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	<title>desistência &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Romero Rodrigues e o limiar entre pragmatismo e medo de correr riscos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/romero-rodrigues-e-o-limiar-entre-pragmatismo-e-desconfianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 19:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Cunha Lima]]></category>
		<category><![CDATA[Campina Grande]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas posturas, na política, deixam marcas similares às forjadas a ferro e fogo. Elas ficam para sempre. Algumas vezes de forma positiva, outras nem tanto. Outras ainda ensejam tal desconfiança que nunca abandonam a pessoa. Talvez um pouco disso seja visto, agora, em relação ao deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) no que diz respeito à [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Algumas posturas, na política, deixam marcas similares às forjadas a ferro e fogo. Elas ficam para sempre. Algumas vezes de forma positiva, outras nem tanto. Outras ainda ensejam tal desconfiança que nunca abandonam a pessoa. Talvez um pouco disso seja visto, agora, em relação ao deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) no que diz respeito à não disputa da prefeitura de Campina Grande. Alguém pode dizer que ele nunca se comprometeu com tal empreitada e estará certo ao dizê-lo. Mas é irrefutável, também, que o silêncio e sinais emitidos pelo parlamentar alimentaram a esperança dos que desejavam vê-lo na disputa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Republicanos e todos os seus caciques são um exemplo disso. O presidente do partido, Hugo Motta, estendeu o tapete vermelho. O presidente da Assembleia, Adriano Galdino, deixou-se empolgar com a possibilidade de ter Romero como candidato apoiado pelo grupo. O governador João Azevêdo (PSB) e seu staff, idem. Contavam, para isso, com um cenário que era o melhor dos mundos para o bloco: dividiriam o clã Cunha Lima e teriam grande chance ao apostar em um player com chances reais de vitória, segundo pesquisas de opinião realizadas na cidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ingredientes para isso estavam na mesa: Romero demonstrava não nutrir amores por Bruno Cunha Lima (União Brasil) e começou a se mostrar confortável entre opositores. Não foram poucos, também, os aliados que ouviram ou perceberam, da parte de Romero Rodrigues, sinais de rompimento com o ex-apadrinhado político. Além disso, as fotos nas quais aparecia por algum motivo ao lado de Bruno não escondiam a contrariedade em relação aos cliques. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda esta atmosfera, no entanto, mudou nesta semana. Impacientes com a espera, os caciques do Republicanos migraram para o apoio a Jhony Bezerra (PSB), bancado por João Azevêdo. Depois, o próprio Romero reuniu aliados para comunicar que não seria candidato. Algo parecido com o ocorrido em 2022, quando figurou até os 48 minutos do segundo tempo como nome da oposição ao atual governador. Na época, quem acabou indo para o sacrifício foi o então deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB), que, mesmo inicialmente desacreditado, chegou ao segundo turno. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Romero, naquele momento, não quis arriscar. E, de forma pragmática, faz o mesmo agora. Só tem um problema: se a cautela de dois anos atrás era justificada, pelo risco de ficar sem mandato, a de agora encontra menos sustentação. Restará a ele, por ora, indicar o vice de Bruno e conviver, por muito tempo, com interrogações sobre seu futuro político. </p>



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		<title>Direção nacional do PSDB aciona STF para derrubar Galdino, mas dirigente paraibano aponta erro e promete retirar ação</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/direcao-nacional-do-psdb-aciona-stf-para-derrubar-galdino-mas-dirigente-paraibano-aponta-erro-e-promete-retirar-acao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2024 10:23:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[adriano galdino]]></category>
