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	<title>Deltan Dallagnol &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Toffoli rejeita pedido de Deltan Dallagnol para suspender cassação imposta pelo TSE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 19:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[cassação]]></category>
		<category><![CDATA[Deltan Dallagnol]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta quarta-feira (28), pedido do ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) de suspender a decisão que cassou seu mandato. Na petição, a defesa de Deltan pretendia suspender a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, em abril, entendeu que o ex-parlamentar tentou burlar a Lei da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta quarta-feira (28), pedido do ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) de suspender a decisão que cassou seu mandato. Na petição, a defesa de Deltan pretendia suspender a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, em abril, entendeu que o ex-parlamentar tentou burlar a Lei da Ficha Limpa ao pedir exoneração do cargo de procurador da República durante a tramitação de processos disciplinares abertos para apurar sua conduta na condução dos processos da Operação Lava Jato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, Toffoli entendeu que não houve irregularidades na decisão do TSE. &#8220;A fraude, em suas variadas faces e matizes vem sendo discutida enfrentada nas lides eleitorais com vistas a manter e resguardar a legitimidade, a normalidade, a moralidade e a higidez da competição eleitoral, não havendo ofensa aos princípios da segurança jurídica, da confiança ou da anualidade eleitoral&#8221;, decidiu o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante julgamento no TSE, a defesa de Deltan Dallagnol alegou que ele estava apto a concorrer às eleições. Os advogados afirmaram ainda que o pedido de exoneração foi realizado após o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) fornecer uma certidão que confirmou não haver processos em andamento contra ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a cassação de Deltan, a vaga na Câmara dos Deputados foi ocupada Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR). (Agência Brasil)</p>



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		<title>Condenado pelo TSE, Câmara sepulta esperanças de Dallagnol e declara a perda de mandato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 00:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados declarou nesta terça-feira (6) a perda de mandato do deputado Deltan Dallagnol, decidida pelo Tribunal Superior Eleitoral. A cassação teve origem em ação movida pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN) e pela Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB e PV). A ação argumenta que Dallagnol pediu exoneração do cargo de procurador da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados declarou nesta terça-feira (6) a perda de mandato do deputado Deltan Dallagnol, decidida pelo Tribunal Superior Eleitoral. A cassação teve origem em ação movida pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN) e pela Federação Brasil da Esperança (PT-PCdoB e PV). A ação argumenta que Dallagnol pediu exoneração do cargo de procurador da República enquanto estavam pendentes sindicâncias para apurar reclamações sobre sua conduta na Operação Lava Jato. Essas apurações poderiam levar a um ou mais processos administrativos disciplinares (PADs), que o tornariam inelegível, se fosse condenado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nomeação do suplente que vai ocupar a vaga de Dallagnol ainda depende de decisão judicial, pois há uma disputa entre Itamar Paim (PL) e Luiz Carlos Hauly (Podemos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota oficial, a Câmara dos Deputados explica as hipóteses de perda de mandato e esclarece seu papel em cada uma. Veja a nota na íntegra:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Constituição Federal prevê, em seu art. 55, dois ritos para as hipóteses de perda de&nbsp;mandato parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro rito, aplicável aos casos de quebra de decoro, de condenação criminal&nbsp;transitada em julgado e de infrações às proibições constitucionais (art. 55, incisos I, II e&nbsp;VI), compete à Câmara dos Deputados apreciar o mérito e decidir, por maioria absoluta&nbsp;do Plenário, sobre a perda do mandato do Deputado ou da Deputada (art. 55, § 2º).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na hipótese de decretação de perda de mandato pela Justiça Eleitoral (art. 55, inciso V), não há decisão de mérito ou julgamento pelo Plenário da Casa. A competência da Câmara dos Deputados, exercida pela Mesa Diretora nos termos do § 3º do art. 55 da Constituição Federal, é de declarar a perda do mandato. Este é o caso do deputado Deltan Dallagnol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas hipóteses, a Câmara dos Deputados segue o Ato da Mesa nº 37, de 2009, que especifica o rito que garante conhecer o decreto da Justiça Eleitoral, avaliar a existência e a exequibilidade de decisão judicial, ouvir o corregedor da Casa e instruir a Mesa Diretora a declarar a perda nos termos constitucionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Deltan critica decisão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da decisão da Câmara, Deltan disse que “honrou os votos” que recebeu nas urnas e que a perda do mandato não “cassa o apoio de milhares de brasileiros”. Segundo ele, seu mandato foi cassado não pelo fato de sair do Ministério Público para fugir de uma punição, mas pelo o que fez dentro do MP e “por ter colocado corruptos pela primeira vez debaixo da lei”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-deputado não quis detalhar como vai recorrer da decisão e, em tom de despedida, afirmou que deixa a Câmara dos Deputados “em paz&#8221;. “Hoje o sistema corrupto ele vence, sim, uma batalha, mas vou seguir lutando com todas as forças para que ele não vença a guerra”.</p>



