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	<title>Câmara &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Justiça anula eleição da Mesa Diretora da Câmara de Patos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-anula-eleicao-da-mesa-diretora-da-camara-de-patos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 16:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[patos]]></category>
		<category><![CDATA[presidência]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça anulou a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Patos para o biênio 2025/2026 e determinou o afastamento cautelar de todos os seus membros. A decisão, proferida pela juíza Vanessa Moura Pereira de Cavalcante, da 4ª Vara da Comarca de Patos, atende a pedido de tutela de urgência formulado em ação ajuizada [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça anulou a eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Patos para o biênio 2025/2026 e determinou o afastamento cautelar de todos os seus membros. A decisão, proferida pela juíza Vanessa Moura Pereira de Cavalcante, da 4ª Vara da Comarca de Patos, atende a pedido de tutela de urgência formulado em ação ajuizada pelo vereador David Carneiro Maia&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o autor da ação, a eleição realizada em 1º de janeiro de 2025 é manifestamente ilegal por violar o artigo 27 da Lei Orgânica do Município, que proíbe a reeleição de qualquer integrante da Mesa para o mesmo cargo. Alega também que a então presidente, Valtide Paulino dos Santos, foi reconduzida ao cargo pela quarta vez consecutiva, o que contraria expressamente a norma municipal e os princípios constitucionais da alternância de poder e do regime republicano&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na fundamentação, a juíza destacou que, mesmo à luz da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a recondução sucessiva não poderia ocorrer. &#8220;A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, firmada em sede de controle concentrado de constitucionalidade, assentou o limite de uma única recondução ou reeleição sucessiva para o mesmo cargo da Mesa Diretora, independentemente de se tratar da mesma legislatura, o que visa impedir a perpetuação de grupos no poder&#8221;, pontuou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o pedido de urgência, a Justiça considerou presentes tanto a probabilidade do direito quanto o perigo de dano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, o vereador José Ítalo Gomes Cândido, primeiro vice-presidente da Mesa eleita, deverá assumir interinamente a presidência da Câmara no prazo de 24 horas, com a atribuição exclusiva de convocar e realizar, em até dez dias, nova eleição para a Mesa Diretora do biênio 2025/2026, respeitando a vedação à reeleição. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 5 mil, a ser aplicada pessoalmente aos vereadores afastados e ao presidente interino. (Com informações do TJPB)</p>



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		<title>Glauber Braga desrespeitou a Câmara, motim bolsonarista também, mas foi punido</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/glauber-braga-desrespeitou-a-camara-motim-bolsonarista-tambem-mas-foi-punido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 02:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[A política nacional viveu nesta terça-feira (9) mais um dia triste, com um parlamentar sendo arrancado da cadeira de presidente onde havia se amotinado. Houve também jornalistas empurrados por seguranças (alguns falando em agressão) e confusões em série. E no meio de tudo isso, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), que precisou usar as [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A política nacional viveu nesta terça-feira (9) mais um dia triste, com um parlamentar sendo arrancado da cadeira de presidente onde havia se amotinado. Houve também jornalistas empurrados por seguranças (alguns falando em agressão) e confusões em série. E no meio de tudo isso, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), que precisou usar as redes sociais minutos depois para se justificar, protestando contra o colega Glauber Braga (Psol-RJ), por “desrespeitar” a Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale dizer: a atitude de Motta, adotada para preservar o simbolismo da cadeira de presidente, não é necessariamente incorreta (salvo os exageros). Ela, no entanto, tem gerando estranheza na imprensa e na classe política por divergir da postura passiva adotada em agosto, quando deputados bolsonaristas ocuparam a mesma cadeira da presidência cobrando anistia para os golpistas do 8 de janeiro e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Tenho mais de 40 anos de vida pública e nunca vi nada parecido no Parlamento brasileiro. Tirar o deputado <a href="https://twitter.com/Glauber_Braga?ref_src=twsrc%5Etfw">@Glauber_Braga</a> à