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	<title>demissão &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Prefeitura de Patos inicia o ano com vassourada nos comissionados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2023 13:59:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), inicia o ano com uma vassourada no funcionalismo público da cidade. Um decreto assinado no dia 30 de dezembro determinou a exoneração de todos os servidores comissionados e os contratados por excepcional interesse público. A medida atinge mais de 1,2 mil profissionais não efetivos e também o pagamento [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), inicia o ano com uma vassourada no funcionalismo público da cidade. Um decreto assinado no dia 30 de dezembro determinou a exoneração de todos os servidores comissionados e os contratados por excepcional interesse público. A medida atinge mais de 1,2 mil profissionais não efetivos e também o pagamento de gratificações por atividades especiais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à imprensa local, o procurador-geral do município, Alexsandro Lacerda, deu verniz de normalidade à decisão. A iniciativa, segundo ele, é uma praxe da gestão pública.  “Essa é uma medida de um gestor que cuida da administração pública de forma gerencial. O prefeito ainda convocará todo seu secretariado para uma criteriosa justificativa das gratificações, e avaliações daqueles que exercem cargos de chefia. É um momento de reavaliação da gestão”, disse. </p>



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		<title>Fábio Rocha deixa Saúde no &#8220;pós-guerra da Covid&#8221;, mas trabalho para Margareth Diniz não será menos desafiador</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/fabio-rocha-deixa-saude-no-pos-guerra-da-covid-mas-trabalho-para-margareth-diniz-nao-sera-menos-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 21:33:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem acompanhou o cenário político na capital paraibana nos últimos meses sabia que o secretário de Saúde de João Pessoa, Fábio Rocha, não chegaria ao fim do ano no comando do cargo. Não, não se tratou de incompetência no trato da coisa pública. O buraco é mais em baixo. O problema mesmo foi o momento [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Quem acompanhou o cenário político na capital paraibana nos últimos meses sabia que o secretário de Saúde de João Pessoa, Fábio Rocha, não chegaria ao fim do ano no comando do cargo. Não, não se tratou de incompetência no trato da coisa pública. O buraco é mais em baixo. O problema mesmo foi o momento em que ele esteve à frente da pasta, com uma pandemia produzindo seus piores números e um risco constante de colapso no sistema de saúde. O reflexo disso, lógico, seria o inevitável desgaste físico e, consequentemente, o pedido para sair. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em conversa com alguns auxiliares do prefeito, o registro ouvido pelo blog foi o de que o agora ex-secretário sai com o dever cumprido. Faz isso num momento em que o risco de colapso dos hospitais já não existe. Lembram que houve trabalho intenso para aumentar o número de leitos para o tratamento da Covid-19, maratonas de vacinação e busca pela reestruturação das instituições de saúde. Agora, com os números da pandemia controlados e a maior parte da população vacinada, os desafios passam a ser outros. E aí entra a ex-reitora Margareth Diniz, escolhida pelo prefeito Cícero Lucena (Cidadania) para o cargo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O momento agora, para a nova gestora, é de manter o trabalho de vacinação e cuidar da atenção básica. Há problemas históricos na área e eles precisam ser resolvidos. A nova gestora da Saúde na Capital estava, desde o início do ano, na Secretaria da Ciência e Tecnologia. Nascida em Sousa (PB), Margareth Diniz é graduada em Medicina e Farmácia, especialista em Toxicologia Animal, mestre e doutora em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos e pós-doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia (Renorbio).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua carreira como gestora, foi reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) no período de 2012-2020, diretora do Centro de Ciências da Saúde (CCS), presidente do Conselho Deliberativo do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), onde também exerceu a Diretoria Técnica, e foi membro do Conselho Administrativo da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). É embaixadora do Parlamento de Inovação, para o desenvolvimento institucional de Ciência, Tecnologia e Inovação da República do Paraguai-MercoSul.</p>



