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	<title>Capitã Cloroquina &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>CPI da Pandemia ouve nesta terça a &#8220;Capitã Cloroquina&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 12:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Capitã Cloroquina]]></category>
		<category><![CDATA[Mayra Pinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, é a próxima testemunha a ser ouvida pela CPI da Pademia. A auxiliar do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ficou conhecida ao longo da pandemia como &#8220;Capitã Cloroquina&#8221;, pela defesa incessante do medicamento sem eficiência comprovada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, é a próxima testemunha a ser ouvida pela CPI da Pademia. A auxiliar do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ficou conhecida ao longo da pandemia como &#8220;Capitã Cloroquina&#8221;, pela defesa incessante do medicamento sem eficiência comprovada para o enfrentamentod da Covid-19. O depoimento está marcado para esta terça-feira (25).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite desta sexta-feira (21), Mayra conseguiu junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) o direito de permanecer em silêncio se for questionada sobre fatos ocorridos entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, período que coincide com a crise de falta de oxigênio nas UTIs de Manaus.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Ao solicitar ao ministro Ricardo Lewandowski o habeas corpus preventivo, a defesa de Mayra destacou que ela — assim como o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde — responde a ação de improbidade administrativa apresentada pelo Ministério Público Federal no Amazonas. O processo apura as ações e omissões dos governos federal e estadual no colapso do sistema de saúde na capital daquele estado no período entre o final de 2020 e o início deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mayra já havia solicitado anteriormente ao STF o direito de permanecer em silêncio na CPI, mas, em sua primeira decisão, o ministro Lewandowski havia rejeitado a possibilidade de habeas corpus preventivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A convocação de Mayra para depor na CPI partiu de cinco senadores: Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Rogério Carvalho (PT-SE) e o relator, Renan Calheiros (MDB-AL). Eles alegam que Mayra se notabilizou como defensora de um &#8220;tratamento precoce&#8221; com medicações sem nenhuma comprovação efetiva contra o coronavírus.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os parlamentares querem mais informações sobre a aquisição e distribuição de comprimidos de cloroquina pelo Ministério da Saúde, inclusive para Manaus e para o estado do Amazonas, que tiveram colapso no sistema de saúde no início deste ano, culminando com a falta de oxigênio nos hospitais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os requerimentos, questões relativas a isolamento social, vacinação, postura do governo, estratégia de comunicação e omissão de dados também devem ser abordadas pelos senadores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aplicativo</strong><br>A secretária, que é médica, também terá que dar explicações sobre uma plataforma desenvolvida pelo Ministério da Saúde, o TrateCov, recomendando o uso de cloroquina no combate à covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em depoimento à CPI, o ex-ministro Eduardo Pazuello afirmou que a ideia partiu de Mayra Pinheiro, mas o programa&nbsp;nunca chegou a ser lançado oficialmente, pois fora “roubado” e “hackeado” enquanto ainda estava em fase de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essa plataforma não foi distribuída aos médicos. Foi copiada por um cidadão, que fez a divulgação com usos indevidos. Quando soubemos determinei que fosse retirada do ar e que fosse aberto um processo para descobrir onde estavam os erros disso&#8221;, explicou o general aos senadores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A explicação do ex-ministro não convenceu os senadores Eduardo Braga (MDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE) e Omar Aziz (PSD-AM), presidente da comissão. Eles lembraram que sistema chegou a ser lançado e divulgado em meios de comunicação do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A TV Brasil, que é uma TV oficial, apresentou não só a matéria jornalística sobre o lançamento do programa TrateCov, como fez campanha publicitária. É preciso que o senhor Pazuello explique isso&#8221;, cobrou Braga.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Adiamento</strong><br>O depoimento de Mayra Pinheiro estava inicialmente marcado para quinta-feira (20), mas teve que ser adiado por causa da oitiva de Eduardo Pazuello, que se estendeu por dois dias.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de ouvir a secretária, a comissão parlamentar de inquérito se reunirá para votação de requerimentos na quarta-feira (26), quando deve definir quem vai testemunhar na quinta (27).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Senado</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Após Pazuello, “Capitã Cloroquina” tenta habeas corpus para ficar calada na CPI da Pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 12:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Capitã Cloroquina]]></category>
		<category><![CDATA[habeas corpus]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois do ex-ministro Eduardo Pazuello (Saúde), outra governista defensora do uso de cloroquina tenta um habeas corpus para ficar calada na CPI da Pandemia, no Senado. Mayara Pinheiro, popularmente conhecida por “Capitã Cloroquina”, entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido para ter o direito de ficar calada na Comissão Parlamentar de Inquérito. Ela é [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Depois do ex-ministro Eduardo Pazuello (Saúde), outra governista defensora do uso de cloroquina tenta um habeas corpus para ficar calada na CPI da Pandemia, no Senado. Mayara Pinheiro, popularmente conhecida por “Capitã Cloroquina”, entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido para ter o direito de ficar calada na Comissão Parlamentar de Inquérito. Ela é a secretária de Gestão de Tralho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A “Capitã Cloroquina” é uma dos três integrantes e ex-integrantes do governo a serem ouvidos, nesta semana, pelos integrantes da CPI da Pandemia. Ela será ouvida na quinta-feira (20), um dia depois do ex-ministro Eduardo Pazuello. Este último, vale ressaltar, também defensor da cloroquina, já conseguiu no STF a autorização para ficar calado diante de perguntas cujas respostas possam incriminá-lo. O ex-chanceler Ernesto Araújo depõe nesta terça-feira sem habeas corpus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os depoimentos da “Capitã Cloroquina” e de Pazuello não poderiam ocorrer em momento pior. Grandes defensores da droga, eles falarão aos senadores justamente na semana em que o Ministério da Saúde recebeu o resultado de uma consulta técnica que desaconselha o uso da cloroquina para o tratamento da Covid-19. Araújo, outro defensor do medicamento, terá que dar explicações também sobre os esforços do Itamaraty para a compra dos produtos sem eficácia. </p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-direito"><strong>Direito</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse na semana passada que a comissão respeita as decisões judiciais, mesmo aquelas que “contrariam a nossa vontade”, pois é assim que “deve funcionar uma democracia”. Ele disse lamentar que Pazuello se &#8220;esconda&#8221; por meio de habeas corpus, mas destacou que respeita o direito do ex-ministro. O senador ressaltou, no entanto, que os depoimentos não são o único meio de buscar a verdade, e que a comissão vai procurar outras formas de continuar seu trabalho de investigação. “Nada deterá o rumo das investigações que estamos dando à CPI”, garantiu o senador, em entrevista coletiva na última quinta-feira (13).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o senador Alessandro Vieira observou que a concessão de habeas corpus está dentro da jurisprudência do STF. Segundo ele, trata-se de um direito do cidadão, &#8220;especialmente daquele cidadão que, claramente, tem muita coisa a esconder”. Ele acrescentou que a CPI vai buscar questionar Pazuello de forma técnica e equilibrada. De acordo com o senador, a comissão também poderá buscar com outros convocados as informações que forem omitidas, além de usar recursos como busca de documentos e quebras de sigilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suas redes sociais, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) lamentou o suposto uso político que alguns parlamentares têm feito da comissão. Ele aponta que a CPI pode estar tomando &#8220;um rumo perigoso&#8221; e registra que é preciso seguir decisões equilibradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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