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	<title>Denuncia &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>PGR denuncia Bolsonaro por tentativa de golpe, organização criminosa e dano ao patrimônio da União</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 00:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, acusando-o de envolvimento em uma tentativa de golpe para permanecer no cargo após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. A denúncia foi formulada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e será analisada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, acusando-o de envolvimento em uma tentativa de golpe para permanecer no cargo após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. A denúncia foi formulada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e será analisada pela Primeira Turma do STF, após liberação do relator, ministro Alexandre de Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bolsonaro é acusado de crimes como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado democrático de direito, dano qualificado por violência e ameaça contra patrimônio da União, além de deterioração de patrimônio tombado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro de 2024, a Polícia Federal já havia indiciado Bolsonaro e outras 39 pessoas. O ex-presidente nega qualquer envolvimento e ironizou a denúncia:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você já viu a minuta do golpe? Não viu. Viu a delação do Mauro Cid? Não viu. Que golpe é esse que nem o Mossad sabia? Nenhuma preocupação com essa denúncia, zero&#8221;, declarou Bolsonaro durante visita ao Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação aponta que Bolsonaro teria revisado e solicitado alterações em uma minuta golpista, que incluía a prisão de ministros do STF, como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Segundo os investigadores, Bolsonaro pediu a retirada dos nomes de Gilmar e Pacheco do documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano previa a interferência nas eleições e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a alegação de que o órgão teria agido contra Bolsonaro de forma inconstitucional. As Forças Armadas seriam acionadas como “poder moderador” para reverter o resultado das eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontam que Bolsonaro e aliados propagaram informações falsas para desacreditar o sistema eleitoral, criando um cenário propício para uma intervenção militar. Um dos episódios citados é a reunião com embaixadores, em que Bolsonaro fez ataques ao sistema de votação eletrônico — ato que resultou em sua condenação pelo TSE por abuso de poder político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal também destaca a participação de militares, assessores e ministros do governo na articulação. Um ponto central da investigação é uma reunião ministerial em julho de 2022, gravada pelo então ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid. No encontro, Bolsonaro teria dito que era necessário “fazer algo antes” da eleição, pois, caso contrário, o Brasil entraria em um “caos” e em uma “grande guerrilha”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro elemento relevante na investigação é uma reunião entre Bolsonaro e os comandantes das Forças Armadas em dezembro de 2022. O então comandante do Exército, Freire Gomes, revelou à PF que Bolsonaro cogitou decretar Garantia da Lei e da Ordem (GLO), Estado de Defesa ou Estado de Sítio para impedir a posse de Lula. Freire Gomes e o então comandante da Aeronáutica, Baptista Junior, se opuseram ao plano, enquanto o comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, teria se colocado à disposição do ex-presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Próximos passos<br>A denúncia formal contra Bolsonaro e seus aliados será analisada pelo ministro Alexandre de Moraes, que abrirá prazo de 15 dias para manifestações das partes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, a Primeira Turma do STF decidirá se aceita a denúncia. O colegiado é composto por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Caso a denúncia seja aceita, Bolsonaro se tornará réu e o processo entrará na fase de instrução, com coleta de provas, depoimentos e perícias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa é que o julgamento ocorra ainda em 2025, para evitar que o caso se prolongue até as eleições de 2026.</p>



