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	<title>desoneração &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Autor da proposta de prorrogação da desoneração aprovada no Congresso, Efraim Filho protesta contra MP do governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Dec 2023 12:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O senador Efraim Filho (União Brasil) criticou, nesta quinta-feira (28), a decisão do governo federal de definir novas regras para a desoneração da folha de pagamento de empresas por meio de uma medida provisória. As medidas foram publicadas nesta sexta no Diário Oficial da União (DOU). De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O senador Efraim Filho (União Brasil) criticou, nesta quinta-feira (28), a decisão do governo federal de definir novas regras para a desoneração da folha de pagamento de empresas por meio de uma medida provisória. As medidas foram publicadas nesta sexta no Diário Oficial da União (DOU). De acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a iniciativa integra um novo pacote de medidas enviados ao Congresso para tentar zerar o déficit das contas públicas federais nos próximos anos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista de medidas inclui o retorno da cobrança de impostos sobre a folha de pagamentos de 17 setores intensivos em mão de obra. A desoneração dos impostos desse conjunto de empresas existe desde 2011, com renovações e atualizações ao longo dos anos. O Congresso renovou, após derrubar um veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a medida por mais quatro anos — até 31 de dezembro de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela proposta, empresas desses setores substituir a contribuição previdenciária — de 20% sobre os salários dos empregados — por uma alíquota sobre a receita bruta do empreendimento, que varia de 1% a 4,5%, de acordo com o setor e serviço prestado. A medida foi vetada pelo presidente Lula (PT), mas o veto foi derrubado pelo Congresso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o autor da proposta aprovada na Câmara e no Senado, senador Efraim Filho (União Brasil-PB), a medida anunciada pelo governo, que pretende reonerar parcialmente as empresas, &#8220;contraria uma decisão do Congresso&#8221;. Na avaliação dele, a MP deverá enfrentar resistências na Câmara e no Senado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A edição da medida provisória contraria uma decisão do Congresso Nacional, tomada por ampla maioria em ambas as Casas. Certamente enfrentará resistências desde a sua largada. Já encaminhamos ao gabinete do ministro da Fazenda o sentimento de que o ideal é que essas propostas venham por projeto de lei, até mesmo com urgência constitucional. Porque dá prazo e tempo para que o diálogo possa acontecer&#8221;, disse Efraim. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Porque a insegurança jurídica também é outro problema da medida provisória. Como é que o empreendedor brasileiro irá se portar? Dia 1º de janeiro está batendo na porta. Ele vai seguir a regra da medida provisória ou da lei aprovada pelo Congresso, recentemente publicada no Diário Oficial da União. Pra evitar essas dúvidas e questionamentos, o melhor caminho é que se possa fazer por projeto de lei as propostas que o governo deseja encaminhar ao Congresso Nacional&#8221;, prosseguiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que se tem por enquanto é que a Medida Provisória tem validade imediata e o Congresso tem 120 dias para analisar a matéria. Durante o período do recesso parlamentar, o tempo contado para a análise fica congelado. O tema, certamente, vai dominar os primeiros meses de retorno dos trabalhos no Congresso Nacional no ano que vem. Além dos parlamentares, os 17 setores atingidos pela medida também protestaram contra a medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Debater isenção de impostos sobre combustíveis é bom, mas é preciso atenção ao &#8216;aumentômetro&#8217; nos postos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/debater-isencao-de-impostos-sobre-combustiveis-e-bom-mas-e-preciso-atencao-ao-aumentometro-nos-postos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 10:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[Os últimos dias têm sido cruciais para o debate sobre o preço dos combustíveis na bomba. O governo do presidente Lula (PT) herdou uma armadilha deixada pelo antecessor, Jair Bolsonaro (PL). Como todo mundo sabe, pouco antes da eleição, ano passado, o ex-gestor zerou os impostos sobre os combustíveis com decreto válido só até 31 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os últimos dias têm sido cruciais para o debate sobre o preço dos combustíveis na bomba. O governo do presidente Lula (PT) herdou uma armadilha deixada pelo antecessor, Jair Bolsonaro (PL). Como todo mundo sabe, pouco antes da eleição, ano passado, o ex-gestor zerou os impostos sobre os combustíveis com decreto válido só até 31 de dezembro de 2022. Sobrou para a atual administração fazer a recomposição e arcar com o desgaste de ver o valor nos postos de combustíveis subir até R$ 0,70, em relação à gasolina. Um osso que os petistas chutaram para cima, com a prorrogação da Medida Provisória por 60 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a fatura chegou. Em reunião ocorrida nesta segunda-feira (27), houve confronto entre as visões de mundo da equipe econômica, chefiada por Fernando Haddad, e a ala política, encabeçada pela presidente do partido, Gleisi Hoffmann (PT-PR). O primeiro preocupado com o impacto financeiro da desoneração nas contas e a segunda mais preocupada com a avaliação do governo e o impacto do retorno dos impostos para a inflação. O caminho do meio será costurado nesta terça, em nova reunião. O mais provável é manter a desoneração do etanol e voltar a taxar a gasolina e o etanol de forma gradativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daí surge a novidade anunciada por Haddad. Haveria uma folga em relação à paridade internacional que amenizaria o impacto, já que a Petrobras tem repassado para as distribuidoras a gasolina com um valor maior que o do mercado internacional. Isso faria com que pelo menos parte do valor fosse abatido. A previsão, no entanto, é que haja algum nível de impacto até que o governo emposse, na Petrobras, novos indicados pela atual gestão, permitindo a discussão sobre a paridade com os preços internacionais. Os petistas alegam que os custos de produção são em real, então o preço final deveria seguir esse parâmetro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja os preços praticados atualmente, segundo a Petrobras</p>



