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	<title>buraco &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Patos: Prefeitura culpa mulher por cair em buraco, mas TJPB rejeita alegação e município terá que indenizar vítima</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 22:03:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É preciso que o exemplo sirva para outros municípios. O Tribunal de Justiça da Paraíba condenou a prefeitura de Patos, no Sertão paraibano, a pagar R$ 5 mil, a título de danos morais, em favor de uma mulher que sofreu uma queda em via pública. A decisão é da Terceira Câmara Cível, que manteve o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">É preciso que o exemplo sirva para outros municípios. O Tribunal de Justiça da Paraíba condenou a prefeitura de Patos, no Sertão paraibano, a pagar R$ 5 mil, a título de danos morais, em favor de uma mulher que sofreu uma queda em via pública. A decisão é da Terceira Câmara Cível, que manteve o entendimento proferido em sentença oriunda da 4ª Vara Mista de Patos. A relatoria da Apelação Cível foi da desembargadora Maria das Graças Morais Guedes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o processo, o fato ocorreu no dia três de abril de 2018, quando a mulher, trafegando pela rua próximo a sua residência, foi acessar a calçada através de rampa de acessibilidade e acabou tropeçando em um buraco presente na rampa, vindo a cair e fraturar punho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No apelo, o município de Patos requereu a reforma da sentença, sob o argumento de culpa exclusiva da vítima, porquanto “se arriscou ao passar perto do buraco, tendo em vista que a própria autora narrou que sabia da existência do mesmo, que no dia da queda passou por perto e que passava todos os dias no mesmo lugar. Assim, frise-se que a culpa exclusiva da vítima rompe o nexo causal entre o fato e os danos, o que por si só afastaria a responsabilidade do ente Municipal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a relatora do processo, restou comprovada a responsabilidade do município. &#8220;No caso dos autos, extrai-se que houve o ilícito, assim como perfilhou a sentença de primeiro grau, considerando que a demandante sofreu uma queda em via pública em face da conduta negligente de servidores municipais que, após a realização de obra pública de conservação de escola pública municipal, deixou uma galeria aberta ao lado de uma rampa de acessibilidade&#8221;, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já sobre o valor da indenização, a desembargadora-relatora considerou que a quantia fixada, no importe de R$ 5.000,00, a título de dano moral, &#8220;está dentro dos parâmetros da razoabilidade e da proporcionalidade, bem como não desencadeia o enriquecimento sem causa da apelada e atende aos fins pedagógicos&#8221;.</p>



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