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		<title>Barroso suspende portaria de Onyx Lorenzoni e decide que trabalhador não vacinado pode ser demitido por justa causa</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/barroso-suspende-portaria-de-onyx-lorenzoni-e-decide-que-trabalhador-nao-vacinado-pode-ser-demitido-por-justa-causa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 20:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu dispositivos da Portaria 620/2021 do Ministério do Trabalho e Previdência que proíbem empresas de exigirem comprovante de vacinação na contratação ou na manutenção do emprego do trabalhador. A medida foi adotada pelo ministro Onyx Lorenzoni após governadores anunciarem sanções contra servidores não vacinados. Com [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu dispositivos da Portaria 620/2021 do Ministério do Trabalho e Previdência que proíbem empresas de exigirem comprovante de vacinação na contratação ou na manutenção do emprego do trabalhador. A medida foi adotada pelo ministro Onyx Lorenzoni após governadores anunciarem sanções contra servidores não vacinados. Com isso, fica autorizado que empregadores exijam o comprovante de seus empregados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, Barroso explicou que as pesquisas indicam que a vacinação é medida essencial para reduzir o contágio da Covid-19 e levou em conta o entendimento de que a presença de empregados não vacinados no âmbito da empresa “enseja ameaça para a saúde dos demais trabalhadores, risco de danos à segurança e à saúde do meio ambiente laboral e de comprometimento da saúde do público com o qual a empresa interage”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro ressalvou, porém, a situação das pessoas que têm expressa contraindicação médica quanto às vacinas, fundadas no Plano Nacional de Vacinação ou em consenso científico. Nesse caso, ele considera aceitável que se afaste o dever de vacinação, devendo se admitir a testagem periódica, &#8220;de forma a evitar a discriminação laboral em razão de condição particular de saúde do empregado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Barroso também afirmou que a rescisão do contrato de trabalho por justa causa de quem se recusar a entregar comprovante deve ser adotada com proporcionalidade, como última medida por parte do empregador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A liminar foi concedida pelo ministro no âmbito das Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) 898, 900, 901 e 904, apresentadas no Supremo, respectivamente, pela Rede Sustentabilidade, pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e Novo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a decisão, entendimentos anteriores do Plenário do Supremo já reconheceram a legitimidade da vacinação compulsória, afastando a vacinação à força, mas permitindo que se apliquem restrição de atividades ou de acesso a estabelecimentos em caso de recusa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao pedido de aditamento para suspensão de outra portaria, que veda a exigência de passaporte sanitário para eventos culturais, o ministro determinou que a Secretaria Especial da Cultura preste informações antes que ele decida sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator informou que levará a liminar a referendo em sessão do Plenário virtual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ministro afastou prática discriminatória</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro suspendeu ainda dispositivo da portaria que considerou prática discriminatória a exigência de certificado de vacinação em processos seletivos e a extinção do contrato de trabalho por justa causa de empregado em razão da não apresentação do documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não há comparação possível entre a exigência de vacinação contra a Covid-19 e a discriminação por sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade ou gravidez”, afirmou. “Esses últimos fatores não interferem sobre o direito à saúde ou à vida dos demais empregados da companhia ou de terceiros. A falta de vacinação interfere”, frisou o magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direitos e deveres de empregador e empregado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Barroso assinalou, ainda, de acordo com os princípios da livre iniciativa, que o poder de direção do empregador e a subordinação jurídica do empregado são elementos essenciais da relação de emprego, que atribuem ao primeiro a orientação sobre o modo de realização da prestação do trabalho e, ao segundo, o dever de observá-la. Desse dever decorre a possibilidade de rescisão por justa causa, em caso de insubordinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro ponderou, porém, que esse poder deve ser exercido com moderação e proporcionalidade, em respeito ao valor social do trabalho. Ele lembrou, ainda, que a rescisão do contrato sem justa causa é um direito do empregador, desde que indenize o empregado na forma da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele afirmou que a portaria, na qualidade de ato infralegal, não poderia introduzir inovação na ordem jurídica, criando direitos e obrigações trabalhistas ao empregador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro reconheceu que, embora a norma não desconsidere a necessidade de proteção à saúde, exige, nos casos de pessoas que não queiram se vacinar, a realização de testes compulsórios custeados pelo empregador, atribuindo a ele um ônus decorrente da opção individual do empregado. “É importante ter em conta que os custos que oneram as empresas serão repassados ao consumidor e/ou implicarão menor desempenho empresarial e possível redução de postos de trabalho, em prejuízo ao próprio trabalhador.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do STF</p>



