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	<title>conselho de ética &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Hugo Motta não insere Cabo Gilberto entre amotinados que poderão ser punidos pela Câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 13:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[cabo gilberto]]></category>
		<category><![CDATA[conselho de ética]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo motta]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não inseriu o deputado federal paraibano Cabo Gilberto (PL) entre os amotinados passíveis de punição por terem usurpado o espaço da Mesa Diretora e paralisado o funcionamento da Câmara dos Deputados por 30 horas. O dirigente encaminhou para a Corregedoria da Casa denúncias contra 14 deputados de oposição [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não inseriu o deputado federal paraibano Cabo Gilberto (PL) entre os amotinados passíveis de punição por terem usurpado o espaço da Mesa Diretora e paralisado o funcionamento da Câmara dos Deputados por 30 horas. O dirigente encaminhou para a Corregedoria da Casa denúncias contra 14 deputados de oposição que participaram do motim. A decisão foi tomada em reunião da Mesa Diretora na sexta-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os congressistas que são alvos das representações poderão ter seus mandatos suspensos por até seis meses. Entre eles estão Marcel Van Hattem (Novo-RS), Marcos Pollon (PL-MS), Paulo Bilynskyj (PL-SP), Júlia Zanatta (PL-SC), Zé Trovão (PL-SC) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que foram denunciados por PT, PSB e PSOL. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Camila Jara (PT-MS), da base do governo e denunciada pelo PL por empurrar o colega Nikolas Ferreira (PL-MG) no plenário, também terá o caso avaliado pela Corregedoria, mas não consta na listagem por não ser representada por obstruir os trabalhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Mesa da Câmara dos Deputados se reuniu nesta sexta-feira, 8 de agosto, para tratar das condutas praticadas por diversos deputados federais nos dias 5 e 6. A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise”, diz nota divulgada pela Secretaria-Geral da Mesa da Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a lista de deputados que terão representações analisadas:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sóstenes Cavalcante (PL-RJ)<br>Nikolas Ferreira (PL-MG)<br>Zucco (PL-RS)<br>Allan Garces (PP-MA)<br>Carol de Toni (PL-SC)<br>Marco Feliciano (PL-SP)<br>Domingos Sávio (PL-MG)<br>Marcel Van Hattem (NOVO-RS)<br>Zé Trovão (PL-RS)<br>Bia Kicis (PL-DF)<br>Carlos Jordy (PL-RJ)<br>Paulo Bilynskyj (PL-SP)<br>Marcos Pollon (PL-MS)<br>Julia Zanatta (PL-SC)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista à CNN Brasil na tarde de sexta-feira, o presidente da Câmara afirmou que uma eventual punição aos parlamentares terá caráter “pedagógico”. &#8220;O que aconteceu foi algo muito grave. Não se pode permitir que um grupo de parlamentares ocupe fisicamente o plenário com o intuito de impedir o andamento dos trabalhos&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados bolsonaristas exigiam que fossem pautados dois temas: a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e o fim do foro privilegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do momento que for comunicada, a Corregedoria da Câmara tem prazo de 48 horas para dar uma resposta sobre os pedidos de suspensão dos mandatos. Se a decisão for favorável aos pedidos, a resposta é encaminhada de volta para a Mesa Diretora da Câmara, que deve repassar os pedidos de suspensão para o Conselho de Ética, que por sua vez terá o prazo de três dias úteis para votar as solicitações. Se não houver recurso ao plenário, a decisão já é confirmada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paralisação feita por bolsonaristas só teve fim na quarta-feira cerca de duas horas depois do horário combinado previamente com Motta, que era de 20h30. Diante da falta de acordo, o chefe da Casa tentou retomar a sessão mesmo assim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente os bolsonaristas se recusaram a desocupar a mesa da presidência no plenário, mas ao final, com a presença de Motta e da polícia legislativa, houve a desocupação. O presidente da Casa chegou a abrir a reunião, fez um discurso em que pregou uma conciliação, mas encerrou a sessão sem fazer nenhuma votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obstrução havia começado na tarde de terça-feira, após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, na noite da véspera. Integrantes da oposição usaram a paralisação para pressionar a Câmara a pautar o projeto que anistia os envolvidos nos atos do 8 de Janeiro e cobraram o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a dar andamento aos pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados Marcel Van Hattem, Marcos Pollon e Zé Trovão são apontados por aliados do presidente da Câmara como os casos mais graves. Van Hattem e Pollon sentaram nas cadeiras da Mesa Diretora e resistiram a dar lugar para Motta retomar os trabalhos. Por sua vez, Zé Trovão colocou a perna na frente do presidente da Câmara para impedir que ele se aproximasse da Mesa.</p>



