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	<title>fraude &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Polícia Federal desencadeia operação em lotéricas e aponta fraude de R$ 1,3 milhão na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/policia-federal-desencadeia-operacao-em-lotericas-e-aponta-fraude-de-r-13-milhao-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 11:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[lotéricas]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (19), a Operação Sorte Sombria. A ação investiga o desvio de valores em casas lotéricas e correspondentes bancários. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão no Estado. A investigação, iniciada após comunicação da Caixa Econômica Federal, apura a falta de repasse dos valores recebidos de clientes [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (19), a Operação Sorte Sombria. A ação investiga o desvio de valores em casas lotéricas e correspondentes bancários. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, iniciada após comunicação da Caixa Econômica Federal, apura a falta de repasse dos valores recebidos de clientes para pagamentos de contas. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 1,3 milhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apurou-se que os investigados utilizavam terceiros (&#8220;laranjas&#8221;) para obter concessões de unidades em Itabaiana, Pilar e São José dos Ramos. Os envolvidos poderão responder pelos crimes de peculato e associação criminosa.</p>



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		<item>
		<title>Polícia Federal cumpre mandados contra suspeitos de fraudes em concursos na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/policia-federal-cumpre-mandados-contra-suspeitos-de-fraudes-em-concursos-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 10:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (10), a Operação Última Fase. A ação visa desarticular organização criminosa especializada em fraudes a concursos públicos. A apuração tem o apoio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão preventiva e diversas medidas cautelares, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (10), a Operação Última Fase. A ação visa desarticular organização criminosa especializada em fraudes a concursos públicos. A apuração tem o apoio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão preventiva e diversas medidas cautelares, incluindo afastamento de cargos públicos e sequestro de bens, nos estados da <strong>Paraíba</strong>, Pernambuco e Alagoas. As medidas contaram com o apoio do Ministério Público Federal na Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontaram fraudes no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) de 2024 e em certames das Polícias Civis de Pernambuco e Alagoas, Universidade Federal da Paraíba, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigados foram excluídos dos processos seletivos, afastados dos cargos públicos já ocupados e poderão responder pelos crimes de fraude em certame de interesse público, lavagem de dinheiro, organização criminosa e falsificação de documento público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, vem ampliando mecanismos de fiscalização para garantir maior segurança, transparência e integridade nos processos seletivos realizados em todo o país.</p>



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		<title>Quem é a mulher de João Pessoa mostrada no Fantástico com papel de destaque em suposto esquema que usava o Farmácia Popular para lavar dinheiro do tráfico?</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/quem-e-a-paraibana-mostrada-no-fantastico-com-papel-de-destaque-em-suposto-esquema-que-usava-o-farmacia-popular-para-lavar-dinheiro-do-trafico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 10:47:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[farmácia popular]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma mulher discreta, com endereço registrado em João Pessoa (PB), despontou como peça-chave para destravar uma das maiores fraudes recentes contra o programa Farmácia Popular. Célia Aparecida de Carvalho, como apontou a Polícia Federal, não movimentava milhões em seu nome diretamente, mas seu telefone e suas conexões empresariais foram o fio da meada para expor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher discreta, com endereço registrado em João Pessoa (PB), despontou como peça-chave para destravar uma das maiores fraudes recentes contra o programa Farmácia Popular. Célia Aparecida de Carvalho, como apontou a Polícia Federal, não movimentava milhões em seu nome diretamente, mas seu telefone e suas conexões empresariais foram o fio da meada para expor uma engrenagem criminosa que cruzava o Brasil e financiava cocaína vinda da Bolívia e do Peru.