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	<title>delegada &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Delegada que se apropriava de fianças é condenada a 13 anos de prisão e perda do cargo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 12:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[A delegada da Polícia Civil da Paraíba Maria Solidade de Sousa foi condenada a 13 anos e quatro meses de prisão e à perda do cargo. A decisão foi proferida nesta terça-feira (5) pelo juiz Rusio Lima Melo, da 5ª Vara Mista de Santa Rita. Ela foi acusada pelo Ministério Público Estadual de se apropriar [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A delegada da Polícia Civil da Paraíba Maria Solidade de Sousa foi condenada a 13 anos e quatro meses de prisão e à perda do cargo. A decisão foi proferida nesta terça-feira (5) pelo juiz Rusio Lima Melo, da 5ª Vara Mista de Santa Rita. Ela foi acusada pelo Ministério Público Estadual de se apropriar de parte das fianças pagas por pessoas presas em flagrante. Os casos vieram a público em 2014 e ela chegou a ser afastada do cargo em 2016. O magistrado, na decisão atual, optou pela perda em definitivo do cargo de delegada de polícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia narrou que no ano de 2014, “durante plantões extraordinários na 6ª Delegacia de Santa Rita, a ré teria se apropriado de valores que lhe foram entregues a título de fianças em consequência de prisões em flagrante, valores que a denunciada detinha em função do cargo e que teriam sido desviados em proveito próprio e alheio.<br>Segundo a acusação, a ré agia na ausência de advogados e após o fechamento do estabelecimento bancário, negociando o valor da fiança para soltar os presos durante seu plantão”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia explica que a delegada estipulava o valor da fiança e cobrava o pagamento à vista e diretamente a ela. No preenchimento da ocorrência, ela pedia para que o espaço destinado ao valor ficasse em branco. Depois ela determinava aos agentes que preenchessem o documento com um valor inferior. Com isso, multas de R$ 1 mil viravam R$ 500. As de R$ 500 se transformaram em R$ 300. A diferença dos valores era embolsada pela delegada durante os plantões. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, foram arroladas 33 testemunhas. Os casos de cada um dos suspeitos foram narrados, com os valores pagos por eles e o correspondente declarado ao Estado. Na decisão, o juiz considerou a existência de sete crimes de peculato-apropriação, em crime formal e continuado. Por isso, ela foi condenada a 13 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado, a ser cumprida no estabelecimento prisional de segurança máxima da capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado concedeu o direito de a delegada recorrer em liberdade da decisão. <br></p>



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		<title>Confira vídeo do Gaeco que mostra delegada e escrivão em combinação de valores para arquivar inquérito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 13:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[delegada]]></category>
		<category><![CDATA[escrivão]]></category>
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					<description><![CDATA[O escrivão conversa com o policial rodoviário federal que ouve da delegada que a conclusão do inquérito que pesa contra ele será pela rejeição da denúncia. O ato contínuo da história é a entrega de um bolo de dinheiro com R$ 2,5 mil. Neste momento, a delegada se levanta e diz que essa parte é [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O escrivão conversa com o policial rodoviário federal que ouve da delegada que a conclusão do inquérito que pesa contra ele será pela rejeição da denúncia. O ato contínuo da história é a entrega de um bolo de dinheiro com R$ 2,5 mil. Neste momento, a delegada se levanta e diz que essa parte é com o escrivão e deixa a sala. O passo seguinte é o flagrante da Operação Cara de Pau, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e pelo Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A delegada Maria Solidade de Sousa e o escrivão Alexandre de Souza foram presos preventivamente nesta quinta-feira (13), em Alagoa Grande, sob a acusação de tentativa de extorquir o policial rodoviário. Eles são investigados pela prática de concussão. O nome do membro da Polícia Rodoviária Federal, que é investigado por furto, não foi revelado. Confira abaixo as imagens que estão em poder do Ministério Público da Paraíba.