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		<title>Conselho de Ética aceita denúncias contra Nikolas, Zambelli, Eduardo Bolsonaro e mais quatro deputados. Veja acusações</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/conselho-de-etica-aceita-denuncias-contra-nikolas-zambelli-eduardo-bolsonaro-e-mais-quatro-deputados-veja-acusacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 17:13:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[conselho de ética]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aceitou denúncias contra sete parlamentares por denúncias de infrações como transfobia, assédio sexual, ameaça e quebra de decoro. A lista é bem rechegada do ponto de vista ideológico, com nomes que vão da extrema-direita ao centro e à esquerda. Os casos mais destacados são os dos deputados [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aceitou denúncias contra sete parlamentares por denúncias de infrações como transfobia, assédio sexual, ameaça e quebra de decoro. A lista é bem rechegada do ponto de vista ideológico, com nomes que vão da extrema-direita ao centro e à esquerda. Os casos mais destacados são os dos deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Carla Zambelli (PL-SP). O primeiro é acusado de ter cometido transfobia, enquanto que a segunda teria constrangido o deputado Duarte (PSB-MA) durante audiência com o ministro Flávio Dino (Justiça).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da esquerda, o caso aceito foi o do deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA), acusado de importunação sexual contra a deputada Julia Zanatta (PL-SC), ainda durante a mesma audiência com Dino. Outro caso é o da deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ): ela é acusada de quebra de decoro parlamentar por ter lembrado, durante reunião da CPI do MST, de investigações que miram o relator, o deputado Ricardo Salles (PL-SP). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O clã Bolsonaro também está representado na lista. O Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi denunciado por ter se desentendido com o deputado Marcon (PT-RS) em uma reunião da Comissão do Trabalho da Câmara. Uma representação do PP, que também foi aceita, diz que a deputada Juliana Cardoso (PT-SP). Ela é acusada de ter quebrado o decoro parlamentar ao gritar “barbárie” e chamar de “assassinos” parlamentares favoráveis à urgência do projeto que dificulta a demarcação de terras indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parlamentar do PL, José Medeiros (MT) também será investigado por sua conduta, já que é acusado de ter empurrado e pisado no pé do deputado federal Miguel Ângelo Filho (PT-MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Gervásio Maia pede instalação da Conselho de Ética após briga de Eduardo Bolsonaro com deputado petista</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/gervasio-maia-pede-instalacao-da-conselho-de-etica-apos-briga-de-eduardo-bolsonaro-com-deputado-petista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 20:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[conselho de ética]]></category>
		<category><![CDATA[eduardo bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[gervásio]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal paraibano Gervásio Maia (PSB) pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), maior urgência na instalação do Conselho de Ética da Casa. O pedido foi feito em decorrência da tentativa de agressão protagonizada pelo deputado Edardo Bolsonaro (PL-SP) contra o deputado Marcon (PT-RS). A confusão começou quando Eduardo Bolsonaro disse [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal paraibano Gervásio Maia (PSB) pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), maior urgência na instalação do Conselho de Ética da Casa. O pedido foi feito em decorrência da tentativa de agressão protagonizada pelo deputado Edardo Bolsonaro (PL-SP) contra o deputado