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	<title>contas &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>TCE rejeita contas de Juru e manda ex-prefeito devolver R$ 142 mil</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 12:44:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou, nesta quarta-feira (02), parcialmente procedente uma denúncia contra a Prefeitura de Juru, referente às gestões de 2017 e 2018. O responsável pelos atos irregulares, segundo o órgão, foi o então prefeito Luiz Galvão da Silva. Ele terá que devolver R$ 142.549,48 aos cofres públicos. A ainda cabe [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou, nesta quarta-feira (02), parcialmente procedente uma denúncia contra a Prefeitura de Juru, referente às gestões de 2017 e 2018. O responsável pelos atos irregulares, segundo o órgão, foi o então prefeito Luiz Galvão da Silva. Ele terá que devolver R$ 142.549,48 aos cofres públicos. A ainda cabe recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi encaminhada pelo Ministério Público e apontou uma série de irregularidades. Entre elas, a contratação excessiva de servidores temporários sem atender aos critérios legais, acúmulo indevido de cargos, além do pagamento ilegal de gratificações a ex-secretários e servidores contratados sem comprovação de trabalho efetivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do caso, conselheiro Antônio Gomes Vieira Filho, determinou que o ex-prefeito devolva o valor no prazo de 30 dias. Caso contrário, poderá enfrentar cobrança executiva e multa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



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		<title>TCE rejeita contas da Secretaria Estadual de Saúde referentes a 2013 e manda OS devolter R$ 15 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 18:08:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou, nesta quarta-feira (21), as contas da Secretaria Estadual de Saúde referentes a 2013. Os conselheiros seguiram o voto do relator da matéria, o conselheiro Antônio Gomes Vieira Filho. No seu voto, ele apontou entre as irregularidades indícios de negligência e controle precária em relação aos contratos de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas do Estado (TCE) rejeitou, nesta quarta-feira (21), as contas da Secretaria Estadual de Saúde referentes a 2013. Os conselheiros seguiram o voto do relator da matéria, o conselheiro Antônio Gomes Vieira Filho. No seu voto, ele apontou entre as irregularidades indícios de negligência e controle precária em relação aos contratos de organizações sociais. O secretário da época era Waldson de Sousa, que também foi alvo da operação Calvário, do Ministério Público da Paraíba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os conselheiros fixaram multa no valor de R$ 5 mil ao ex-gestor. Também houve a responsabilização à Organização Social Instituto Social Fibra pelos prejuízos aos cofres públicos. A entidade terão que ressarcir valores que chegam a R$ 15,8 milhões. O relator enfatizou, conforme consta nos autos, que a OS não apresentou documentação comprobatória de pagamentos a fornecedores, prestadores de serviços e empregados, apesar de transferências regulares do Estado à Organização Social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Na decisão, a Corte imputa o referido débito à própria Instituição e seus diretores Luiz Fernando Giazzi Nassri e Armando Pereira de Aguiar Junior, fixando prazo de 60 dias para o recolhimento, sob pena de cobrança executiva.</p>



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		<title>Diário Oficial traz lei que autoriza posse interina de Nominando Diniz no comando da prefeitura de João Pessoa</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/diario-oficial-traz-lei-que-autoriza-posse-interina-de-nominando-diniz-no-comando-da-prefeitura-de-joao-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 10:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[joão pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Nominando Diniz]]></category>
