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	<title>denunciado &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Polícia Civil pede prisão preventiva do pediatra suspeito de estuprar várias crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 17:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[denunciado]]></category>
		<category><![CDATA[estupro]]></category>
		<category><![CDATA[fernando cunha lima]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil pediu, nesta quinta-feira (8), a prisão preventiva do médico pediatra Fernando Paredes Cunha Lima. Ele é suspeito de ter praticado abuso sexual contra várias crianças. O caso mais recente foi o de uma menina de nove anos, atendida no consultório dele no mês passado. O assunto era mantido em sigilo, até que a sobrinha do profissional de 81 anos revelou ter sido vítima do mesmo crime, quando também tinha nove anos. Atualmente, ela tem 41. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido feito pela Polícia Civil, agora, será encaminhado ao Ministério Público, que poderá corroborar ou recusar a solicitação. Para o pedido, a delegada Isabel Bezerra, relatora do caso, considerou os relatos feitos por familiares e pacientes, que teriam sido abusados pelo médico. Em entrevista à TV Globo, o delegado Cristiano Santana disse haver um padrão entre as vítimas. São meninas com idades que variam de quatro a nove anos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando Cunha Lima tem uma carreira de mais de 50 anos dedicados ao trabalho com crianças. Em depoimento emocionado, Gabriela Cunha Lima, hoje com 41, disse ter demorado muitos anos até entender que foi vítima do abuso e não culpada por ele. Na época, o pai dela, Arthur Cunha Lima, irmão do médico, chegou a procurá-lo com a intenção de matá-lo, mas a tragédia foi evitada porque o suspeito havia viajado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, seis mulheres já formalizaram denúncias de abusos contra Fernando Cunha Lima. Os relatos são três mães de pacientes do pediatra, incluindo a mãe da menina de 9 anos que fez a primeira acusação formal, e duas sobrinhas dele. Ele não compareceu para dar depoimento à polícia porque passou mal e foi internado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O delegado conta que, em geral, e ainda de acordo com os diferentes depoimentos colhidos, o médico costumava agir no consultório, durante atendimentos e exames de rotina, com a mãe da vítima presente ao local, mas aproveitando algum momento de distração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a repercussão do caso, uma sobrinha do suspeito revelou que foi abusada quando também tinha 9 anos, na década de 1990, assim como suas duas irmãs. As denúncias, assim, indicam que os crimes aconteceriam há pelo menos 33 anos, já que o relato se refere a um estupro que teria sido cometido em 1991.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Regional de Medicina (CRM-PB) informou nessa quarta-feira (7) que abriu uma sindicância para apurar o caso. Já a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), do qual Fernando Cunha Lima era diretor, decidiu suspendê-lo e afastá-lo de suas funções diretivas.</p>



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		<title>Calvário: Gaeco denuncia Ricardo Coutinho por contratação ilegal de codificados</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/calvario-gaeco-denuncia-ricardo-coutinho-por-contratacao-ilegal-de-codificados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 10:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[codificados]]></category>
		<category><![CDATA[denunciado]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo coutinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A &#8220;farra&#8221; na contratação de codificados está rendendo mais uma dor de cabeça para o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB). Depois de ter as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), ele agora é alvo de ação criminal proposta pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A &#8220;farra&#8221; na contratação de codificados está rendendo mais uma dor de cabeça para o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB). Depois de ter as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), ele agora é alvo de ação criminal proposta pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB). A acusação é de beneficiamento político do ex-gestor e dos seus aliados com o pagamento bilionário de servidores com vínculos precários que recebiam salários através do CPF. A ação criminal foi protocolada nesta quarta-feira (14) no bojo da operação calvário. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, o ex-governador integraria uma &#8220;Organização Criminosa (ORCRIM) que, incrustando-se no Estado da Paraíba/PB, instalou um sistema de corrupção sistêmica, no âmbito de facetas dos Poderes Executivo e Legislativo, e que se alimentava de crimes de diversas ordens, mas de cerne essencialmente associado ao desvio de recursos públicos, fonte de enriquecimento ilícito de diversos agentes (públicos e privados)&#8221;. Na ação, há relatos de diversos alertas do TCE e do Ministério Público sobre as irregularidades. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamento recente, que embasou a rejeição das contas do socialista pelo TCE referentes a 2017, apontou gastos na casa dos R$ 5,9 bilhões com codificados pelo governo do Estado ao longo dos últimos anos, inclusive nas gestões de Ricardo Coutinho. Para a composição da ação, o Gaeco contabilizou os gastos com codificados desde 2011 e os alertas feitos pelo Tribunal de Contas, todos ignorados pelo governo. A ponto de entre 2013 e 2016, o número de codificados na folha de pagamento ter aumentado de  7.474 para 8.521. O impacto foi de 45% na folha de pagamento da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação apontou, também, um esquema de beneficiamento de pessoas indicadas por aliados e familiares do governador. Recortes de e-mail e mensagens de WhatsApp foram anexadas à ação protocolada na Justiça Criminal. &#8220;No contexto exposto, percebe-se a reiteração da conduta ilícita, sinalizando que RICARDO VIEIRA COUTINHO desde o seu primeiro ano de gestão, não vem tomando as providências necessárias para a correção da gravíssima impropriedade, ao reverso por inúmeras vezes recrudesceu&#8221;, diz a denúncia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, além da aplicação da perda do cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo, o Ministério Público pede a fixação de multa de R$ 215,9 milhões. O montante seria o prejuízo causado pelo não recolhimento de benefícios previdenciários por parte dos servidores públicos que atuaram como codificados.  O ex-governador é apontado como líder de uma suposta organização criminosa que teria desviado R$ 134,2 milhões dos cofres públicos entre 2011 e 2018, de acordo com denúncia do Gaeco. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os casos de desvios de recursos teriam ocorrido principalmente nas pastas da Saúde e da Educação. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Romero Rodrigues e mais três são denunciados na operação Calvário</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/romero-rodrigues-e-mais-tres-sao-denunciados-na-operacao-calvario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 16:09:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[denunciado]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[Romero rodrigues]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), foi denunciado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) na operação Calvário. O ex-gestor foi apontado como beneficiário de propinas pagas de forma antecipada pelo empresário Daniel Gomes da Silva, mandatário da Cruz Vermelha Brasileira. O dinheiro, algo em torno de R$ 150 mil, teria sido pago em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), foi denunciado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) na operação Calvário. O ex-gestor foi apontado como beneficiário de propinas pagas de forma antecipada pelo empresário Daniel Gomes da Silva, mandatário da Cruz Vermelha Brasileira. O dinheiro, algo em torno de R$ 150 mil, teria sido pago em 2012, quando Rodrigues disputou o cargo de prefeito da Rainha da Borborema. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Rodrigues, foram denunciados o advogado Jovino Machado, Saulo Ferreira Fernandes e o empresário da Cruz Vermelha do Brasil. Este último figura como delator da operação coordenada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). O recurso que teria sido pago ao ex-prefeito seria uma forma de antecipação de propinas para que o então candidato, caso fosse eleito, criasse as condições para que a Cruz Vermelha assumisse o comando de unidades de saúde públicas de Campina Grande. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/03/fd6ea3c58cc7800bb4324d9ada69ae88.jpeg" alt="" class="wp-image-780"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação mostrou que houve aprovação de lei na Câmara Municipal, autorizando que a organização social assumisse os serviços. A concretização teria sido atrapalhada pelo fato de o grupo de Romero ter se afastado do então governador Ricardo Coutinho (PSB), em 2014. Isso ocorreu depois que o ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB) decidiu disputar a eleição para o governo, naquele ano. A Cruz Vermelha, na época, administrava o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/03/a074a1bea5afe497780b63bf68ef8710.jpeg" alt="" class="wp-image-781"/><figcaption>Reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, os recursos foram pagos com a garantia de que as organizações sociais comandadas por Daniel Gomes assumiriam a gestão na Maternidade Elpídio de Almeida. O recurso teria sido pago em duas parcelas de R$ 75 mil cada. O nome de Romero Rodrigues já havia aparecido na investigação anteriormente, mas ainda não havia acontecido denúncia. O caso é similar ao que resultou em denúncia, também, da ex-prefeita Márcia Lucena (PSB), do Conde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na denúncia, o Ministério Público pede a perda “de cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo dos réus como efeito da condenação”, além da fixação do “valor mínimo para reparação dos danos (materiais) causados” no valor de R$ 150.000,00. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1538" height="934" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/03/650d202faed965ffbb0173091e900b52.jpeg" alt="" class="wp-image-782"/><figcaption>Reprodução</figcaption></figure>
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