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	<title>Edson fachin &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Fachin exclui coronel de grupo de fiscalização por divulgação de fake news sobre urnas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 15:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O coronel do Exército Ricardo Sant&#8217;Anna foi excluído do grupo de fiscalização do processo eleitoral criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele era um dos nove militares que integram o grupo. Um ofício foi encaminhado nesta segunda-feira (8) ao ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, pelos ministros Luiz Edson Fachin, presidente da Corte, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O coronel do Exército Ricardo Sant&#8217;Anna foi excluído do grupo de fiscalização do processo eleitoral criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele era um dos nove militares que integram o grupo. Um ofício foi encaminhado nesta segunda-feira (8) ao ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, pelos ministros Luiz Edson Fachin, presidente da Corte, e Alexandre de Moraes, vice-presidente. O motivo da exclusão é o fato de o militar ter divulgado, segundo o TSE, fake news sobre as urnas eletrônicas através das redes sociais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O blog procurou o Ministério da Defesa e aguardava resposta até a última atualização deste texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ofício é assinado pelo presidente do TSE, Luiz Edson Fachin, e pelo vice-presidente do tribunal, Alexandre de Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Conquanto partidos e agentes políticos tenham o direito de atuar como fiscais, a posição de avaliador da conformidade de sistemas e equipamentos não deve ser ocupada por aqueles que negam prima facie o sistema eleitoral brasileiro e circulam desinformação a seu respeito. Tais condutas, para além de sofrer reprimendas normativas, têm sido coibidas pelo TSE através de reiterados precedentes jurisprudenciais&#8221;, diz trecho do ofício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A elevada função de fiscalização do processo eleitoral há que ser exercida por aqueles que funcionam como terceiros capazes de gozar de confiança da Corte e da sociedade, mostrando-se publicamente imbuídos dos nobres propósitos de aperfeiçoamento do sistema eleitoral e de fortalecimento da democracia&#8221;, diz o documento divulgado pelo jornalista Valdo Cruz, do G1. O ofício, então, comunica à Defesa a exclusão do coronel:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;À vista dos fatos narrados, serve o presente ofício para comunicar a vossa excelência o descredenciamento do coronel Ricardo Sant’Anna dos trabalhos de fiscalização, a partir desta data, rogando-se a esse ministério, caso entenda necessária nova designação, que substitua o aludido militar por técnico habilitado para as funções.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão representa a colocação de mais um tijolinho da construção do mal-estar que vem numa crescente na relação entre o TSE e o Ministério da Defesa. Chamado a participar do grupo, representantes das Forças Armadas têm externado suspeitas sobre a segurança do processo eleitoral, mas sem apresentar provas que justifiquem a desconfiança. As queixas estão em linha com acusações contantes do presidente Jair Bolsonaro (PL), pré-candidato à reeleição, mas também sem apresentar provas. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Supremo mantém no plenário análise sobre anulação das condenações de Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 23:12:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Edson fachin]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (14) que cabe ao plenário da Corte decidir sobre a anulação das condenações impostas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça federal do Paraná na Lava Jato. O placar final foi de 9 votos contra 2. Foram vencidos na votação Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (14) que cabe ao plenário da Corte decidir sobre a anulação das condenações impostas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça federal do Paraná na Lava Jato. O placar final foi de 9 votos contra 2. Foram vencidos na votação Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello. O entendimento deles era de que o caso deveria ser analisado na segunda turma e não no plenário, em consonância com o pedido da defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ministros votaram na sessão destinada a apreciar os recursos apresentados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pela defesa de Lula. Nos dois casos, os questionamentos eram dirigidos à decisão monocrática do ministro Edson Fachin, que anulou as condenações do ex-presidente. O relator dos recursos, por isso, apresentou somente a primeira parte do voto — sobre a possibilidade de o plenário analisar o tema em vez da Segunda Turma do STF, composta por cinco ministros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais questionamentos feitos pela PGR e pela defesa de Lula ainda devem ser tema do voto de Fachin e avaliados pelos demais ministros na continuidade do julgamento, nesta quinta-feira (15). O plenário analisa o julgamento da decisão do ministro Edson Fachin que anulou no mês passado todas as condenações proferidas contra o ex-presidente Lula pela Lava Jato em Curitiba. O magistrado não conseguiu concluir o voto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento do ministro Edson Fachin foi o de que os crimes apontados contra o ex-presidente não têm ligação direta com temas relacionados à Petrobras. Por conta disso, a Justiça Federal de Curitiba não deveria ser a responsável pelos casos. O ministro determinou que os processos sejam reiniciados pela Justiça Federal do Distrito Federal. A decisão foi proferida pelo magistrado antes de a segunda turma ter considerado o ex-juiz Sérgio Moro suspeito de parcialidade nos processos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de proferir parcialmente o voto, Fachin foi confrontado pelo ministro Ricardo Lewandowski, que questionou a afetação do recurso contra decisão monocrática do relator ao plenário. Ele alegou que o procedimento adotado pelo colega ocorreu unicamente pelo paciente ser o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entendimento dele, se o mesmo fosse feito em relação a todos os réus em processos, haveria superlotação do plenário.</p>
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