força da presidência da Câmara foi um soco na democracia. <a href="https://t.co/1r2AaZI7cV">pic.twitter.com/1r2AaZI7cV</a></p>&mdash; Benedita da Silva (@dasilvabenedita) <a href="https://twitter.com/dasilvabenedita/status/1998556281838453137?ref_src=twsrc%5Etfw">December 10, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele episódio, Júlia Zanatta (PL-SC), Marcel van Hattem (PL-RS), Marcos Pollon (PL-MS), Paulo Bilynskyj (PL-SP) e Zé Trovão (PL-SC) não foram molestados. Pior, até agora não sofreram qualquer punição. O ato de hoje foi grave do ponto de vista simbólico? Sim! Mas o dos bolsonaristas foi ainda pior. Glauber tenta se livrar de uma cassação de mandato no Conselho de Ética. Os oposicionistas buscavam a liberdade de quem atentou contra a democracia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se vale punir Glauber agora, valeria aproveitar a oportunidade e aplicar a mesma métrica em relação ao grupo que chegou a peitar Motta quando ele tentou assumir a cadeira na volta dos trabalhos, em agosto. Para desocuparem a cadeira, foi preciso uma solução negociada por Arthur Lira (PP), antecessor do deputado paraibano. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já que agora o deputado carioca vai ser punido, que a punição seja a mesma para todos. </p>



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		<item>
		<title>Câmara aprova ampliação gradual da licença-paternidade</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-aprova-ampliacao-gradual-da-licenca-paternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 02:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[licença]]></category>
		<category><![CDATA[parternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias. A proposta, aprovada de maneira simbólica com o voto contrário do Novo, aumenta a licença de forma escalonada de 10 dias do primeiro ao segundo ano de vigência da lei até [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), o projeto de Lei (PL) que aumenta de maneira gradual a licença paternidade até 20 dias. A proposta, aprovada de maneira simbólica com o voto contrário do Novo, aumenta a licença de forma escalonada de 10 dias do primeiro ao segundo ano de vigência da lei até 20 dias a partir do quarto ano. A licença ainda poderá ser dividida em dois períodos a partir da requisição do empregado. O texto agora retorna para análise no Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, o projeto previa que a licença seria de 10 dias no 1º ano de aplicação da lei, de 15 dias no segundo ano, com acréscimo de 5 dias/ano até 30 dias no 5º ano, mantido daí em diante. Porém, o relator, deputado Pedro Campos (PSB-PE), teve que fazer ajustes no texto para conseguir a aprovação. Além disso, o projeto determina que a licença de 120 dias será concedida apenas em caso de falecimento materno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as alterações, o prazo máximo estabelecido para a licença-paternidade será de 10 dias, do primeiro ao segundo ano; 15 dias, do segundo ao terceiro ano; e 20 dias, a partir do quarto ano. Além disso, a proposta determina que a licença de 20 dias só será concedida se o governo conseguir cumprir as metas fiscais previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) referente ao segundo ano de aplicação da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a meta não seja verificada, a licença de 20 dias só entrará em vigor a partir do segundo exercício financeiro seguinte àquele em que se verificar o cumprimento da meta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto diz ainda que a licença-paternidade e o salário-paternidade nos casos de nascimento, adoção ou guarda judicial para fins de adoção de criança ou adolescente com deficiência, passarão de 30 para 60 dias, com vigência escalonada até o quinto ano de vigência da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A licença-paternidade é concedida ao empregado, com remuneração integral, em razão de nascimento de filho, de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou adolescente, sem prejuízo do emprego e do salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos para o pagamento da licença virão do Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Caso o texto seja aprovado, a estimativa apresentada pelo relator diz que a previsão é de que o impacto fiscal líquido (despesas e perda de receita) será de cerca de R$ 2,61 bilhões, em 2026; de R$ 3,3 bilhões, em 2027; de R$ 4,35 bilhões, em 2028; de R$ 5,44 bilhões em 2029.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedro Campos apontou que os recursos para a nova política podem vir do Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp), que prevê a atualização do valor e a regularização de veículos, imóveis, valores, títulos e ações no Imposto de Renda, caso sejam lícitos e não tenham sido declarados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poderá ser considerada, como fonte de custeio complementar, a receita prevista no Projeto de Lei Complementar apresentado pelo Governo na Câmara dos Deputados, que visa elevar a arrecadação federal em R$ 19,76 bilhões em 2026.</p>



