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	<title>coronel &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Defesa de coronel tenta reabrir instrução penal e diz ter provas que implicariam Bolsonaro como comandante do 8/1</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/com-provas-defesa-de-naime-tenta-reabrir-processo-e-aponta-bolsonaro-como-comandante-do-8-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 14:05:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[coronel]]></category>
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					<description><![CDATA[Jorge Naime, coronel da Polícia Militar do Distrito Federal e um dos alvos da Justiça no caso do 8 de Janeiro, resolveu mirar mais alto. Pediu ao ministro Alexandre de Moraes a reabertura da instrução penal contra ele com base em provas colhidas&#8230; adivinha onde? Na ação contra Jair Bolsonaro e seu núcleo. A defesa [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Jorge Naime, coronel da Polícia Militar do Distrito Federal e um dos alvos da Justiça no caso do 8 de Janeiro, resolveu mirar mais alto. Pediu ao ministro Alexandre de Moraes a reabertura da instrução penal contra ele com base em provas colhidas&#8230; adivinha onde? Na ação contra Jair Bolsonaro e seu núcleo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa do coronel, que chefiava o Departamento Operacional da PM no dia do quebra-quebra em Brasília, não economizou: diz que a nova ação penal, a famosa AP 2668, mostra quem realmente mandava naquilo tudo. E não era ele. &#8220;Se os verdadeiros detentores da decisão estratégica foram identificados posteriormente, por que manter-se a responsabilização de quem sequer teve o poder de agir?&#8221;, questionam os advogados Bruno Jordano e Marina Mansur. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Naime, segundo os defensores, virou bode expiatório de uma estrutura muito maior — e muito mais poderosa. “A narrativa muda completamente”, dizem eles. A peça contra Bolsonaro e mais sete acusados mostra que as ordens e omissões partiam de cima, da alta cúpula do Governo Federal e da Secretaria de Segurança Pública do DF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais: o coronel nem sequer participava dos grupos de mensagem onde as decisões foram tomadas — inclusive aquelas que facilitaram a invasão. Nada de “Difusão”, nada de “Grupo Perímetro”. Sem acesso aos alertas da Abin, sem informação da inteligência, e, pelo que se diz, sem poder de decisão. Mas com toda a carga de responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Moraes, por ora, liberou o acesso às provas para a defesa de Bolsonaro. Agora, o time de Naime quer usar esse mesmo material para reforçar que o coronel foi jogado na linha de frente de um processo onde, segundo eles, os verdadeiros comandantes ficaram de fora.</p>



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		<title>Fachin exclui coronel de grupo de fiscalização por divulgação de fake news sobre urnas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/fachin-exclui-coronel-de-grupo-de-fiscalizacao-por-divulgacao-de-fake-news-sobre-urnas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2022 15:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bog do suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[coronel]]></category>
		<category><![CDATA[Edson fachin]]></category>
		<category><![CDATA[exclui]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
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					<description><![CDATA[O coronel do Exército Ricardo Sant&#8217;Anna foi excluído do grupo de fiscalização do processo eleitoral criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele era um dos nove militares que integram o grupo. Um ofício foi encaminhado nesta segunda-feira (8) ao ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, pelos ministros Luiz Edson Fachin, presidente da Corte, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O coronel do Exército Ricardo Sant&#8217;Anna foi excluído do grupo de fiscalização do processo eleitoral criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele era um dos nove militares que integram o grupo. Um ofício foi encaminhado nesta segunda-feira (8) ao ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, pelos ministros Luiz Edson Fachin, presidente da Corte, e Alexandre de Moraes, vice-presidente. O motivo da exclusão é o fato de o militar ter divulgado, segundo o TSE, fake news sobre as urnas eletrônicas através das redes sociais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O blog procurou o Ministério da Defesa e aguardava resposta até a última atualização deste texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ofício é assinado pelo presidente do TSE, Luiz Edson Fachin, e pelo vice-presidente do tribunal, Alexandre de Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Conquanto partidos e agentes políticos tenham o direito de atuar como fiscais, a posição de avaliador da conformidade de sistemas e equipamentos não deve ser ocupada por aqueles que negam prima facie o sistema eleitoral brasileiro e circulam desinformação a seu respeito. Tais condutas, para além de sofrer reprimendas normativas, têm sido coibidas pelo TSE através de reiterados precedentes jurisprudenciais&#8221;, diz trecho do ofício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A elevada função de fiscalização do processo eleitoral há que ser exercida por aqueles que funcionam como terceiros capazes de gozar de confiança da Corte e da sociedade, mostrando-se publicamente imbuídos dos nobres propósitos de aperfeiçoamento do sistema eleitoral e de fortalecimento da democracia&#8221;, diz o documento divulgado pelo jornalista Valdo Cruz, do G1. O ofício, então, comunica à Defesa a exclusão do coronel:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;À vista dos fatos narrados, serve o presente ofício para comunicar a vossa excelência o descredenciamento do coronel Ricardo Sant’Anna dos trabalhos de fiscalização, a partir desta data, rogando-se a esse ministério, caso entenda necessária nova designação, que substitua o aludido militar por técnico habilitado para as funções.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão representa a colocação de mais um tijolinho da construção do mal-estar que vem numa crescente na relação entre o TSE e o Ministério da Defesa. Chamado a participar do grupo, representantes das Forças Armadas têm externado suspeitas sobre a segurança do processo eleitoral, mas sem apresentar provas que justifiquem a desconfiança. As queixas estão em linha com acusações contantes do presidente Jair Bolsonaro (PL), pré-candidato à reeleição, mas também sem apresentar provas. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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