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		<title>MPF denuncia suspeitos de fraude em licitação para construção de escola</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-denuncia-suspeitos-de-fraude-em-licitacao-para-construcao-de-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 12:05:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro pessoas por fraude à licitação destinada a construção de uma escola no município de Pedra Branca, na Paraíba. A denúncia, apresentada à 14ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba, na quarta-feira (18), acusa três empresários do ramo da construção civil e o funcionário de uma das empresas de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro pessoas por fraude à licitação destinada a construção de uma escola no município de Pedra Branca, na Paraíba. A <strong><a href="https://www.mpf.mp.br/pb/sala-de-imprensa/docs/denuncia-fraude-a-licitacao-em-pedra-branca/view">denúncia</a></strong>, apresentada à 14ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba, na quarta-feira (18), acusa três empresários do ramo da construção civil e o funcionário de uma das empresas de se associarem criminalmente para fraudar licitação que envolvia recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os acusados teriam manipulado o processo licitatório para beneficiar a empresa DEL Engenharia, resultando em prejuízos ao caráter competitivo da licitação.<br><br>Conforme a acusação, os demandados formaram um conluio para fraudar a Tomada de Preços destinada à construção de uma escola com seis salas de aula e quadra no referido município. Dois dos empresários denunciados organizaram um esquema para pagar outras empresas para que desistissem da licitação. O objetivo era garantir que a DEL Engenharia fosse a vencedora. Os outros dois denunciados são o próprio dono da DEL Engenharia e um funcionário dele.<br><br>A denúncia relata que foram realizados pagamentos a várias empresas para que desistissem da licitação. Esses pagamentos foram feitos de forma a não serem identificados, utilizando contas de terceiros. Também foi fornecido documento vencido para gerar a desclassificação de empresa, tudo para garantir que a empresa DEL Engenharia fosse beneficiada na licitação.<br><br>Apesar dos esforços, a DEL Engenharia não conseguiu ser habilitada, mas o esquema retirou várias empresas da competição, prejudicando o caráter competitivo da licitação.<br><br>Na denúncia, o MPF pede a condenação dos quatro envolvidos pelos crimes de associação criminosa, cuja pena é reclusão de 1 a 3 anos; frustração do caráter competitivo da licitação, com pena de reclusão de 4 a 8 anos e multa; além do crime de lavagem de dinheiro, por terem ocultado e dissimulado a origem de valores provenientes da infração penal, utilizando a conta bancária de terceiros. A pena para esse crime é reclusão de 3 a 10 anos e multa.<br><br>O MPF também considerou inadequado qualquer acordo de não persecução penal, argumentando que essa medida não é suficiente para a reprovação e prevenção do crime, conforme estabelece o artigo 28-A do Código de Processo Penal. Além disso, a denúncia ressalta que um dos empresários já foi denunciado em várias ações penais na esfera federal, sendo considerado um criminoso habitual. (Com informações do MPF)</p>



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		<item>
		<title>MPF denuncia envolvidos com máfia italiana suspeitos de lavagem de dinheiro na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-denuncia-envolvidos-com-mafia-italiana-suspeitos-de-lavagem-de-dinheiro-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 20:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[máfia]]></category>
		<category><![CDATA[mpf]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do norte]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) denunciou três italianos e seis brasileiros por envolvimento nos crimes de organização criminosa internacional e lavagem de dinheiro para a máfia italiana. A denúncia é resultado da Operação Arancia, que investigou uma ramificação da Cosa Nostra, uma das maiores organizações mafiosas da Itália e que comprovadamente atua no Brasil, especialmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) denunciou três italianos e seis brasileiros por envolvimento nos crimes de organização criminosa internacional e lavagem de dinheiro para a máfia italiana. A denúncia é resultado da Operação Arancia, que investigou uma ramificação da Cosa Nostra, uma das maiores organizações mafiosas da Itália e que comprovadamente atua no Brasil, especialmente no Rio Grande do Norte e na Paraíba. O trabalho é conduzido por uma Equipe Conjunta de Investigação (ECI), formada por autoridades brasileiras e italianas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF, as células da organização criminosa internacional instaladas no Brasil se dedicavam a diversas modalidades de lavagem de ativos. O grupo utilizava empresas de fachada e &#8220;laranjas&#8221; para dissimular o lucro proveniente de crimes como o tráfico de drogas, extorsão e homicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia destaca que o grupo &#8220;edificou no Brasil uma estrutura complexa e extremamente organizada mediante dezenas de empresas de fachada, que movimentou milhões de reais através de pessoas sem lastro financeiro compatível (laranjas), as quais estavam sob o comando dos três líderes italianos mafiosos da Cosa Nostra no território brasileiro&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Valores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As apurações indicam que o esquema resultou na lavagem de capital ilícito de, pelo menos, R$ 300 milhões (ou cinquenta