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	<title>criptomoedas &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Extraditado pela Argentina, ex-funcionário da Braiscompany já está no Presídio do Serrotão</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 21:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Um dos ex-funcionários da Braiscompany, preso na Argentina, no ano passado, já encontra-se na Paraíba. Acusado de participação no esquema comandado por Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos, sócios da empresa, o ex-colaborador, que não teve o nome revelado, foi escoltado pela Polícia Federal durante a madrugada desta quinta-feira (1º) até o seu destino final: o Presídio do Serrotão, em Campina Grande. Uma estimativa dos prejuízos para os clientes da empresa de criptoativos, publicada pelo jornal O Globo, ano passado, mostra que as perdas causadas podem chegar a R$ 600 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alvo da operação ocorrido na madrugada desta quinta-feira havia sido preso dia 19 de junho do ano passado, em Puerto Iguazu, na Argentina, 11 dias depois do alerta vermelho emitido pela Interpol. Esse alerta é para a prisão com intenção de extradição, concretizada após os trâmites entre as justiças argentina e brasileira. Além dele, foram presos também Victor Hugo, Sabrina Mikaelly e Arthur Barbosa, estes últimos em Foz do Iguaçu-PR, quando tentavam fugir para o país vizinho. Todos tiveram os mandados de prisão decretados pela 4ª Vara Federal de Campina Grande/PB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos foram alvos da operação Halving, deflagrada há um ano. Eles são acusados de participação em esquema de pirâmide financeira por fraude com criptomoedas. O suspeito extraditado pela Argentina, segundo a Polícia Federal, é apontado como um dos diretores de empresa que captava investidores em criptomoedas com promessa de lucro de 8% ao mês. A Operação Halving combate crimes contra o sistema financeiro e contra o mercado de capitais. Entre 2019 e 2023, estima-se que tenham sido movimentados quase R$ 2 bilhões em criptoativos, em contas vinculadas aos suspeitos do esquema criminoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antônio Neto Ais e Fabrícia Campos ainda estão foragidos e são procurados pela Interpol. </p>



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		<title>Paraíba: após denúncias, Ministério Público dá 72 horas para empresa de criptomoedas devolver dinheiro de clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[clientes]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba (MPPB) expediu recomendação nesta terça-feira (14) para que a emrpesa Fiji Solucions, especializada na negociação de criptoativos, devolva no prazo de 72 horas o dinheiro dos clientes. O documento, assinado pelo promotor Sócrates Agra, do MP-Procon de Campina Grande, foi expedido após denúncias de que o pagamento dos dividendos foi [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba (MPPB) expediu recomendação nesta terça-feira (14) para que a emrpesa Fiji Solucions, especializada na negociação de criptoativos, devolva no prazo de 72 horas o dinheiro dos clientes. O documento, assinado pelo promotor Sócrates Agra, do MP-Procon de Campina Grande, foi expedido após denúncias de que o pagamento dos dividendos foi suspenso pelos sócios da empresa. Segundo o representante do MPPB, até o momento, os sócios da empresa atenderam às notificações da promotoria, foram ouvidos e apresentaram as documentações requeridas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante depoimento, um dos sócios ratificou que estaria com problemas técnicos para autorizar repasses, mas apresentou documentação que comprovaria que a empresa dispõe de fundos e liquidez para saldar os compromissos com os investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Recomendamos que a empresa empreenda – por todos os meios legais necessários – todas as tratativas junto à Kucoin para solução da demanda existente e pagamento aos clientes, no prazo de 72 horas, e que comprove, ao Ministério Público, todos os atos realizados para solução da problemática existente, e que apresente cópia dos documentos pessoais dos sócios da empresa (Identidade, CPF e Passaporte). Continuaremos acompanhando essa e outras situações envolvendo empresas de criptomoedas atuando na região a fim de garantir, no que couber ao Ministério Público, os direitos dos consumidores”, explicou Sócrates Agra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sócios da empresa também foram advertidos de que, na hipótese de não atendimento ao que foi recomendado, O MP-Procon poderia adotar providências administrativas e judiciais cabíveis, entre elas o ajuizamento de ação civil pública contra diretores e administradores, aplicação de multas e interdição das atividades do estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sinal de alerta dos clientes acendeu logo após o escândalo da Braiscompany, também especializada na comercialização de criptoativos. Os donos da empresa desapareceram e deixaram um prejuízo milionário para os clientes. O caso é acompanhado também pelo MP-Procon de Campina Grande e motivou a análise da atuação de outras empresas que atuam na cidade paraibana. </p>



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