<p class="wp-block-paragraph">. A gasolina comum custava no Brasil, em média, R$ 5,07 por litro (máxima de R$ 6,99 em um posto pesquisado);<br>. O etanol hidratado custava, em média, R$ 3,80 por litro (máxima de R$ 6,49);<br>. O óleo diesel S10 custava, em média, R$ 6,10 por litro (máxima de R$ 8,85);<br>. O GLP (no botijão de 13kg) custava, em média, R$ 107,77, (máxima de R$ 155).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior preocupação, em relação a isso, é o impacto de eventuais aumentos nos postos de combustíveis, já que, na Paraíba, por exemplo, eles praticam uma matemática que faria corar o físico Isaac Newton. Tradicionalmente, quando a Petrobras anuncia aumento de R$ 0,40 no repasse para as distribuidoras, ele chega a R$ 1,00 na bomba. Só que recentemente houve a redução de R$ 0,40 no valor do diesel repassado para as distribuidoras e o reflexo disso, em João Pessoa, é que houve uma redução média de R$ 20. O valor médio cobrado era R$ 6,49 e passou para R$ 6,19. Não vi órgão de defesa do consumidor contestar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso ficar de olho no &#8220;aumentômetro&#8221; dos postos. Ele está sempre ligado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Após desoneração dos combustíveis, indústria sucroalcooleira acusa Lula de &#8216;atentado&#8217; econômico e ambiental</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-desoneracao-dos-combustiveis-industria-sucroalcooleira-acusa-lula-de-atentado-economico-e-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2023 16:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do sueotni]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bombustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[desoneração]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de manter a desoneração dos impostos dos combustíveis causou revolta entre os integrantes do setor sucroalcooleiro. O atual presidente prorrogou por mais dois meses a isenção de PIS e Cofins sobre os combustíveis. A iniciativa copia decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na reta final [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de manter a desoneração dos impostos dos combustíveis causou revolta entre os integrantes do setor sucroalcooleiro. O atual presidente prorrogou por mais dois meses a isenção de PIS e Cofins sobre os combustíveis. A iniciativa copia decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na reta final do mandato, quando recorreu à medida para tentar se reeleger. A medida motivou nota divulgada pelas entidades que representam o setor, que perde competitividade com a os combustíveis fósseis e, por isso, é obrigado a praticar preços mais baixos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A nota conjunta é assinada por pela UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia), pelo FNS (Fórum Nacional Sucroenergético) e pelo Sindalcool (Sindicsto da Indústria de Fab. Álcool do Estado da Paraíba). &#8220;As entidades representativas do setor sucroenergético UNICA e FNS entendem que, ao manter a isenção de tributos federais sobre a gasolina, inaugurada pelo governo Bolsonaro, o governo Lula se torna cúmplice de um atentado econômico, ambiental, social e jurídico, especialmente depois de ter se comprometido com um novo padrão de combate às mudanças climáticas há poucas semanas na COP27&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nota, no entanto, é revestida de ineditismo porque o setor silenciou na época em que medidas similares foram adotadas pelo governo de Jair Bolsonaro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira abaixo a nota completa</p>



<p class="wp-block-paragraph">NOTA À IMPRENSA</p>



<p class="wp-block-paragraph">As entidades representativas do setor sucroenergético UNICA e FNS entendem que, ao manter a isenção de tributos federais sobre a gasolina, inaugurada pelo governo Bolsonaro, o governo Lula se torna cúmplice de um atentado econômico, ambiental, social e jurídico, especialmente depois de ter se comprometido com um novo padrão de combate às mudanças climáticas há poucas semanas na COP27.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de tributos na gasolina não encontra paralelo no mundo comprometido com a sustentabilidade, pois favorece o combustível fóssil e aprofunda a destruição do etanol, que já tem sido desprestigiado nacionalmente apesar de seu reconhecimento global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção sobre a gasolina prejudica os mais pobres da sociedade, que não possuem carro e que dependem dos recursos federais para áreas da saúde, educação e assistência social. Tais recursos serão dados, ao fim do dia, aos mais favorecidos, em completa contradição ao divulgado pelo próprio Presidente da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a medida é claramente inconstitucional: a Emenda nº 123 garantiu a necessidade de diferencial competitivo para os biocombustíveis em relação aos seus equivalentes fósseis, salvo uma isenção, excepcionalmente prevista e com compensação pela União, até 31 de dezembro de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">UNICA – União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia</p>



<p class="wp-block-paragraph">FNS – Fórum Nacional Sucroenergético</p>



<p class="wp-block-paragraph">SINDALCOOL- Sindicato da Indústria de Fab. Álcool do Estado da Paraíba</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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