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					<description><![CDATA[Um movimento político do PSDB surpreendeu duplamente nesta terça-feira (30). A direção nacional da sigla entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a eleição do segundo biênio da Assembleia Legislativa, que decidiu antecipadamente pela escolha do atual presidente, Adriano Galdino (Republicanos). A primeira surpresa decorre do fato de a votação antecipada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um movimento político do PSDB surpreendeu duplamente nesta terça-feira (30). A direção nacional da sigla entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a eleição do segundo biênio da Assembleia Legislativa, que decidiu antecipadamente pela escolha do atual presidente, Adriano Galdino (Republicanos). </p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira surpresa decorre do fato de a votação antecipada ter ocorrido, em 2023, com apoio dos três deputados tucanos da Casa (Tovar Correia Lima, Camila Toscano e Fábio Ramalho). Mas essa não foi a única &#8220;novidade&#8221; no caso: pouco depois de formalizada a ação, dirigentes paraibanos disseram que ela não deveria ter sido proposta e prometeram retirá-la. Isso porque o alvo deveria ter sido outro estado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A &#8220;trapalhada&#8221; foi relatada pelo jornalista Wallisson Bezerra em seu blog. Na ação assinada pelo presidente nacional do partido, Marconi Perilo, a agremiação alega que a eleição interna para o segundo biênio deve ser realizada em momento próximo ao início do terceiro ano da legislatura. A escolha no caso paraibano ocorreu de forma antecipada, no início do ano passado, quando Galdino conseguiu aval dos colegas para permanecer no comando da Casa por quatro anos. O caso terá como relator o ministro Edson Fachim, mas só se o PSDB mantiver a demanda judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do PSDB na Paraíba, Fábio Ramalho, disse que a ação movida pela Executiva Nacional da legenda contra a posse de Galdino foi um “equívoco do jurídico da sigla”. A alegação foi a de que a ação teria como alvo a situação de outro estado, que não teve o nome revelado pelo partido. Ramalho prometeu que vai pedir à direção nacional a retirada da demanda judicial. </p>



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		<title>Insatisfações e ameaças de desistência: sem dinheiro, clima é de poucos amigos no PL da Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/insatisfacoes-e-ameacas-de-desistencia-sem-dinheiro-clima-e-de-poucos-amigos-no-pl-da-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2022 21:44:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[desistência]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[partido]]></category>
		<category><![CDATA[wellington roberto]]></category>
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					<description><![CDATA[A desistência do estudante de medicina Antônio Cristóvão de Araújo Silva Neto, o Queiroguinha (PL), de disputar o cargo de deputado federal foi divulgada neste espaço no dia 19 deste mês. No instante seguinte à publicação, um deputado influente, de outro partido, em contato com o blog, sentenciou: &#8220;o problema foi promessa vultosa de recursos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/sem-explicacao-do-motivo-queiroguinha-desiste-da-candidatura-a-deputado-federal/">desistência do estudante de medicina Antônio Cristóvão de Araújo Silva Neto, o Queiroguinha (PL)</a>, de disputar o cargo de deputado federal foi divulgada neste espaço no dia 19 deste mês. No instante seguinte à publicação, um deputado influente, de outro partido, em contato com o blog, sentenciou: &#8220;o problema foi promessa vultosa de recursos versus frustração de expectativa&#8221;. Àquela altura, nas rodas políticas, as informações já eram de que o comandante do PL, na Paraíba, Wellington Roberto, deputado federal e candidato à reeleição, havia feito promessas que não poderia atender.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Queiroguinha, filho do ministro Marcelo Queiroga (Saúde), apenas silenciou. Com isso, um dos maiores defensores da reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu de cena e chegou a apagar postagens das redes sociais, segundo o apurado pelo blog. Aquela era apenas a ponta do iceberg que ganharia corpo dias depois, com vários outros postulantes dizendo, nos bastidores, que não permanecerão na disputa e acusando o mandatário do partido de fechar as torneiras. Todos estavam esperançosos em relação ao Fundão Eleitoral. Tinha candidato a deputado federal acreditando que receberia inacreditáveis R$ 1,5 milhão para a campanha. