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	<title>Daniel silveira &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Demonizado por petistas e aclamado por Bolsonaristas, Daniel Silveira tenta progressão de pena. PGR é contra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 21:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonarista]]></category>
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		<category><![CDATA[Daniel silveira]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contrário à progressão do regime de prisão do ex-deputado federal Daniel Silveira. Atualmente, ele está preso em regime fechado no presídio de Bangu, no Rio de Janeiro. Em abril de 2022, Silveira foi condenado pelo STF a 8 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contrário à progressão do regime de prisão do ex-deputado federal Daniel Silveira. Atualmente, ele está preso em regime fechado no presídio de Bangu, no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril de 2022, Silveira foi condenado pelo STF a 8 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes e coação no curso do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a defesa, somando o tempo que ficou preso antes da condenação, o ex-parlamentar tem direito a passar para o regime semiaberto por ter cumprido 16% da pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao opinar contra a progressão de regime, o vice-procurador da República, Hindenburgo Chateaubriand, entendeu que o cálculo feito pelos advogados levou em conta o cometimento de crimes sem violência e não pode ser utilizado no caso concreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este órgão ministerial manifestou-se pelo indeferimento do pedido, porque o cálculo desenvolvido pela defesa considerou, para fins de transferência para regime menos rigoroso, o cumprimento de 16% da pena a ser computado em casos de crime cometido sem violência à pessoa ou grave ameaça, não aplicável ao caso concreto”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após receber o parecer da PGR, Alexandre de Moraes vai decidir sobre o pedido de progressão de regime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano passado, o Supremo anulou o decreto de graça constitucional concedido em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro para impedir o cumprimento da pena de Silveira. A Corte entendeu que o decreto é inconstitucional por desvio de finalidade de Bolsonaro para beneficiar Silveira. (Agência Brasil)</p>



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		<title>Moraes determina execução imediata da condenação de Daniel Silveira</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/moraes-determina-execucao-imediata-da-condenacao-de-daniel-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 21:20:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre de moraes]]></category>
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		<category><![CDATA[condenação]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu hoje (23) determinar a execução imediata da condenação do ex-deputado federal Daniel Silveira a oito anos e nove meses de prisão. Em fevereiro, após deixar o mandato, Silveira foi preso cautelarmente por descumprir regras da detenção domiciliar e fazer novos ataques ao Supremo. Pela [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu hoje (23) determinar a execução imediata da condenação do ex-deputado federal Daniel Silveira a oito anos e nove meses de prisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro, após deixar o mandato, Silveira foi preso cautelarmente por descumprir regras da detenção domiciliar e fazer novos ataques ao Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela decisão, Silveira deverá ser submetido a exames médicos oficiais de praxe para dar início ao cumprimento da pena e ter o tempo que está preso provisoriamente descontado da condenação final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de Moraes foi tomada após o Supremo derrubar, no mês passado, o decreto de graça constitucional concedido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao então deputado federal para impedir o início do cumprimento da pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril do ano passado, Daniel Silveira foi condenado pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos poderes e coação no curso do processo a que responde por ataques à Corte. Apoiador de Bolsonaro, Silveira fazia parte da base do ex-presidente na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Com apenas dois votos contrários, Supremo derruba perdão de Bolsonaro sobre pena de Daniel Silveira</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/com-apenas-dois-votos-contrarios-supremo-derruba-perdao-de-bolsonaro-sobre-pena-de-daniel-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 20:10:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou, nesta quarta-feira (10), o perdão da pena do ex-deputado Daniel Silveira (PTB-RJ). A graça havia sido concedida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em abril do ano passado, logo após condenação a 8 anos e 9 meses de prisão imposta pela Suprema Corte contra o ex-parlamentar. Ele foi acusado pelo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou, nesta quarta-feira (10), o perdão da pena do ex-deputado Daniel Silveira (PTB-RJ). A graça havia sido concedida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em abril do ano passado, logo após condenação a 8 anos e 9 meses de prisão imposta pela Suprema Corte contra o ex-parlamentar. Ele foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ter estimulado atos antidemocráticos e de ter feito ataques a instituições como o próprio STF. O ex-parlamentar gravou vídeos nos quais ameaçava agredir ministros da Corte, inclusive Alexandre de Moraes, que é o relator do inquérito das fake news.