<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>fogo &#8211; Blog do Suetoni</title>
	<atom:link href="https://suetonisoutomaior.com.br/tag/fogo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://suetonisoutomaior.com.br</link>
	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Apr 2021 21:35:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
	<item>
		<title>Homem que matou mulher, confessou e depois negou, vai a júri popular</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/homem-que-matou-mulher-confessou-e-depois-negou-vai-a-juri-popular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 21:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[arma]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[matou]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[sertão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://suetonisoutomaior.com.br/?p=1090</guid>

					<description><![CDATA[A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba mandou a júri popular um homem que confessou o assassinato da mulher e depois negou. O caso ocorreu em São José do Bonfim, no Sertão, e o julgamento vai ocorrer na Comarca de Patos. Os nomes não foram revelados. Ele foi pronunciado como incurso no crime [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba mandou a júri popular um homem que confessou o assassinato da mulher e depois negou. O caso ocorreu em São José do Bonfim, no Sertão, e o julgamento vai ocorrer na Comarca de Patos. Os nomes não foram revelados. Ele foi pronunciado como incurso no crime de homicídio, por motivo torpe e sem chance de defesa por parte da vítima, além de crime previsto no Estatuto do Desarmamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta nos autos que no dia 25 de outubro de 2019, o acusado matou a companheira. O motivo alegado pela acusação é que a motivação teria sido ciúmes e pela condição do sexo feminino. O acusado teria disparado contra a cabeça da mulher, que não teve chance de defesa. O crime teria ocorrido enquanto ela estava deitada. O processo traz a informação de que ele chegou a confessar o crime. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso apresentado perante a Câmara Criminal, no entanto, a defesa requereu a desclassificação do homicídio doloso para sua forma culposa, aduzindo que &#8220;jamais teve a intenção ou motivo para ceifar a vida de sua companheira, pois a amava e nunca a agrediu ou ameçou&#8221;. Foi alegado também que os fatos ocorreram &#8220;num momento de uma ação inesperada da vítima; que o recorrente não usou a devida cautela e tomou o revólver da mesma e a afastou de perto, não observando que o gatilho estava armado, culminando por disparar, acidentalmente, contra sua amada, que, infelizmente, chegou a óbito&#8221;. Pugnou, ainda, pela  absolvição do artigo 12 da Lei nº 10.826/03 (posse de arma de fogo) ou, ainda, pela impronúncia quanto ao crime de homicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatoria do processo foi do desembargador Carlos Beltrão. Segundo ele, no tocante à autoria delitiva, há, nos autos, fortes indícios do recorrente ser autor do fato delitivo, notadamente, pelos depoimentos constantes no caderno processual e pela própria confissão, apesar da versão divergente. &#8220;Nesse sentido, a decisão atacada cumpriu com seus parâmetros técnicos para sua elaboração, preenchendo corretamente as diretrizes exigidas no artigo 413 do CPP, não havendo que se falar em desclassificação ou impronúncia&#8221;, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já quanto a absolvição com relação ao artigo 12 da Lei nº 10.826/03, justificando que &#8220;não reside nem frequentou o referido imóvel, desconhecendo as armas apreendidas, não sendo as mesmas de sua propriedade&#8221;, o relator entendeu que o pedido deve ser rejeitado. &#8220;Considerando a apreensão de armas pela polícia, na casa onde o crime aconteceu, o delito de posse irregular de arma de fogo subsiste&#8221;. Ainda cabe recurso. </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
