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	<title>comando vermelho &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>“Big Brother do crime”: Fantástico mostra que Fatoka instalou câmeras para controlar tráfico em Cabedelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 00:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[cabedelo]]></category>
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					<description><![CDATA[O traficante Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, de 43 anos, ficou conhecido como peça-chave do entrelaçamento do crime organizado com o poder público, na Paraíba. Procurado pela polícia e refugiado no Complexo do Alemão, no Rio, todos sabiam que ele continuava a controlar o crime em Cabedelo, onde comanda a Tropa do Amigão, braço [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O traficante Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka, de 43 anos, ficou conhecido como peça-chave do entrelaçamento do crime organizado com o poder público, na Paraíba. Procurado pela polícia e refugiado no Complexo do Alemão, no Rio, todos sabiam que ele continuava a controlar o crime em Cabedelo, onde comanda a Tropa do Amigão, braço do Comando Vermelho na cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que não se sabia, até agora, era como este controle era feito. Reportagem do Fantástico, da Rede Globo, neste domingo (10), mostrou que este controle era feito através de câmeras clandestinas instaladas em postes e casas da cidade. Através delas, simulando um grande Big Brother do crime, ele controlava tudo o que acontecia nas áreas dominadas pelo Comando Vermelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O modus operandi foi descoberto pela Polícia Federal e Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Operações recentes apontam que o Comando Vermelho teria infiltrado pessoas em pontos estratégicos da prefeitura do município. O caso resultou no afastamento do prefeito eleito da cidade, Edvaldo Neto (Avante), dois dias após ser eleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem mostrou que as pessoas na cidade têm medo de gravar entrevistas ou falar sobre o assunto. João Marcos Gomes Cruz Silva, delegado regional de Polícia Judiciária da PF na Paraíba, afirma que “a cidade de Cabedelo, infelizmente, ela vive um colapso institucional”. Leonardo Quintans, procurador-geral de Justiça do MPPB, complementa: “A sociedade fica refém, a sociedade perde sua liberdade, a sociedade passa a ser comandada por esse poder paralelo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as investigações, integrantes do Comando Vermelho monitoram a rotina de Cabedelo a partir do Rio de Janeiro. De lá, alguém vê tudo. Áudios obtidos mostram a organização do monitoramento: “Tem 30 câmeras geral”. Um integrante, ao mostrar o monitoramento de câmeras por vídeo, diz: “Oi, família. Minha visão de cria aqui. Só paz e tranquilidade”. Para a polícia, trata-se de um “home office do crime organizado”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Complexo do Alemão reúne 13 favelas na Zona Norte do Rio e, nas investigações, um nome aparece com frequência: Flávio de Lima Monteiro, o Fatoka. Aos 43 anos, ele começou na facção Nova Okaida, na Paraíba, e depois fundou a Tropa do Amigão, um dos braços do Comando Vermelho no Nordeste. Contra ele, há 13 mandados de prisão por tráfico, homicídios e organização criminosa. Fatoka chegou a ficar preso no Presídio de Segurança Máxima da Paraíba, mas fugiu em setembro de 2018 em uma fuga em massa de 92 detentos que usaram explosivos. Capturado novamente, conseguiu uma medida judicial para liberdade com tornozeleira eletrônica em 2022. No mesmo dia em que o dispositivo foi instalado, ele o rompeu e fugiu para o Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/05/10/cabedelo-paraiba-destino-turistico-e-tomado-pelo-crime-e-vigiado-24-horas-por-cameras-instaladas-por-bandidos.ghtml">Confira a matéria completa no site do Fantástico</a></p>