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		<item>
		<title>TJPB barra antecipação de eleição da Mesa da Câmara de Montadas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tjpb-barra-antecipacao-de-eleicao-da-mesa-da-camara-de-montadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 18:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[montadas]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal de justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça da Paraíba botou freio na tentativa da Câmara Municipal de Montadas de garantir, com larga antecedência, o comando do Legislativo para o segundo biênio da próxima legislatura. O Órgão Especial da Corte concedeu medida cautelar, nesta quarta-feira (29), suspendendo os efeitos das normas que permitiram a eleição realizada em 1º de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Justiça da Paraíba botou freio na tentativa da Câmara Municipal de Montadas de garantir, com larga antecedência, o comando do Legislativo para o segundo biênio da próxima legislatura. O Órgão Especial da Corte concedeu medida cautelar, nesta quarta-feira (29), suspendendo os efeitos das normas que permitiram a eleição realizada em 1º de janeiro deste ano para o período 2027-2028.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão atende ação do prefeito José Romero Martins dos Santos (PSD), que questionou mudanças na Lei Orgânica e no Regimento Interno aprovadas em 2020. As alterações abriram caminho para que os vereadores escolhessem, em um único ato, as Mesas Diretoras dos dois biênios — permitindo que a segunda eleição ocorresse já no início do mandato e só tivesse efeito três anos depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o gestor alegou que a manobra dribla princípios basilares da democracia, como a alternância e a temporalidade do poder, ao engessar o processo político e reduzir o controle institucional sobre a condução da Casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatoria do caso, desembargadora Túlia Neves, votou para manter as regras aprovadas pelo Legislativo. Mas prevaleceu o voto divergente do desembargador Francisco Seráphico da Nóbrega, alinhado à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que admite antecipação apenas até outubro do ano anterior ao fim dos mandatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o entendimento firmado pelo TJPB, a eleição antecipada para o segundo biênio fica suspensa até o julgamento do mérito.</p>



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		<item>
		<title>Câmara dos Deputados enterra MP que previa taxação maior para Bets; veja como votaram os paraibanos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-dos-deputados-enterra-mp-que-previa-taxacao-maior-para-bets-veja-como-votaram-os-paraibanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 22:15:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por 251 votos a 193, um requerimento que retirou de pauta a medida provisória alternativa ao Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). Com a votação, a MP perde validade e o governo perde uma das principais fontes de arrecadação previstas para 2025 e 2026. O resultado é fruto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por 251 votos a 193, um requerimento que retirou de pauta a medida provisória alternativa ao Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). Com a votação, a MP perde validade e o governo perde uma das principais fontes de arrecadação previstas para 2025 e 2026. O resultado é fruto de articulações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e representa uma derrota para o governo. Ela foi conquistada com a união entre a oposição e partidos do Centrão. A maioria dos parlamentares paraibanos ficou ao lado do governo na votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida provisória previa a tributação de títulos de investimentos e cobranças retroativas de empresas de bets. Como o texto era válido apenas até esta quarta-feira (8), na prática, a decisão foi por rejeitar a medida. A estimativa da equipe econômica é de um rombo de R$ 42,3 bilhões até o ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja como votaram os paraibanos:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contra a retirada de pauta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Gervásio Maia (PSB)<br>. Luiz Couto (PT)<br>. Murilo Galdino (Republicanos)<br>. Romero Rodrigues (Podemos)<br>. Wilson Santiago (Republicanos)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A favor da retirada de pauta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Cabo Gilberto Silva (PL)<br>. Wellington Roberto (PL)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ausentes na sessão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Aguinaldo Ribeiro (PP)<br>. Damião Feliciano (União)<br>. Mersinho Lucena (PP)<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputado Hugo Motta (Republicanos) e Ruy Carneiro (Podemos) não votaram. O primeiro porque presidiu a sessão. Já Ruy precisou fazer uma cirurgia de urgência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida provisória buscava compensar a queda de receitas prevista no Orçamento do próximo ano e ampliar a tributação sobre investimentos de alta renda e empresas do setor financeiro. O texto previa ainda uma cobrança retroativa sobre casas de apostas — as chamadas bets — que operaram no país antes da regulamentação do setor, com expectativa de arrecadar cerca de R$ 5 bilhões.</p>



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		<item>
		<title>Deputados aprovam isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Veja como votaram os paraibanos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/deputados-aprovam-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil-veja-como-votaram-os-paraibanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 02:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[IR]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados deu aval, nesta quarta-feira (1º), a um dos projetos mais aguardados do governo Lula na área econômica: a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil. O texto foi aprovado de forma simbólica, sem resistência: 493 votos a favor, nenhum contra. Para rendimentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados deu aval, nesta quarta-feira (1º), a um dos projetos mais aguardados do governo Lula na área econômica: a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto foi aprovado de forma simbólica, sem resistência: 493 votos a favor, nenhum contra. Para rendimentos até R$ 7.350, haverá desconto progressivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a isenção atinge apenas quem ganha até R$ 3.060. A proposta também cria uma tributação mínima de 10% para contribuintes com ganhos acima de R$ 50 mil por mês (R$ 600 mil ao ano).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida ainda precisa passar pelo Senado e, em seguida, pela sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O governo trabalha para concluir o processo até 31 de dezembro, com a expectativa de que as novas regras passem a valer já em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja votação dos paraibanos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Disseram sim</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo Ribeiro (PP)<br>Cabo Gilberto Silva (PL)<br>Damião Feliciano (União Brasil)<br>Gervásio Maia (PSB)<br>Luiz Couto (PT)<br>Mersinho Lucena (PP)<br>Murilo Galdino (Republicanos)<br>Romero Rodrigues (Podemos)<br>Ruy Carneiro (Podemos)<br>Wellington Roberto (PL)<br>Wilson Santiago (Republicanos)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não votou</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Hugo Motta (Republicanos) &#8211; responsável por conduzir a votação</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>PEC da Blindagem, da Bandidagem ou do PCC: matéria aprovada na Câmara começa a ser discutida nos estados</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pec-da-blindabem-da-bandidagem-ou-do-pcc-materia-aprovada-na-camara-comeca-a-ser-discutida-nos-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 11:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[assembleias]]></category>
		<category><![CDATA[blindagem]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[pec]]></category>
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					<description><![CDATA[A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe blindar deputados e senadores de processos judiciais não tem gerado polêmica apenas no Cogresso Nacional. O tema começa, precocemente, a ser discutido nas assembleias legislativas pelo país afora. A matéria, no entanto, para ter validade, precisa ser aprovada ainda pelo Senado, onde tem encontrado resistência tanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe blindar deputados e senadores de processos judiciais não tem gerado polêmica apenas no Cogresso Nacional. O tema começa, precocemente, a ser discutido nas assembleias legislativas pelo país afora. A matéria, no entanto, para ter validade, precisa ser aprovada ainda pelo Senado, onde tem encontrado resistência tanto de governistas quanto de oposicionistas. Da Paraíba, entre os senadores, pelo menos Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e Efraim Filho (União) já se posicionaram contra. A senadora Daniella Ribeiro (PP) ainda não se definiu sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A polêmica em relação ao assunto é que a proposta abre espaço para que deputados e senadores só sejam investigados por crimes eventualmente cometidos se houver autorização da Câmara ou do Senado. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, alertou nesta quinta-feira (18) que a decisão, caso seja efetivada, abrirá espaço para que o crime organizado se infiltre nos legislativos estaduais e no Congresso, sob a proteção da lei. Por causa disso, cresceu nas redes sociais hashtags classificando a proposta de PEC da Bandidagem e até de PEC do PCC. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A leitura não é descabida, frente ao entendimento de que a ex-deputada Flordelis dos Santos (PSD-RJ), condenada por ter ordenado a morte do marido, e o ex-deputado Chiquinho Brazão (Avante-RJ), acusado de ter mandado matar Marielle, não teriam sido cassados pela Câmara dos Deputados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na esteira do que poderá ser aprovados, deputados do Rio de Janeiro, por exemplo, segundo O Globo, iniciaram uma movimentação para replicar o texto. Na Assembleia Legislativa fluminense, a proposta está na mira do deputado Marcos Muller (União), acusado de participar de um esquema de rachadinha em seu gabinete, e alvo de um pedido de afastamento determinado pelo Tribunal de Justiça do Rio. Parlamentares apostam num entendimento de que uma decisão do Supremo de 2019 lhes garantiria as mesmas prerrogativas de que gozam os seus pares em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros estados, não há crença na aplicação automática; a avaliação é que o debate deverá ser feito nos Legislativos estaduais. Em Goiás, por exemplo, o presidente da Casa, Bruno Peixoto (União), já admite discutir as novas regras com seus pares. O tema foi levado na quinta-feira ao plenário da Casa goiana pelo deputado estadual Amauri Ribeiro (União), que defendeu a aprovação do texto pela Câmara. Ao criticar a postura contrária de parlamentares de esquerda à proposta, afirmou que a PEC “é justamente para deixar que deputados de direita possam trabalhar sem ser perseguidos pelo Supremo, que faz política nessa nação”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A incorporação das regras, no entanto, é vista como “inevitável” pelo deputado estadual Doutor Sergio Castro (PL-BA), que defende a discussão da proposta na Bahia, apesar de divergir sobre trechos que preveem a expansão do foro privilegiado para os presidentes dos partidos. Em 2023, o STF já fixou a tese de que imunidade garantida a parlamentares federais é aplicada aos estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, há perspectiva de que a proposta possa beneficiar nomes como o deputado estadual Gil Diniz (PL), conhecido nas redes sociais como Carteiro Reaça. O parlamentar é um dos investigados no inquérito das milícias digitais, sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não vai demorar muito para que todo o país passe a discutir a matéria, o que tende a ser uma porta aberta, como disse o ministro da Justiça, para que o crime organizado tome conta das casas legislativas. A bola agora está com o Senado. </p>



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		<title>Câmara aprova urgência para votar anistia aos golpistas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-aprova-urgencia-para-votar-anistia-aos-golpistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 01:38:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[anistia]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (17), pelo placar de 311 a 163, o regime de urgência para um projeto de lei que prevê anistia a envolvidos em atos antidemocráticos. O requerimento acelera a tramitação de uma proposta apresentada em 2022 pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), que concede perdão a quem participou de manifestações [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (17), pelo placar de 311 a 163, o regime de urgência para um projeto de lei que prevê anistia a envolvidos em atos antidemocráticos. O requerimento acelera a tramitação de uma proposta apresentada em 2022 pelo deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), que concede perdão a quem participou de manifestações de caráter político ou eleitoral desde 30 de outubro de 2022, data do segundo turno das eleições, até a entrada em vigor da norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, o texto deve funcionar apenas como base para a construção de um novo projeto de anistia, ainda em discussão. Entre os pontos mais polêmicos está a possível inclusão do ex-presidente Jair Bolsonaro entre os beneficiários — tema que divide lideranças e não tem consenso. A análise da urgência acontece poucos dias após a condenação de Bolsonaro a 27 anos de prisão por tentativa de golpe e outros crimes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura da sessão, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou não estar comprometido com “pautas que ampliem a polarização” e disse que a intenção, caso a urgência seja aprovada, é