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos da condenação foram suspensos por decisão do presidente Jair Bolsonaro, que concedeu graça ao ex-parlamentar um dia depois da decisão do Supremo, gerando uma crise institucional. O julgamento que contestava a decisão do ex-presidente foi concluído nesta quarta-feira (10), com os votos dos ministros Luiz Fux e do decano da Corte, ministro Gilmar Mendes. Ambos acompanharam a relatora, fechando o placar em 8 a 2 pela derrubada do perdão. Apenas os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça votaram contra. Ambos chegaram ao STF por indicação de Bolsonaro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o ex-deputado já está preso, na prática a situação dele não muda.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votaram contra o perdão da pena:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Rosa Weber<br>Luiz Fux<br>Gilmar Mendes<br>Alexandre de Moraes<br>Edson Fachin<br>Luís Roberto Barroso<br>Dias Toffoli<br>Cármen Lúcia<br></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votaram a favor de manter o perdão a Silveira:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">André Mendonça<br>Nunes Marques<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Entendo que crime contra o Estado Democrático de Direito é crime político e impassível de anistia, porquanto o Estado Democrático de Direito é cláusula pétrea&#8221;, afirmou Luiz Fux em sua manifestação. &#8220;Tenho que estão absolutamente ausentes quaisquer razões aptas a justificar o decreto impugnado&#8221;, completou o decano Gilmar Mendes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise do caso teve início no fim de abril, a partir de ações dos partidos Rede Sustentabilidade, do PDT, do Cidadania e do PSOL. Relatora dos casos, a ministra Rosa Weber votou nesta quarta contra a concessão do perdão, que considerou inconstitucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Supremo forma maioria para anular indulto de Bolsonaro a Daniel Silveira</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/supremo-forma-maioria-para-anular-indulto-de-bolsonaro-a-daniel-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 09:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel silveira]]></category>
		<category><![CDATA[deputado]]></category>
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		<category><![CDATA[maioria]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na sessão desta quinta-feira (4), para anular o decreto do ex-presidente Jair Bolsonaro que concedeu indulto ao ex-deputado Daniel Silveira, condenado pela Corte a oito anos e nove meses pelos crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Até o momento, há [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na sessão desta quinta-feira (4), para anular o decreto do ex-presidente Jair Bolsonaro que concedeu indulto ao ex-deputado Daniel Silveira, condenado pela Corte a oito anos e nove meses pelos crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Até o momento, há seis votos pela nulidade e dois pela validade do indulto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A validade do indulto está sendo analisada em quatro Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs 964, 965, 966 e 967) apresentadas pela Rede Sustentabilidade, pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), pelo Cidadania e pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli e a ministra Cármen Lúcia acompanharam a ministra Rosa Weber (relatora) no sentido de que o indulto foi concedido com desvio de finalidade, o que motiva sua nulidade. Para os ministros André Mendonça e Nunes Marques, o ato cumpriu as regras constitucionais e deve ter sua validade mantida. O julgamento prosseguirá na próxima quarta-feira, com os votos dos ministros Luiz Fux e Gilmar Mendes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o ministro Alexandre de Moraes, o indulto a Silveira afrontou a separação de Poderes, pois teve como objetivo exclusivo atacar uma decisão do Judiciário. Ele destacou que a justificativa de que a condenação pelo STF teria causado comoção não corresponde à realidade. Segundo o ministro, ao conceder um indulto, o presidente da República deve levar em consideração, entre as hipóteses legais e moralmente admissíveis, a mais adequada para o interesse público no âmbito da Justiça criminal, e não o que classificou como “política eleitoreira”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Interesse público<br></strong>O ministro Barroso salientou que, “de forma inusitada”, o decreto foi editado no dia seguinte à condenação, antes mesmo da publicação da sentença. Observou, ainda, que indultos são concedidos por razões humanitárias ou por política de desencarceramento por crimes menos graves. Mas, no caso de Silveira, as justificativas apresentadas para o decreto, contestando o mérito da condenação, demonstram que não havia interesse público. “O presidente julgou o mérito da decisão do Supremo, dele discordou e se arvorou na condição de juiz dos