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	<title>desvio &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Supremo nega novo pedido de liberdade a padre Egídio, investigado por desvio de R$ 140 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 13:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[desvio]]></category>
		<category><![CDATA[padre egídio]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por unanimidade, mais um pedido de revogação da prisão preventiva do padre Egídio de Carvalho Neto. A decisão mantém o religioso preso no âmbito da Operação Indignus, que investiga o desvio de R$ 140 milhões em recursos públicos destinados a instituições filantrópicas da Arquidiocese da Paraíba. Os ministros Cristiano [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por unanimidade, mais um pedido de revogação da prisão preventiva do padre Egídio de Carvalho Neto. A decisão mantém o religioso preso no âmbito da Operação Indignus, que investiga o desvio de R$ 140 milhões em recursos públicos destinados a instituições filantrópicas da Arquidiocese da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Luiz Fux acompanharam o voto da relatora, ministra Cármen Lúcia. No despacho, ela ressaltou a gravidade das acusações e o comportamento dos investigados. “Denota-se a ousadia dos investigados e evidente destemor e indiferença à atividade estatal, dispondo indevidamente de recursos públicos que deveriam ter sido investidos no Instituto São José, no Hospital Padre Zé e na Ação Social Arquidiocesana (ASA)”, escreveu a ministra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Padre Egídio foi preso preventivamente em 17 de novembro de 2023, na segunda fase da Operação Indignus. Segundo o Ministério Público, ele seria o líder do esquema que desviou verbas públicas por meio de contratos fraudulentos e uso indevido de recursos para aquisição de bens pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril do ano passado, o religioso obteve prisão domiciliar após ser internado, mas desde então tenta responder ao processo em liberdade. A nova tentativa foi barrada pelo STF, que considerou necessário manter a prisão para garantir a ordem pública e o andamento das investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Beatriz Souto Maior</p>



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		<title>Ex-prefeito paraibano é condenado por improbidade e terá que devolver quase R$ 1 milhão ao erário</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ex-prefeito-paraibano-e-condenado-por-improbidade-e-tera-que-devolver-quase-r-1-milhao-ao-erario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 15:59:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[cacimba de areia]]></category>
		<category><![CDATA[desvio]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-prefeito de Cacimba de Areia (PB) Inácio Roberto de Lira Campos, conhecido como Betinho Campos, foi condenado pela Justiça Federal pela prática de improbidade administrativa. O caso foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) e resultou na condenação, também, do ex-secretário de Finanças Paulo Rodrigues de Lima por improbidade administrativa. Conforme a acusação, entre [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-prefeito de Cacimba de Areia (PB) Inácio Roberto de Lira Campos, conhecido como Betinho Campos, foi condenado pela Justiça Federal pela prática de improbidade administrativa. O caso foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) e resultou na condenação, também, do ex-secretário de Finanças Paulo Rodrigues de Lima por improbidade administrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a acusação, entre 2010 e 2011, os réus desviaram recursos públicos federais destinados à educação e à saúde com notas fiscais falsificadas. Localizada em região pobre do semiárido nordestino, a cidade apresentava à época um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os réus foram condenados por desviarem R$ 438 mil, com notas fiscais frias ou clonadas, e terão que ressarcir esse valor corrigido ao erário. Corrigido pelo IPCA, o montante se aproxima, atualmente, de R$ 1 milhão. Além disso, ambos terão que pagar multas, sendo que Betinho Campos foi multado em R$ 150 mil, enquanto Paulo Rodrigues de Lima em R$ 30 mil. O ex-prefeito ainda teve seus direitos políticos suspensos por dez anos e deve perder função pública eventualmente ocupada. O ex-secretário deve perder eventual função pública de mesma qualidade e natureza que detinha na época dos fatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença destacou a gravidade da infração cometida pelos gestores, que prejudicou a saúde, a educação e o saneamento básico da população de Cacimba de Areia. O juiz também ressaltou o modo de operação utilizado pelos réus, que empregavam notas frias ou clonadas, revelando “um nível de audácia exacerbado para infrações dessa natureza”. Da decisão ainda cabe recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Responsabilização</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça entendeu que Betinho Campos exercia a função de ordenador de despesas em Cacimba de Areia, sendo responsável por determinar a destinação dos recursos públicos. “Como visto, administrava o patrimônio público como se privado fosse e, por conseguinte, enriquecendo-se ilicitamente e causando prejuízo ao erário. Sua conduta