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	<title>camara &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Em meio a críticas, Câmara aprova MP que reorganiza ministérios do governo Lula. Só dois paraibanos votaram contra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 10:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (1º), a medida provisória que reestrutura os ministérios do Poder Executivo. A MP 1154/23, cuja vigência se encerra à meia-noite de hoje, será votada ainda nesta quinta pelo Senado. A MP fixa o número de ministérios em 31, além de 6 órgãos com status de ministério, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (1º), a medida provisória que reestrutura os ministérios do Poder Executivo. A MP 1154/23, cuja vigência se encerra à meia-noite de hoje, será votada ainda nesta quinta pelo Senado. A MP fixa o número de ministérios em 31, além de 6 órgãos com status de ministério, em um total de 37 ministros. O placar final foi de 337 votos a favor e 125 contra (e uma abstenção). Apenas dois deputados paraibanos votaram contra. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votaram sim</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)<br>Damião Feliciano (União-PB)<br>Gervásio Maia (PSB-PB)<br>Hugo Motta (Republican-PB)<br>Luiz Couto (PT-PB)<br>Mersinho Lucena (PP-PB)<br>Murilo Galdino (Republican-PB)<br>Romero Rodrigues (PSC-PB)<br>Ruy Carneiro (PSC-PB)<br>Wilson Santiago (Republican-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votaram não</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cb Gilberto Silva (PL-PB)<br>Wellington Roberto (PL-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a votação, deputados de partidos com cargos no governo, como o União Brasil, fizeram críticas à lentidão do governo para a liberação de emendas e cargos na administração federal. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), fez um discurso duro, dizendo que o governo terá que andar com as próprias pernas em outras votações. As cobranças fisiológicas têm sido uma máxima na relação do Congresso com a equipe do presidente Lula (PT). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado é o parecer do relator da medida, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL). Algumas das principais mudanças ocorrem no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, que perde a Política Nacional de Recursos Hídricos e a gestão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) em âmbito federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em razão das mudanças, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional permanece, como no governo anterior, com os recursos hídricos, contando em sua estrutura com o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e a Agência Nacional de Águas (ANA), que passa a cuidar ainda do saneamento básico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Desenvolvimento Regional ficará também com a parte da compensação pelo uso dos recursos hídricos para a produção energética, devida pelas usinas hidrelétricas aos governos municipais, estaduais e federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o gerenciamento de sistemas de saneamento básico, resíduos sólidos e recursos hídricos, hoje no Meio Ambiente, vai para o Ministério das Cidades, que, no saneamento, atuará inclusive em terras indígenas. O CAR ficará com o Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Florestas<br></strong>No caso da gestão de florestas, o Ministério do Meio Ambiente continua com aquelas públicas concedidas para a produção sustentável. Já a gestão de florestas plantadas continua com o Ministério da Agricultura, mas em articulação com o Meio Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o texto aprovado, as políticas sobre proteção, recuperação da vegetação nativa e programas ambientais passam a englobar também outros biomas além da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na elaboração do zoneamento ecológico-econômico (ZEE) e de outros instrumentos de ordenamento territorial será abordado o planejamento espacial marinho em articulação com outros ministérios competentes (como da Pesca).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Povos Indígenas<br>Uma das novidades do texto original da MP em relação às estruturas anteriores é a criação, pela primeira vez, de um Ministério dos Povos Indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, pelo texto aprovado, a atribuição inicialmente dada pela MP de realizar o reconhecimento e a demarcação de terras indígenas não ficará mais com a pasta, voltando ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo ministério continuará com a competência de defender e gerir as terras e os territórios indígenas, além de tratar da política indigenista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos órgãos subordinados, a Fundação Nacional do Índio (Funai), passou a se chamar Fundação Nacional dos Povos Indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agricultura familiar<br>Outro ministério recriado pela MP é o do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, que cuidará também da identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação de terras de comunidades quilombolas, observadas as competências do Ministério da Igualdade Racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório de Isnaldo Bulhões inclui outras competências para esse ministério:</p>



<p class="wp-block-paragraph">assistência técnica para agricultura periurbana e a ocupações de agroecologia e turismo rural;<br>recuperação e conservação de áreas degradadas para o desenvolvimento rural sustentável, observadas as competências do Ministério do Meio Ambiente; e<br>promoção da produção de alimentos saudáveis por meio da transição agroecológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