juízes”, afirmou. “Num estado democrático de direito, constitucional, quem diz o sentido e o alcance da Constituição e das leis é o Supremo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ataques à democracia<br></strong>Para o ministro Dias Toffoli, atos atentatórios à democracia e ao estado democrático de direito não podem ser objeto de indulto. Em sua opinião, os crimes cometidos por Silveira, com ataques diretos ao Supremo, foram um embrião dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Filtros de controle<br></strong>O ministro Edson Fachin ressaltou a existência de filtros de controle abrangendo a finalidade e a moralidade dos atos, inclusive os discricionários do chefe do Executivo. Segundo ele, o indulto deve ser coerente com finalidades humanitárias ou de interesse público, o que não ocorreu nesse caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arbitrariedade<br></strong>Em seu voto, a ministra Cármen Lúcia argumentou que o indulto não pode ser instrumento de impunidade nem uma mensagem a eventuais detratores da democracia de que podem continuar a praticar crimes, porque o presidente da República poderia editar o perdão. “A discricionariedade foi arrombada por uma arbitrariedade que se demonstra, nesse caso, com finalidades muito espúrias e absolutamente desviantes do que é esse instrumento na Constituição”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ato político<br></strong>Ao abrir divergência, o ministro André Mendonça considerou que a concessão de indulto é um ato político e, por esse motivo, não é passível de controle pelo Judiciário. Segundo ele, o poder do presidente da República para concedê-lo é limitado unicamente pela proibição constitucional expressa de que o benefício atinja pessoas condenadas por crimes de tortura, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, terrorismo e os crimes definidos como hediondos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Nunes Marques também julgou válido o indulto a Silveira. Ele entende que, por ser ato discricionário do presidente da República, sua revisão pelo Judiciário se limita apenas aos casos expressamente previstos na Constituição Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Supremo julga validade de indulto dado por Bolsonaro a Daniel Silveira e ex-deputado pode voltar para a cadeia</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/supremo-julga-validade-de-indulto-dado-por-bolsonaro-a-daniel-silveira-e-ex-deputado-pode-voltar-para-a-cadeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 20:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento sobre a legalidade do indulto concedido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao então deputado federal Daniel Silveira. Serão julgadas quatro ações protocoladas por partidos políticos contra a decisão. Em maio do ano passado, Bolsonaro assinou um decreto concedendo graça constitucional à pena do ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento sobre a legalidade do indulto concedido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao então deputado federal Daniel Silveira. Serão julgadas quatro ações protocoladas por partidos políticos contra a decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em maio do ano passado, Bolsonaro assinou um decreto concedendo graça constitucional à pena do ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), apoiador do então presidente e integrante da sua base na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto foi editado em 21 de abril, um dia após o parlamentar ter sido condenado pelo Supremo a 8 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos poderes e coação no curso do processo que responde por ataques à Corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Silveira está preso por descumprir regras da detenção domiciliar. A ordem de prisão foi dada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, após o ex-deputado danificar a tornozeleira eletrônica que é obrigado a usar, e fazer novos ataques contra o Supremo e o sistema eleitoral brasileiro, em vídeos divulgados na internet e em discurso na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agência Brasil</p>



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		<title>Ministro Alexandre de Moraes mantém restrições contra Silveira e impõe multa de R$ 405 mil ao deputado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ministro-alexandre-de-moraes-mantem-restricoes-contra-silveira-e-impoe-multa-de-r-405-mil-ao-deputado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 00:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[multa]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu nesta terça-feira (3) manter todas as restrições impostas ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ). As medidas incluem o uso da tornozeleira eletrônica. O ministro também determinou que o parlamentar bolsonarista pague multa de R$ 405 mil em razão do descumprimento das medidas definidas anteriormente. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu nesta terça-feira (3) manter todas as restrições impostas ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ). As medidas incluem o uso da tornozeleira eletrônica. O ministro também determinou que o parlamentar bolsonarista pague multa de R$ 405 mil em razão do descumprimento das medidas definidas anteriormente. A decisão ocorre apesar do indulto do presidente Jair Bolsonaro (PL), após o Supremo Tribunal Federal (STF) tê-lo condenado a 8 anos e 9 meses de prisão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Verificada a não observância das medidas cautelares impostas em 27 (vinte e sete) ocasiões distintas, caracterizados como descumprimentos autônomos, e considerando a multa diária fixada e referendada pelo Pleno da Suprema Corte, é exigível a sanção pecuniária no valor total de R$ 405.000,00 (quatrocentos e cinco mil reais) em desfavor do réu Daniel Lúcio da Silveira&#8221;, diz o despacho de Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, a multa segue válida mesmo após o presidente Jair Bolsonaro ter perdoado a condenação de Daniel Silveira. O ministro justifica a decisão atual não diz respeito à condenação imposta pelo STF, mas &#8220;em razão de não se relacionar com a condenação, mas sim com o desrespeito às medidas cautelares fixadas, sem qualquer relação com a concessão do indulto&#8221;. Para garantir o pagamento dos R$ 405 mil em multas, a decisão de Alexandre de Moraes determina:</p>



<p class="wp-block-paragraph">. o bloqueio de valores pertencentes a Daniel Silveira no sistema financeiro nacional;<br>. o bloqueio imediato de todas as contas bancárias do parlamentar;<br>. o bloqueio de 25% dos vencimentos pagos pela Câmara ao deputado, até o cumprimento integral da multa aplicada.<br><br>&#8220;As condutas do réu, que insiste em desrespeitar as medidas cautelares impostas nestes autos e referendadas pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, revelam o seu completo desprezo pelo Poder Judiciário, comportamento verificado em diversas ocasiões durante o trâmite desta ação penal e que justificaram a fixação de multa diária para assegurar o devido cumprimento das decisões desta Corte&#8221;, diz Moraes no documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova tornozeleira</strong><br>Ainda na decisão, Moraes dá prazo de 24 horas para que Daniel Silveira se apresente à Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal para substituir a tornozeleira eletrônica por um novo dispositivo. Na última semana, a defesa do parlamentar informou ao STF que o monitoramento eletrônico tinha sido interrompido em razão de um &#8220;defeito&#8221; no equipamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daniel Silveira voltou a ser monitorado no dia 31 de março, após Moraes fixar multa diária pelo descumprimento da determinação. Segundo o governo do DF, no entanto, o equipamento instalado no tornozelo do deputado está descarregado desde o dia 17 de abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do G1</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Novela Daniel Silveira: ministro Alexandre de Moraes diz que &#8216;graça&#8217; de Bolsonaro não anula inelegibilidade do deputado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/novela-daniel-silveira-ministro-alexandre-de-moraes-diz-que-graca-de-bolsonaro-nao-anula-inelegibilidade-do-deputado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 21:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre de moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[A canetada do presidente Jair Bolsonaro (PL) com a concessão de &#8220;graça&#8221; ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) não para de produzir incertezas. Em meio à confusão que se sucedeu ao perdão presidencial a um condenado a oito anos e nove meses de prisão, perda do mandato e inelegibilidade, o ministro Alexandre de Moraes, relator [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A canetada do presidente Jair Bolsonaro (PL) com a concessão de &#8220;graça&#8221; ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) não para de produzir incertezas. Em meio à confusão que se sucedeu ao perdão presidencial a um condenado a oito anos e nove meses de prisão, perda do mandato e inelegibilidade, o ministro Alexandre de Moraes, relator da matéria no Supremo Tribunal Federal (STF), botou mais lenha na fogueira. Em decisão proferida nesta terça-feira (26), ele deu prazo de 48 horas para que o parlamentar se manifeste sobre o indulto e a respeito do descumprimento de medidas cautelares restritivas impostas contra Silveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal está há mais de uma semana com a tornozeleira eletrônica desligada. Alexandre de Moraes afirmou na decisão que é &#8220;absolutamente necessário&#8221; determinar o momento exato em que o decreto de Bolsonaro permitirá a extinção da pena à qual Silveira foi condenado, já que, apesar da condenação, o processo ainda não transitou em julgado — ou seja, ainda há possibilidade de recurso por parte da defesa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Enquanto não houver essa análise e a decretação da extinção de punibilidade pelo Poder Judiciário, nos termos dos já citados artigos 738 do Código de Processo Penal e 192 da Lei de Execuções Penais, a presente ação penal prosseguirá normalmente, inclusive no tocante à observância das medidas cautelares impostas ao réu Daniel Silveira e devidamente referendadas pelo Plenário dessa Suprema Corte&#8221;, escreveu Moraes na decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a condenação imposta pelo Supremo, pelo placar de 10 votos a 1, há movimentos do Executivo e do Legislativo voltados para a mitigação dos efeitos da pena. Bolsonaro entende que o perdão torna Silveira livre de todos os efeitos da condenação. Juristas e ministros do STF entendem que ele atinge apenas os efeitos primários, ou