elaborar um texto que tenha como foco a “pacificação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa é a pauta única de hoje. Caso o requerimento seja aprovado, vamos trabalhar junto ao relator para construir uma proposta que traga pacificação ao país”, declarou Motta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para líderes partidários, a votação servirá como termômetro político. Se a urgência passar, não há expectativa de que haja apoio suficiente para aprovar o mérito do projeto em sua forma mais ampla — especialmente se incluir Bolsonaro, o que poderia restituir sua elegibilidade e livrá-lo da prisão. A oposição, por outro lado, vê a sessão como oportunidade de medir forças dentro do plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pouco antes da votação, Motta reforçou nas redes sociais:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos na Casa visões distintas e interesses divergentes sobre os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023. Cabe ao Plenário, soberano, decidir. Portanto, vamos hoje pautar a urgência do projeto de lei do deputado Marcelo Crivella para discutir o tema.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que prevê a proposta de Crivella</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem seria anistiado:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Todos os que participaram de manifestações políticas ou eleitorais desde 30 de outubro de 2022 até a entrada em vigor da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Pessoas que prestaram apoio de qualquer forma: doações, contribuições, apoio logístico, serviços ou publicações em redes sociais e plataformas digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Crimes classificados como políticos ou eleitorais e os considerados conexos a eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Restrições impostas pela Justiça, como medidas cautelares, liminares ou sentenças já transitadas em julgado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Decisões que limitaram a liberdade de expressão e de manifestação política em redes sociais, plataformas digitais ou meios de comunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem ficaria de fora:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">. Condenados por crimes graves: tortura, tráfico de drogas, terrorismo, crimes hediondos, homicídio, lesão corporal (art. 129), dano simples (art. 163), perigo de desastre ferroviário (art. 165), incêndio (art. 250) e explosão (art. 251).</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Doadores de valores acima de R$ 40 mil para atos políticos ou eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">. Servidores públicos e agentes de segurança punidos por infrações disciplinares com motivação política.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Multas</strong>:<br>A anistia também abrangeria multas aplicadas pela Justiça Eleitoral ou pela Justiça Comum a pessoas físicas e jurídicas ligadas aos atos descritos.</p>



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		<title>Antes de operação que mirou PCC, dirigente da Fecombustíveis já havia admitido na Câmara de João Pessoa a &#8216;infiltração&#8217; do crime organizado no setor</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/antes-de-operacao-que-mirou-pcc-dirigente-da-fecombustiveis-ja-havia-admitido-na-camara-de-joao-pessoa-a-infiltracao-do-crime-organizado-no-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 11:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[joão pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[PCC]]></category>
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					<description><![CDATA[A quinta-feira (28) foi marcada por uma megaoperação que mirou a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis e no mercado financeiro. Esse tentáculo do crime organizado, vale ressaltar, causou grande surpresa para uma parte significativa da população brasileira, mas não para que assistiu à sessão especial promovida pela Câmara de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A quinta-feira (28) foi marcada por uma megaoperação que mirou a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis e no mercado financeiro. Esse tentáculo do crime organizado, vale ressaltar, causou grande surpresa para uma parte significativa da população brasileira, mas não para que assistiu à sessão especial promovida pela Câmara de João Pessoa uma semana antes, no dia 22. Naquela oportunidade, o presidente da Federação de Combustíveis do Brasil (Fecombustíveis), James Thorp, admitiu a existência do problema. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Existe presença do crime organizado (no setor de combustíveis), hoje, existe&#8221;, disse o dirigente nacional da entidade, que descreveu na fala dele, também, outros problemas que ficaram conhecidos durante a operação desta quinta. Entre eles estavam a adulteração do produto e fraude na litragem do combustível. Ou seja, você paga por 1 litro e recebe 900 ml. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Audiência Pública: Debater a cadeia de produção dos combustíveis de João Pessoa - CMJP (21/08/2025)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/dTlAW5r1_Xg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;São preços em que uma pessoa que manipula uma bomba por 10% de vantagem, vendendo 900 ml por um litro, e, na placa de preço dele, para não chamar tanta atenção, vai para preços próximos da nota de compra, mas afeta o empresário que trabalha honestamente. É preciso haver forte fiscalização quanto a isso”, disse, em referência a crimes também relatados na operação conduzida pela Polícia Federal e pelo Ministério Público de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação mobilizou 1.400 policiais e ocorreu em dez estados (São Paulo, Bahia, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins). A força-tarefa teve mais de 350 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, suspeitos de envolvimento com o crime organizado. Apesar de a Paraíba não ter entrado no roteiro da operação, há indícios de que a infiltração do crime organizado ocorre em todos ou praticamente todos os estados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As discussões em João Pessoa ocorrem em meio às discussões sobre a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar um suposto esquema de combinações de preços nos postos de combustíveis. </p>



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		<title>Motta atende pedido de Lula e articula aprovação de urgência em projeto que amplia isenção do IR</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/motta-atende-pedido-de-lula-e-consegue-aprovacao-de-urgencia-em-projeto-que-amplia-isencao-do-ir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:44:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de renda]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados deu um passo importante nesta quinta-feira (21) e aprovou o regime de urgência do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para até R$ 5 mil. A medida abre caminho para que a proposta tramite de forma mais acelerada. A articulação foi feita pelo presidente da Casa, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados deu um passo importante nesta quinta-feira (21) e aprovou o regime de urgência do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para até R$ 5 mil. A medida abre caminho para que a proposta tramite de forma mais acelerada. A articulação foi feita pelo presidente da Casa, o paraibano Hugo Motta (Republicanos). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo Lula (PT) vinha pressionando para que o tema fosse pautado ainda nesta semana. A expectativa da base governista é que o mérito seja analisado já na próxima semana pelo plenário. Até partidos da oposição, como PL e Novo, se somaram ao esforço e orientaram voto favorável ao requerimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto em discussão tem a digital de Arthur Lira (PP-AL). No relatório, o presidente da Câmara foi além do que propôs o governo: elevou o redutor do Imposto de Renda para até R$ 7.350 – acima dos R$ 7 mil enviados pelo Planalto, numa espécie de faixa de transição entre a isenção total e a tabela regular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, já aprovada em comissão especial no mês passado, preserva pontos centrais:</p>



<p class="wp-block-paragraph">. criação de um imposto mínimo para quem ganha acima de R$ 50 mil mensais (cerca de R$ 600 mil por ano);</p>



<p class="wp-block-paragraph">. alíquota de 10% para rendimentos anuais a partir de R$ 1,2 milhão;</p>



<p class="wp-block-paragraph">. manutenção do redutor de 34% para contribuintes de alta renda, item que Lira chegou a retirar em uma versão inicial, mas reinseriu no texto final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto sensível é a tributação de lucros e dividendos acima de R$ 50 mil mensais, que passarão a ser retidos na fonte. A medida também atinge remessas ao exterior e rendimentos de estrangeiros, fixando a mesma alíquota de 10%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório prevê ainda que estrangeiros e não residentes possam acumular crédito tributário sobre o imposto retido em dividendos, com prazo de até um ano para requerer esses créditos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há também uma espécie de “janela de transição”: dividendos deliberados até 31 de dezembro de 2025 não serão alcançados pela nova tributação, mesmo que o pagamento seja feito posteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Lira, a cobrança retroativa sobre lucros já registrados neste ano geraria insegurança jurídica. Por isso, caberá à regulamentação futura dar forma definitiva ao dispositivo.</p>



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