foi, evidentemente, dolosa e se amolda ao já citado art. 9º, XI, da Lei n. 8.429/92”, registra a decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo Rodrigues, por sua vez, desempenhava o papel de secretário de Finanças da prefeitura na época, exercendo uma participação significativa nas irregularidades. A sentença destaca que, conforme sua própria admissão, ele efetuava pagamentos em dinheiro a indivíduos indicados pelo prefeito Betinho Campos, incluindo uma pessoa com quem o ex-prefeito mantinha relacionamento amoroso. O dolo decorre diretamente de sua conduta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Operação Dublê</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As apurações que embasaram a ação judicial tiveram origem na Operação Dublê, revelando um esquema de desvio de recursos públicos no município de Cacimba de Areia (PB). Esse esquema envolvia a acumulação de saldo de caixa, saques diretos no caixa e a utilização de notas fiscais falsas ou clonadas para justificar as despesas. (Com informações do MPF)</p>



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		<title>Justiça determina prisão do padre Egídio e mais duas ex-diretoras do Hospital Padre Zé</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-determina-prisao-do-padre-egidio-e-mais-duas-ex-diretoras-do-hospital-padre-ze/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 11:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[desvio]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[mandados]]></category>
		<category><![CDATA[padre egídio]]></category>
		<category><![CDATA[padre zé]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[recursos]]></category>
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					<description><![CDATA[O desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba, determinou, nesta sexta-feira (17), as prisões do padre Egídio de Carvalho Neto e das ex-funcionárias do Hospital Padre Zé, Jannyne Dantas (ex-diretora administrativa) e Amanda Duarte (ex-tesoureira). O pedido foi formulado em grau de recurso pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba, determinou, nesta sexta-feira (17), as prisões do padre Egídio de Carvalho Neto e das ex-funcionárias do Hospital Padre Zé, Jannyne Dantas (ex-diretora administrativa) e Amanda Duarte (ex-tesoureira). O pedido foi formulado em grau de recurso pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), após ser rejeitado pela 4ª Vara Criminal de João Pessoa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As buscas, nesta sexta, estão sendo feitas pelo Gaeco e pela Polícia Civil, que integram a Força-Tarefa criada para investigar supostos desvios de recursos do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana (ASA). As duas instituições eram comandadas até pouco tempo pelo padre Egídio. Os três com mandados de prisão em aberto foram alvos da “Operação Indignus”, desencadeada no mês passado justamente no curso da investigação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação mostrou um rastro de vida luxuosa deixado pelo Padre Egídio, com granja e apartamentos de alto padrão em nome dele. Na granja, de acordo com informações obtidas pelo blog, vinhos caríssimos dividiam espaço com obras sacras de grande valor e eletrodomésticos que simbolizam bom gosto e ostentação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A apuração, segundo o Gaeco, aponta para uma absoluta e completa confusão patrimonial entre os bens e valores de propriedade das referidas pessoas jurídicas com um dos investigados, com uma considerável relação de imóveis atribuídos, aparentemente sem forma lícita de custeio, quase todos de elevado padrão, adornados e reformados com produtos de excelentes marcas de valores agregados altos. As condutas indicam a prática, em princípio, dos delitos de organização criminosa, lavagem de capitais, peculato e falsificação de documentos públicos e privados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escândalo foi descoberto após denúncia do desaparecimento de celulares doados ao Hospital Padre Zé pela Receita Federal do Brasil. Os equipamentos seriam leiloados para que os recursos fossem revertidos para a manutenção da instituição de saúde. Um funcionário do hospital, chamado Samuel Rodrigues, chegou a ser preso, mas teve a detenção convertida no cumprimento de medidas cautelares. Ele até tentou fazer acordo de delação premiada, mas ela não foi aceita pelo Ministério Público.</p>



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		<title>Polícia Federal desencadeia operação contra desvio de recursos públicos na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/policia-federal-desencadeia-operacao-contra-desvio-de-recursos-publicos-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 14:12:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19), a Operação Falsa Imagem, com o objetivo de desarticular esquema criminoso de fraude a licitação, falsidade ideológica e desvio de recursos públicos praticados em procedimento administrativo celebrado por prefeitura do interior do estado, para realização de serviços emergenciais de exames de ultrassonografia. Foi cumprido um mandado de busca [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19), a Operação Falsa Imagem, com o objetivo de desarticular esquema criminoso de fraude a licitação, falsidade ideológica e desvio de recursos públicos