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		<title>&#8220;Hoje, o sistema de corrupção, os corruptos e os seus amigos estão em festa&#8221;, diz Deltan sobre cassação de mandato</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/hoje-o-sistema-de-corrupcao-os-corruptos-e-os-seus-amigos-estao-em-festa-diz-deltan-sobre-cassacao-de-mandato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 20:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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					<description><![CDATA[O agora ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) criticou, nesta quarta-feira (17), a cassação do mandato dele pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele foi alcançado pela lei Ficha Limpa, defendida no passado pelo parlamentar, quando comandava a Força Tarefa da Lava Jato. Ele alega que perdeu o mandato porque combateu a corrupção. &#8220;Hoje, o sistema de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O agora ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) criticou, nesta quarta-feira (17), a cassação do mandato dele pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele foi alcançado pela lei Ficha Limpa, defendida no passado pelo parlamentar, quando comandava a Força Tarefa da Lava Jato. Ele alega que perdeu o mandato porque combateu a corrupção. &#8220;Hoje, o sistema de corrupção, os corruptos e os seus amigos estão em festa. Gilmar Mendes está em festa, Aécio Neves está em festa, Eduardo Cunha está em festa, Beto Richa está em festa&#8221;, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deltan Dallagnol foi o responsável pela denúncia que resultou na prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acusa o petista de perseguição. Ele, inclusive, foi obrigado a indenizar o gestor em condenação por danos morais, por causa do PowerPoint que apontava Lula como chege de uma organização criminosa que teria saqueado os cofres da Petrobras. O processo foi anulado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). &#8220;A verdade é uma só, perdi meu mandato porque combati a corrupção. Hoje é dia de festa para os corruptos e dia de festa para Lula&#8221;, disse o ex-coordenador da Operação Lava Jato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deltan teve o registro de candidatura indeferido e, consequentemente, o mandato cassado em julgamento do TSE ocorrido na noite desta terça-feira (16). Por unanimidade, os ministros da corte eleitoral entenderam que o ex-coordenador da Lava Jato deveria ter sido enquadrado na Lei da Ficha Limpa por deixar a carreira de procurador da República enquanto estava envolvido em sindicâncias junto ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deltan afirmou que a lei determina que apenas integrantes do MPF que tenham deixado o cargo com PAD (processo administrativo disciplinar) pendente devem ser enquadrados na Lei da Ficha Limpa, o que não é seu caso. &#8220;A lei é clara e objetiva. Existia algum PAD? Não, nenhum, zero. É como punir alguém por crime futuro ou pior, punir por condenação que não existe&#8221;, disse. Os ministros entenderam, no entanto, que havia procedimentos preparatórios que resultariam em processos administrativos e que o ex-deputado os teria fraudado quando pediu exoneração do cargo. </p>



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		<title>TSE cassa mandato de Deltan Dallagnol</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tse-cassa-mandato-de-deltan-dallagnol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 00:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou nesta quinta-feira (16) o registro de candidatura do deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR). Com a decisão, ele perde o mandato conseguido nas urnas no pleito do ano passado. A decisão foi unânime, com todos os magistrados seguindo o relator, o ministro Benedito Gonçalves. O pedido de cassação foi apresentado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou nesta quinta-feira (16) o registro de candidatura do deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR). Com a decisão, ele perde o mandato conseguido nas urnas no pleito do ano passado. A decisão foi unânime, com todos os magistrados seguindo o relator, o ministro Benedito Gonçalves. O pedido de cassação foi apresentado pela federação PT, PCdoB e PV e pelo PMN. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi parar no TSE após ser rejeitado no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Os partidos, então, recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral. Os responsáveis pela ação alegam que Dallagnol não poderia ter sido candidato em 2022 por dois motivos principais. O primeiro é que no momento em que pediu exoneração, o ex-procurador federal respondia a reclamações administrativas que poderiam resultar em sua demissão. O outro é que ele foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em um processo que avaliou o pagamento de diárias a procuradores da Lava Jato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deltan Dallagnol coordenou a Lava Jato no Paraná entre 2014 e 2020. Foi sob seu comando que a operação ficou conhecida nacional e internacionalmente ao revelar um esquema de corrupção envolvendo estatais e empreiteiras e por levar à cadeia empresários e políticos como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, Dallagnol deixou o Ministério Público Federal (MPF) e, em 2022, se candidatou a deputado federal pelo Paraná. Defendendo a bandeira do combate à corrupção e se posicionando contra o então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dallagnol foi o deputado federal mais bem votado do estado, com 344 mil votos. A candidatura dele, então, foi contestada pelos partidos da base do petista. O ex-procurador nega as irregularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da votação, o ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE, proclamou o resultado e determinou o envio dele para o cumprimento da posição pelo TRE do Paraná. </p>