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		<title>PEC da Transição é aprovada em primeiro turno com prazo de vigência menor e &#8216;jabuti&#8217; inserido pela Câmara</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pec-da-transicao-e-aprovada-em-primeiro-turno-com-prazo-de-vigencia-menor-e-jabuti-inserido-pela-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 02:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovada]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[camara]]></category>
		<category><![CDATA[pec da transição]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiu uma vitória importante na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (20), apesar da desidratação imposta sobre a PEC da Transição. A proposta de Emenda à Constituição deixa de fora do teto de gastos R$ 145 bilhões no Orçamento de 2023 para bancar despesas como o Bolsa [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiu uma vitória importante na Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (20), apesar da desidratação imposta sobre a PEC da Transição. A proposta de Emenda à Constituição deixa de fora do teto de gastos R$ 145 bilhões no Orçamento de 2023 para bancar despesas como o Bolsa Família, o Auxílio Gás e a Farmácia Popular. Foram 331 votos a 168 no primeiro turno. O ponto negativo é que a decisão de agora não garante o benefício também para 2024, como tinha decidido o Senado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o substitutivo do relator, deputado Elmar Nascimento (União-BA), o espaço orçamentário para 2024 precisará ser rediscutido. Devido às mudanças, a matéria retornará ao Senado para nova votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra alteração feita decorre do acordo entre as lideranças partidárias e o governo eleito para alocar os recursos das emendas de relator-geral do Orçamento 2023, consideradas inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (19). Pelo acordo, esses recursos serão rateados entre emendas individuais e programações de execução discricionária pelo Executivo (de execução não obrigatória).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo texto, o relator-geral poderá apresentar até R$ 9,85 bilhões em emendas para políticas públicas (50,77% dos R$ 19,4 bilhões das emendas de relator consideradas inconstitucionais). A outra metade foi direcionada para emendas individuais, que passam de R$ 11,7 bilhões em 2023 (R$ 19,7 milhões por parlamentar) para cerca de R$ 21 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A votação do texto em segundo turno vai acontecer nesta quarta-feira (21).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Após &#8220;surra&#8221; na comissão especial, Lira sinaliza levar voto impresso ao plenário</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apos-surra-na-comissao-especial-lira-sinaliza-levar-voto-impresso-ao-plenario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 12:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[A PEC do voto impresso deverá ser levada ao plenário da Câmara dos Deputados, apesar de ter sido enterrada na comissão especial criada para analisar a proposta. A possibilidade foi levantada pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e tem como base uma brecha regimental. A comissão especial rejeitou nesta quinta-feira (5), por 23 votos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A PEC do voto impresso deverá ser levada ao plenário da Câmara dos Deputados, apesar de ter sido enterrada na comissão especial criada para analisar a proposta. A possibilidade foi levantada pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e tem como base uma brecha regimental. A comissão especial rejeitou nesta quinta-feira (5), por 23 votos a 11, o parecer favorável a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), elaborado pelo deputado Filipe Barros (PSL-PR)(veja abaixo como cada um votou).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O voto impresso é uma das bandeiras do presidente Jair Bolsonaro. Após três anos falando em &#8216;fraudes eleitorais&#8217;, o presidente fez uma live na semana passada em que prometia apresentar provas sobre fragilidade das urnas eletrônicas. O tema opôs o presidente da República e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, defensor das urnas eletrônicas. Lira é aliado do presidente e se equilibra em meio a ameaças diretas de ruptura democrática, feitas pelo presidente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a derrota na votação, os membros da comissão escolheram o deputado Junior Mano (PL-CE) para fazer um novo parecer, que vai refletir a posição majoritária da comissão, contrária à mudança. O texto pode ser votado nesta sexta-feira (6). A reunião ocorreu em meio a um pequeno protesto de manifestantes favoráveis ao voto impresso do lado de fora do anexo 2 da Câmara dos Deputados. Para ser aprovada no plenário, terá que conseguir 308 votos favoráveis para ser aprovada, em dois turnos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A derrota da PEC na comissão se deu após 11 partidos se unirem contra o tema, em reunião realizada no final de junho. Estiveram presentes os presidentes de PSDB, MDB, PP, DEM, Solidariedade, PL, PSL, Cidadania, Republicanos, PSD e Avante. Posteriormente, o Republicanos recuou e passou a apoiar a mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram a favor do parecer que defende a PEC do voto impresso deputados dos partidos: PSL, PP, REPUBLICANOS, PTB, PSC e PODE. Enquanto que votaram contra o texto os parlamentares das legendas: PT, PL, PSD, MDB, PSDB, PSB, DEM, SOLIDARIEDADE, PSOL, PCdoB, PV, REDE, PDT, PATRIOTA, NOVO. Está prevista para esta sexta-feira (6) a votação do parecer do deputado Junior Mano (PL-CE) a favor do arquivamento da PEC.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja como votou cada deputado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram a favor do parecer que defende a PEC do voto impresso:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evair de Melo (PP-ES): Sim<br>Guilherme Derrite (PP-SP): Sim<br>Pinheirinho (PP-MG): Sim<br>Bia Kicis (PSL-DF): Sim<br>Eduardo Bolsonaro (PSL-SP): Sim<br>Filipe Barros (PSL-PR): Sim<br>Aroldo Martins (REPUBLICANOS-PR): Sim<br>Pr Marco Feliciano (REPUBLICANOS-SP): Sim<br>Paulo Martins (PSC-PR): Sim<br>Paulo Bengtson (PTB-PA): Sim<br>José Medeiros (PODE-MT): Sim</p>



