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	<title>emergência &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Governador decreta situação de emergência em 32 cidades atingidas por temporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 03:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador Lucas Ribeiro (PP) decretou situação de emergência em 32 cidades afetadas pelos temporais registrados no feriadão (1º e 2 deste mês). O documento foi publicano em edição extra do Diário Oficial do Estado, neste domingo (3). Ao todo, 37,4 mil pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas. Delas, 2,4 mil estão desalojadas e o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador Lucas Ribeiro (PP) decretou situação de emergência em 32 cidades afetadas pelos temporais registrados no feriadão (1º e 2 deste mês). O documento foi publicano em edição extra do Diário Oficial do Estado, neste domingo (3). Ao todo, 37,4 mil pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas. Delas, 2,4 mil estão desalojadas e o número de desabrigados chega a 895.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto permite, entre outras coisas, que sejam abertas linhas de crédito para o atendimento das pessoas afetadas pelas chuvas, bem como a suspensão de licitações, quando elas tenham a ver com a assistência aos desabrigados. De acordo com o relatório do Corpo de Bombeiros, 349 pessoas foram resgatadas diretamente de áreas de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As chuvas mobilizaram os prefeitos das cidades metropolitanas, em ações para o atendimento à população. Em João Pessoa, Leo Bezerra (PSB) disponibilizou salas de aulas em escolas para o atendimento às pessoas desalojadas por causa das fortes chuvas registradas na sexta-feira (1º) e no sábado (2).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a relação das cidades relacionadas no Decreto de Situação de Emergência</p>



<p class="wp-block-paragraph">1.        Alagoa Grande;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2.        Alhandra;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3.        Areia;</p>



<p class="wp-block-paragraph">4.        Bayeux;</p>



<p class="wp-block-paragraph">5.        Caaporã;</p>



<p class="wp-block-paragraph">6.        Conde;</p>



<p class="wp-block-paragraph">7.        Cruz do Espírito Santo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">8.        Gurinhém;</p>



<p class="wp-block-paragraph">9.        Ingá;</p>



<p class="wp-block-paragraph">10.  Itabaiana;</p>



<p class="wp-block-paragraph">11.  Itatuba;</p>



<p class="wp-block-paragraph">12.  João Pessoa;</p>



<p class="wp-block-paragraph">13.  Juripiranga;</p>



<p class="wp-block-paragraph">14.  Mogeiro;</p>



<p class="wp-block-paragraph">15.  Pedras de Fogo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">16.  Pilar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">17.  Pilões;</p>



<p class="wp-block-paragraph">18.  Pitimbu;</p>



<p class="wp-block-paragraph">19.  Riachão do Bacamarte;</p>



<p class="wp-block-paragraph">20.  Rio Tinto;</p>



<p class="wp-block-paragraph">21.  Lagoa Seca;</p>



<p class="wp-block-paragraph">22.  Serra Redonda;</p>



<p class="wp-block-paragraph">23.  Serraria;</p>



<p class="wp-block-paragraph">24.  Massaranduba;</p>



<p class="wp-block-paragraph">25.  Mogeiro;</p>



<p class="wp-block-paragraph">26.  Mulungu;</p>



<p class="wp-block-paragraph">27.  Natuba;</p>



<p class="wp-block-paragraph">28.  Santa Rita;</p>



<p class="wp-block-paragraph">29.  Salgado de São Félix;</p>



<p class="wp-block-paragraph">30.  São José dos Ramos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">31.  São Sebastião de Lagoa de Roça;</p>