milhões de euros) desde 2009. Segundo as autoridades italianas, entretanto, o valor total dos ativos investidos podem superar 500 milhões de euros, em valores atuais, mais de R$ 3 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os investimentos das empresas fictícias no Brasil, foram identificados um restaurante de luxo em Natal (RN), apartamentos em Cabedelo (PB), uma casa de luxo em um resort em Bananeiras (PB) e um grande loteamento residencial no município de Extremoz (RN), parcialmente financiados com lucros de tráfico de drogas e de extorsão praticados em Palermo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da condenação dos envolvidos, o MPF pediu à Justiça a manutenção da prisão preventiva dos líderes da máfia. Dois deles já estão presos por outros crimes: Giuseppe Calvaruso &#8211; sob custódia na Itália &#8211; e Pietro Lagodana &#8211; que cumpre pena no Presídio Estadual de Alcaçuz, no RN. O terceiro italiano apontado como líder, Giuseppe Bruno, foi preso no Brasil durante a Operação Arancia, em agosto deste ano. Nesta terça-feira (17), a Segunda Turma do Tribunal Regional Federal da 5a Região (TRF5) negou pedido de habeas corpus e Giuseppe Bruno segue preso aguardando julgamento. Além dos três chefes, foram denunciados seis brasileiros acusados de integrarem a organização em diferentes períodos, incluindo companheiras dos italianos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi recebida pela 14a Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte e tramita sob o número 0810121-29.2022.4.05.8400.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cooperação</strong> <strong>Internacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Deflagrada em 13 de agosto deste ano, a Operação Arancia resultou na execução do mandado de prisão preventiva de Giuseppe Bruno e cinco mandados de busca e apreensão, em três estados brasileiros: Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Piauí. Simultaneamente, a Direção Distrital Antimáfia de Palermo coordenou 21 buscas em várias regiões da Itália e na Suíça. Mais de cem agentes financeiros italianos foram mobilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Equipe Conjunta de Investigação (ECI) responsável pela operação é formada pelo MPF, Polícia Federal, Procuradoria de Palermo e pela polícia italiana, com o apoio da Agência da União Europeia para a Cooperação Judiciária Penal, Eurojust. Nessa frente, o MPF teve papel decisivo. A Secretaria de Cooperação Internacional do órgão firmou o acordo para a constituição da equipe e o Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) assumiu a coordenação do grupo juntamente com a Polícia Federal. A formação da ECI tramitou no Ministério da Justiça e está em conformidade com a Convenção de Palermo, que é o principal instrumento global de combate ao crime organizado transnacional. (Com informações do MPF)</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Ministério Público denuncia três servidoras do TJPB por racismo religioso</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministerio-publico-denuncia-tres-servidoras-do-tjpb-por-racismo-religioso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 21:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[candoblé]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<category><![CDATA[religioso]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ofereceu denúncia contra três servidoras do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) pela prática de racismo religioso, previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989 combinado com o artigo 71 do Código Penal. A Ação Penal 0810775-21.2024.8.15.2002 tramita na 4ª Vara Criminal da Capital e foi proposta pelo promotor de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ofereceu denúncia contra três servidoras do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) pela prática de racismo religioso, previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989 combinado com o artigo 71 do Código Penal. A Ação Penal 0810775-21.2024.8.15.2002 tramita na 4ª Vara Criminal da Capital e foi proposta pelo promotor de Justiça Arlan Costa Barbosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram denunciadas criminalmente as servidoras do Setor Psicossocial do Fórum Cível da Capital, Ana Valquíria Perouse Pontes, Suênia Costa Cavalcanti e Rosângela de França Teófilo Guimarães. As três são acusadas de terem praticado, nos anos de 2015 e 2016, discriminação e preconceito contra uma mulher de religião de matriz africana, que era parte de um processo que tramitava na 2ª Vara de Família de Mangabeira. De acordo com a vítima, as servidoras chegaram a sugerir que ela poderia perder a guarda dos filhos em razão de sua fé, o candomblé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia é um desdobramento do Inquérito Policial 0810775-21.2024.8.15.2002, instaurado a pedido da promotora de Justiça da Capital, Fabiana Lobo, que atua na defesa da cidadania e do Núcleo de Gênero, Diversidade e Igualdade Racial (Gedir/MPPB). Os órgãos ministeriais tomaram conhecimento do caso, este ano, a partir de ofício encaminhado pela Coordenação do Núcleo de Apoio das Equipes Multidisciplinares do TJPB (saiba mais).