]></category>
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					<description><![CDATA[A ex-vereadora de João Pessoa, Sandra Marrocos (PSB), foi nomeada para a função de coordenadora-geral do Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres. A confirmação saiu nesta segunda-feira (15), no Diário Oficial da União (DOU). O cargo está no guarda-chuva do Ministério das Mulheres, comandado por Cida Gonçalves. Em contato com o blog, Marrocos disse que [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A ex-vereadora de João Pessoa, Sandra Marrocos (PSB), foi nomeada para a função de coordenadora-geral do Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres. A confirmação saiu nesta segunda-feira (15), no Diário Oficial da União (DOU). O cargo está no guarda-chuva do Ministério das Mulheres, comandado por Cida Gonçalves. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contato com o blog, Marrocos disse que a contribuição dela no governo federal será melhor definida após conversa com a titular da pasta, o que deve ocorrer ainda nesta segunda-feira. Cida Gonçalves tem uma longa tradição nos governos petistas e integrou a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Ela, inclusive, integrou ano passado a equipe de transição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sandra Marrocos acredita que terá função mais ligada ao núcleo de educação na pasta. A ex-vereadora foi candidata a deputada federal no ano passado, concorrendo pelo PSB, mas não foi eleita. Mais recentemente, ela ocupava a presidência da sigla na capital e deixou o cargo para dar lugar a Tibério Limeira, secretário de Administração do Estado. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Plenária do PPA: governo Lula ouve paraibanos neste sábado sobre obras prioritárias para o Estado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/plenaria-do-ppa-governo-lula-ouve-paraibanos-neste-sabado-sobre-obras-prioritarias-para-o-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 May 2023 11:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[plenária]]></category>
		<category><![CDATA[ppa]]></category>
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					<description><![CDATA[Representantes do presidente Lula (PT), o secretário-geral da Presidência da República, ministro Márcio Mâcedo, e o secretário nacional da Participação Social, Renato Simões, estarão na Paraíba, neste sábado (13). Eles vão participar da plenária estadual do Plano Plurianual (PPA) nacional, no Espaço Cultural, a partir das 9h30. O evento vai discutir as prioridades da população [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Representantes do presidente Lula (PT), o secretário-geral da Presidência da República, ministro Márcio Mâcedo, e o secretário nacional da Participação Social, Renato Simões, estarão na Paraíba, neste sábado (13). Eles vão participar da plenária estadual do Plano Plurianual (PPA) nacional, no Espaço Cultural, a partir das 9h30. O evento vai discutir as prioridades da população local para o Orçamento Geral da União (OGU) do ano que vem e que começa a ser discutido agora. São discussões sobre obras ou ações prioritárias para o Estado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento também contará com a participação de João Azevêdo, que é governador e presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste). A ministra Simone Tebet (Planejamento) era esperada, mas não vem. Ela participou de evento similar nesta sexta-feira (12), no Recife. O fato é que o que vem acontecendo, agora, no plano nacional, com a oitiva dos estados, segue a linha do que ocorre na Paraíba, com o Orçamento Democrático. A ação é, inegavelmente, positiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Paraíba, nos últimos anos, obras essenciais vêm sendo negligenciadas. Basta lembrar que a triplicação da BR-230, no trecho entre Cabedelo e João Pessoa, foi relegada ao quase esquecimento durante as gestões de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). O primeiro iniciou a obra com várias interrupções e o segundo a enterrou. A duplicação da BR-230, até Cajazeiras, outra promessa de vários anos também foi esquecida e existe apenas no imaginário de deputados e senadores que todo ano prometem empenho para tirá-la do papel. Mas tem também os ramais da transposição e várias outras obras hídricas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o governo federal, as plenárias do PPA nacional têm o objetivo de promover a inclusão social e econômica, a melhoria da qualidade de vida da população com a implementação de políticas públicas, reduzir as desigualdades regionais, fortalecer a transparência e a gestão participativa, assegurar que os recursos públicos sejam utilizados de forma eficiente, a partir de uma administração pública eficaz e inovadora. No papel é uma maravilha, agora é preciso transformá-la em realidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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