Marcon (PT-RS). A confusão começou quando Eduardo Bolsonaro disse que a esquerda não o enganava. Ele citou o episódio da facada contra o pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na campanha de 2018, e teria sido ironizado pelo petista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Briga na Câmara" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/WjK3hicQeNQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“A esquerda pode enganar os outros. Já nós, que já tomamos facada do ex-membro do PSOL, não engana em nada”, disse Eduardo, para em seguida, segundo ele, ouvir do colega a suspeita de que a facada nunca teria ocorrido. O microfone da comissão oficial não transmite a fala, mas Eduardo afirma que o deputado Marcon disse que a facada foi “fake”. A partir daí. Eduardo se levantou e se dirigiu para onde estava o deputado petista. Os dois foram mantidos separados por colegas. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficou muito irritado e tentou agredir Marcon. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Eduardo Bolsonaro xingou o colega e reclamou do termo &#8220;facada fake&#8221;. Depois do ocorrido, Gervásio usou o tempo de fala na Câmara para defender providências contra a violência na Casa. &#8220;Lamento muito tudo o que estamos vivendo desde o dia 1º de fevereiro nesta Casa. A violência não pode dominar o sentimento de uma ala da base da oposição&#8221;, disse, questionando se as discordias no Legislativo agora seriam resolvias no tapa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gervásio Maia" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4Rj8-zZnxmw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Defensor de um novo &#8220;golpe militar&#8221;, Cabo Gilberto é alvo de duas representações no Conselho de Ética da Assembleia</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/defensor-de-um-novo-golpe-militar-cabo-gilberto-e-alvo-de-duas-representacoes-no-conselho-de-etica-da-assembleia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2022 17:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cabo gilberto]]></category>
		<category><![CDATA[conselho de ética]]></category>
		<category><![CDATA[golpe militar]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado estadual Cabo Gilberto (PL) tornou-se alvo de duas representações no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (11). As demandas direcionadas à Mesa Diretora da Casa pedem a cassação do mandato do parlamentar por falta de decoro parlamentar, por causa da defesa feita por ele de um novo golpe militar. A tese [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O deputado estadual Cabo Gilberto (PL) tornou-se alvo de duas representações no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (11). As demandas direcionadas à Mesa Diretora da Casa pedem a cassação do mandato do parlamentar por falta de decoro parlamentar, por causa da defesa feita por ele de um novo golpe militar. A tese sobre a necessidade de uma nova ruptura democrática, nos moldes da de 1964, foi defendida pelo deputado nas redes sociais, na última segunda-feira (11). A publicação foi excluída da rede social pelos moderadores do Twitter logo em seguida, porém, o tema provocou muita discussão desde então. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Anísio Maia (PSB) é o autor de uma das representações. Ele fez discurso firme na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (11). O deputado acusou o Cabo Gilberto de conspirar contra a democracia, desejoso do retorno de um regime que perseguiu e matou opositores. Além disso, ele reforça, fechou o Congresso Nacional, cassou mandatos de deputados e senadores e também de ministros e juízes. &#8220;Vossa Excelência está ferindo o decoro parlamentar. Vossa Excelência quer fechar essa Assembleia. Não diga que é apenas a sua opinião, porque a democracia precisa criar seus mecanismos de defesa&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a postagem do Cabo Gilberto no Twitter:</p>