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explicou o promotor de Justiça Arlan Barbosa, que assina a ação penal, o crime de racismo religioso é imprescritível, e, apesar de a pena mínima prevista na lei ser inferior a quatro anos, o MPPB decidiu não oferecer acordo de não persecução penal (ANPP), previsto no Código de Processo Penal, por entender que a medida não seria suficiente para a reprovação e repressão do delito. “Existe, inclusive, uma Nota Técnica do Centro de Apoio Operacional em matéria criminal do MPPB nesse sentido e decisão do Supremo Tribunal Federal (RHC 222.599) no sentido de ‘que o alcance material do ANPP não deve abarcar os crimes raciais’”, argumentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Racismo religioso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a investigação policial, a vítima é iniciada no Candomblé, religião que segue desde criança, e, em 2015, precisou ajuizar ação de regulamentação de visitas dos filhos menores, à época. No âmbito da ação, foi determinada a avaliação do setor psicossocial do TJPB, localizado no Fórum Cível, e ficou acordado acerca dos dias em que a mulher deveria levar as crianças ao setor, para que o genitor as visitasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação revela que, durante esse período (que durou de dois a três anos), a mulher sofreu racismo religioso por parte das denunciadas, que, a todo o tempo, questionavam a sua religião e diziam que ela não deveria levar os filhos para “terreiro de candomblé”, porque o local não era adequado para crianças, tinha bebidas e era habitado por homossexuais e travestis, dentre outras afirmações preconceituosas e discriminatórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vítima relatou à autoridade policial e ao MPPB, episódio em que chegou a ouvir Suênia dizer às demais denunciadas: “chegou a macumbeira”, referindo-se a ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, em outra ocasião, a servidora teria impedido a vítima de entrar na sala do fórum por estar vestida com os trajes do candomblé. “Após este ocorrido, a vítima passou a não usar mais seus trajes característicos da religião que pratica e, ao chegar ao Fórum, recebeu das acusadas comentários como: ‘gostei de ver, você está direitinha, está entrando nos eixos’. Em outros momentos, a denunciadas chegaram a zombar de alguns rituais próprios de sua religião, como o banho de pipoca, e diziam que só havia um Deus e que ela deveria levar seus filhos para uma igreja católica ou evangélica. A vítima afirmou que sofreu tanto, durante esses anos, que chegou a mentir para as servidoras, dizendo que não frequentava mais os terreiros e que fechara a casa de santo, para que elas parassem, pois até mesmo suas crianças não queriam mais ir para as visitas no Fórum”, explicou o promotor de Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Área Cível</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na esfera cível, a promotora de Justiça Fabiana Lobo informou que foi instaurado o Inquérito Civil 001.2024.032716 e que, além de acionar a Delegacia de Repressão aos Crimes Homofóbicos, Racismo e Intolerância Religiosa para instauração do inquérito policial, que resultou no oferecimento da denúncia criminal do MPPB, também foram remetidas cópias dos autos à Corregedoria do TJPB para ciência e adoção das medidas disciplinares cabíveis em relação às servidoras do Setor Psicossocial e à Presidência do TJPB, solicitando a realização de capacitações dos servidores do órgão contra a intolerância religiosa e sobre letramento racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Presidência do TJ já informou que promoveu, em julho, capacitação de servidores sobre o assunto. A Promotoria aguarda informações da Corregedoria do tribunal sobre as medidas disciplinares adotadas em relação às servidoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do TJPB</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Ministério Público denuncia prefeita do Conde por viagem de férias à Argentina com dinheiro público</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministerio-publico-denuncia-prefeita-do-conde-por-viagem-de-ferias-a-argentina-com-dinheiro-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 19:51:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[improbidade]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou, nesta terça-feira (3/10), ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra a prefeita do Conde, Karla Maria Martins Pimentel, e da secretária municipal, Patrícia Sales Farias. Elas são acusadas de uso, em proveito próprio, de verbas ou valores públicos para custear despesas referentes a uma viagem realizada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou, nesta terça-feira (3/10), ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra a prefeita do Conde, Karla Maria Martins Pimentel, e da secretária municipal, Patrícia Sales Farias. Elas são