<p class="wp-block-paragraph">Votaram contra o parecer que defende a PEC do voto impresso:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geninho Zuliani (DEM-SP): Não<br>Kim Kataguiri (DEM-SP): Não<br>Raul Henry (MDB-PE): Não<br>Valtenir Pereira (MDB-MT): Não<br>Júnior Mano (PL-CE): Não<br>Marcio Alvino (PL-SP): Não<br>Edilazio Junior (PSD-MA): Não<br>Fábio Trad (PSD-MS): Não<br>Rodrigo Maia (S.PART.-RJ): Não<br>Tereza Nelma (PSDB-AL): Não<br>Paulo Ramos (PDT-RJ): Não<br>Perpétua Almeida (PCdoB-AC): Não<br>Marreca Filho (PATRIOTA-MA): Não<br>Orlando Silva (PCdoB-SP): Não<br>Israel Batista (PV-DF): Não<br>Bosco Saraiva (SOLIDARIEDADE-AM): Não<br>Arlindo Chinaglia (PT-SP): Não<br>Carlos Veras (PT-PE): Não<br>Odair Cunha (PT-MG): Não<br>Aliel Machado (PSB-PR): Não<br>Milton Coelho (PSB-PE): Não<br>Fernanda Melchionna (PSOL-RS): Não<br>Paulo Ganime (NOVO-RJ): Não</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>“Espírito de corpo” não salvará a pele de Daniel Silveira no Conselho de Ética</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/espirito-de-corpo-nao-salvara-a-pele-de-daniel-silveira-no-conselho-de-etica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 00:56:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) não vai encontrar vida fácil no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. O parlamentar está preso desde a semana passada, por ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa do Ato Institucional número 5, o malfadado AI-5, feita pelo deputado, minou o mínimo de corporativismo no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) não vai encontrar vida fácil no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. O parlamentar está preso desde a semana passada, por ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa do Ato Institucional número 5, o malfadado AI-5, feita pelo deputado, minou o mínimo de corporativismo no parlamento. Isso porque o manual de sobrevivência, incrustado na alma dos parlamentares, indica que apoiar atos autoritários não prejudicaria apenas a Suprema Corte.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O corporativismo do Congresso é lendário. Dele saiu a decisão de revogar o afastamento do ex-senador Aécio Neves (PSDB-MG), hoje deputado, após acusações de envolvimento em atos de corrupção. O movimento é chamado constantemente de “espírito de corpo” ou “efeito Orloff”. Vai na linha do “eu sou você amanhã”. Mas este, ao contrário de Aécio, não é o caso de Silveira. Isso porque as declarações dele vão no sentido contrário aos valores democráticos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso de Daniel Silveira é o segundo da pauta na primeira reunião do Conselho de Ética, prevista para esta terça-feira (23). O deputado é acusado de agressões verbais e de incitação à violência contra ministros do STF. Ele também defendeu o AI-5, um dos mais duros instrumentos de repressão da ditadura militar. O presidente do Conselho, Juscelino Filho (DEM-MA), garantiu rapidez na tramitação da representação contra Silveira. O parlamentar, ao final, poderá ser cassado e se tornar inelegível. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da designação do relator, advogados terão dez dias úteis para apresentar a defesa de Daniel Silveira. Em seguida, haverá a instrução do processo, fase dedicada à colheita de provas e que antecede a apresentação, discussão e votação do relatório final. Depois de ficar parado em 2020 devido à pandemia, o Conselho de Ética da Câmara voltará a funcionar na próxima semana de forma híbrida, ou seja, por meio reuniões e votações virtuais e presenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prioridade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Juscelino Filho afirmou que a decisão unânime do plenário do Supremo pela prisão de Silveira, a denúncia formal encaminhada pela Procuradoria Geral da República contra o deputado e a repercussão pública do caso exigem prioridade e rapidez na tramitação dessa representação no Conselho de Ética da Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um caso bastante delicado que tem mobilizado todo o Parlamento e toda a sociedade. Com certeza, o Conselho de Ética irá conduzir esse caso, como todos os demais, de forma responsável, seguindo o nosso regimento, o Código de Ética e todo o processo legal para que o trabalho siga com o seu fluxo e, o mais rápido possível, a gente possa dar as respostas que a sociedade exige dos nossos conselheiros e do nosso Código de Ética”.Após audiência de custódia, nesta quinta-feira, a Justiça não encontrou irregularidades nos aspectos formais da prisão de Daniel Silveira e determinou apenas sua transferência da sede da Polícia Federal para um batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro. A manutenção ou não da prisão ainda depende de uma votação no Plenário da Câmara, marcada para o fim da tarde desta sexta-feira (19).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/02/db3f71ff92648addb6119744eddd7722.jpeg" alt="" class="wp-image-86"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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