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	<title>fabrícia &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Após ludibriar investidores, Toinho da Braiscompany convence Justiça argentina a deixá-lo ir para casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2024 17:09:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[antônio neto]]></category>
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					<description><![CDATA[Meu pai dizia que todo dia sai um besta e um sabido de casa e quando eles se encontram, dá negócio. É mais ou menos isso o que aconteceu com o empresário Antônio Inácio da Silva Neto, o Toinho da Braiscompany. Depois de enganar centenas de investidores em um golpe que pode ter rendido R$ [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Meu pai dizia que todo dia sai um besta e um sabido de casa e quando eles se encontram, dá negócio. É mais ou menos isso o que aconteceu com o empresário Antônio Inácio da Silva Neto, o Toinho da Braiscompany. Depois de enganar centenas de investidores em um golpe que pode ter rendido R$ 2 bilhões, ele convenceu a Justiça da Argenina, país onde está preso, que deveria cumprir prisão domiciliar. E olha o incrível: ele conseguiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Neto foi preso no início de março deste ano, no país vizinho. Ele era procurado pela Interpol desde o ano passado, após fugir do Brasil para não encarar o xilindró. Para deixar a prisão, Toinho usou argumento parecido com o que foi utilizado pela mulher dele, Fabrícia Farias, para a mudança de regime logo depois de ser presa junto com o marido. Ela precisava cuidar dos filhos menores que foram levados com eles para o país irmão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se Fabrícia alegou que precisava cuidar dos filhos menores, Toinho alegou a necessidade de cuidar dos filhos menores e de Fabrícia, que estaria sofrendo com hipertensão e estresse. Nada que os clientes da Braiscompany não entendam do que se trata, já que viram suas economias escorrerem pelo ralo com o investimento de risco em criptoativos e lucros exorbitantes de fachada prometidos pela empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, Antônio Neto não poderá se ausentar da região, até que o processo de extradição para o Brasil seja concluído. O casal foi condenado, em primeira instância, a 149 anos de prisão.</p>



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		<title>Braiscompany: prisão do casal Ais pela Interpol revela Argentina como rota principal de fuga do grupo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/braiscompany-prisao-do-casal-ais-pela-interpol-revela-argentina-como-rota-principal-de-fuga-do-grupo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 10:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Argentina foi transformada no &#8220;paraíso&#8221; dos condenados no esquema da Braiscompany por golpes contra investidores do mercado de criptoativos. Os últimos presos no país vizinho foram os sócios da empresa, Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias. O casal, que usava profissionalmente o sobrenome &#8220;Ais&#8221;, foi detido no condomínio Haras Santa María, de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Argentina foi transformada no &#8220;paraíso&#8221; dos condenados no esquema da Braiscompany por golpes contra investidores do mercado de criptoativos. Os últimos presos no país vizinho foram os sócios da empresa, Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias. O casal, que usava profissionalmente o sobrenome &#8220;Ais&#8221;, foi detido no condomínio Haras Santa María, de Escobar, município da província de Buenos Aires. Antes, já haviam morado em Palermo, La Plata, e em Nordelta. Depois de presos, os dois foram levados ao juiz Daniel Rafecas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Neto apresentava aparência bem diferente da que tinha antes de fugir do país. Ele levava uma vida &#8220;normal&#8221;, frequentando academia e fazendo compras no comércio local. No país vizinho, usava o nome falso de João Felipe Costa. O &#8220;casal Braiscompany&#8221; já foi condenado pela Justiça. Antônio Inácio da Silva Neto pegou uma pena de 88 anos e 7 meses de prisão, e Fabrícia Farias, 61 anos e 11 meses. Também foram condenados outros 9 réus. O montante a ser reparado é de R$ 277 milhões em danos patrimoniais e R$ 100 milhões em dano coletivo. A data da extradição ainda não foi divulgada. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando ela acontecer, será o segundo caso de preso relacionado ao crime extraditado da Argentina para o Brasil. No dia 1º de fevereiro, foi trazido ao Brasil um dos empregados da empresa Braiscompany. O nome, na época, não foi revelado pela Polícia Federal. Ele foi levado direto para o presídio do Serrotão, em Campina Grande, cidade onde ficava a sede da empresa de criptoativos na Paraíba. O esquema pode ter causado um prejuízo de R$ 600 milhões. Mas os três não foram os únicos a escolher a Argentina como destino. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O caminho foi trilhado por outros três envolvidos no esquema. Só que, no caso deles, o grupo não conseguiu chegar no país vizinho. Foram os casos de  Victor Hugo, Sabrina Mikaelly e Arthur Barbosa. Eles foram presos em junho do ano passado, em Foz do Iguaçu-PR, quando tentavam acessar a Argentina. Todos foram condenados pela Justiça. Entre os crimes citados na sentença do juiz da 4ª Vara Federal em Campina Grande Vinícius Costa Vidor, estão operar instituição financeira sem autorização, gestão fraudulenta, apropriação e lavagem de capitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Braiscompany foi alvo de uma operação da Polícia Federal no dia 16 de fevereiro de 2023, que teve como objetivo combater crimes contra o sistema financeiro e o mercado de capitais. As ações da PF aconteceram na sede da empresa do &#8216;casal Braiscompany&#8217; e em um condomínio fechado, em Campina Grande, e em João Pessoa e em São Paulo. A operação foi nomeada de Halving.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa, idealizada pelo casal Antônio Ais e Fabrícia Ais, era especializada em gestão de ativos digitais e soluções em tecnologia blockchain. Os investidores convertiam seu dinheiro em ativos digitais, que eram “alugados” para a companhia e ficavam sob a gestão dela pelo período de um ano. Os rendimentos dos clientes representavam o pagamento pela locação dessas criptomoedas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira as penas penas impostas pela Justiça contra os suspeitos do esquema:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Inácio da Silva Neto – 88 anos e 7 meses<br>Fabrícia Farias – 61 anos e 11 meses<br>Mizael Moreira da Silva – 19 anos e 6 meses<br>Sabrina Mikaelle Lacerda Lima – 26 anos<br>Arthur Barbosa da Silva – 5 anos e 11 meses<br>Flávia Farias Campos – 10 anos e 6 meses<br>Fernanda Farias Campos – 8 anos e 9 meses<br>Clélio Fernando Cabral do Ó – 19 anos<br>Gesana Rayane Silva – 14 anos e 6 meses<br>Deyverson Rocha Serafim – 5 anos<br>Felipe Guilherme de Souza &#8211; 18 anos</p>