<p class="wp-block-paragraph">32.  Sapé.</p>



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		<title>Pós-pandemia: Paraíba declara emergência em saúde por aumento dos casos graves de influenza</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pos-pandemia-paraiba-declara-emergencia-em-saude-por-aumento-dos-casos-graves-de-influenza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 10:48:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[Um decreto assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) e publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (16) declara situação de emergência em saúde na Paraíba por um período de 90 dias. A ação é justificada como importante &#8220;pela necessidade de adoção de medidas urgentes voltadas à prevenção e controle da SRAG (Síndrome Respiratória [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um decreto assinado pelo governador João Azevêdo (PSB) e publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (16) declara situação de emergência em saúde na Paraíba por um período de 90 dias. A ação é justificada como importante &#8220;pela necessidade de adoção de medidas urgentes voltadas à prevenção e controle da SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), bem como de ampliação da rede de atenção à saúde infantil&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida autoriza autoriza a adoção de todas as medidas administrativas necessárias ao atendimento da situação emergencial, observada a legislação em vigor. As síndromes respiratórias referidas no decreto são as decorrentes do agravamento dos casos pelo vírus influenza. A decisão ocorre no momento em que tradicionalmente aumentam os internamentos de crianças nos hospitais por causas respiratórias. Os dados estatísticos que motivaram a medida ainda não foram divulgados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto determina ainda que &#8220;as ações e os serviços públicos de saúde voltados à contenção da emergência serão articulados pela Secretaria de Estado da Saúde, a qual caberá instituir diretrizes gerais para a execução das medidas necessárias, podendo, para tanto, expedir normas complementares, a partir dados e análise situacional do agravo que são monitorados na sala situação e taxa de ocupação hospitalar (leitos pediátricos)&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas comuns das SRAGs são febre; tosse seca; dificuldade para respirar; dor de cabeça; calafrios e tremores, e dores no corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Governo da Paraíba realiza o “Dia D de Vacinação contra Influenza (gripe)”, em todo o Estado no próximo sábado (18). O objetivo é ampliar a oferta da vacina da influenza, e melhorar as coberturas nos 223 municípios. A Paraíba está com 36,91% do público vacinado contra a gripe e aparece em 2° lugar no país (Rio Grande do Sul &#8211; em primeiro, com 37,33%) e 1° do Nordeste. No entanto, ainda está muito longe de atingir a meta de cobertura que é de 90%. Este será o segundo Dia D da campanha. O primeiro aconteceu no último dia 13 de abril. As ações estão dentro da “26ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza” que vem sendo realizada em todo Estado, no período de 18 de março até o próximo dia 31 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chefe do Núcleo de Imunização da SES, Márcia Mayara, lembra que a vacina da Influenza foi ampliada para toda a população não vacinada, a partir dos seis meses, embora haja uma atenção maior para crianças e idosos. “A SES reforça que os municípios devem continuar intensificando e priorizando crianças de seis meses a cinco anos e 11 meses e idosos, pois, quando fazemos uma avaliação epidemiológica, constatamos que o maior número de hospitalização por influenza A acontece nestes dois públicos prioritários”, disse.</p>



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		<title>Saiba o que deve mudar nas gestões federal, estaduais e municipais com o fim da &#8220;emergência sanitária nacional&#8221;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/saiba-o-que-deve-mudar-nas-gestoes-federal-estaduais-e-municipais-com-o-fim-da-emergencia-sanitaria-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 00:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[emergência]]></category>
		<category><![CDATA[sanitária]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro paraibano Marcelo Queiroga (Saúde) anunciou neste domingo (17) o fim do estado de &#8220;emergência sanitária nacional&#8221; para o enfrentamento da Covid-19. O status foi instaurado em fevereiro de 2020. A decisão não significa o fim da pandemia, segundo o admitido pelo auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (PL) durante pronunciamento, mas a revogação das [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro paraibano Marcelo Queiroga (Saúde) anunciou neste domingo (17) o fim do estado de &#8220;emergência sanitária nacional&#8221; para o enfrentamento da Covid-19. O status foi instaurado em fevereiro de 2020. A decisão não significa o fim da pandemia, segundo o admitido pelo auxiliar do presidente Jair Bolsonaro (PL) durante pronunciamento, mas a revogação das medidas impostas no início da pandemia. A decisão conta com a oposição da Organização Mundial da Saúde (OMS) e terá impacto profundo sobre iniciativas que vinham sendo adotadas pelo governo federal, estados e municípios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da abrangência do ato que será editado nos próximos dias, mais de 100 normas admitidas atualmente podem ser colocadas por terra. Elas permitiram, por exemplo, que o governo federal e os governos estaduais e municipais adotassem iniciativas como o uso obrigatório de máscaras e a autorização emergencial para vacinas. A medida diminuiu a burocracia para contratações temporárias de profissionais de saúde, aquisição de bens e contratação de serviços. As licitações para estes fins, por exemplo, deixaram de ser obrigatórias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado de &#8220;Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional&#8221; é considerado o nível máximo de risco da doença no Brasil, e entrou em vigor em fevereiro de 2020, poucos dias depois de a OMS declarar emergência internacional de saúde pública. A OMS ainda não reavaliou a situação de emergência internacional. E não há um prazo para isso. Mas cada país pode decidir sobre a sua situação com base na situação epidemiológica de seu território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado de emergência também serviu como justificava para medidas extremas como isolamento, quarentena e a realização compulsória de exames médicos e vacinação. Além disso, as normativas autorizaram a aplicação de medicamentos e vacinas para uso emergencial e a possibilidade de restrição da entrada e saída do país. A amplitude do que será revogado, no entanto, ainda vai ser anunciado pelo Ministério da Saúde. </p>



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