praticados em procedimento administrativo celebrado por prefeitura do interior do estado, para realização de serviços emergenciais de exames de ultrassonografia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no estabelecimento envolvido na fraude com vistas a obter novos elementos de prova que corroborem os indícios já existentes. O contrato custou aos cofres públicos R$ 64 mil, com parcela dos recursos oriunda do Fundo Municipal de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A suspeita é de que tenha sido utilizada empresa existente somente no papel para simular a apresentação de propostas e justificar o contrato celebrado com a empresa vencedora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigados deverão responder pelos crimes de falsidade ideológica, fraude a licitação e desvio de recursos públicos, cujas penas máximas somadas ultrapassam 15 anos de reclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Operação da PF deflagrada nesta quarta &#8220;visita&#8221; velhos conhecidos nas investigações da Calvário</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-da-pf-deflagrada-nesta-quarta-visita-velhos-conhecidos-nas-investigacoes-da-calvario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 10:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[R$ 2 milhões]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal desencadeou nesta quarta-feira (8) a operação Terceira Estação. A ação apura a prática de crimes relacionados a suposta fraude na contratação, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro na aquisição de mobiliário escolar pela Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Ao todo, estão sendo cumpridos cinco mandados de busca [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal desencadeou nesta quarta-feira (8) a operação Terceira Estação. A ação apura a prática de crimes relacionados a suposta fraude na contratação, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro na aquisição de mobiliário escolar pela Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Ao todo, estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em João Pessoa e Taquaritinga (SP). Entre os alvos, de acordo com informações de bastidores estão um ex-secretário de Estado e um comunicador. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As suspeitas são de que os supostos ilícitos teriam ocorrido em 2017, penúltimo ano da gestão do ex-governador Ricardo Coutinho (PT). Assim como ex-auxiliar que não teve o nome revelado, o ex-mandatário foi alvo de várias denúncias no curso da operação Calvário, do Ministério Público da Paraíba. Além da PF, a ação desencadeada nesta quarta conta com a participação de Ministério Público Federal, Controladoria-Geral da União (CGU) e Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do MPPB. Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça Federal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome da operação remete à Via Sacra, representada por 14 (quatorze) estações que reproduzem o trajeto percorrido por Jesus Cristo até o Monte Calvário. A Terceira Estação representa a primeira queda de Jesus Cristo ao carregar a cruz, símbolo do pecado e da devassidão humana. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação Terceira Estação decorreu do esforço investigativo e do compartilhamento de parte do material probatório obtido pela Operação Calvário. As penas somadas podem chegar a 39 anos de prisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>MPPB e Comando da PM fazem acordo para regularizar situação de militares em desvio de função</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mppb-e-comando-da-pm-fazem-acordo-para-regularizar-situacao-de-militares-em-desvio-de-funcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[função]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba (MPPB) e a Polícia Militar da Paraíba (PMPB) firmaram um acordo, durante audiência na semana passada (15), para regularizar casos de desvio de função e designações funcionais de militares pertencentes ao quadro de oficiais combatentes que ingressaram no quadro da saúde sem concurso público. A corporação tem 60 dias para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba (MPPB) e a Polícia Militar da Paraíba (PMPB) firmaram um acordo, durante audiência na semana passada (15), para regularizar casos de desvio de função e designações funcionais de militares pertencentes ao quadro de oficiais combatentes que ingressaram no quadro da saúde sem concurso público. A corporação tem 60 dias para adotar as providências necessárias aos ajustes, observando a legislação pertinente. O assunto está sendo tratado na Promotoria de Justiça de João Pessoa, por meio de Inquérito Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo foi proposto pelo promotor de Justiça, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho, que atua na área do patrimônio público da capital; e acatado pelos representantes da Polícia Militar: coronel Sérgio Fonseca de Souza (comandante-geral), coronel José Ronildo Souza da Silva (subcomandante-geral) e tenente-coronel Márcio Bergson Fernandes (corregedor da PM), após revisão do disposto na Constituição Federal, nas leis estaduais 3.907/1977, 3.909/1997, 11.127/2018, entre outros dispositivos legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sem concurso<br></strong>De acordo com Francisco Seráphico, a PM possui