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	<title>etanol &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Diário Oficial da Paraíba publica decreto que reduz ICMS cobrado sobre o etanol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 11:08:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Diário Oficial do Estado (DOE) publicou na edição desta sexta-feira (22) um decreto assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) que reduz de 18% para 15,33% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o etanol. A medida, já em vigor desde o dia 15, fará com que o valor do [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Diário Oficial do Estado (DOE) publicou na edição desta sexta-feira (22) um decreto assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) que reduz de 18% para 15,33% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o etanol. A medida, já em vigor desde o dia 15, fará com que o valor do imposto cobrado caia de R$ 0,93 para R$ 0,79, no litro, totalizando R$ 0,14 de diferença no valor final do combustível. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="957" height="707" src="http://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2022/07/34221f80b563b68ce232ae12cc604f19.jpg" alt="" class="wp-image-7437"/><figcaption class="wp-element-caption">Imagem/Reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A medida segue o que foi determinado na Lei Complementar Federal nº 194 de 23 de junho de 2022. De acordo com o dito pelo secretário da Fazenda Estadual, Marialvo Laureano, em entrevista recente, a iniciativa vai preservar a indústria sucroalcooleira da Paraíba, responsável pela geração de muitos empregos. Sem o diferencial na cobrança do imposto, ele perde a competitividade em relação à gasolina, que teve uma redução maior na cobrança do ICMS, saindo de 29% para 18%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em João Pessoa, conforme a última pesquisa feita pelo Procon municipal, na quinta-feira (21), o preço médio da gasolina ficou em R$ 5,75. Já o etanol também teve redução, com o menor preço baixando R$ 0,47, saindo de R$ 5,290 para R$ 4,820, e com o maior caindo R$ 0,27, saindo de R$ 5,990 para R$ 5,720.</p>



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		<title>Estado regulamenta venda de etanol das usinas para os postos, mas economia para cliente poderá ser zero. Entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 11:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo da Paraíba publicou, nesta quarta-feira (6), no Diário Oficial do Estado, o Decreto 41.663/2021 que permite a eliminação das distribuidoras no processo de venda do etanol das usinas para os postos de combustíveis. Na prática, você tira o intermediário da cadeia de consumo, o que, em tese, traria economia para o consumidor. Mas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo da Paraíba publicou, nesta quarta-feira (6), no Diário Oficial do Estado, o Decreto 41.663/2021 que permite a eliminação das distribuidoras no processo de venda do etanol das usinas para os postos de combustíveis. Na prática, você tira o intermediário da cadeia de consumo, o que, em tese, traria economia para o consumidor. Mas só em tese. Em contato com o blog, o presidente do Sindalcool-PB, Edmundo Barbosa, acha prematuro falar em queda do valor nas bombas. Entre os argumentos, ele cita baixo preço do produto nas usinas e falta de cana-de-açúcar para elevar a fabricação do álcool. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do governo do Estado regulamenta as medidas provisórias 1.063 e 1069 do Governo Federal, publicadas em agosto e setembro deste ano. Com a nova legislação, as usinas poderão comercializar o etanol combustível diretamente com os postos revendedores, excluindo um elo da cadeia, que são as distribuidoras. Anteriormente, a revenda do EHC aos postos era de responsabilidade exclusiva das distribuidoras. O decreto estadual torna as usinas substitutas tributárias, sendo, agora, também, as responsáveis, em caso de comercialização para os postos de combustíveis, de recolher o tributo do ICMS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A eliminação do intermediário era um antigo pleito do setor responsável pela produção do álcool combustível. A promessa era que, com isso, o produto poderia chegar mais em conta para o consumidor. Afinal, as distribuidoras ficavam com uma parcela considerável do dinheiro arrecadado na cadeia produtiva. Edmundo evita fechar questão, mas acredita que o desconto na bomba não deve superar alguns centavos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Pode haver sim (redução) de centavos. Difícil porque as margens são muito estreitas. Quando você vê alguém vendendo mais muito baixo pode sugerir guerra entre postos e ou distribuidoras (mais difícil). Nesse mercado com 23% de ICMS no etanol e com o preço referência de arrecadação muito mais alto que o mercado, esse preço de referência acaba servindo para balizar os revendedores, puxando o preço para cima. Ao mesmo tempo, cai o preço nas usinas e há uma longa demora para haver reflexo aos consumidores&#8221;, disse Edmundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dirigente alega que o etanol representa 5% da arrecadação de impostos do Estado e que as empresas paraibanas primam pela qualidade do que chega às bombas. Garantiu ainda que nenhum caminhão sai das usinas sem o registro de conformidade, de qualidade do combustível. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à alta tributação, o governo do Estado alega que mantém as alíquotas de todos os combustíveis inalteradas há quase seis anos. O Etanol Hidratado Combustível, por exemplo, sofreu a última alteração em janeiro de 2016, quando a alíquota foi reduzida de 25% para 23%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base no texto do decreto, as usinas produtoras com domicílio em outras unidades da Federação, quando realizarem operações para o Estado da Paraíba com Etanol Hidratado Combustível, deverão ser inscritas no Cadastro de Contribuintes do ICMS do Estado da Paraíba como sujeitos passivos por Substituição Tributária (ST). Já na hipótese do imposto não ter sido recolhido pelo estabelecimento remetente, o recolhimento será realizado pelo adquirente, por ocasião da passagem da mercadoria pelo posto fiscal de fronteira ou na primeira repartição fiscal do percurso do Estado da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já, na falta da inscrição, o remetente do Etanol Hidratado Combustível, por ocasião da saída do produto de seu estabelecimento, deverá recolher, por meio de Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE), o imposto devido nas operações subsequentes em favor do Estado da Paraíba, devendo a via específica da GNRE acompanhar o seu transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A base de cálculo do imposto para fins de Substituição Tributária será o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) estabelecido para o Estado da Paraíba, constante de Ato COTEPE publicado no Diário Oficial da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Bolsonaro assina MP que permite a venda do etanol sem passar pelas distribuidoras</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/bolsonaro-assina-mp-que-permite-a-venda-do-etanol-sem-passar-pelas-distribuidoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2021 19:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[alcool]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira (11), em cerimônia no Palácio do Planalto, medida provisória (MP) que autoriza a venda de etanol por produtores ou importadores diretamente aos postos de combustíveis. O ato dispensa a intermediação de empresas distribuidoras, que era obrigatória e passa a ser facultativa, incentivando novos arranjos de negócios. A MP, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira (11), em cerimônia no Palácio do Planalto, medida provisória (MP) que autoriza a venda de etanol por produtores ou importadores diretamente aos postos de combustíveis. O ato dispensa a intermediação de empresas distribuidoras, que era obrigatória e passa a ser facultativa, incentivando novos arranjos de negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A MP, que trata de aspectos regulatórios e tributários da comercialização de etanol, também flexibiliza a fidelidade à bandeira, ou seja, permite que postos que exibem determinada marca comercial revendam combustíveis de outros distribuidores. Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), o novo modelo de revenda é facultativo, e os contratos em vigor devem ser respeitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que o consumidor precisa ser devidamente informado sobre os diferentes produtos e serviços oferecidos pelos postos. “Hoje, estamos avançando no aprimoramento do mercado de combustíveis e, com os ministérios da Economia e da Agricultura, demos um passo importante em benefício do consumidor”, afirmou o ministro durante a cerimônia de assinatura da MP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do governo é propiciar mais eficiência logística para o setor. De acordo com o MME, a medida está alinhada aos princípios da política energética nacional e promove a abertura do mercado e o aumento da concorrência, com potencial redução dos preços dos combustíveis, trazendo benefícios importantes para o consumidor final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Albuquerque acrescentou que o Brasil conta com mais de 120 mil agentes, entre refinarias de petróleo, usinas de etanol, produtores de biocombustíveis, importadores, distribuidores e revendedores varejistas, atundo no mercado de combustíveis. Com a efetiva abertura do setor, o governo espera, a partir de 2022, até oito novos agentes no segmento de refino de petróleo, “competindo entre si, com a Petrobras e com importadores, fornecendo produtos para distribuidores e revendedores, impactando na dinâmica de todas as etapas da comercialização”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, o governo vai trabalhar com o Congresso Nacional para aprimorar o arcabouço regulatório do setor, “visando criar as condições necessárias para desejados investimentos em infraestrutura no setor”, explicou o ministro. Para ser transformada em lei, a MP precisa ser analisada e votada pelos parlamentares em até 120 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bento Albuquerque destacou ainda que o Brasil é o quarto maior mercado de combustíveis do mundo. Em 2020, foram comercializados no país 57 bilhões de litros de óleo diesel, 36 bilhões de litros de gasolina e 23 bilhões de litros de etanol hidratado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aspectos tributários<br>Em nota, a Presidência da República explicou que, para não haver renúncia de receitas, o texto da prevê que as alíquotas aplicáveis à venda direta de etanol serão aquelas decorrentes da soma das alíquotas atualmente previstas para o produtor ou importador com aquelas que seriam aplicáveis ao distribuidor, conforme a Lei 9.718/98.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A MP ainda retira a desoneração tributária na venda de álcool anidro importado adicionado à gasolina pelo distribuidor quando este for importador, hipótese em que não há tributação nessa adição pelas distribuidoras. “Tal proposição tem a finalidade de equalizar a incidência tributária entre o produto nacional e o produto importado”, diz a nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A MP entra em vigor no quarto mês após a publicação no Diário Oficial da União. Segundo a Presidência, o prazo visa propiciar aos estados tempo suficiente para adequação à mudança proposta para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual. O prazo também atende ao princípio da anterioridade nonagesimal, que determina que o Fisco só pode exigir um tributo instituído ou aumentado após 90 dias da data em que foi publicada a lei que os instituiu ou aumentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está em tramitação na Câmara dos Deputados, pronto para ser votado em plenário, o Projeto de Lei Complementar 11/20, que prevê a apuração do ICMS a partir de um valor fixo, definido em lei estadual. Hoje, o ICMS é cobrado com base em um percentual que acompanha o preço dos combustíveis na bomba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Bento Albuquerque disse que considera importante que haja essa isonomia na aplicação das tributações federal e estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Da Agência Brasil</p>



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