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		<title>Queiroga nega pedido de demissão após boatos de que deixaria o governo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/queiroga-nega-pedido-de-demissao-apos-boatos-de-que-deixaria-o-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 21:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro paraibano Marcelo Queiroga (Saúde) negou nesta quinta-feira (2) que tenha pedido demissão do cargo em conversa com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Quarto ocupante da pasta, ele se tornou alvo de especulação durante a tarde, com a publicação do suposto pedido para deixar o governo. O caso foi divulgado pelo site O [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro paraibano Marcelo Queiroga (Saúde) negou nesta quinta-feira (2) que tenha pedido demissão do cargo em conversa com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Quarto ocupante da pasta, ele se tornou alvo de especulação durante a tarde, com a publicação do suposto pedido para deixar o governo. O caso foi divulgado pelo site O Bastidor, mas foi negado em seguida pelo Ministério da Saúde e depois pessoalmente pelo paraibano. A alegação era a de que ele não vinha conseguindo impor a sua autoridade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu não sei a quem interessa essa indústria de boatos de fake somente para desestabilizar, desestabilizar não, para tentar desestabilizar o Governo, inventando divisões do Ministério da Saúde. Eu nem pedi demissão, nem vou pedir demissão, estarei aqui no Ministério da Saúde até o dia que o Presidente da República entender que eu sou útil a nação brasileira. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos&#8221;, disse o ministro após a polêmica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatos de que Queiroga pensa em entregar o cargo se espalham desde o mês de junho, com diversos motivos alegados. A pasta comandada por ele é o alvo principal da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que tramita no Senado e que apura as omissões do governo durante a pandemia. Na tarde desta quinta, Queiroga esteve no Palácio do Planalto para entregar ao presidente o material para ser usado na live semanal do presidente. Um dos pedidos de Bolsonaro é para que o Ministério da Saúde desobrigue o uso de máscara. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de Queiroga, a pasta foi ocupada pelos ministros Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello. O primeiro e o segundo deixaram o governo por discordâncias com o presidente a respeito do enfrentamento da Covid-19. O último, um general da ativa, comandou a pasta com a impressão de uma política que priorizou a distribuição de medicamentos sem indicação para o tratamento da Covid-19. Ele também negligenciou a compra de vacinas para serem aplicadas na população.</p>



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		<title>Debandada nas Forças Armadas mostra que ‘meu Exército’ de Bolsonaro não é dele</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/debandada-nas-forcas-armadas-mostra-que-meu-exercito-de-bolsonaro-nao-e-dele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 19:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Comandantes]]></category>
		<category><![CDATA[demissão]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez carreira na política usando como símbolo as Forças Armadas. Militar reformado, ele gostava (e gosta) de inserir o pronome possessivo “meu” antes da palavra Exército. A demissão do ministro Fernando Azevedo e Silva (Defesa), nesta segunda-feira (29), no entanto, foi o prenúncio de que viria crise pela frente. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez carreira na política usando como símbolo as Forças Armadas. Militar reformado, ele gostava (e gosta) de inserir o pronome possessivo “meu” antes da palavra Exército. A demissão do ministro Fernando Azevedo e Silva (Defesa), nesta segunda-feira (29), no entanto, foi o prenúncio de que viria crise pela frente. Nesta terça-feira, os comandantes Edson Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica) pediram exoneração dos respectivos cargos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A notícia caiu como uma bomba nos meios político e militar. Apesar de que já havia essa expectativa, já que a escolha do também general Braga Netto, que chefiava a Casa Civil, para substituir Azevedo e Silva não foi o suficiente para acalmar os ânimos. As informações de bastidores dizem que a reunião que precedeu a renúncia foi bastante tumultuada. No final, uma nota oficializou a saída dos comandantes dos três órgãos que compõem as Forças Armadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A nota do ministério não informa o motivo das saídas nem os nomes de quem ocupará os comandos das três Forças Armadas. Nesta segunda, ao anunciar que deixaria o cargo de ministro da Defesa, Azevedo e Silva agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro a oportunidade de “servir ao país”, integrando o governo por mais de dois anos. “Nesse período, preservei as Forças Armadas como instituições de Estado”, afirmou, destacando que deixa o posto com a certeza de ter cumprido sua “missão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Azevedo e Silva também disse ter dedicado total lealdade ao presidente, e agradeceu aos comandantes das Forças Armadas (Aeronáutica, Exército e Marinha), bem como às respectivas tropas, “que nunca mediram esforços para atender às necessidades e emergências da população brasileira”. O resultado final da reunião ocorrida nesta terça-feira, no entanto, mostrou que o clima não ficou tão bom assim. As demissões ocorrem um dia antes do aniversário de 57 anos do golpe militar. </p>
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