oficiais, praças especiais e praças. De acordo com a Lei Complementar 87/2008, os quadros de oficiais são divididos em quadros de Oficiais Combatentes &#8211; QOC, de Oficiais da Saúde &#8211; QOS, de Oficiais Músicos &#8211; QOM e de Oficiais da Administração &#8211; QOA, que são distintos dos quadros de praças (combatentes &#8211; QPC, Músicos &#8211; QPM e Apoio à Saúde &#8211; QPS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que ocorre, segundo o promotor de Justiça – e esta é uma situação fática que perdura há anos –, é que há praças e oficiais combatentes ocupando cargos de oficiais de saúde, sem terem prestado concursos públicos para as funções. Na maioria dos casos, essas pessoas terminaram cursos superiores na área de saúde após o ingresso na PM (como oficiais ou praças combatentes) e passaram a ocupar funções das áreas de medicina, odontologia, nutrição, farmácia, psicologia, fisioterapia, enfermagem, fonoaudiologia, entre outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cumprimento da lei<br></strong>Na audiência, restou concluído o entendimento de que a possibilidade de mudança no quadro de oficiais combatentes para o de oficiais de saúde, bem como as alterações em relação às qualificações de praças somente devem ocorrer mediante a realização de concurso específico e que qualquer modificação na carreira da PM, “seja como designação ou transferência, não pode violar as atribuições, deveres e responsabilidades de cada policial militar”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O acordo proposto e acatado pelo Comando da PM prevê o cumprimento da lei e que os policiais militares em desvio de função retornem aos seus cargos de origem, para os quais foram aprovados em concursos públicos, sem prejuízo à regra prevista na Emenda Constitucional 101/2019, que permite, mediante prevalência da atividade militar, a acumulação remunerada dos cargos públicos previstos na Constituição, desde que haja compatibilidade de horários”, explicou o promotor de Justiça, Francisco Seráphico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Solução para conflito<br></strong>Diante disso, o Comando da PM solicitou e o representante do MPPB concedeu o prazo de 60 dias para as providências no sentido de corrigir as irregularidades, entendendo as partes que a solução encontrada atende aos requisitos legais e ao interesse público e resolve, efetivamente, o conflito que deu origem ao inquérito civil do MPPB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do MPPB</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>STJ anula decisão do TJPB que condenou Buba Germano a nove anos de prisão por suposto desvio de recursos públicos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/stj-anula-decisao-do-tjpb-que-condenou-buba-germano-a-nove-anos-de-prisao-por-suposto-desvio-de-recursos-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Sep 2021 00:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[buba germano]]></category>
		<category><![CDATA[desvio]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado estadual Buba Germano (PSB) conseguiu uma importante vitória judicial. Condenado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba a nove anos de reclusão em regime fechado, perda do mandato e inelegibilidade, ele conquistou nesta quinta-feira (23) uma redução de pena arbitrada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão foi proferida pelo ministro João Otávio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O deputado estadual Buba Germano (PSB) conseguiu uma importante vitória judicial. Condenado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba a nove anos de reclusão em regime fechado, perda do mandato e inelegibilidade, ele conquistou nesta quinta-feira (23) uma redução de pena arbitrada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão foi proferida pelo ministro João Otávio de Noronha ao analizar pedido de habeas corpus impetrado pela defesa. O magistrado rejeitou o recurso, porém, entendeu que houve erro na dosimetria para o estabelecimento da pena. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado reduziu a pena de nove anos de reclusão em regim fechado para 4 anos de 6 meses em regime semiaberto. O adovado do deputado, Aécio Farias, explica que o passo seguinte agora será a decretação da prescrição do crime pelo Tribunal de Justiça. Buba Germano foi denunciado pelo Ministério Público da Paraíba por ter, quando era prefeito de Picuí, desviado recursos públicos que seriam destinados à Festa do Padroeiro de São Sebastião. Ainda segundo a denúncia, teria participado do leilão que ocorreu durante a festa, arrematado itens e utilizado verba da prefeitura para pagar os objetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro de 2020, o Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, condenou Buba Germano à pena de 9 anos de reclusão, em regime fechado, além da perda dos direitos políticos e do mandato de deputado estadual. Segundo o advogado, “com a decisão do Ministro anulando a condenação, o processo foi alcançado pela prescrição, já que denúncia foi recebida em 2010. Buba e e o mandato estão livres.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do processo no Tribunal de Justiça da Paraíba era o desembargador Ricardo Vital de Almeida. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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