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		<title>Em live, Octávio e Dallagnol discutem efeito do envio de investigações de corrupção para a Justiça Eleitoral</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/em-live-octavio-e-dallagnol-discutem-efeito-do-envio-de-investigacoes-de-corrupcao-para-a-justica-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2021 15:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os últimos anos foram marcados por um efeito interessante. Primeiro, os órgãos de persecução criminal investigaram e denunciaram supostos crimes cometidos por políticos. Depois, em um segundo momento, vários dos suspeitos conseguiram via Supremo Tribunal Federal (STF) levar os casos para a ceara eleitoral. A Corte formou entendimento de que os casos que tenham conexão [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os últimos anos foram marcados por um efeito interessante. Primeiro, os órgãos de persecução criminal investigaram e denunciaram supostos crimes cometidos por políticos. Depois, em um segundo momento, vários dos suspeitos conseguiram via Supremo Tribunal Federal (STF) levar os casos para a ceara eleitoral. A Corte formou entendimento de que os casos que tenham conexão eleitoral devem ser analisados pelas cortes eleitorais. O efeito disso, alegam representantes dos Ministérios Públicos Federal e da Paraíba, é o risco de impunidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema será abordado em live na próxima terça-feira (29), às 19h, com a participação do coordenador do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), do Ministério Público da Paraíba, Octávio Paulo Neto, e dos ex-integrantes da operação Lava Jato, Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon. Os três, vale ressaltar, têm como fazer relatos de casos sob a alçada deles que tramitavam na ceara criminal e tiveram que ser enviados para o eleitoral. O caso mais recente foi o do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), alvo da operação Calvário, do MPPB. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O entendimento comum entre os integrantes dos órgãos de persecução criminal é que a Justiça Eleitoral não está aparelhada para as questões eleitorais com conexão criminal. &#8220;Por mais boa vontade que haja dentro do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), a concepção da Justiça Eleitoral foi para ter um pleito minimamente civilizado&#8221;, ressaltou Paulo Neto.  Ele diz que o Artigo 350 do Código Eleitoral, que trata do crime de falsidade, não contempla as nuances necessárias para o enfrentamento do problema. Isso porque a falsidade contemplada lá trata de verba lícita. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Faz de conta que o PCC (Primeiro Comando da Capital) queira eleger um deputado e daí, então, injete dinheiro na candidatura deste deputado aí. E esse dinheiro é fruto de transações ilícitas: tráfico de drogas, tráfico de armas, roubo e tal. Será que isso vai ser julgado pelo eleitoral? A falsidade como eu falei e bem ilustrei do (artigo) 350 se cinge a dinheiro lícito. O dinheiro que a pessoa, por ventura, tenha passado para o candidato e que o candidato não tenha computado na prestação de contas. Mas a origem do dinheiro é lícita&#8221;, explicou Octávio Paulo Neto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo valeria, na opinião dele, para os casos em que um fornecedor que, para conseguir um contrato, passe a adiantar propinas para um gestor. &#8220;A partir do momento em que o camarada se condiciona ao favorecimento, se condiciona ao repasse de um contrato ou uma fração do Estado, isso deixa de ser falsidade, é corrupção, é adiantamento de propina&#8221;, opina o promotor, acrescentando que nestes casos o dinheiro pode ser usado para eleição, mas também para o enriquecimento ilícito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As queixas no Ministério Público da Paraíba não são diferentes das que ocorrem nacionalmente, vindas dos ex-integrantes da Lava Jato. Vários dos casos que foram apontados como fruto de corrupção e passaram a ser investigados na ceara criminal acabaram migrando para a eleitoral. São os casos dos ex-governadores tucanos Geraldo Alckmin (SP) e Marconi Perilo (GO). Também é alvo de denúncia que migrou para o eleitoral o senador José Serra, do PSDB de São Paulo. </p>



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