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		<title>Foragidos, donos da Braiscompany são condenados à prisão e terão que devolver R$ 377 milhões</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/foragidos-donos-da-braiscompany-sao-condenados-a-prisao-e-terao-que-devolver-r-377-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2024 15:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[antônio Ais]]></category>
		<category><![CDATA[braiscompany]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[fabrícia]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[Os donos da empresa de criptoativos Braiscompany foram condenados à prisão e terão que ressarcir as vítimas em R$ 377 milhões. As penas foram arbitradas pelo juiz Vinícius Costa Vidor, da 4ª Vara Federal em Campina Grande. As maiores penas foram impostas contra os sócios da empresa, o casal Antônio Inácio da Silva Neto (88 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os donos da empresa de criptoativos Braiscompany foram condenados à prisão e terão que ressarcir as vítimas em R$ 377 milhões. As penas foram arbitradas pelo juiz Vinícius Costa Vidor, da 4ª Vara Federal em Campina Grande. As maiores penas foram impostas contra os sócios da empresa, o casal Antônio Inácio da Silva Neto (88 anos e 7 meses) e Fabrícia Farias (61 anos e 11 meses). Oito outras pessoas também foram condenadas, mas com penas mais brandas que a do casal que comandava o esquema de pirâmide financeira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado determinou, também, que haja o ressarcimento de R$ 277 milhões em danos patrimoniais e R$ 100 milhões em dano coletivo. O casal está foragido desde 16 de fevereiro de 2023, quando foi realizada a primeira fase da Operação Halving da Polícia Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira as penas impostas pela Justiça Federal:</p>



<p class="wp-block-paragraph">ANTÔNIO INÁCIO DA SILVA NETO – 88 anos e 7 meses<br>FABRÍCIA FARIAS – 61 anos e 11 meses<br>MIZAEL MOREIRA DA SILVA – 19 anos e 6 meses<br>SABRINA MIKAELLE LACERDA LIMA – 26 anos<br>ARTHUR BARBOSA DA SILVA – 5 anos e 11 meses<br>FLÁVIA FARIAS CAMPOS – 10 anos e 6 meses<br>FERNANDA FARIAS CAMPOS – 8 anos e 9 meses<br>CLÉLIO FERNANDO CABRAL DO Ó – 19 anos<br>GESANA RAYANE SILVA – 14 anos e 6 meses<br>DEYVERSON ROCHA SERAFIM – 5 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Braiscompany é investigada pela Polícia Federal por causa de denúncias de que ela funcionava como meio para lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro. Ao todo, 13 pessoas foram denunciadas pelos crimes. Uma estimativa dos prejuízos para os clientes da empresa de criptoativos, publicada pelo jornal O Globo, ano passado, mostra que as perdas causadas podem chegar a R$ 600 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a íntegra da decisão</p>



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