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	<title>clientes &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Prejuízos causados pela Braiscompany a clientes chega a R$ 258 milhões, revelam denúncias recebidas pelo MP-Procon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 15:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O MP-Procon, órgão do Ministério Público da Paraíba, recebeu 3.364 reclamações de consumidores que teriam contratos com a Braiscompany, no Estado. De acordo com levantamento realizado a partir das respostas coletadas por meio do formulário online disponibilizado entre os dias 2 e 31 de março, os prejuízos resultaram no montante de R$ 258.252.638,31. Com as informações obtidas durante a investigação, o órgão ministerial iniciará uma nova fase procedimental, na qual poderá adotar outras medidas judiciais, além da ação cautelar que já tramita na Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O promotor de Justiça, Romualdo Tadeu de Araújo Dias, diretor do MP-Procon, explicou que foi feito o balanço quantitativo dos formulários preenchidos, o qual, inclusive, mostra números surpreendentes sobre a atuação da empresa que negociava criptomoedas. Agora, está sendo realizada uma análise qualitativa das informações e da documentação à disposição do MPPB. “Estamos verificando a possibilidade de novas diligências, bem como a necessidade da adoção de outras medidas judiciais na esfera cível, pleiteando o reconhecimento de irregularidades de natureza consumerista e eventuais danos causados à coletividade”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com informações repassadas pelo MP-Procon, das pessoas que informaram o número de contratos firmados com a Braiscompany, 1.713 disseram que tinham apenas um (o correspondente a 51% do total). No entanto, houve consumidores que informaram ter feito mais de uma transação com a empresa. Dentre outras situações, 852 relataram ter dois contratos (25,5%); 343 disseram possuir três contratos (10,4%); 164, quatro (4,9%); e 96 reclamantes disseram possuir cinco contratos (2,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso<br>A investigação contra a Braiscompany no MPPB decorre do Inquérito Civil 002.2023.005414, instaurado em fevereiro deste ano, após denúncias de consumidores sobre o descumprimento de contratos celebrados com a empresa de criptoativos, com sede no município de Campina Grande. No dia 16 do mesmo mês, o órgão ministerial ajuizou a Ação Cautelar 0807241-09.2023.8.15.2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Juízo da 11ª Vara Cível de João Pessoa concedeu, em parte, medidas de restrições pedidas pelo MPPB, como o bloqueio de valores em contas bancárias e aplicações financeiras e o sequestro de bens em nome da empresa e de seus responsáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda dentro das providências assecuratórias, o Ministério Público apurou a existência de outras contas bancárias em nome da empresa e de sócios. O bloqueio desses valores está sob a análise do Judiciário. Essas medidas visam garantir a reparação dos danos causados aos consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da assessoria do MPPB</p>



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		<title>Paraíba: após denúncias, Ministério Público dá 72 horas para empresa de criptomoedas devolver dinheiro de clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[criptomoedas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba (MPPB) expediu recomendação nesta terça-feira (14) para que a emrpesa Fiji Solucions, especializada na negociação de criptoativos, devolva no prazo de 72 horas o dinheiro dos clientes. O documento, assinado pelo promotor Sócrates Agra, do MP-Procon de Campina Grande, foi expedido após denúncias de que o pagamento dos dividendos foi [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba (MPPB) expediu recomendação nesta terça-feira (14) para que a emrpesa Fiji Solucions, especializada na negociação de criptoativos, devolva no prazo de 72 horas o dinheiro dos clientes. O documento, assinado pelo promotor Sócrates Agra, do MP-Procon de Campina Grande, foi expedido após denúncias de que o pagamento dos dividendos foi suspenso pelos sócios da empresa. Segundo o representante do MPPB, até o momento, os sócios da empresa atenderam às notificações da promotoria, foram ouvidos e apresentaram as documentações requeridas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante depoimento, um dos sócios ratificou que estaria com problemas técnicos para autorizar repasses, mas apresentou documentação que comprovaria que a empresa dispõe de fundos e liquidez para saldar os compromissos com os investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Recomendamos que a empresa empreenda – por todos os meios legais necessários – todas as tratativas junto à Kucoin para solução da demanda existente e pagamento aos clientes, no prazo de 72 horas, e que comprove, ao Ministério Público, todos os atos realizados para solução da problemática existente, e que apresente cópia dos documentos pessoais dos sócios da empresa (Identidade, CPF e Passaporte). Continuaremos acompanhando essa e outras situações envolvendo empresas de criptomoedas atuando na região a fim de garantir, no que couber ao Ministério Público, os direitos dos consumidores”, explicou Sócrates Agra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sócios da empresa também foram advertidos de que, na hipótese de não atendimento ao que foi recomendado, O MP-Procon poderia adotar providências administrativas e judiciais cabíveis, entre elas o ajuizamento de ação civil pública contra diretores e administradores, aplicação de multas e interdição das atividades do estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sinal de alerta dos clientes acendeu logo após o escândalo da Braiscompany, também especializada na comercialização de criptoativos. Os donos da empresa desapareceram e deixaram um prejuízo milionário para os clientes. O caso é acompanhado também pelo MP-Procon de Campina Grande e motivou a análise da atuação de outras empresas que atuam na cidade paraibana. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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