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão contra os suspeitos. A delegada Maria Solidade de Sousa e o escrivão Alexandre de Souza teriam cobrado R$ 5 mil de propina para “esquecer” a acusação contra o policial. A metade&nbsp;foi paga e, com autorização judicial, o Ncap e o Gaeco monitoraram o segundo pagamento, prendendo os acusados em flagrante. A abordagem foi feita no momento do recebimento do dinheiro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo um na Delegacia de Polícia Civil de Alagoa Grande e dois nas residências dos acusados, em João Pessoa. Os investigados foram presos e conduzidos para a Central de Polícia em Guarabira, onde aguardarão a audiência de custódia.&nbsp;Os dois deverão usar tornozeleira eletrônica e vão cumprir prisão domiciliar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome da operação “Cara de Pau”, segundo o Ministério Público, é uma alusão ao entendimento de que os dois foram atrevidos a ponto de cometerem um ato de concussão dentro de uma delegacia, achando que não responderiam pela conduta. O crime de concussão está previsto no Artigo 316 do Código Penal, como o ato de exigir vantagem indevida, na qualidade de servidor público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>&#8216;Cara de Pau&#8217;: delegada e escrivão são presos por suposta cobrança para arquivar inquérito</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/cara-de-pau-delegada-e-escrivao-sao-presos-por-suposta-cobranca-para-arquivar-inquerito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 23:29:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alagoa grande]]></category>
		<category><![CDATA[cara de pau]]></category>
		<category><![CDATA[concussão]]></category>
		<category><![CDATA[delegada]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma delegada e um escrivão foram presos nesta quinta-feira (22), em Alagoa Grande, durante a deflagração da Operação Cara de Pau, coordenada pelo Ministério Público da Paraíba. Eles são acusados de terem cobrado dinheiro para arquivar um inquérito. A vítima seria um policial rodoviário federal, que denunciou o suposto crime ao Grupo de Atuação Especial [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma delegada e um escrivão foram presos nesta quinta-feira (22), em Alagoa Grande, durante a deflagração da Operação Cara de Pau, coordenada pelo Ministério Público da Paraíba. Eles são acusados de terem cobrado dinheiro para arquivar um inquérito. A vítima seria um policial rodoviário federal, que denunciou o suposto crime ao Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) e ao Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap), órgãos do MPPB. Foram cumpridos dois mandados de prisão e três de busca e apreensão contra os suspeitos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alvos da operação Cara de Pau foram a delegada Maria Solidade de Sousa e o escrivão Alexandre de Souza. Eles são investigados pela prática de concussão. O montante exigido teria sido de R$ 5 mil. A metade foi paga e, com autorização judicial, o Ncap e o Gaeco monitoraram o segundo pagamento, prendendo os acusados em flagrante. A abordagem foi feita no momento do recebimento do dinheiro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo um na Delegacia de Polícia Civil de Alagoa Grande e dois nas residências dos acusados, em João Pessoa. Os investigados foram presos e conduzidos para a Central de Polícia em Guarabira, onde aguardarão a audiência de custódia. Os dois deverão usar tornozeleira eletrônica e vão cumprir prisão domiciliar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome da operação “Cara de Pau”, segundo o Ministério Público, é uma alusão ao entendimento de que os dois foram atrevidos a ponto de cometerem um ato de concussão dentro de uma delegacia, achando que não responderiam pela conduta. O crime de concussão está previsto no Artigo 316 do Código Penal, como o ato de exigir vantagem indevida, na qualidade de servidor público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O outro lado</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado Aécio Farias que defende a delegada presa nesta quinta é inocente. Ele fez duras críticas ao fato de não ter tido acesso à investigação e questionou a credibilidade do acusador, um policial rodoviário federal que cometera furto qualificado a uma cachaçaria de Alagoa Grande. No ano de 2016, a mesma delegada já havia sido alvo de investigações que culminaram com o afastamento de suas funções. Naquela época, a delegada foi acusada de desviar valores provenientes do pagamento de fianças, entretanto, voltou ao cargo após decisão judicial.</p>
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