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	<title>catingueira &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Alvo de operação do MPF, ex-prefeito paraibano é condenado a quase nove anos de prisão</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 16:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-prefeito de Catingueira, no Sertão da Paraíba, José Edvan Félix, foi condenado a quase nove anos de prisão por desvio de recursos públicos. A sentença foi expedida pelo juízo da 14ª Vara da Justiça Federal na Paraíba, atendendo pedido do Ministério Público Federal. O ex-gestor foi condenado a oito anos, dez meses e 20 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-prefeito de Catingueira, no Sertão da Paraíba, José Edvan Félix, foi condenado a quase nove anos de prisão por desvio de recursos públicos. A sentença foi expedida pelo juízo da 14ª Vara da Justiça Federal na Paraíba, atendendo pedido do Ministério Público Federal. O ex-gestor foi condenado a oito anos, dez meses e 20 dias de reclusão em regime inicialmente fechado. Além disso, Félix terá que ressarcir o erário em mais de R$ 661 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com investigações que resultaram na deflagração da Operação Dublê, Edvan Félix capitaneou esquema criminoso de montagem de licitações e desvio de recursos públicos mediante a utilização de notas fiscais &#8216;frias&#8217; ou &#8216;clonadas&#8217;. No presente caso, recursos públicos federais de diferentes programas, sacados pelo então prefeito mediante emissão de cheques nominais à Tesouraria, tiveram destinação desconhecida, já que comprovadamente não foram repassados às empresas que supostamente teriam sido contratadas pela prefeitura. Os desvios foram praticados mediante a emissão de empenhos falsamente destinados a sete pessoas jurídicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra envolvida no esquema como &#8216;intermediária de notas fiscais&#8217;, conforme a denúncia do MPF, Semeia Trindade também foi condenada a cinco anos de prisão em regime semiaberto. No entanto, a responsabilidade dela foi limitada ao desvio de recursos públicos com utilização do nome de apenas uma empresa. Ambos respondem o processo em liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A operação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação que deu início à Operação Dublê foi iniciada em 25 de janeiro de 2012, a partir de representação formulada pela Câmara Vereadores de Catingueira, que, após conferir os balancetes do Poder Executivo referentes aos exercícios de 2009, 2010 e 2011, constatou a ausência de vários processos de pagamento e a inexistência de notas fiscais, recibos e empenhos que os lastreasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF já ajuizou mais de 40 ações judiciais no âmbito da Operação Dublê, envolvendo fraudes em obras públicas nos municípios paraibanos de Catingueira e Cacimba de Areia. Os valores desviados ultrapassam os R$ 17 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nota fiscal &#8216;clonada&#8217; é aquela que é submetida a falsificação documental &#8211; daí decorre o nome da Operação Dublê -, ao contrário da nota fiscal &#8216;fria&#8217;, em que a falsificação é apenas ideológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da assessoria do MPF</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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