acusadas de uso, em proveito próprio, de verbas ou valores públicos para custear despesas referentes a uma viagem realizada no último mês de fevereiro, à Argentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi impetrada pela promotora de Justiça que atua na defesa do patrimônio público no Conde, Cassiana Mendes de Sá. Ela é um desdobramento de inquérito civil instaurado a partir de informações de que a prefeita e a secretária, que à época do fato era a procuradora-geral do Município, realizaram uma viagem a Buenos Aires, sem interesse público, utilizando-se, para tanto, de recursos provenientes dos cofres municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação do MPPB confirmou a denúncia e constatou o registro de dois empenhos no Portal da Transparência da Prefeitura do Conde, datados de 23 de fevereiro deste ano, no valor de R$ 4 mil, cada. Apesar de os empenhos informarem que o recurso público se destinava ao pagamento de cinco diárias em Buenos Aires para tratar de “assuntos do interesse do município”, ficou provado nos autos que a viagem tinha fins recreativos e particulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instada a prestar esclarecimentos, a prefeita alegou que a viagem foi programada, inicialmente, para o cumprimento de agenda institucional em que foram previstos vários encontros com potenciais parceiros na Argentina, ensejando a divulgação do município como destino turístico, tudo sob o auxílio do embaixador do Brasil em Buenos Aires. Porém, aduziu ter recebido comunicado do embaixador, asseverando que, por fatores não especificados, não poderia acompanhar a equipe que estaria no país nas reuniões agendadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A referida comunicação não foi apresentada, muito menos a data de envio/recebimento do comunicado. Também não foram apresentados e-mails, convites ou outros comunicados que atestassem a real pretensão de realização das reuniões e ainda que assim o fosse, parece desarrazoado que o desembarque no país vizinho fosse na data de 23 de fevereiro de 2023, como se extrai da agenda citada, se as supostas reuniões estivessem programadas unicamente para o dia 27 de fevereiro, havendo um grande período de ociosidade, contrária à eficiência pública”, ponderou a promotora de Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme destacou a promotora de Justiça, a versão apresentada pela gestora não se comprovou. Em entrevista a uma rádio local, a própria prefeita disse que viajou à Argentina ‘a passeio para descansar depois do carnaval&#8221;. Além disso, em resposta ao ofício do MPPB, a Embaixada do Brasil na Argentina informou inexistir em seus arquivos, no período entre 23 de fevereiro a 3 de março de 2023, registro de pedido do município de Conde para reunir-se com o então embaixador do Brasil em Buenos Aires, Reinaldo José de Almeida Salgado. “Por todo o relato, o dolo e reprovabilidade das condutas das implicadas se mostram evidenciados, justificando o ajuizamento da ação de improbidade administrativa”, disse a representante do MPPB.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedidos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o Ministério Público pede ao Juízo da Vara Única do Conde que seja declarada a prática de ato de improbidade administrativa previsto no artigo 9º, inciso XII da Lei 8.429/1992 por parte da prefeita Karla Pimentel e da então procuradora-geral do município, Patrícia Farias, e que elas sejam condenadas às sanções elencadas no artigo 12, inciso I da mesma lei (perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio; perda da função pública; suspensão dos direitos políticos até 14 anos; pagamento de multa civil equivalente ao valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo não superior a 14 anos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPPB requer ainda que, uma vez julgados procedentes os pedidos, seja comunicado o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para inclusão do nome das agentes ímprobas no Cadastro Nacional de Condenados por Improbidade Administrativa e à Justiça Eleitoral para as anotações, nos registros respectivos, dos prazos de suspensão dos direitos políticos das rés, a serem definidos pelo Juízo. (Com informações da assessoria do MPPB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Advogada diz à CPI que Prevent obrigava médicos a receitar &#8216;kit Covid&#8217;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/advogada-diz-a-cpi-que-prevent-obrigava-medicos-a-receitar-kit-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 22:53:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Cpi]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[kit covid]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