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					<description><![CDATA[Se era por falta de autorização legal, a barreira não existe mais. O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Nominando Diniz, está livre para assumir o cargo de prefeito de João Pessoa em caso de vacância do cargo em função do afastamento do prefeito, do vice-prefeito e do presidente da Câmara Municipal. A [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Se era por falta de autorização legal, a barreira não existe mais. O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Nominando Diniz, está livre para assumir o cargo de prefeito de João Pessoa em caso de vacância do cargo em função do afastamento do prefeito, do vice-prefeito e do presidente da Câmara Municipal. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC), aprovada pela Assembleia Legislativa, foi publicada nesta sexta-feira (28) no Diário Oficial do Estado (DOE). O texto resolve um problema gerado pela viagem do prefeito Cícero Lucena (PP) à Europa, agendada para o próximo mês. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Lucena vai à França para a assinatura de um convênio com montante total de 44 milhões de euros, o equivalente a R$ 259,16 milhões na cotação desta sexta-feira (28). Os recursos serão destinados para investimentos em acessibilidade, mobilidade urbana e na área de habitação do Município. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova lei inclui o presidente do TCE na linha sucessória de João Pessoa, afastando a insegurança jurídica para os outros potenciais &#8220;candidatos&#8221; à vaga. Isso porque caso o vice-prefeito Léo Bezerra (PSB) e o presidente da Câmara, Dinho Dowsley (PSD), assumissem a vaga, eles ficariam inelegíveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova redação da Constituição do Estado estabelece novos limites para as funções que podem ser ocupadas pelo presidente do Tribunal de Contas, acrescentando o comando da prefeitura de João Pessoa em caso de vacância no cargo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Art. 77. É vedado ao Conselheiro, sob pena de perda do cargo, ainda que em disponibilidade, o exercício de outra função, salvo de um cargo de magistério e a chefia do Poder Executivo da capital do Estado, observando-se o disposto no art. 23, §7º, desta Constituição, bem como receber, a qualquer título, custas ou participação nos processos ou ainda dedicar-se à atividade político-partidária.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em decorrência da função que deverá ser assumida, Nominando Diniz deu declarações alegando que, caso isso se concretize, ele não será relator das contas da prefeitura relativas à atual gestão. </p>



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		<title>TCE nega recurso e manda ex-secretário de Educação do Estado devolver R$ 483 mil ao erário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 20:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pleno do Tribunal de Contas da Paraíba (TCE) rejeitou, nesta quarta-feira (20), recurso de reconsideração impetrado pelo ex-secretário de Educação do Estado, Aléssio Trindade. Com a decisão, permanece a obrigação de ressarcimento ao erário de R$ 483 mil. O valor corresponde a pagamentos não comprovados de serviços de abastecimento de água potável por meio [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Pleno do Tribunal de Contas da Paraíba (TCE) rejeitou, nesta quarta-feira (20), recurso de reconsideração impetrado pelo ex-secretário de Educação do Estado, Aléssio Trindade. Com a decisão, permanece a obrigação de ressarcimento ao erário de R$ 483 mil. O valor corresponde a pagamentos não comprovados de serviços de abastecimento de água potável por meio de carros pipas, para escolas da rede pública estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imputação do débito refere-se a procedimento realizado em 2018, durante o governo de Ricardo Coutinho (PT), quando o então secretário realizou contratação sem a efetiva comprovação dos serviços. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi julgado pela primeira vez em 2020, quando o tribunal julgou a irregularidade da Dispensa de Licitação 08/2018 e contrato decorrente nº 087/2018, cuja vigência de 21 dias coincidiu, na época, com o encerramento do ano letivo. As irregularidades foram apontadas em relatório de Auditoria e parecer do Ministério Público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relator do processo na época, o conselheiro Fernando Rodrigues Catão observou que não foram relacionadas quais escolas seriam beneficiadas com o abastecimento de água: são citados nos auto apenas os nomes dos municípios. Além disso, não consta metodologia adotada para se chegar ao número de abastecimentos necessários e falta identificação com os devidos licenciamentos e demais documentos regularizados dos veículos utilizados durante a execução contratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da reprovação do procedimento e do contrato respectivo, a decisão inclui multa de R$ 5,7 mil ao ex-gestor. A decisão ainda cabe recurso.</p>