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais nomes do partido para a disputa deste ano conversou com o blog. Pediu reserva da fonte e desfiou um rosário de críticas à condução do processo (e principalmente da partilha do dinheiro) na Paraíba. Disse que assumiu compromissos e que agora está tendo que atuar com pouca &#8220;munição&#8221;. As críticas são mais fortes entre os candidatos à Câmara dos Deputados, mas os estaduais andam bastante chateados. As primeiras informações sobre o fato foram publicadas pelo jornalista João Paulo Medeiros, do Blog Pleno Poder, no dia 23, e neste sábado (27), o jornalista Maurílio Júnior trouxe cópias de conversas no WhatsApp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seca de recursos ocorre em meio a especulações sobre o poderio do partido para as eleições deste ano. A sigla tem priorizado a reeleição de Bolsonaro e tem um candidato também ao governo do Estado, caso do comunicador Nilvan Ferreira. As projeções, entre os articulistas políticos, indicam que o partido não conseguirá fazer mais do que um deputado federal, o que é um perigo para a sobrevivência política de Wellington Roberto. Isso o estaria motivando a secar a fonte dos correligionários. O deputado silenciou sobre as cobranças dos aliados. O fato é que se os recursos não chegarem nos próximos dias, mais desistências virão. </p>



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		<title>Entre denúncias de tráfico de influência e insinuações de abandono: a meteórica carreira política de Queiroguinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2022 10:12:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[deputado]]></category>
		<category><![CDATA[desistência]]></category>
		<category><![CDATA[disputa]]></category>
		<category><![CDATA[queiroguinha]]></category>
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					<description><![CDATA[O estudante de medicina Antônio Cristóvão de Araújo Silva Neto, o Queiroguinha (PL), causou surpresa nesta sexta-feira (19) ao protocolar na Justiça Eleitoral um pedido de desistência da disputa por um cargo de deputado federal. O postulante chegou a ser relacionado entre os principais nomes do partido para o pleito, mas viu as chances caírem [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O estudante de medicina Antônio Cristóvão de Araújo Silva Neto, o Queiroguinha (PL), causou surpresa nesta sexta-feira (19) ao protocolar na Justiça Eleitoral um pedido de desistência da disputa por um cargo de deputado federal. O postulante chegou a ser relacionado entre os principais nomes do partido para o pleito, mas viu as chances caírem por terra ainda na pré-campanha por causa de denúncias envolvendo o nome dele e falta de espaço no partido. O resultado disso foi visto com a entrega da carta em que manifesta a desistência em caráter &#8220;irrevogável&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A principal denúncia relacionada a Queiroguinha diz respeito ao tráfico de influência no Ministério da Saúde, comandado pelo pai, Marcelo Queiroga. O jornal O Globo publicou várias notícias mostrando fotos e depoimentos de prefeitos que conseguiram acesso à Esplanada dos Ministérios e a convênios intermediados pelo estudante, sem a necessidade de agenda. Dos encontros saíram promessas de investimentos nas cidades e potenciais apoios ao pretenso parlamentar. Os casos acabaram desgastando o candidato entre os outros postulantes à vaga de deputado no partido do presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas próximas ao postulante relataram ao blog que a partilha dos recursos do fundo partidário também tem se apresentado como um problema, assim como em vários partidos. Este, até agora, não foi o problema relatado por Queiroguinha. O herdeiro do ministro Marcelo Queiroga vinha se inserindo no debate político no lugar do pai, que chegou a ser cotado para o governo do Estado ou para a disputa do Senado, mas acabou preferindo se manter no Ministério da Saúde por falta de cancha eleitoral. O pai do candidato se firmou como um dos principais ministros de Bolsonaro, inclusive no alinhamento ideológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Queiroguinha é, portanto, um exemplo claro de candidato que esperava herdar do pai um espólio eleitoral que não existia de fato. E sem a estrutura do Ministério da Saúde para turbinar a postulação, restou a saída da candidatura pela porta dos fundos. Segue o jogo&#8230;</p>