<p class="wp-block-paragraph">O STF rompeu a democracia!<br>O super poder da república está provocando o caos de forma proposital no Brasil 🇧🇷 a história se repete, precisamos dar um contragolpe, assim como ocorreu em 1964, não temos outra escolha! Não existe mais democracia e constituição, só existe o STF!</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Gilberto Silva (@cabogilberto) May 9, 2022</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instistiu em falar em ditadura da toga &#8211; ditadura do STF</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O discurso de Anísio foi feito logo após fala do Cabo Gilberto, na qual ele tentou justificar um novo golpe militar. O deputado assegurou que as declarações dele foram apenas para chamar a atenção para o que classificou como &#8220;ditadura da toga&#8221;. O parlamentar acusa o Supremo Tribunal Federal (STF) de descumprir a legislação e de perseguir deputados e jornalistas. A referência diz respeito aos alvos do inquérito das fake news, conduzido pela Suprema Corte, e ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ). Este último foi condenado a 8 anos e 9 meses de prisão por ter ameaçado os ministros da corte e por defesa de uma nova ruptura constitucional. O parlamentar recebeu indulto do presidente Jair Bolsonaro (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A outra representação foi apresentada pelo advogado Flávio Emiliano Moreira, ex-delegado da Polícia Civil da Paraíba. Ele acusa o parlamentar paraibano de ter atentado contra a democracia, com a defesa de um novo golpe militar. &#8220;O Deputado Gilberto Silva, ao proferir seus discursos, incitando militares a cometerem crimes bem como defendendo abertamente um golpe institucional, atacando frontalmente o STF, incidiu nos tipos penais previstos no artigo 286 e 359-L do Código Penal e do 155 do CPM&#8221;, disse o advogado na representação. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira: </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 286 – Incitar, publicamente, a prática de crime: </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pena &#8211; detenção, de três a seis meses, ou multa&#8221;, disse na representação. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Parágrafo único</em>. Incorre na mesma pena quem incita, publicamente, animosidade entre as Forças Armadas, ou delas contra os poderes constitucionais, as instituições civis ou a sociedade. (Incluído pela Lei nº 14.197, de 2021) (Vigência)</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Código Penal)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 359-L – Tentar, com o emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais:<br>Pena – reclusão, de 4(quatro) a 8(oito) anos, além da pena correspondente à violência</p>



<p class="wp-block-paragraph">(Código Penal)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Art. 155 &#8211; Incitar à desobediência, à indisciplina ou à prática de crime militar:<br>Pena &#8211; reclusão, de dois a quatro anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Parágrafo único</em>. Na mesma pena incorre quem introduz, afixa ou distribui, em lugar sujeito à administração militar, impressos, manuscritos ou material mimeografado, fotocopiado ou gravado, em que se contenha incitamento à prática dos atos previstos no artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph">(CPM)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resposta do Conselho de Ética</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Conselho de Ética, Manoel Ludgério (PSD), informou que vai esperar a chegada das representações para conferir a fundamentação e construir um juízo de valor sobre elas. O parlamentar evitou análise prévia sobre eventuais crimes cometidos pelo deputado Cabo Gilberto. Pelo ordenamento da Casa, a primeira análise é feita pelo presidente da Casa, Adriano Galdino (Republicanos), a quem cabe encaminhar o caso para a análise do Conselho de Ética. Se o caso for aceito, será designado um relator e será aberto prazo para a defesa. O parecer do conselho será depois submetido ao plenário. Se o parlamentar for considerado culpado e tiver o mandato cassado, ele poderá ficar inelegível. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Wilson Santiago, Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli e outros três deputados viram alvos do Conselho de Ética da Câmara</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/wilson-santiago-eduardo-bolsonaro-carla-zambelli-e-outros-tres-deputados-viram-alvos-do-conselho-de-etica-da-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 17:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[Wilson santiago]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal paraibano Wilson Santiago (Republicanos-SP) se tornou alvo de processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Ele integra o rol de seis parlamentares investigados por supostas irregularidades à frente do cargo. A lista inclui ainda Bia Kicis (PL-DF), Carla Zambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Éder Mauro (PL-PA) e Soraya Manato (PTB-ES). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal paraibano Wilson Santiago (Republicanos-SP) se tornou alvo de processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Ele integra o rol de seis parlamentares investigados por supostas irregularidades à frente do cargo. A lista inclui ainda Bia Kicis (PL-DF), Carla Zambelli (PL-SP), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Éder Mauro (PL-PA) e Soraya Manato (PTB-ES). A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (27), após um hiato de cinco meses sem análise dos casos. A relação foi divulgada pelo presidente do colegiado, o deputado Paulo Azi (União Brasil-BA). </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Azi justificou a demora com a alegação de que as reuniões estavam paradas porque as representações contra parlamentares não haviam sido encaminhadas pela Mesa Diretora, presidida pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Pelas regras da Câmara, o conselho age mediante provocação da Mesa, que encaminha as representações protocoladas por meio de partidos. Na ocasião, a assessoria de Lira informou que não há prazo especificado para a análise ser feita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho de Ética da Câmara foi criado em 2001 e é responsável por instaurar procedimentos disciplinares para apurar a conduta dos parlamentares em caso de suposta quebra de decoro. As penalidades previstas vão de censura (verbal ou escrita) a perda de mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de Wilson, a denúncia diz respeito à investigação da operação Pés de Barro, da Polícia Federal. Ele é acusado de ter cometido corrupção passiva e organização criminosa. Esta representação, apresentada em fevereiro de 2021 pelo Novo, pede a cassação do mandato de Santiago. Foram sorteados como possíveis relatores os deputados Pinheirinho (PP-MG), Luiz Carlos  Motta (PL-SP); Dra. Vanda Milani (PROS-AC). O Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a determinar o afastamento do mandato do deputado, mas a Câmara derrubou a decisão em fevereiro de 2020. O parlamentar nega as acusações. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja o que é alegado sobre os outros investigados:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Bia Kicis (PL-DF) &#8211;</strong> acusada pelos partidos PT e PSOL, em março do ano passado, de incitar motim de policiais militares na Bahia fazer postagens relacionadas à morte do policial Wesley Soares Góes, Salvador. Foram sorteados como potenciais relatores os deputados Pinheirinho (PP-MG), Cacá Leão (PP-BA) e Sérgio Brito (PSD-BA).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Carla Zambelli (PL-SP)</strong> &#8211; a deputada afirmou que o governo de Sergipe usou um decreto de calamidade pública relacionado à pandemia para acabar com o direito de propriedade e, segundo o PT, que protocolou a representação, “suscitou a população a se armar contra as medidas de gestores e causou pânico na sociedade local e nacional&#8221;. Os deputados Marcelo Nilo (Republicanos-BA), Mauro Lopes (PP-MG) e Cacá Leão (PP-BA) foram sorteados como potenciais relatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Éder Mauro (PL-PA)</strong> &#8211; o deputado é acusado, pelo PSOL e pelo PT, de falas ofensivas contra deputadas durante sessão na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara. A representação foi protocolada em maio do ano passado. Foram sorteados para esse processo os deputados Paulo Ramos (PDT-RJ), Marcel Van Hattem (Novo-SP) e Pinheirinho (PP-MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eduardo Bolsonaro (PL-SP)</strong> &#8211; foram instaurados dois processos contra o deputado. O primeiro, de autoria do PT e do PDT em março de 2021, acusa o deputado de falar contra o uso de máscaras durante a pandemia. Para este processo, foram sorteados os deputados Vanda Milani (PROS-AC), Thiago Mitraud (NOVO-MG) e Cacá Leão (PP-BA) como potenciais relatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No outro processo, Eduardo deve responder sobre uma postagem em que chamou mulheres de &#8220;portadoras de vaginas&#8221;, o que foi considerado misógino e preconceituoso na representação apresentada por cinco partidos &#8211; PSB, PT, PDT, PSOL e PCdoB. Adolfo Viana (PSDB-BA), Cacá Leão (PP-BA) e Igor Timo (PODE-MG).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, novas representações foram apresentadas contra Eduardo por uma postagem em que o deputado debochou da tortura sofrida pela jornalista Miriam Leitão durante a ditadura. Esse processo, contudo, ainda não foi instaurado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações do G1</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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