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	<title>cobra &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Ministério Público aponta defasagem de 5,6 mil policiais civis e ajuíza ação contra o Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 19:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[cobra]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Estadual (MPPB) ajuizou uma ação civil pública em face do Estado da Paraíba para obrigá-lo a suprir o déficit de policiais na estrutura da Polícia Civil. O objetivo, segundo o órgão, é garantir o direito fundamental à segurança pública e a eficiência da administração pública. Dados de 2024 revelam que apenas 2.289 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Estadual (MPPB) ajuizou uma ação civil pública em face do Estado da Paraíba para obrigá-lo a suprir o déficit de policiais na estrutura da Polícia Civil. O objetivo, segundo o órgão, é garantir o direito fundamental à segurança pública e a eficiência da administração pública. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados de 2024 revelam que apenas 2.289 policiais civis estavam em atividade na Paraíba, quando a Lei Estadual 8.672/2008 prevê um contingente de 7.925 profissionais. Em razão disso, o MPPB requereu tutela de urgência para que seja feita a convocação imediata dos candidatos aprovados dentro do ponto de corte no último concurso para a corporação para que eles realizem o Curso de Formação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi proposta pelos promotores de Justiça que atuam no Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap/MPPB), Cláudia de Souza Cavalcanti Bezerra Viegas (coordenadora), Túlio César Fernandes Neves e Cláudio Antônio Cavalcanti. Ela tramita na 4ª Vara de Fazenda Pública da Capital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explicaram os integrantes do Ncap, a ação é um desdobramento de processo aberto após o recebimento de denúncia anônimas. Segundo os promotores de Justiça, a investigação constatou o déficit de profissionais, apesar do concurso realizado em 2021. Isso porque o certame previa apenas 1.400 vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mesmo com todas essas nomeações, a defasagem ainda persistiria. Além disso, o Estado limitou as nomeações aos aprovados dentro do número de vagas do edital, deixando de convocar candidatos classificados no ponto de corte, impedindo que eles realizassem o Curso de Formação e pudessem ser posteriormente nomeados. A cláusula de barreira do edital impede a convocação de todos os aprovados e prejudica o preenchimento do quadro de servidores. A defasagem de policiais civis prejudica a elucidação de crimes, com apenas 42% dos homicídios sendo solucionados no estado. É urgente a ampliação do efetivo da Polícia Civil para que sejam garantidos a investigação adequada dos crimes e o combate à impunidade”, explicou o promotor de Justiça Túlio Fernandes.</p>



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		<title>Após delação de Lessa e implicação de Brazão, família de Marielle cobra resultados oficiais da investigação</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-delacao-de-lessa-e-implicacao-de-brazao-familia-de-marielle-cobra-resultados-oficiais-da-investigacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 19:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[apuração oficial]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[cobra]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle franco]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, usou as redes sociais nesta terça-feira (23) para dizer que sua família aguarda comunicados e resultados oficiais sobre as investigações do assassinato de sua irmã, a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, e do motorista Anderson Gomes. A cobrança ocorre no mesmo dia em que foi revelado [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, usou as redes sociais nesta terça-feira (23) para dizer que sua família aguarda comunicados e resultados oficiais sobre as investigações do assassinato de sua irmã, a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco, e do motorista Anderson Gomes. A cobrança ocorre no mesmo dia em que foi revelado o possível involvimento do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ), Domingos Brazão, no crime. Ele teria sido o mandante dos assassintos de Marielle e do motorista Anderson Gomes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O crime ocorreu em 2018 e perto de completar seis anos, poucas informações existem sobre quem mandou matar a ex-vreadora e seu motorista. &#8220;Recebi as últimas notícias relacionadas ao caso Marielle e Anderson e reafirmo o que dizemos desde que a tiraram de nós: não descansaremos enquanto não houver justiça&#8221;, escreveu. A ministra se refere a publicações da imprensa nesta semana que afirmam que o ex-policial militar Ronnie Lessa teria aceito acordo de delação premiada com a Polícia Federal e fornecido informações que apontam o mandante do crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes completa seis anos no dia 14 de março, e, com a entrada da Polícia Federal nas investigações, em 2023, houve alguns avanços, como a delação premiada do ex-PM Élcio Queiroz, que dirigia o carro usado no crime. Em julho do ano passado, agentes da PF que participavam das investigações informaram que, na delação, Queiroz