seja, libera o parlamentar da obrigação de cumprir a pena em regime fechado. A perda do mandato e a inelegibilidade estariam valendo. O Congresso entrou no jogo para opinar que cabe ao Poder dar a última palavra sobre a cassação. Isso é defendido pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já sobre a inelegibilidade, essa parece uma punição da qual o parlamentar não terá como escapar. &#8220;Ressalte-se, ainda, que, dentre os efeitos não alcançados por qualquer decreto de indulto está a inelegibilidade decorrente de condenação criminal em decisão proferida por órgão judicial colegiado&#8221;, afirmou Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Bolsonaro concede &#8216;perdão&#8217; a Daniel Silveira e anula efeitos da condenação imposta pelo STF. Jurista diz que ato do presidente é nulo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/bolsonaro-concede-perdao-a-daniel-silveira-e-anula-condenacao-do-stf-jurista-diz-que-ato-do-presidente-e-nulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 22:41:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Condenado]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel silveira]]></category>
		<category><![CDATA[perdão]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou na tarde desta quinta-feira (21), em transmissão ao vivo por uma rede social, perdão da pena ao deputado aliado Daniel Silveira (PTB-RJ). Ele foi condenado nesta quarta a 8 anos e 9 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Para o jurista Walter Maierovitch a decisão do gestor [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou na tarde desta quinta-feira (21), em transmissão ao vivo por uma rede social, perdão da pena ao deputado aliado Daniel Silveira (PTB-RJ). Ele foi condenado nesta quarta a 8 anos e 9 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Para o jurista Walter Maierovitch a decisão do gestor é nula de pleno direito, porque ainda cabe recurso na decisão por não ter havido ainda o trânsito em julgado. &#8220;Foi claramente uma decisão para repercutir na bolha bolsonarista&#8221;, disse, alegando que enquanto não houver a condenação, Silveira continua beneficiado com apresunção de inocência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O perdão da pena pode ser concedido pelo presidente da República por meio de decreto. Bolsonaro afirmou que o ato seria publicado no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;, o que se efetivou logo após o anúncio, em edição extra da publicação. Além dos 8 anos e 9 meses de prisão em regime fechado por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a ministros do Supremo Tribunal Federal e a instituições, os ministros do STF também determinaram a perda do mandato e dos direitos políticos do deputado bolsonarista e multa de cerca de R$ 200 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de condenar foi tomada por 10 dos 11 ministros, entre os quais André Mendonça, indicado para o STF pelo próprio Bolsonaro — o único voto pela absolvição foi o de Nunes Marques, o outro ministro que chegou ao Supremo por indicação do atual presidente. Com o anúncio, Bolsonaro deflagra uma crise com o STF, que, se acionado, analisará a constitucionalidade do decreto do presidente. Juristas dizem que o perdão de pena não pode ter desvio de finalidade, ou seja, ser concedido para atender a objetivos pessoais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a transmissão, Bolsonaro leu o teor do decreto. O texto diz que fica concedida &#8220;graça constitucional a Daniel Lúcio da Silveira, deputado federal, condenado pelo Supremo Tribunal Federal em 20/04/22, no âmbito da Ação Penal 1.044 à pena de 8 anos e 9 meses de reclusão, em regime inicial fechado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outros juristas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o jurista Fernando Fernandes, Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade com a decisão de conferir graça ao deputado Daniel Silveira. Ele entende que o Supremo pode avaliar se houve um desvio de finalidade no ato do Presidente da República contra um julgamento cujo acórdão ainda não foi publicado. “O STF pode examinar desvio em relação a uma decisão de indulto ocorrida imediatamente a uma decisão do STF sequer publicada cuja a motivação é desconstituir pelo executivo a decisão recém tomada e afetada pela pessoalidade já que direcionada a um réu, e contra a separação dos poderes. Há evidente desvio de finalidade possível de análise imediata ex ofício”, afirmou Fernandes ao portal 247.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já segundo Conrado Gontijo, advogado criminalista e doutor em direito penal pela Universidade de São Paulo (USP), a medida tomada por Bolsonaro é &#8220;flagrantemente inconstitucional&#8221;. &#8220;Trata-se de grave afronta ao Supremo Tribunal Federal, que, com absoluto acerto técnico, condenou Daniel Silveira pela prática de crimes graves. Ainda que o presidente da República tenha a prerrogativa de conceder graça, não pode fazê-lo de forma abusiva, deturpando a lógica que justificou a criação desse instituto. E, no caso concreto, o que se nota é Jair Bolsonaro, mais uma vez, atacando as instituições, atacando a democracia e tomando uma decisão manifestamente incompatível com o Estado de Direito&#8221;, afirmou em entrevista ao G1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro que se pronunciou foi o jurista Pedro Henrique Demercian, professor de