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		<title>Dois paraibanos estão na lista de mortos da megaoperação da polícia do Rio na Penha e no Alemão</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/dois-paraibanos-estao-na-lista-de-mortos-da-megaoperacao-da-policia-do-rio-na-penha-e-no-alemao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 12:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[comando vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[mortos]]></category>
		<category><![CDATA[paraibanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois paraibanos estão na lista dos mortos decorrentes da megaoperação da polícia do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho nas comunidades da Penha e Complexo do Alemão, na capital fluminense. Ao todo, a Polícia Civil divulgou os perfis de 115 dos 117 mortos. Os nomes foram revelados neste domingo (2). Os paraibanos com nomes [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Dois paraibanos estão na lista dos mortos decorrentes da megaoperação da polícia do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho nas comunidades da Penha e Complexo do Alemão, na capital fluminense. Ao todo, a Polícia Civil divulgou os perfis de 115 dos 117 mortos. Os nomes foram revelados neste domingo (2).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os paraibanos com nomes revelados são Jorge Benedito Correa Barbosa (Pará), 54 anos, e Ronaldo Julião da Silva, 46. O primeiro, segundo a lista, aparece como condenado por roubo, enquanto que o segundo não tem anotações criminais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório foi feito pela Ouvidoria Geral da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro. De acordo com nota distribuída à imprensa, “mais de 95% dos identificados tinham ligação comprovada com o Comando Vermelho e 54% eram de fora do estado. Apenas dois laudos resultaram em perícias inconclusivas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil descreve que 97 das pessoas mortas “apresentavam históricos criminais relevantes”. Entre os mortos, 59 tinham “mandados de prisão pendentes.” O comunicado oficial admite que outras 17 “não apresentaram histórico criminal”, mas segundo as investigações posteriores, “12 apresentaram indícios de participação no tráfico em suas redes sociais.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista nomina as pessoas mortas como “neutralizados” e assinala que 62 desses são de outros estados: “19 do Pará, 9 do Amazonas, 12 da Bahia, 4 do Ceará, 2 da Paraíba, 1 do Maranhão, 9 de Goiás, 1 de Mato Grosso, 3 do Espírito Santo, 1 de São Paulo e 1 do Distrito Federal.” </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Doca</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O principal alvo da operação &#8211; Edgar Alves de Andrade, conhecido como “Doca”, líder do Comando Vermelho (CV) – segue em liberdade após seis dias da operação policial. Nenhuma das pessoas mortas havia sido denunciada à Justiça pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro criou um observatório para acompanhar a apuração sobre o cumprimento da lei pelas policias Civil e Militar durante a Operação Contenção.</p>



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		<title>Recrutados pelo Comando Vermelho são alvos de mandados de prisão na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/recrutados-pelo-comando-vermelho-sao-alvos-de-mandados-de-prisao-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 16:42:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[comando vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ) cumpriram mandados de prisão em João Pessoa e Cabedelo, nesta terça-feira (13). Os alvos paraibanos, que não tiveram os nomes revelados, integram uma célula interestadual do Comando Vermelho (CV). A ação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil e o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ) cumpriram mandados de prisão em João Pessoa e Cabedelo, nesta terça-feira (13). Os alvos paraibanos, que não tiveram os nomes revelados, integram uma célula interestadual do Comando Vermelho (CV). A ação ocorre em outros estados. Segundo as investigações, a facção &#8220;importava&#8221; criminosos de fora do Rio com capacidades operacionais específicas. Dez criminosos foram presos até o momento, segundo o jornal O Globo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, havia o fornecimento de drogas e de armamento, que seria usado em expansões territoriais da facção no Rio, inclusive na Zona Oeste da capital, onde há disputa territorial com a milícia, e em outros estados. Uma casa no condomínio de alto luxo Novo Leblon, na Barra da Tijuca, foi um dos endereços alvo de mandados. Para esta ação, que é parte da Operação Contenção, as equipes visam a cumprir 22 mandados de prisão. Segundo a Polícia Civil, são 39 nos municípios do Rio, Maricá e Resende, no RJ, além de endereços em São Paulo, Mato Grosso, Paraíba e Rondônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um endereço foram encontrados armamento, inclusive de grosso calibre, e dinheiro em espécie. Ainda não há informações sobre o total de apreensões até o momento. A operação desta terça-feira tem como finalidade cumprir os mandados de prisão e de busca e apreensão e de desarticular a logística para obtenção de armas e de drogas a lideranças da facção criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia do Gaeco, esse núcleo do Comando Vermelho tem bases nas comunidades Muzema, Cidade de Deus, Complexo do Alemão e Penha, na cidade do Rio; e em Duque de Caxias, município da Baixada Fluminense; com ramificações nos estados Paraíba, São Paulo e Mato Grosso. Os alvos vão responder por associação para o tráfico de drogas com emprego de arma de fogo e entre estados da federação, falsidade ideológica, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e comércio ilegal de arma de fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bloqueios milionários<br>Segundo a Polícia Civil, o esquema é &#8220;minucioso e sofisticado com núcleos operando em diversas comunidades&#8221; tanto na capital como em outros estados. Entre as atividades, está a lavagem de dinheiro. As investigações apontaram que, em menos de um mês, foi observada uma movimentação de R$ 5 milhões. Foi pedido o bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em bens e valores de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo. Em etapas anteriores da Operação Contenção, já tinha sido solicitado bloqueio de mais de R$ 6 bilhões em bens e valores da facção criminosa.</p>



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