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					<description><![CDATA[Representante de 12 médicos da Prevent Senior, a advogada Bruna Mendes Morato afirmou aos senadores da CPI da Pandemia, nesta nesta terça-feira (28), sob juramento de dizer a verdade, que os médicos do plano de saúde não tinham autonomia e que os pacientes recebiam um “kit-covid” com “receita pronta” para tratamento da covid-19. Bruna Morato [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Representante de 12 médicos da Prevent Senior, a advogada Bruna Mendes Morato afirmou aos senadores da CPI da Pandemia, nesta nesta terça-feira (28), sob juramento de dizer a verdade, que os médicos do plano de saúde não tinham autonomia e que os pacientes recebiam um “kit-covid” com “receita pronta” para tratamento da covid-19. Bruna Morato é a responsável por ajudar médicos a elaborar um dossiê com denúncias envolvendo a empresa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A advogada relatou que profissionais recebiam ameaças e que houve distribuição do &#8220;kit covid&#8221;, inclusive para pacientes com comorbidades. Segundo Bruna, não eram feitos exames preliminares, como testes cardíacos, antes da entrega dos kits, que também foram enviados como &#8220;brinde&#8221; a beneficiários do plano. Ao todo, oito itens chegaram a compor o kit de “tratamento precoce” segundo ela. Entre eles, estavam medicamentos comprovadamente sem eficácia contra a covid-19 como hidroxicloroquina.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os médicos eram sim orientados à prescrição do kit. E esse kit vinha num pacote fechado e lacrado, não existia autonomia até com relação à retirada de itens desse kit. Inclusive, é muito importante observar também que quando o médico queria tirar algum kit, ainda que ele riscasse na receita, o paciente recebia ele completo. Então, ele tinha a informação de que tinha de tomar aqueles medicamentos e o médico tinha que riscar, porque a receita também já estava pronta. Inclusive, ela vinha com um manual de instruções&#8221;, disse a advogada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos relatos e por pressões sofridas pelos médicos para orientar a prescrição do “kit covid”, ela requereu que a empresa admitisse que o tratamento precoce da Prevent Senior não obteve eficácia e que a operadora respeitasse a a autonomia dos profissionais em recomendar o tratamento adequado a cada paciente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Dr. Pedro Batista [diretor-executivo da Prevent Senior] sentou nessa cadeira para dizer que ele dava autonomia aos médicos. Nunca deu&#8221;, criticou. </p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-retalia-es"><strong>Retaliações</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a advogada, os médicos que eram contrários a prescrever o&nbsp; “tratamento precoce” sofriam retaliações como &#8220;redução no número de plantões&#8221; ou eram demitidos pela Prevent Senior. Após intervenção de Otto Alencar (PSD-BA) a respeito do uso de remédio para câncer de próstata (flutamida), a advogada esclareceu que esse medicamento não estava no &#8220;kit covid&#8221;, mas era administrado para todos os pacientes internados por coronavírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Medicamentos como a flutamida ou o que eles chamavam de tratamentos via nanopartículas também foram usados de forma experimental&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de falta de autonomia médica, as denúncias incluem manipulação de dados, falta de transparência em relação aos pacientes e ocultação de mortes de pacientes que participaram de um estudo realizado para testar a eficácia da hidroxicloroquina, associada à azitromicina, para tratar a covid. Houve nove mortes durante a pesquisa, mas os autores só mencionaram dois óbitos.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-popula-o-vulner-vel"><strong>População vulnerável</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta ao relator, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre o consentimento dado por pacientes para os testes feitos pela Prevent Senior, a depoente apontou que os pacientes da operadora de saúde não tinham conhecimento dos riscos e eram feitos de cobaias em experimentos. A empresa, segundo ela, aproveitava-se da vulnerabilidade de seus clientes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O paciente idoso é extremamente vulnerável. Então, para o senhor entender o que acontecia, o médico falava para o paciente idoso que tinha um tratamento bom que iria começar. Eles davam esse ok, mas eles são parte de uma população vulnerável. Eles não sabiam que seriam feitos de cobaia; eles sabiam que iriam receber um medicamento&#8221;, relatou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Bruna afirmou que a Prevent não tinha leitos necessários para atender aos pacientes e usava o “tratamento precoce” para economizar nos custos de internação. Segundo ela, houve uma intenção inicial da operadora de “acompanhamento mais completo” dos pacientes pelo médico. No entanto, de acordo com a advogada, a demanda era tão alta que a Prevent passou a deixar de orientar o acompanhamento para fazer a prescrição da medicação sem eficácia comprovada para todos os beneficiários.