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	<title>crise &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Crise bate à porta: UFCG alerta para risco de inadimplência e cortes em serviços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 14:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) acendeu o alerta vermelho. Em comunicado divulgado no fim de semana, a instituição denunciou uma grave crise financeira provocada por cortes no orçamento e pela liberação irregular de verbas. A situação, segundo a própria universidade, pode levar à inadimplência e ao colapso de serviços essenciais. Assinado pelo secretário [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) acendeu o alerta vermelho. Em comunicado divulgado no fim de semana, a instituição denunciou uma grave crise financeira provocada por cortes no orçamento e pela liberação irregular de verbas. A situação, segundo a própria universidade, pode levar à inadimplência e ao colapso de serviços essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinado pelo secretário de Planejamento e Orçamento, Mário de Sousa Araújo Neto, o documento detalha os impactos da restrição orçamentária: atrasos nos pagamentos a fornecedores, risco à continuidade de contratos com terceirizadas, dificuldades na manutenção da infraestrutura e ameaça à assistência estudantil. Tudo isso em meio ao funcionamento regular das atividades acadêmicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A causa do problema, aponta a UFCG, está na combinação de orçamento apertado e repasses mensais insuficientes, limitados por decretos federais publicados em março e abril. O texto oficial afirma que a liberação atual não cobre sequer a inflação acumulada, o que, na prática, representa uma redução real dos recursos em comparação a anos anteriores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“A falta de equilíbrio orçamentário compromete o planejamento institucional, aumenta o risco de inadimplência e pode levar a despesas concentradas no fim do ano, contrariando os princípios de boa governança”, diz o comunicado.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Com a corda no pescoço, a universidade foi forçada a rever prioridades nos pagamentos. Bolsas estudantis, passagens e diárias para atividades acadêmicas essenciais, contratos com mais acúmulo de dívidas e renegociações passaram a ocupar o topo da lista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário da UFCG reflete uma crise nacional. Outras instituições federais também enfrentam dificuldades severas. A Universidade Federal de Uberlândia (UFU), por exemplo, já anunciou um rombo de R$ 50 milhões até o fim do ano, o que levou à redução de contratos e risco de demissões de terceirizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da UFCG, os números impressionam: corte de R$ 26 milhões no orçamento de 2025, dívida de R$ 1,6 milhão com a Imprensa Oficial, atrasos com empreiteiras e fornecedores de serviços básicos como energia, água e telefonia. As consequências são visíveis: postos de trabalho terceirizados não estão sendo recompostos, há desvio de função e sobrecarga de trabalhadores. No campo da infraestrutura, a universidade admite que precisa de 72 obras, mas só consegue manter 25 em andamento — e três delas estão embargadas judicialmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para completar, a carência de professores só aumenta. A falta de verba impede novas contratações, agravando os problemas herdados da expansão universitária promovida durante o Reuni.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em cinco anos, os cortes no orçamento da UFCG somam 43%. O impacto atinge a formação de novos profissionais, o desenvolvimento de pesquisas e a própria sobrevivência de programas de assistência estudantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A direção da universidade faz um apelo: ou o governo recompõe os recursos e ajusta o fluxo de repasses, ou o risco de paralisação será inevitável.</p>



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		<title>Críticas de Bruno a João Azevêdo reacendem Fla-Flu entre JP e CG</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/criticas-de-bruno-a-joao-azevedo-reacendem-fla-flu-entre-jp-e-cg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 13:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Cunha Lima]]></category>
		<category><![CDATA[cícero lucena]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[críticas]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), mirou o governador João Azevêdo (Cidadania) em suas críticas e acertou no prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressitas). O resultado disso foi uma resposta do líder do prefeito na Câmara da Capital, Bruno Farias (Cidadania), e sabe Deus o que vem depois disso. As queixas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), mirou o governador João Azevêdo (Cidadania) em suas críticas e acertou no prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressitas). O resultado disso foi uma resposta do líder do prefeito na Câmara da Capital, Bruno Farias (Cidadania), e sabe Deus o que vem depois disso. As queixas do prefeito campinense vêm ocorrendo desde o sábado (6), por causa do rebaixamento da cidade no Plano Novo Normal, elaborado pelo governo do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Campina Grande tinha classificação amarela e agora regrediu para o laranja, que é mais restritiva. Para se ter uma ideia, a cidade passa a ser submetida a restrições como o toque de recolher a partir das 22h. O gestor, por outro lado, alegou que o município comandado por ele está sendo punido e traçou comparativos de Campina Grande com João Pessoa. A comparação criou uma saia justíssima e reacendeu a velha rixa entre as duas principais cidades paraibanas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Bruno Farias acusou o gestor campinense de criar fake news ao se referir aos leitos de Unidades de Terapia Intensiva de João Pessoa. “O prefeito de Campina, talvez induzido ao erro, disse que o hospital Santa Isabel reduziu o número de vagas de UTI de 40 para 20. Essa informação não procede; Isso é uma fake news! O plano de contingência da unidade na gestão Cartaxo previa 50 leitos de UTI para o Ministério da Saúde, mas era pura ficção. E nunca chegou a 20. Só recebemos 10”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Bruno alega ainda que “em poucos dias, Cícero abriu mais 60 vagas em uma única unidade hospitalar, sem falar das 25 novas que estão sendo abertas no Pronto Vida”. O líder explicou que, ao contrário do que o prefeito de Campina Grande falou, “a rede municipal conta agora com 227 leitos exclusivos para Covid-19, sendo 100 de UTI, 95 de enfermaria e 32 de estabilização”. “Sem falar que Cícero e Leo abriram 5 novas usinas de oxigênio, o que exigiu a adequação das UPAS e hospitais”, esclareceu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a 20ª avaliação do Plano Novo Normal Paraíba (PNNPB), divulgada nesse sábado (6), 95% (211) dos municípios paraibanos estão em bandeira laranja; 4% (8 municípios) figuram em bandeira vermelha e apenas 4 municípios têm bandeira amarela, representando uma redução de 97% em relação à avaliação anterior, a menor participação desta bandeira desde o início dos ciclos avaliativos do PNNPB. Já são 229.194 casos de coronavírus e 4.679 óbitos.</p>
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