apontou o também ex-policial militar Ronnie Lessa como o autor dos assassinatos de Marielle e Anderson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, matérias da imprensa relatam que depois de negociações desde o ano passado, Lessa também aceitou fazer revelações sobre o crime em delação premiada à Polícia Federal. Em resposta à Agência Brasil, a coordenação de comunicação social da PF no Rio de Janeiro informou que não poderia dar detalhes sobre as investigações em andamento. “A resposta sobre esse crime &#8211; quem mandou matar Marielle e Anderson e o porquê – é um dever do Estado brasileiro”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Monica Benício<br>A viúva de Marielle Franco, a vereadora Monica Benício, também se pronunciou sobre as informações que circulam na imprensa sobre uma possível delação premiada que levaria ao mandante dos assassinatos. Ela afirmou ver essa possibilidade com esperança, mas sem &#8220;otimismo exacerbado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Lessa é um criminoso com laços profundos com o submundo do crime e da contravenção. Tudo que for dito por ele, se for dito, vai precisar ser averiguado e respaldado pelas instituições responsáveis pela investigação. Foi esse o procedimento adotado na delação de Elcio Queiroz, foi esse o procedimento que impulsionou avanços na investigação e apontou o envolvimento de outros atores no crime&#8221;, diz a vereadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Monica Benício diz ter sentido uma renovação de esperança a partir do comprometimento do atual Governo Federal com a resolução do caso, e com a entrada da Polícia Federal nas investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mais uma vez as famílias de Marielle Franco e Anderson Gomes foram surpreendidas por notícias sobre um suposto acordo de delação premiada com Ronnie Lessa, um dos acusados pela execução do crime, que teria indicado um dos mandantes do brutal assassinato de Marielle e Anderson. Aguardamos que a delação traga avanços, mas destacamos que até agora não houve atualizações oficiais, e a validade depende da homologação pelo Superior Tribunal de Justiça. Continuaremos buscando respostas sobre quem mandou matar Marielle e por quê, lutando por justiça e medidas de reparação, para que este triste episódio não se repita.&#8221;</p>



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		<title>Desembargador manda MPPB se pronunciar em denúncia do Psol sobre &#8220;atos antidemocráticos&#8221; na Paraíba</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/desembargador-manda-mppb-se-pronunciar-em-denuncia-do-psol-sobre-atos-antidemocraticos-na-paraiba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 18:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[atos]]></category>
		<category><![CDATA[cobra]]></category>
		<category><![CDATA[desembargador]]></category>
		<category><![CDATA[mppb]]></category>
		<category><![CDATA[posição]]></category>
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					<description><![CDATA[O desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), determinou que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) se manifeste sobre notícia-crime apresentada por dirigentes do Psol contra o que a sigla chamou de atos antidemocráticos. O partido acusa apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas, de tentarem forçar [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), determinou que o Ministério Público da Paraíba (MPPB) se manifeste sobre notícia-crime apresentada por dirigentes do Psol contra o que a sigla chamou de atos antidemocráticos. O partido acusa apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas, de tentarem forçar um novo golpe militar. O grupo tem se concentrado em frente ao Grupamento de Engenhairia, em João Pessoa, para pedir intervenção federal, com a manutenção do atual mandatário no poder. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sobre a notícia-crime formulada pelo Partido Socialismo e Liberdade &#8211; PSOL, em que se objetiva a instauração de investigação sobre possíveis atos tipificados na norma penal, conforme narrativa exposta na peça inicial, abra-se vistas dos autos à Procuradoria-Geral de Justiça, para os fins de direito&#8221;, diz o despacho assinado pelo magistrado. A mesma representação também foi apresentada no Ministério Público Federal pela sigla. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O partido pede na ação que o Ministério Público seja notificado para instaurar inquérito policial, identificar e processar civil e criminalmente &#8220;os responsáveis pelos antidemocráticos realizados em João Pessoa e Campina, após o segundo turno das eleições&#8221;. Na representação, que é assinada pelos dirigentes partidários Adjany Simplício, Olímpio Rocha, Alexandre Soares e Tárcio Teixeira, o PSOL alega que os manifestantes da extrema-direita praticam uma dezena de ilícitos penais, tais como dano, incitação ao crime, apologia ao crime, associação criminosa, constituição de milícia e tentativa de golpe de estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A petição alega ainda que as autoridades públicas e agentes policiais se mantêm omissos ao não debelarem as manifestações, mesmo após ordem do Ministro Alexandre de Moraes, Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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