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	<title>enfrentar &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Governo antecipa três feriados e cria ‘feriadão’ de quase dez dias na Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2021 02:21:13 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo do Estado inseriu na estratégia de enfrentamento da Covid-19 um feriadão de quase dez dias. A ideia, com isso, é forçar a população a ficar em casa e reduzir o impacto da pandemia do novo Coronavírus. Ao todo, três feriados estão sendo antecipados (Tiradentes, Corpus Christi e da fundação da Paraíba). Houve ainda a instituição de um feriado previsto para o dia 29 deste mês, de forma excepcional. Uma Medida Provisória com as regras será publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (25). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo desenho divulgado pelo governo do Estado, o feriadão terá início neste sábado (27), segue no domingo (28). O dia 29, a segunda-feira, excepcionalmente, será feriado. Para a terça-feira (30), será antecipado o feriado de 21 de abril (Tiradentes). Para a quarta-feira (31), foi antecipado o de 3 de junho (Corpus Christi). Para a quinta-feira (1º), o 5 de agosto (fundação da Paraíba). Então, chegaremos à sexta-feira (2), com a Sexta-feira da Paixão. A sequência será o fim de semana, com o sábado (3) e o domingo (4). São nove dias. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1982" height="1296" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/03/d90d6dfa638ca2b0bebfcf5fd7817eba.jpeg" alt="" class="wp-image-797"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa do governador João Azevêdo (Cidadania), dita em entrevista, é que a partir do dia 5 de abril o Estado tenha como voltar a liberar a atividade econômica. Durante todo este período de “feriado”, as escolas estarão fechadas, bem como grande parte dos estabelecimentos comerciais. A ideia, com isso, é criar as condições para se evitar o colapso no sistema de saúde no Estado. Em todo o estado, 80% dos leitos de UTI estão ocupados. Na Grande João Pessoa, a ocupação é 90%; em Campina Grande, 74%,; e no Sertão, 92%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Paraíba tem 249.606 casos de Covid-19 confirmados e 5.354 mortes. No texto enviado ao Poder Legislativo, o Executivo estadual observou que, apesar das medidas mais restritivas adotadas desde o dia 23 de fevereiro e da ampliação significativa de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de enfermaria, o atual cenário pandêmico exige a adoção de ações para permitir o isolamento e o distanciamento social, que são mecanismos mundialmente adotados pela eficiência no combate à propagação da Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mensagem também aponta o crescimento abrupto e sustentado da demanda por leitos de internação hospitalar para Covid-19, evidenciado pela manutenção da ocupação hospitalar média dos leitos de terapia intensiva de adultos na Paraíba acima de 85% durante o mês de março e a intensa elevação do número de internações diárias, variando de 24 internações em média ao dia no mês de janeiro até 81 internações em média ao dia em março, sendo que nos dias 21, 22 e 23 deste mês houve, respectivamente, 97, 98 e 103 internações ao dia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A MP alega ainda a aceleração do crescimento do número de óbitos pelo novo vírus na Paraíba, demonstrada pela redução dos intervalos de tempo necessários para a ocorrência de mil novos óbitos, sendo de 100 dias entre 3.000 e 4.000 óbitos acumulados e de 50 dias entre 4.000 e 5.000 óbitos acumulados, gerando projeções atuais do alcance de 6.000 óbitos em intervalo de tempo ainda menor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o Governo do Estado pontuou a crescente demanda por consumo de oxigênio medicinal em todo o país e a escassa disponibilidade nacional e o intenso e contínuo crescimento de consumo dos medicamentos dedicados aos procedimentos de suporte ventilatório como sedativos, bloqueadores neuromusculares e drogas vasoativas, condição de extremo risco à segurança e efetividade dos cuidados necessários aos pacientes moderados e graves da Covid-19.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A antecipação dos feriados não se aplica às unidades de saúde, segurança pública, administração penitenciária, socioeducativa, assistência social e serviço funerário, além de outras atividades definidas como essenciais ou com funcionamento permitido por meio de decreto estadual.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A MP ainda atribui aos Poderes Executivos estadual e aos municipais, de forma suplementar, estabelecerem as regras e proibições de funcionamento no período dos feriados.</p>
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		<title>Covid-19: ministro paraibano busca apoio de secretários para “união nacional”</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/covid-19-ministro-paraibano-busca-apoio-de-secretarios-para-uniao-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 15:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[O telefone do secretário estadual de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, tocou na manhã desta quarta-feira (17). Do outro lado da linha estava o novo ministro da Saúde, o cardiologista paraibano Marcelo Queiroga. O tom da conversa foi o de busca de apoio para a construção de uma “união nacional” para o enfrentamento da situação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O telefone do secretário estadual de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, tocou na manhã desta quarta-feira (17). Do outro lado da linha estava o novo ministro da Saúde, o cardiologista paraibano Marcelo Queiroga. O tom da conversa foi o de busca de apoio para a construção de uma “união nacional” para o enfrentamento da situação dramática vivida no país com o avanço da Covid-19. O número de mortos no país chegou a 284.400 nesta terça-feira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo ministro chega ao governo para substituir o malsucedido general Eduardo Pazuello. Além de Geraldo Medeiros, ele ligou para os secretários de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, da Bahia, Fábio Villas Boas, e do Rio de Janeiro. Conversou também com o governador do Piauí, Wellington Dias (PT-PI), que representa o fórum dos governadores. À colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo, ele disse que nada será resolvido sem diálogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nada será resolvido na base do cacete. Vamos resolver na base do diálogo&#8221;, disse o ministro. O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que deve tomar posse na quinta (18), afirma que pretende chamar secretários estaduais e municipais e articular um movimento de &#8220;união nacional&#8221; para superar a situação dramática que o país atravessa por causa da epidemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele chega ao cargo com discurso convergente com o do presidente Jair Bolsonaro, mas com uma leve derivação discursiva que dialoga com o que vem sendo pregado pelos governadores. O tema da convergência não poderia ser outro: a necessidade da compra de vacinas. O secretário paraibano disse esperar que o cronograma de chegada de imunizantes seja cumprido e que até junho seja vacinado o grupo prioritário, que é aquele com mais de 60 anos e comorbidades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Geraldo também defende que haja união. “Qualquer digressão neste momento é maléfica”, reforça Medeiros, dizendo que tem amizade com Marcelo Queiroga anterior à chegada dele ao cargo. “Todos temos que ajudar o ministro e o presidente e todos nós, entes federados, queremos ajudar do país a sair dessa tragédia“, acrescentou.&nbsp;Ele espera que, agora, haja um fluxo sustentável na chegada das vacinas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Medeiros admite que a coisa poderá piorar muito ainda caso a população não se conscientize dos riscos de sair de casa. A Paraíba já superou a casa dos 5 mil mortos por causa da pandemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação do presidente Jair Bolsonaro com os governadores, em relação à pandemia, não tem sido fácil. Queiroga afirma que, para que a articulação nacional que planeja dê certo, ele precisa de &#8220;uma certa trégua&#8221;. &#8220;Nós sabemos como estão as relações. Precisamos dar um &#8216;reset&#8217; [reiniciar]&#8221;, diz.</p>
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