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		<title>Tesouro fecha 2023 com déficit de R$ 230,5 bilhões e governo culpa precatórios não pagos na gestão Bolsonaro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tesouro-fecha-2023-com-deficit-de-r-2305-bilhoes-e-governo-culpa-precatorios-nao-pagos-na-gestao-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 18:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[A quitação de precatórios após um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) fez o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – fechar 2023 com o segundo maior déficit primário desde o início da série histórica. No ano passado, o resultado ficou negativo em R$ 230,54 bilhões, só perdendo para 2020, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A quitação de precatórios após um acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF) fez o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – fechar 2023 com o segundo maior déficit primário desde o início da série histórica. No ano passado, o resultado ficou negativo em R$ 230,54 bilhões, só perdendo para 2020, quando o déficit atingiu R$ 743,25 bilhões por causa da pandemia de covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública. Segundo o Tesouro Nacional, sem o pagamento dos precatórios, as contas do Governo Central teriam fechado o ano passado com resultado negativo de R$ 138,1 bilhões, equivalente a 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país). Sem o socorro financeiro de cerca de R$ 20 bilhões para estados e municípios, o déficit teria caído para R$ 117,2 bilhões, 1,1% do PIB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas em dezembro, o déficit primário somou R$ 116,15 bilhões, impulsionado pela quitação dos precatórios em atraso. Dívidas do governo com sentença judicial definitiva, os precatórios foram parcelados ou adiados após uma emenda constitucional em 2021. No ano passado, o governo quis quitar a dívida para evitar um passivo de R$ 250 bilhões no fim de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O déficit de dezembro foi o maior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997. Sem os precatórios, informou o Tesouro, o resultado negativo ficaria em R$ 23,8 bilhões. Esse valor ficaria abaixo da estimativa das instituições financeiras. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Fazenda, os analistas de mercado esperavam resultado negativo de R$ 35,5 bilhões, sem considerar o pagamento de precatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Apesar da quitação dos precatórios, o déficit ficou dentro da meta de R$ 231,5 bilhões para o Governo Central estabelecida pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tinha anunciado um pacote para aumentar a arrecadação e revisar gastos para melhorar as contas públicas e diminuir o déficit para cerca de R$ 100 bilhões em 2023. No fim de novembro, a Secretaria de Política Econômica informou que a previsão oficial de déficit primário estava em R$ 177,4 bilhões para este ano, podendo chegar a R$ 203,4 bilhões se considerada a metodologia do Banco Central. A previsão, no entanto, desconsiderava os precatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o governo federal investiu R$ 82,23 bilhões em 2023. O valor representa alta de 72,5% acima do IPCA em relação a 2022. Nos últimos meses, essa despesa tem alternado momentos de crescimento e de queda descontada a inflação. O Tesouro atribui a volatilidade ao ritmo variável no fluxo de obras públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Pode isso, Arnaldo? Justiça bloqueia contas de Galvão Bueno, mas só encontra R$ 36,87</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pode-isso-arnaldo-justica-bloqueia-contas-de-galvao-bueno-mas-so-encontra-r-36-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 22:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[galvão bueno]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Dono de um salário mensal de R$ 5 milhões pagos até bem pouco tempo, quando era a estrela da programação esportiva da Rede Globo, o apresentador Galvão Bueno surpreendeu a todos nesta semana. Uma decisão judicial determinou o bloqueio das contas do narrador, mas foram localizados apenas R$ 36,87. A medida foi tomada em um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Dono de um salário mensal de R$ 5 milhões pagos até bem pouco tempo, quando era a estrela da programação esportiva da Rede Globo, o apresentador Galvão Bueno surpreendeu a todos nesta semana. Uma decisão judicial determinou o bloqueio das contas do narrador, mas foram localizados apenas R$ 36,87.