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi por meio dela que a quadrilha conseguia o que parecia ser apenas mais uma burocracia: Célia fornecia os CNPJs de farmácias, revendia cadastros prontos e intermediava negócios com outros integrantes do esquema. Seu telefone de João Pessoa estava vinculado a uma farmácia que existia apenas no papel e que, segundo a PF, “funcionava” num terreno baldio, cercado de mato, em Águas Lindas (GO). Mesmo sem balcão, remédio ou funcionário, a falsa drogaria faturou centenas de milhares de reais em repasses públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Célia operava como fornecedora para outros nomes do esquema, como Adriano Rezende Rodrigues, o “Adriano Tatu”, sócio de drogarias em São Paulo, uma delas com quase R$ 1 milhão desviados do Farmácia Popular. Por meio dela, a organização movimentava farmácias de fachada e registrava negócios em nome de laranjas, sempre preservando quem estava no topo da cadeia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores descreveram Célia como uma peça estratégica para a lavagem de dinheiro. Sua atuação dava aparência de legalidade às empresas de fachada, permitindo que os recursos públicos saíssem dos cofres federais e abastecessem as engrenagens do tráfico. Foi a partir dela que a PF conseguiu rastrear os repasses e identificar os elos entre o programa social e as operações do Comando Vermelho nas fronteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os CPFs de pessoas inocentes abasteciam as farmácias fantasmas com compras fraudulentas de medicamentos que nunca chegavam aos supostos beneficiários. A quadrilha lucrava e, na outra ponta, financiava a compra de cocaína diretamente de fornecedores ligados ao Clã Cisneros, no Peru.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, em João Pessoa, Célia mantinha a rotina aparentemente pacata. Mas seu nome passou a ser central no inquérito que revelou um desvio superior a R$ 40 milhões e que envolveu 148 farmácias de fachada ou reais espalhadas pelo país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem ela, talvez o rastro das farmácias falsas jamais tivesse sido tão fácil de seguir.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2025/07/20/fraude-no-farmacia-popular-financia-trafico-internacional-e-envolve-rede-de-farmacias-fantasmas.ghtml">Veja a reportagem completa</a></p>



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		<item>
		<title>É golpe: aposentados são abordados por criminosos com promessas de devolução do dinheiro desviado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/e-golpe-aposentados-sao-abordados-por-criminosos-com-promessas-de-devolucao-do-dinheiro-desviado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2025 12:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[fake]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>
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					<description><![CDATA[Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estão sendo alvo de golpes envolvendo e-mails e mensagens que prometem agilizar a devolução de valores cobrados indevidamente por associações e sindicatos nos últimos anos. Essas mensagens fornecem links fraudulentos para acesso a um suposto serviço. Trata-se de mais um caso de #FAKE e tentativa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estão sendo alvo de golpes envolvendo e-mails e mensagens que prometem agilizar a devolução de valores cobrados indevidamente por associações e sindicatos nos últimos anos. Essas mensagens fornecem links fraudulentos para acesso a um suposto serviço. Trata-se de mais um caso de #FAKE e tentativa de golpe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que dizem as mensagens falsas?<br></strong>Os e-mails e mensagens fraudulentas falam em “ressarcimento de descontos de mensalidades associativas” e encaminham links para golpes. Os criminosos estão se aproveitando da recente descoberta de um esquema bilionário de fraudes contra o INSS, revelado após uma operação da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU), realizada em 23 de abril de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esquema consistia no desconto irregular de valores dos benefícios de aposentados e pensionistas, como se eles tivessem aderido a associações e sindicatos — sem qualquer autorização. As entidades prometiam benefícios como descontos em academias e planos de saúde, mas, na prática, não ofereciam nenhuma estrutura para isso. Os desvios, ocorridos entre 2019 e 2024, podem ter alcançado R$ 6,3 bilhões. O período é abrangido entre os governos de Jair Bolsonaro (PL) e do presidente Lula (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que é golpe?<br></strong>No dia 24 de abril de 2025, o governo suspendeu todos os descontos mensais de associações e sindicatos na folha de pagamento dos beneficiários e anunciou que os valores serão ressarcidos integralmente. Segundo a diretora de Orçamentos, Finanças e Logística do INSS, o instituto está elaborando um plano oficial para a devolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia seguinte, 25 de abril, o Ministério da Previdência publicou um alerta em seu site intitulado: &#8220;Golpistas estão abordando aposentados e pensionistas com a oferta de agilizar devolução de mensalidade descontada&#8221;. A recomendação é clara: não clicar em links recebidos via e-mails ou mensagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo informou ainda que os descontos feitos no mês de abril serão retidos e devolvidos na folha de pagamento de maio, entre os dias 26 de maio e 6 de junho. Já os valores descontados antes de abril serão analisados por um grupo da Advocacia-Geral da União (AGU), que definirá o procedimento de ressarcimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como verificar se houve desconto indevido?