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		<title>&#8220;Degola&#8221; imposta pelo PSDB foi saída honrosa para Dória, dono de uma candidatura que não empolgou</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/degola-imposta-pelo-psdb-foi-saida-honrosa-para-doria-dono-de-uma-candidatura-que-nao-empolgou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2022 16:32:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[desistência]]></category>
		<category><![CDATA[João Dória]]></category>
		<category><![CDATA[presidência]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Para as eleições deste ano me retiro da disputa com o coração ferido, mas com a alma leve&#8221;. A declaração é do ex-governador de São Paulo, João Dória (PSDB), que anunciou nesta segunda-feira (23) a desistência da disputa pela Presidência da República. Foi o desabafo de uma liderança que chega a um momento crucial para [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para as eleições deste ano me retiro da disputa com o coração ferido, mas com a alma leve&#8221;. A declaração é do ex-governador de São Paulo, João Dória (PSDB), que anunciou nesta segunda-feira (23) a desistência da disputa pela Presidência da República. Foi o desabafo de uma liderança que chega a um momento crucial para o pleito ostentando vexatórios 3% da preferência do eleitor, aferidos pela última pesquisa do Datafolha. O tucano, por isso, vem sofrendo pressão gigante do partido nos últimos dias. Os dirigentes temem usar recursos do fundo eleitoral com risco de repetir o pífio desempenho de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento pró-desistência de Dória vem crescendo desde o fim do ano passado, quando ele venceu as prévias do partido. O fato de ter superado na disputa interna o ex-governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, no entanto, não serviu para empolgar os colegas de partido. Lideranças como o ex-presidenciável e atual deputado federal Aécio Neves (MG) vinham se opondo ao projeto próprio do partido. A tese em curso é a de apoio à pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS), apesar de ela ter pontuação ainda pior que o ex-governador de São Paulo nas pesquisas, com inexpressivo 1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desabafo de João Dória foi feito durante entrevista coletiva, nesta segunda, após reunião com lideranças do partido. Apesar de ter lutado nos últimos dias para manter a candidatura, lembrando que foi vencedor de três prévias no partido (2016, 2018 e 2022) e que foi eleito nas duas primeiras, ele vem encarando grande resistência interna. A retirada da candidatura, portanto, pode ser encarada como uma saída honrosa para um ex-governador que teve desempenho importante na pandemia. Como inibidor, os dirigentes tucanos lembram a candidatura do também ex-governador paulista, Geraldo Alckmin (hoje no PSB) em 2018. Ele terminou a corrida eleitoral com míseros 4,7% dos votos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa falência do PSDB enquanto partido nacional ocorreu por causa do surgimento do atual presidente Jair Bolsonaro (PL) na eleição passada como um poderoso adversário do petismo. Isso fez com que o espólio tucano passasse completamente para o atual gestor e nada indica que este cenário é reversível para o pleito deste ano. Os eleitores do PSDB de eleições passadas, muito claramente, têm se sentido melhor representado pelo atual presidente. Ele é o maior opositor ao ex-presidente Lula, atual líder das pesquisas, seguido de perto pelo postulante do PL. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência, agora, é que os dirigentes tucanos anunciem voto em Simone Tebet, que, por outro lado, enfrenta dificuldades também no MDB. Grande parte das lideranças da sigla, sobretudo no Nordeste, prefere apoiar Lula para as eleições deste ano. A postulante, no entanto, espera crescer com apelo ao voto feminino. As mulheres são a maior fatia do eleitorado nacional e também representam a maior fatia do grupo que rejeita Bolsonaro. A eleição deste ano já representa um ponto fora da curva em relação todas ocorridas desde 1994, já que não haverá um tucano encabeçando nenhuma chapa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência, nos estados, é que os tucanos também ignorem Simone Tebet e se dividam entre os apoios a Bolsonaro ou a Lula, com vantagem por questões ideológicas para o primeiro. </p>



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