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	<title>coriolano &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Calvário: Gilberto, Coriolano e ex-secretário conquistam no STJ direito de se ausentar da comarca sem autorização judicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 May 2022 20:56:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Três alvos da operação Calvário, conduzida pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), conseguiram uma vitória importante no Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta semana. O ex-procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro, o ex-secretário executivo de Educação, Arthur Viana, além do irmão do ex-governador Ricardo Coutinho, Coriolano Coutinho, obtiveram na corte a derrubada de algumas das medicas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Três alvos da operação Calvário, conduzida pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), conseguiram uma vitória importante no Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta semana. O ex-procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro, o ex-secretário executivo de Educação, Arthur Viana, além do irmão do ex-governador Ricardo Coutinho, Coriolano Coutinho, obtiveram na corte a derrubada de algumas das medicas cautelares diversas da prisão que pesavam contra eles. Uma delas é a retirada da obrigatoriedade de os suspeitos requererem à Justiça autorização para deixar a comarca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi da Sexta Turma do STJ e proferida pelo ministro Sebastião Reis, relator da matéria. Ele foi seguido pelos outros colegas. Votaram a favor Rogerio Schietti Cruz, Antonio Saldanha Palheiro, Olindo Menezes (desembargador Convocado do TRF 1ª Região) e Laurita Vaz. No recurso impetrado, a defesa pediu a extensão de decisão que beneficiou, anteriormente, o ex-governador Ricardo Coutinho e a ex-prefeita do Conde, Márcia Lucena, ambos do PT. Eles ganharam também o direito de retomar suas respectivas atividades profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação Calvário apurou supostos desvios de recursos públicos ocorridos entre 2011 e 2018, período em que Coutinho esteve à frente do Executivo estadual. As investigações do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) apontam para a existência de uma suposta organização criminosa que teria atuado neste período e que teria causado prejuízo estimado em R$ 153,2 milhões aos cofres públicos. O montante, de acordo com o Gaeco, tem a ver apenas com as perdas na área de saúde. No documentário, a tese sustentada é que os desvios teriam relação com ‘caixa 2’. Este, inclusive, é o entendimento atribuído a Livância no documentário e negado por ela.</p>



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		<title>Calvário: Gaeco descobre que Coriolano era &#8216;procurador&#8217; de empresa com contrato milionário com o Detran</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/calvario-gaeco-descobre-que-coriolano-era-procurador-de-empresa-com-contrato-milionario-com-o-detran/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 20:18:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre os últimos meses de 2016 e o início de 2017 houve caos no mercado de compra e venda de veículos na Paraíba. O então governador Ricardo Coutinho (PSB) decidiu que a emissão de gravames pelo Detran não seria feito mais pela Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados (Cetip). A instituição [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre os últimos meses de 2016 e o início de 2017 houve caos no mercado de compra e venda de veículos na Paraíba. O então governador Ricardo Coutinho (PSB) decidiu que a emissão de gravames pelo Detran não seria feito mais pela Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos Privados (Cetip). A instituição ligada à Febraban (Federação Brasileira de Bancos) seria substituída pela Bunkertech Integradora de Soluções LTDA. O que ninguém sabia e que foi revelado agora pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba, é que a empresa tinha Coriolano Coutinho, irmão do ex-governador, como procurador dos contratos na Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é narrado na denúncia protocolada na semana passada contra o ex-governador, os irmãos (Coriolano, Raquel, Valéria e Viviane Vieira Coutinho), além de Denise Krummenauer Pahim, cunhada de Raquel, Breno Dornelles Pahim Filho (marido de Raquel) e Breno Dornelles Pahim Neto (filho de Raquel). Nela, é apresentado um contrato registrado em cartório no qual Benny Pereira de Lima, sócio da Bunkertech, passa para Coriolano Coutinho uma procuração dando a ele poderes de resolver qualquer questão contratual e bancária relacionada com a empresa. Justamente a empresa escolhida pelo governador para atuar com exclusividade junto ao Detran. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/09/d9b7c7b036f4bbd5947a1e95b6580512-1.jpeg" alt="" class="wp-image-3524"/><figcaption>Reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para se ter uma ideia da importância do contrato milionário, qualquer compra ou venda financiada de veículos precisa ser registrada pela empresa. É o que impede que o veículo seja financiado duas vezes e se evite um golpe. O sistema é único no país inteiro. A Bunkertech, portanto, de acordo com a promessa do ex-governador, na época, faria este serviço no Estado. O problema é que os bancos se negaram a financiar os veículos se eles não tivessem o gravame emitido pela Cetip e isso paralisou a venda financiada de veículos na Paraíba por vários meses. O prejuízo alegado pelas concessionárias, na época, superou a casa dos R$ 18 milhões. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/09/9d6e87181e019961b423866b060fb723.png" alt="" class="wp-image-3526"/><figcaption>Blog do Suetoni/Jornal da Paraíba</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os documentos recolhidos pelo Gaeco mostraram um recibo de R$ 400 mil que a Bunkertech disse ter recebido das mãos de Coriolano Coutinho. O montante seria a segunda parcela da parceria supostamente firmada entre o irmão do então ex-governador e a empresa cearense, de acordo com a denúncia. O valor do contrato, suposto pelo Ministério Público, seria de R$ 800 mil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, a empresa cearense teve a chegada à Paraíba intermediada pelo empresário Pietro Harley. As articulações teriam custado à empresa, mesmo antes da primeira reunião, uma doação de R$ 60 mil para Coriolano Coutinho. Depois de muita confusão e queixas dos empresários do setor automobilístico da Paraíba, o contrato com a Bunkertech foi rompido e a Cetip voltou a emitir os gravames. A acusação do Ministério Público é que o desejo de mudança teve como motivador muito mais que o desejo de gerar economia e bem-estar para o cidadão. Teve questão familiar no meio. </p>



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		<title>Coordenador do Gaeco rebate advogados e diz que Coriolano “quebrou a confiança”</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/coordenador-do-gaeco-rebate-advogados-e-diz-que-coriolano-quebrou-a-confianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 15:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[coriolano]]></category>
		<category><![CDATA[critica]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Octávio Paulo Neto]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), Octávio Paulo Neto, rebateu nesta quinta-feira (3) a defesa de Coriolano Coutinho, preso há um mês em desdobramento da operação Calvário. O advogado Francisco Leitão acusou o órgão do Ministério Público da Paraíba de “parcialidade”, por ter emitido parecer favorável à soltura de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), Octávio Paulo Neto, rebateu nesta quinta-feira (3) a defesa de Coriolano Coutinho, preso há um mês em desdobramento da operação Calvário. O advogado Francisco Leitão acusou o órgão do Ministério Público da Paraíba de “parcialidade”, por ter emitido parecer favorável à soltura de Edvaldo Rosas e Pietro Harley na última segunda-feira (1) e não ter incluído Coriolano. A não inclusão dele, explica Paulo Neto, ocorreu por ele ter “quebrado a confiança”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Coriolano foi preso na última fase da operação Calvário, ocorrida no dia 3 do mês passado. No mesmo dia foram presos preventivamente, também, Edvaldo e Pietro. Todos são suspeitos de envolvimento em um suposto esquema de corrupção que teria desviado R$ 134,2 milhões da Saúde e da Educação entre 2011 e 2018. Coriolano é irmão do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), também alvo da Calvário. Já Edvaldo era dirigente do PSB e ocupou cargos na prefeitura de João Pessoa e no governo do Estado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As prisões de Edvaldo Rosas e do empresário Pietro Harley foram convertidas no cumprimento de medidas cautelares. A defesa de Coriolano chegou a apresentar pedido de extensão da medida, mas ela não foi acatada até o momento. No parecer que recomendou a soltura, o Ministério Público alegou riscos para os presos causados pelo avanço da Covid-19. A defesa de Coriolano, no entanto, alega que o cliente dele deveria ter recebido o benefício porque tem comorbidades e poderá contrair a doença. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Octávio Paulo Neto, no entanto, alega que o advogado, na sua linha argumentaria, “esquece que o cliente dele quebrou a confiança ao desrespeitar as medidas (cautelares)” impostas em outras fases da operação Calvário. “Por esta razão, sua situação processual recrudesceu”, enfatizou. O coordenador do Gaeco diz que as situações de Edivaldo, Pietro e Coriolano são diversas. “É importante ressaltar que ele tem sobre si duas ordens de prisão por juízes diversos, coadjuvado por inúmeras denúncias”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O promotor também fez críticas quanto aos argumentos dos advogados. “É peculiar a defesa só trazer à superfície questões vazias, despidas de consistência material e factual. A defesa do investigado crê que seu cliente seja diferente, conquanto esquece que todos são iguais perante a lei, que reza que igualdade é tratar todos na medida de suas diferenças”, ressaltou Octávio Paulo Neto. </p>
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