<br></strong>O aposentado ou pensionista pode consultar diretamente pelo Meu INSS (site ou aplicativo):</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Acesse com login e senha;</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Clique em Consultar Benefício;</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Em seguida, em Extrato de Pagamento;</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Fraude à mesa: fábrica de manteiga é fechada e três pessoas são presas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/fraude-na-mesa-fabrica-de-manteiga-e-fechada-e-tres-pessoas-sao-presas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 14:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[sertão]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma fábrica de laticínios no município de Paulista, Sertão da Paraíba, foi interditada nessa quinta-feira (24) durante a Operação Saturação, deflagrada pelo MP-Procon em parceria com Agevisa, Gaesf, Sefaz, Sedap e Polícia Civil. Três pessoas foram presas em flagrante por envolvimento na produção de manteiga da terra adulterada. Apesar de possuir registro nos órgãos competentes, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma fábrica de laticínios no município de Paulista, Sertão da Paraíba, foi interditada nessa quinta-feira (24) durante a Operação Saturação, deflagrada pelo MP-Procon em parceria com Agevisa, Gaesf, Sefaz, Sedap e Polícia Civil. Três pessoas foram presas em flagrante por envolvimento na produção de manteiga da terra adulterada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de possuir registro nos órgãos competentes, a fábrica funcionava de forma irregular. A fiscalização encontrou indícios de fraude na composição dos produtos, como a substituição de gordura láctea por gordura vegetal, além do uso indevido de rótulos e registros sanitários de outras marcas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram apreendidos 15 mil litros de leite, três toneladas de margarina, três mil litros de óleo vegetal e cerca de 300 unidades de manteiga da terra. Também foram localizadas dez caixas com rótulos diversos, prontos para uso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os presos estão dois gerentes da fábrica e um médico veterinário. Eles foram autuados por crime contra a saúde pública (artigo 272 do Código Penal) e aguardam audiência de custódia na delegacia de São Bento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como desdobramento da operação, uma distribuidora em João Pessoa que revendia o produto também foi interditada pela Agevisa. A empresa comercializava a manteiga adulterada com rotulagem enganosa, utilizando o número de registro sanitário de outro fabricante. Quatro notificações foram emitidas, determinando a suspensão da venda dos produtos e o recolhimento da mercadoria da marca Caicó.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Receita Estadual também identificou irregularidades fiscais no local, incluindo a ausência de maquinário compatível com a atividade declarada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MP-Procon orienta que os consumidores evitem adquirir produtos da marca Caicó ou de outras ligadas à fábrica interditada até a regularização da situação. Denúncias podem ser feitas pelos canais oficiais do Ministério Público da Paraíba.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Justiça manda suspender gratificação de prefeita de Cajazeiras por diploma irregular</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-manda-suspender-gratificacao-de-prefeita-de-cajazeiras-por-diploma-irregular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 13:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[cajazeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Corrinha]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeita de Cajazeiras, Maria do Socorro Delfino Pereira, conhecida como Corrinha, está no centro de uma controvérsia jurídica após a juíza Mayuce Santos Macedo, da 4ª Vara Mista de Cajazeiras, determinar a suspensão do pagamento de gratificação por título de mestrado. A decisão foi tomada no último dia 16 de abril, em resposta a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A prefeita de Cajazeiras, Maria do Socorro Delfino Pereira, conhecida como Corrinha, está no centro de uma controvérsia jurídica após a juíza Mayuce Santos Macedo, da 4ª Vara Mista de Cajazeiras, determinar a suspensão do pagamento de gratificação por título de mestrado. A decisão foi tomada no último dia 16 de abril, em resposta a uma ação popular que acusa a prefeita de apresentar um diploma de mestrado falso para obter vantagens salariais.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação, movida pela professora Waléria Quirino Patrício, destaca que o diploma apresentado por Corrinha não foi revalidado pelo Ministério da Educação (MEC) e não é reconhecido pela Universidade Aberta do Brasil (UAB) vinculada à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A Unifesp, em comunicado oficial, afirmou que não oferece cursos de mestrado e que o diploma apresentado é uma falsificação. ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza considerou que há indícios suficientes de fraude na emissão do diploma, destacando que a utilização de documentos falsos para obtenção de benefícios financeiros configura lesão aos cofres públicos. Ela ressaltou que, para o cabimento da ação popular, basta a ilegalidade do ato administrativo, dispensando-se a demonstração de prejuízo material, conforme a decisão:</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="661" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2025/04/78805a221a988e79ef3f42d7c5bfd418.png" alt="" class="wp-image-15131"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Corrinha Delfino, que é professora concursada da Prefeitura de Cajazeiras e já atuou como secretária municipal de Educação, defende-se afirmando que seu diploma foi emitido por uma instituição americana e revalidado pela UAB. Em nota, ela acusou a oposição de agir de má-fé e afirmou que está tomando providências judiciais contra as acusações. ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso segue em investigação, com a possibilidade de desdobramentos no Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), no Ministério Público Federal (MPF) e na Polícia Federal. A situação levanta questões sobre a verificação de credenciais acadêmicas de servidores públicos e o impacto de possíveis irregularidades na administração municipal.​</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Beatriz Souto Maior</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Polícia prende suspeitos de fraudar concurso da UFPB sete anos após escândalos revelados ela Operação Gabarito</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/policia-prende-suspeitos-de-fraudar-concurso-da-ufpb-sete-anos-apos-escandalos-revelados-ela-operacao-gabarito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 18:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas pessoas foram presas, neste fim de semana, pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco). Eles são suspeitos de terem tentado fraudar o concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A ação contou com a colaboração do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). A suspeita é que os alvos da operação Sussurro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Duas pessoas foram presas, neste fim de semana, pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco). Eles são suspeitos de terem tentado fraudar o concurso da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A ação contou com a colaboração do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). A suspeita é que os alvos da operação Sussurro pertençam a um grupo especializado nas fraudes a concursos públicos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Polícia Federal, que integra o Ficco, foram encontrados com os suspeitos dois pontos eletrônicos usados para fraudar a avaliação. Eles foram indiciados e encaminhados à sede da corporação, em João Pessoa, para as providências e as investigações continuam para identificar outros envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Operação Sussurro” é mais um evento relacionado às fraudes a concursos no Estado. Sete anos atrás, as páginas policiais ganharam destaque com a prisão de um grupo especializado nos crimes. A Operação Gabarito foi uma investigação desencadeada em 2017. A investigação foi realizada pela Delegacia Defraudações e Falsificações de João Pessoa. O grupo criminoso era suspeito de fraudar quase cem concursos públicos em pelo menos 15 estados. Pelo menos 34 pessoas foram denunciadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Provas na UFPB</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As provas do concurso da UFPB foram realizadas neste domingo (9), nas cidades de Areia, Bananeiras, João Pessoa, Mamanguape e Rio Tinto. Mais de 37 mil pessoas se inscreveram.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>MPF denuncia suspeitos de fraude em licitação para construção de escola</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-denuncia-suspeitos-de-fraude-em-licitacao-para-construcao-de-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 12:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[mpf]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro pessoas por fraude à licitação destinada a construção de uma escola no município de Pedra Branca, na Paraíba. A denúncia, apresentada à 14ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba, na quarta-feira (18), acusa três empresários do ramo da construção civil e o funcionário de uma das empresas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro pessoas por fraude à licitação destinada a construção de uma escola no município de Pedra Branca, na Paraíba. A <strong><a href="https://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-fraude-a-licitacao-em-pedra-branca/view">denúncia</a></strong>, apresentada à 14ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba, na quarta-feira (18), acusa três empresários do ramo da construção civil e o funcionário de uma das empresas de se associarem criminalmente para fraudar licitação que envolvia recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os acusados teriam manipulado o processo licitatório para beneficiar a empresa DEL Engenharia, resultando em prejuízos ao caráter competitivo da licitação.<br><br>Conforme a acusação, os demandados formaram um conluio para fraudar a Tomada de Preços destinada à construção de uma escola com seis salas de aula e quadra no referido município. Dois dos empresários denunciados organizaram um esquema para pagar outras empresas para que desistissem da licitação. O objetivo era garantir que a DEL Engenharia fosse a vencedora. Os outros dois denunciados são o próprio dono da DEL Engenharia e um funcionário dele.<br><br>A denúncia relata que foram realizados pagamentos a várias empresas para que desistissem da licitação. Esses pagamentos foram feitos de forma a não serem identificados, utilizando contas de terceiros. Também foi fornecido documento vencido para gerar a desclassificação de empresa, tudo para garantir que a empresa DEL Engenharia fosse beneficiada na licitação.<br><br>Apesar dos esforços, a DEL Engenharia não conseguiu ser habilitada, mas o esquema retirou várias empresas da competição, prejudicando o caráter competitivo da licitação.<br><br>Na denúncia, o MPF pede a condenação dos quatro envolvidos pelos crimes de associação criminosa, cuja pena é reclusão de 1 a 3 anos; frustração do caráter competitivo da licitação, com pena de reclusão de 4 a 8 anos e multa; além do crime de lavagem de dinheiro, por terem ocultado e dissimulado a origem de valores provenientes da infração penal, utilizando a conta bancária de terceiros. A pena para esse crime é reclusão de 3 a 10 anos e multa.<br><br>O MPF também considerou inadequado qualquer acordo de não persecução penal, argumentando que essa medida não é suficiente para a reprovação e prevenção do crime, conforme estabelece o artigo 28-A do Código de Processo Penal. Além disso, a denúncia ressalta que um dos empresários já foi denunciado em várias ações penais na esfera federal, sendo considerado um criminoso habitual. (Com informações do MPF)</p>