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Segundo a descrição dos médicos, sim, é muito mais barato você disponibilizar um conjunto de medicamentos aos pacientes do que fazer a internação desses pacientes&#8221;, apontou. </p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-gabinete-paralelo"><strong>Gabinete paralelo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Bruna Morato, no início da pandemia o diretor da Prevent Pedro Batista Jr. tentou aproximar-se do então ministro da Saúde&nbsp;Luiz Henrique Mandetta, que&nbsp;fizera críticas à empresa após várias mortes por covid-19 no hospital Sancta Maggiore, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem êxito na aproximação com Mandetta, a Prevent Senior teria fechado uma &#8220;aliança&#8221; com um conjunto de médicos que assessoravam o governo federal, &#8220;totalmente alinhados com o Ministério da Economia&#8221;. Entre os médicos estariam integrantes do chamado gabinete paralelo como Nise Yamaguchi e Paulo Zanotto, que também teriam atuado no Ministério da Saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Existia um interesse do Ministério da Economia para que o país não parasse. Existia um plano para que as pessoas pudessem sair às ruas sem medo. Em reunião promovida pela Prevent Senior com médicos [foi anunciada] uma colaboração da instituição para produção de informações que convergissem com essa teoria: de que é possível utilizar determinado tratamento como proteção&#8221;, denunciou Bruna, que ressalvou nunca ter ouvido o nome do ministro Paulo Guedes nas conversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para senadores, a informação aponta que a atuação do gabinete paralelo não se restringia ao Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O fato novo é a relação desse gabinete paralelo com o Ministério da Economia&#8221;, apontou Renan.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos Rogério (DEM-RO) afirmou que o depoimento da advogada seria um desvio de finalidade da CPI. Segundo ele, o depoimento da advogada aponta para “uma disputa trabalhista” e afirmou que ela seria uma “testemunha por procuração”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quem deveria estar aqui prestando depoimento são os médicos&#8221;, apontou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Omar Aziz (PSD-AM) respondeu ao afirmar que os relatos são contundentes e ela vem na condição de testemunha dos crimes cometidos pela Prevent.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-ataques"><strong>Ataques</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A advogada também relatou ter sofrido ataques e ameaças após a divulgação pela imprensa das denúncias dos médicos, em abril. Ela relatou que, depois desse momento, seu escritório foi invadido por uma “quadrilha muito bem estruturada”. Os invasores, disse, duplicaram o IP de todas as câmeras e deixaram o sistema de segurança vulnerável por quatro dias. Segundo Bruna, canos foram cortados causando inundação de vários andares do prédio. &#8220;Não posso afirmar qualquer relação com a empresa, mas aconteceu e desde então tenho me sentido ameaçada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua fala inicial, a advogada Bruna Morato ressaltou que não precisou de habeas corpus para não se incriminar, ao contrário de outros depoentes da CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Senado</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Golpistas usam nome do TCE para extorquir prefeitos paraibanos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/golpistas-usam-nome-do-tce-para-extorquir-prefeitos-paraibanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 13:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[Denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[golpes]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), Fernando Catão, lançou um alerta para os prefeitos paraibanos. De acordo com ele, tem havido tentativas de golpes contra os gestores usando o nome do TCE. Os crimes são praticados por meio do telefone. O grupo faz cobrança de valores com depósito em conta, alegando ser [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), Fernando Catão, lançou um alerta para os prefeitos paraibanos. De acordo com ele, tem havido tentativas de golpes contra os gestores usando o nome do TCE. Os crimes são praticados por meio do telefone. O grupo faz cobrança de valores com depósito em conta, alegando ser do Tribunal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Alertamos os prefeitos para que não atendam esses pedidos de depósitos em dinheiro em uma conta. O TCE não pede dinheiro a ninguém”, alertou. Segundo o presidente do TCE, o golpe já foi denunciado à Secretaria de Segurança Pública do Estado e será comunicado esse alerta amplamente, por meio de ofícios, aos municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, aconteceu a mesma tentativa de golpe por whatsApp e dois homens foram detidos em Natal (RN) suspeitos usando o nome do presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba. Não foram apresentados nomes de gestores que, eventualmente, tenham sido vítimas dos golpes. </p>
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