direito processual penal da PUC-SP. &#8220;A concessão desse indulto individual pelo presidente da República me parece ter incorrido em evidente vício de origem e desvio de finalidade. No caso específico, autoria, materialidade e culpabilidade foram amplamente debatidos no STF, com estrita observância do devido processo legal (justo processo). A pena foi fixada dentro de parâmetros adequados e razoáveis. A concessão da graça (ou indulto individual), nesse contexto, traduz uma verdadeira afronta à própria independência e autonomia do Poder Judiciário&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, declarou, a motivação do decr</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a íntegra do decreto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">DECRETO DE 21 DE ABRIL DE 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso XII, da Constituição, tendo em vista o disposto no art. 734 do Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 &#8211; Código de Processo Penal, e</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que a prerrogativa presidencial para a concessão de indulto individual é medida fundamental à manutenção do Estado Democrático de Direito, inspirado em valores compartilhados por uma sociedade fraterna, justa e responsável;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que a liberdade de expressão é pilar essencial da sociedade em todas as suas manifestações;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que a concessão de indulto individual é medida constitucional discricionária excepcional destinada à manutenção do mecanismo tradicional de freios e contrapesos na tripartição de poderes;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que a concessão de indulto individual decorre de juízo íntegro baseado necessariamente nas hipóteses legais, políticas e moralmente cabíveis;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que ao Presidente da República foi confiada democraticamente a missão de zelar pelo interesse público; e</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que a sociedade encontra-se em legítima comoção, em vista da condenação de parlamentar resguardado pela inviolabilidade de opinião deferida pela Constituição, que somente fez uso de sua liberdade de expressão;</p>



<p class="wp-block-paragraph">DECRETA :</p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 1º Fica concedida graça constitucional a Daniel Lucio da Silveira, Deputado Federal, condenado pelo Supremo Tribunal Federal, em 20 de abril de 2022, no âmbito da Ação Penal nº 1.044, à pena de oito anos e nove meses de reclusão, em regime inicial fechado, pela prática dos crimes previstos:</p>



<p class="wp-block-paragraph">I &#8211; no inciso IV do caput do art. 23, combinado com o art. 18 da Lei nº 7.170, de 14 de dezembro de 1983; e</p>



<p class="wp-block-paragraph">II &#8211; no art. 344 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 &#8211; Código Penal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 2º A graça de que trata este Decreto é incondicionada e será concedida independentemente do trânsito em julgado da sentença penal condenatória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 3º A graça inclui as penas privativas de liberdade, a multa, ainda que haja inadimplência ou inscrição de débitos na Dívida Ativa da União, e as penas restritivas de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Brasília, 21 de abril de 2022; 201º da Independência e 134º da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">JAIR MESSIAS BOLSONARO</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Indicado por Bolsonaro para o Supremo, André Mendonça rebate críticas por voto pela condenação de Daniel Silveira</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/indicado-por-bolsonaro-para-o-supremo-andre-mendonca-rebate-criticas-por-voto-pela-condenacao-de-daniel-silveira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 16:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[André Mendonça]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaristas]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel silveira]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), &#8220;rivalizou&#8221; com Alexandre Moraes na &#8220;disputa informal&#8221; de ministro mais criticado pelos bolsonaristas nesta quarta-feira (20). Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para o cargo, com alcunha de &#8220;terrivelmente evangélico&#8221;, Mendonça foi severamente criticado por deputados e apoiadores do presidente por voto a favor da condenação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), &#8220;rivalizou&#8221; com Alexandre Moraes na &#8220;disputa informal&#8221; de ministro mais criticado pelos bolsonaristas nesta quarta-feira (20). Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) para o cargo, com alcunha de &#8220;terrivelmente evangélico&#8221;, Mendonça foi severamente criticado por deputados e apoiadores do presidente por voto a favor da condenação do deputado bolsonarista Daniel Silveira (PTB-RJ). O parlamentar foi condenado a 8 anos e 9 meses de prisão, perda do mandato eletivo e dos direitos políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia também</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-calvario-tre-nega-autorizacao-para-que-claudia-veras-saia-do-estado/">Operação Calvário: TRE nega autorização para que Cláudia Veras saia do Estado</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Reajuste salarial de prefeito e vice estabelecido por decreto em plena pandemia é suspenso pelo Tribunal de Contas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do voto mais ameno em relação aos outros nove colegas que votaram pela condenação, seguindo o relator, Alexandre de Moraes, Mendonça não foi poupado. Ele votou pela condenação a 2 anos e 4 meses de prisão, inicialmente em regime aberto. Mas não adiantou. “Quem diria que Kassio Nunes acertaria e André Mendonça erraria tanto”, disse a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Já o deputado bolsonarista Carlos Jordy (PL-RJ) se disse “Terrivelmente decepcionante!”, uma ironia à promessa de Bolsonaro de escolher um ministro &#8220;terrivelmente evangélico&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Menos criativo, o pastor evangélico e deputado federal Marcos Feliciano (PL-SP) demonstro frustração: &#8220;Estou terrivelmente desapontado”. O pastor Silas Malafaia, também próximo ao presidente Jair Bolsonaro, escreveu em uma rede social nesta quinta que está “terrivelmente decepcionado com o ministro André Mendonça”, que ele se rendeu “ao ditador da toga” e “envergonha o povo evangélico”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Demonstrando contrariedade com a situação, Mendonça usou as redes sociais para se manifestar. No julgamento, nesta quarta-feira (21), ele chegou a ser parabenizado pelo ministro Dias Toffoli por ter resistido &#8220;à pressão&#8221; bolsonarista. <span style="font-size: revert; color: initial;">&#8220;Diante das várias manifestações sobre o meu voto ontem, sinto-me no dever de esclarecer que: [a] como cristão, não creio tenha sido chamado para endossar comportamentos que incitam atos de violência contra pessoas determinadas; e [b] como jurista, a avalizar graves ameaças físicas contra quem quer que seja.&#8221;</span></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta às criticas de aliados do presidente Jair Bolsonaro, o ministro André Mendonça escreveu em uma rede social:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele completou, dizendo ser preciso separar o bem do mal. &#8220;Há formas e formas de se fazerem as coisas. E é preciso se separar o joio do trigo, sob pena de o trigo pagar pelo joio. Mesmo podendo não ser compreendido, tenho convicção de que fiz o correto.&#8221;<br></p>



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		<title>Supremo condena Daniel Silveira por ataques a ministros e estímulo a atos antidemocráticos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/supremo-condena-daniel-silveira-por-ataques-a-ministros-e-estimulo-a-atos-antidemocraticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 23:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[8 anos]]></category>
		<category><![CDATA[daniel]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel silveira]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[supremo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, condenaram o deputado federal Daniel Silveira (PDT-RJ) a 8 anos e 9 meses de prisão e perda do mandato e dos direitos políticos, o que o torna inelegível. Ele foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de estímulo a atos antidemocráticos e ataques a instituições como [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria, condenaram o deputado federal Daniel Silveira (PDT-RJ) a 8 anos e 9 meses de prisão e perda do mandato e dos direitos políticos, o que o torna inelegível. Ele foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de estímulo a atos antidemocráticos e ataques a instituições como o próprio STF. O parlamentar gravou vídeos nos quais ameaçava agredir ministros da Corte, inclusive Alexandre de Moraes, que é o relator do inquérito das fake news. O único a se declarar completamente contra a condenação foi o ministro Kassio Nunes Marques, indicado para a corte pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram a favor da condenação os ministros Alexandre de Moraes (relator da matéria), André Mendonça, Luiz Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e o presidente da Corte, Luiz Fux. Apesar de ter considerado as acusações graves e concordar com a condenação, André Mendonça sugeriu uma pena menor, que seria de 2 anos de prisão. Ele, no entanto, foi vencido pela maioria dos magistrados presentes na sessão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pouco antes do início da sessão, em pronunciamento na Câmara dos Deputados, Silveira chamou Moraes de &#8220;marginal&#8221;. Em seguida, junto com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, foi ao prédio do STF para acompanhar o julgamento. Mas eles não puderam entrar no plenário porque uma regra em vigor no tribunal, editada em razão da pandemia, limita o acesso a ministros, integrantes do Ministério Público, servidores do STF e advogados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Voto do relator<br>O ministro Alexandre de Moraes votou nesta pela condenação de Silveira a oito anos e nove meses de prisão, em regime fechado, do deputado Daniel Silveira (PTB-RJ) por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a instituições como o próprio STF. No voto, Moraes, relator do caso, também condena Silveira à perda do mandato e à suspensão dos direitos políticos e, além da pena de prisão, estipula multa de R$ 212 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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