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		<title>Operação da PF apura suposta fraude na compra de medicamentos na prefeitura de Coremas entre 2017 e 2022</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-da-pf-apura-suposta-fraude-na-compra-de-medicamentos-na-prefeitura-de-coremas-entre-2017-e-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 10:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[coremas]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã desta terça-feira (26/03) a Operação Galeno. A ação tem como objetivo combater os crimes de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no município de Coremas/PB. As investigações apontam indícios de que licitações realizadas pelo ente municipal para fornecimento [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã desta terça-feira (26/03) a Operação Galeno. A ação tem como objetivo combater os crimes de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no município de Coremas/PB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontam indícios de que licitações realizadas pelo ente municipal para fornecimento de medicamentos entre os anos de 2017 e 2022, foram direcionadas para favorecer uma empresa vinculada aos investigados, totalizando pagamentos que alcançaram R$ 1.133.771,87, sendo que boa parte destes recursos foi advinda do Fundo Nacional de Saúde (FNS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram expedidos cinco mandados de busca e apreensão pela 8ª Vara Federal de Sousa/PB, os quais foram cumpridos nos municípios de Coremas e João Pessoa, ambos no estado da Paraíba. Os nomes dos alvos não foram revelados pela corporação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome da operação, Galeno, faz referência a Cláudio Galeno, um proeminente médico e filósofo romano de origem grega que viveu na cidade de Pérgamo entre 129 d.C e 216 d.C, sendo considerado o &#8220;Pai da Farmácia&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>PF indicia Bolsonaro, Cid e deputado por fraude no cartão de vacina</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pf-indicia-bolsonaro-cid-e-deputado-por-fraude-no-cartao-de-vacina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 13:34:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de vacina]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[indicia]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal (PF) indiciou nesta terça-feira (19) o ex-presidente Jair Bolsonaro por fraude em cartão de vacinação para covid-19. Em janeiro, a Controladoria-Geral da União (CGU) concluiu que é falso o registro de imunização contra a doença que consta do cartão de vacinação de Bolsonaro. A investigação originou-se de um pedido à Lei de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal (PF) indiciou nesta terça-feira (19) o ex-presidente Jair Bolsonaro por fraude em cartão de vacinação para covid-19. Em janeiro, a Controladoria-Geral da União (CGU) concluiu que é falso o registro de imunização contra a doença que consta do cartão de vacinação de Bolsonaro. A investigação originou-se de um pedido à Lei de Acesso à Informação (LAI) formulado no fim de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do ex-presidente, foram indiciados também o ex-ajudante de ordens Mauro Cid e o deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ) pelos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informação. As investigações se referem a suposta fraude em certificados de vacinação contra a Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados atuais do Ministério da Saúde, que aparecem no cartão de vacinação, apontam que o ex-presidente se vacinou em 19 de julho de 2021 na Unidade Básica de Saúde (UBS) Parque Peruche, na zona norte de São Paulo. A CGU, no entanto, constatou que Bolsonaro não estava na capital paulista nessa data e que o lote de vacinação que consta no sistema da pasta não estava disponível naquela data na UBS onde teria ocorrido a imunização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu perfil na rede social X, antigo Twitter, o advogado de Bolsonaro Fabio Wajngarten criticou a divulgação do indiciamento. “Vazamentos continuam aos montes, ou melhor aos litros. É lamentável quando a autoridade usa a imprensa para comunicar ato formal que logicamente deveria ter revestimento técnico e procedimental ao invés de midiático e parcial”, escreveu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ex-ajudante indiciado<br>O coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, também foi indiciado pela PF. Ele é apontado como articulador da emissão de cartões falsos de vacinação contra a covid-19 para o ex-presidente e familiares dele. Em novo depoimento à PF na semana passada, Mauro Cid chegou a responder a perguntas sobre a investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta foi a sétima vez que Mauro Cid esteve na Polícia Federal. Em três delas, ficou em silêncio. Após firmar acordo de delação premiada, o coronel passou a responder a todas as perguntas feitas nos últimos quatro interrogatórios. (Agência Brasil)</p>



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