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi tomada em um processo movido por um antigo sócio de Galvão na vinícola Bueno Wines Itália, localizada na região da Toscana, mas com representação no Brasil. O sócio em questão era Alex Reiller de Moraes. Ele possuía a módica quantia de 10% das cotas da empresa e era o seu administrador, de acordo com informações do jornalista Rogério Gentile, do Uol. Eles romperam em 2018, mas Galvão não encerrou a empresa nem formalizou a exclusão de Moraes do quadro societário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-sócio se disse prejudicado por Galvão Bueno porque precisava da documentação para entrar em outra sociedade. Disse também que sem a exclusão do seu nome dos quadros da empresa de Galvão, corria o risco de ser responsabilizado por atos da Buenos Wines. A Justiça deu razão ao antigo sócio de Galvão, determinando que fosse feita a exclusão do seu nome da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O locutor, no entanto, não entregou todos os documentos determinados pela Justiça e sofreu uma multa de R$ 71,5 mil. Como não pagou, houve o bloqueio das contas, determinado pelo juiz Marcelo Augusto Oliveira. Além das contas de Galvão, a empresa Bueno Wines também sofreu bloqueio nas suas contas, tendo sido obtidos cerca de R$ 51 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O locutor se defendeu na Justiça dizendo que, para encerrar a sociedade, era necessário arcar com uma quantia significativa na Itália, e que não houve acordo entre os sócios de como seria feito o pagamento. Galvão Bueno também questionou o valor da multa e que vai recorrer da decisão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a pergunta que não quer calar é: cadê os milhões do homem?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Dinho comemora aprovação nas contas relativas ao exercício financeiro de 2021</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/dinho-comemora-aprovacao-nas-contas-relativas-ao-exercicio-financeiro-de-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 16:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovadas]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[Dinho]]></category>
		<category><![CDATA[TCE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou nesta quinta-feira (16) as contas da Câmara Municipal de João Pessoa, relativas ao exercício financeiro de 2021. O período foi o primeiro do comando do atual presidente da Casa, Dinho Doswley, e foi marcado pelas dificuldades do segundo ano da pandemia da Covid-19. A decisão deu-se conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou nesta quinta-feira (16) as contas da Câmara Municipal de João Pessoa, relativas ao exercício financeiro de 2021. O período foi o primeiro do comando do atual presidente da Casa, Dinho Doswley, e foi marcado pelas dificuldades do segundo ano da pandemia da Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão deu-se conforme voto do conselheiro Antonio Gomes Vieira Filho, relator do processo e, excepcionalmente, presidente dos trabalhos, em razão da ausência justificada do titular Fernando Catão. O atual presidente da Câmara de João Pessoa se manterá no comando do Legislativo Municipal até final da atual legislatura, no ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O primeiro ano foi um momento de arrumação da Casa, buscando economia em todos os contratos para melhorar a eficiência da gestão. Em alguns contratos, como o de internet, tivemos redução superior a 80%. O anexo 2 da Câmara, usado para o trabalho administrativo, foi alugado pela metade do preço anterior. E isso ocorreu em vários outros contratos. Tudo fruto do empenho que tivemos para equacionar as contas”, disse Dinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara de João Pessoa disse que a chancela nas contas, feita pelo TCE, é um reconhecimento da boa gestão e da extrema obediência ao princípio da economicidade. “De lá para cá, temos aprimorado os procedimentos e trabalhado em consonância com a orientação do Tribunal de Contas do Estado, para que seja feito sempre o certo”, reforçou Dinho. (Com informações da assessoria da CMJP)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Justiça determina bloqueio de R$ 514,7 mil das contas de Bolsonaro pelo não uso de máscara na pandemia</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-determina-bloqueio-de-r-5147-mil-das-contas-de-bolsonaro-pelo-nao-uso-de-mascara-na-pandemmia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 22:28:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueia]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça de São Paulo determinou, nesta quarta-feira (14), o bloqueio de R$ 514.790,76 em contas bancárias do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As medidas dizem respeito a multas não pagas pelo ex-gestor pelo não uso de máscara durante a pandemia e foram aplicadas pelo governo estadual. O pedido de execução foi feito pela Secretaria da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Justiça de São Paulo determinou, nesta quarta-feira (14), o bloqueio de R$ 514.790,76 em contas bancárias do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As medidas dizem respeito a multas não pagas pelo ex-gestor pelo não uso de máscara durante a pandemia e foram aplicadas pelo governo estadual. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido de execução foi feito pela Secretaria da Fazenda de São Paulo, estado hoje governado por um aliado do ex-presidente, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Bolsonaro passou a pandemia participando de atos públicos sem o uso de máscara e, por isso, foi multado em várias oportunidades, mas não pagou nenhuma delas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Defiro o requerimento da Fazenda do Estado de São Paulo e determino a indisponibilidade de dinheiro em depósito ou aplicação financeira do(s) executado(s), existente nas instituições vinculadas ao Banco Central do Brasil, mediante bloqueio de valores até o limite da dívida executada&#8221;, escreveram os dois magistrados responsáveis pelas decisões. O juiz André Rodrigues Menk autorizou o bloqueio de R$ 425,8 mil; já a magistrada Ana Maria Brugin determinou a indisponibilidade de até R$ 88,9 mil. O valor total refere-se às multas, aos juros e aos honorários advocatícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os bens de Bolsonaro poderão ser penhorados, caso ele não efetue o pagamento. As punições foram aplicadas pela Secretaria da Saúde de São Paulo, quando o governador ainda era João Dória (PSDB).  As justificativas para as aplicações se deram porque, à época, era obrigatório o uso de máscaras de proteção facial em espaços de acesso aberto ao público e vias públicas, de acordo com o &#8220;decreto 64.959 de 04/05/2020, a Resolução SS 96 de 29/06/2020 e a Lei Federal 14.019 de 02/07/2020&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isso é apenas parte das pendências. Jair Bolsonaro tem R$ 1.062.416,65 na dívida ativa do estado de São Paulo pelo não pagamento de multas por falta de máscara durante a pandemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>TCE bloqueia contas de duas prefeituras e três câmaras municipais</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tce-bloqueia-contas-de-duas-prefeituras-e-tres-camaras-municipais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 17:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[câmaras]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado do Estado da Paraíba (TCE-PB) determinou, na manhã desta quarta-feira (05), o bloqueio das movimentações financeiras das contas bancárias das prefeituras de Bom Sucesso e Juarez Távora. E também das Câmaras Municipais de Esperança, Caldas Brandão e Nova Olinda. A medida é em razão de não entregarem a Prestação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas do Estado do Estado da Paraíba (TCE-PB) determinou, na manhã desta quarta-feira (05), o bloqueio das movimentações financeiras das contas bancárias das prefeituras de Bom Sucesso e Juarez Távora. E também das Câmaras Municipais de Esperança, Caldas Brandão e Nova Olinda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida é em razão de não entregarem a Prestação de Contas do exercício de 2022, e, em outros casos, por não remeterem o balancete de fevereiro de 2023, cujo prazo da entrega de ambos os documentos expirou no último dia 31 de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura da sessão do Pleno do TCE-PB, desta quarta-feira, o presidente da corte, Nominando Diniz, relatou que os respectivos gestores não enviaram a prestação de contas anuais referentes a 2022, a Prefeitura de Bom Sucesso, e a Câmara Municipal de Esperança. Não enviaram o balancete de fevereiro de 2023, a Prefeitura de Juarez Távora, a Câmara de Vereadores de Caldas Brandão e a Câmara Municipal de Nova Olinda</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Já as Câmaras Municipais de Bom Sucesso e de Cacimbas não entregaram as duas documentações. Lembrando que a Câmara de Cacimbas vem sendo palco de uma longa pendência jurídico-institucional”, lembrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o bloqueio, os prefeitos e os presidentes das câmaras ficam impedidos de sacar dinheiro, fazer pagamentos e outras operações bancárias. O desbloqueio só é autorizado após a regularização da situação junto ao TCE-PB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da assessoria do TCE</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>João Pessoa: Ministério Público de Contas cobra da prefeitura projetos e licenças sobre engorda da praia e vai descobrir que eles ainda não existem</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/joao-pessoa-ministerio-publico-de-contas-cobra-da-prefeitura-projetos-e-licencas-sobre-engorda-da-praia-e-vai-descobrir-que-eles-ainda-nao-existem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2023 15:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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		<category><![CDATA[cabo branco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público de Contas (MPC) entrou com uma representação no Tribunal de Contas do Estado (TCE) requerendo, entre outras coisas, que a prefeitura de João Pessoa &#8220;apresente, preliminarmente, todos os projetos e autorizações legais relativos à anunciada obra de engorda da faixa de areia litorânea desta cidade&#8221;. O pedido foi encaminhado ao conselheiro substituto [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público de Contas (MPC) entrou com uma representação no Tribunal de Contas do Estado (TCE) requerendo, entre outras coisas, que a prefeitura de João Pessoa &#8220;apresente, preliminarmente, todos os projetos e autorizações legais relativos à anunciada obra de engorda da faixa de areia litorânea desta cidade&#8221;. O pedido foi encaminhado ao conselheiro substituto Antônio Cláudio Silva Santos, relator das contas da capital. O movimento é justo e necessário, devido ao valor histórico, geográfico e ambiental do lugar. O problema é que esses projetos não existem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação foi apresentada pelo procurador Marcílio Toscano Franca Filho, chefe da Força-Tarefa do Patrimônio Cultural do Ministério Público de Contas da Paraíba. A preocupação surgiu de declarações do prefeito Cícero Lucena (PP), dadas no último dia 8, sobre a intenção de realizar o &#8220;alargamento da orla marítima da capital paraibana, incluindo uma pista viária que ligará o Cabo Branco à Ponta do Seixas pela beira-mar, contornando a Falésia do Cabo Branco, local onde bate o mar hoje em dia&#8221;, diz a representação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As declarações foram dadas pelo prefeito na abertura dos trabalhos na Câmara de João Pessoa e ganharam grande repercussão na imprensa e, consequentemente, desdobramentos políticos. Há, inclusive, uma audiência pública marcada para o dia 1º, na Assembleia Legislativa, para discutir o assunto, além de uma campanha contra o projeto. A checagem feita pelo blog sobre o assunto, no entanto, revelou que não existe projeto ainda e sequer os estudos preparatórios foram contratados pelo poder público municipal até o momento. Por isso, lógico, ainda não existem licenciamentos ou conclusões práticas sobre o assunto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema foi abordado, também, pelo governador João Azevêdo (PSB) recentemente. Aliado de Cícero, ele criticou o que chamou de conclusões precipitadas sobre o assunto, chamando-as de &#8220;ciência da achologia&#8221; por não haver sequer projeto para fundamentar a obra. Existe até agora apenas a intenção. “Vai ser feito um projeto, apresentada a proposta e, logicamente, licenciada pelos órgãos. Vão ser os órgãos ambientais que vão dizer como será feito”, ressaltou João Azevêdo. “Não dá para imaginar as pessoas falando contra e dizendo que vai ser feito coisa que nem foi discutida”, acrescentou o gestor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A preocupação do MPC, diante da polêmica criada até agora, é legítima, pela necessidade descrita na representação, de mitigar qualquer &#8220;risco de dano irreparável ao patrimônio ambiental, cultural, paisagístico, histórico e ecológico tombado&#8221;. Os debates em torno da falésia e do avanço do mar em João Pessoa, assim como em várias cidades costeiras do país, já duram mais de 35 anos. A Constituição do Estado da Paraíba, promulgada em 1989, por exemplo, estabelece que como patrimônio histórico da Paraíba o Cabo Branco e a Praia do Seixas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso faz com que além dos órgãos ambientais, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) precise se posicionar positivamente sobre qualquer intervenção nos dois espaços. A complexidade do assunto fez com que de forma repetida vários gestores tratassem do assunto intervenção na orla, mas não conseguiram avançar. O último foi o ex-prefeito Luciano Cartaxo (PT), que pretendia construir diques na área. O mandato dele acabou sem que a intervenção no mar avançasse além da colocação de rochas no sopé da barreira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de engorda, pelo que foi apurado pelo blog, está em fase embrionária, carecendo ainda de estudos e projeto para só então percorrer o longo trajeto nos órgãos ambientais e paisagísticos. O debate sobre o assunto, lógico, não vai parar por aqui&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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