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	<title>bloqueio &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Juiz de MG determina bloqueio de R$ 50 milhões de sócios da 123Milhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 09:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[123Milhas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça de Minas Gerais determinou nesta quarta-feira (13) o bloqueio de bens no valor de R$ 50 milhões dos sócios da 123Milhas. Com a decisão, o patrimônio pessoal de Ramiro Madureira e Augusto Madureira serão bloqueados para garantir o pagamento de créditos aos consumidores lesados. A decisão foi proferida pelo juiz Eduardo Henrique de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça de Minas Gerais determinou nesta quarta-feira (13) o bloqueio de bens no valor de R$ 50 milhões dos sócios da 123Milhas. Com a decisão, o patrimônio pessoal de Ramiro Madureira e Augusto Madureira serão bloqueados para garantir o pagamento de créditos aos consumidores lesados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi proferida pelo juiz Eduardo Henrique de Oliveira, da 15ª Vara Cível de Belo Horizonte. O magistrado aceitou pedido do Ministério Publico para desconsiderar a personalidade jurídica da empresa e bloquear os bens pessoais dos sócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estão presentes a probabilidade do direito e o risco ao resultado útil do processo, este caracterizado pela necessidade de não obstaculizar a integral reparação dos danos causados, resguardando-se de pronto algum numerário para o ressarcimento futuro dos milhares de consumidores lesados, devendo preponderar o interesse coletivo, em detrimento da separação entre a pessoa jurídica e seus sócios”, decidiu o juiz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês passado, a 123 Milhas suspendeu a emissão de passagens para embarque previsto entre setembro e dezembro deste ano. O cancelamento foi aplicado aos bilhetes da &#8220;Linha Promo&#8221;. O prejuízo aos consumidores é investigado pela Justiça e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurada pela Agência Brasil, a empresa declarou que ainda não foi notificada da decisão, mas vai recorrer dentro do prazo legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Negócio equivocado&#8221;<br>Em depoimento à CPI das Pirâmides Financeiras na Câmara dos Deputados, no início do mês, o sócio da 123Milhas, Ramiro Madureira, disse que o modelo de negócio equivocado levou à falência da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a empresa acreditava que os custos iriam reduzir a partir da recuperação do mercado de viagens após a pandemia, o que não ocorreu. O modelo dependia de novas compras no site, que foi menor que o esperado. Na linha promocional, a Promo, os clientes compravam passagens com datas flexíveis. (Agência Brasil)</p>



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		<title>Depois da queda, o coice: Justiça do Trabalho determina bloqueio de valores em nome da Braiscompany</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/depois-da-queda-o-coice-justica-do-trabalho-determina-bloqueio-de-valores-em-nome-da-braiscompany/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 18:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bens]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio]]></category>
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		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois do Tribunal de Justiça, chegou a vez de a Justiça do Trabalho também determinar o bloqueio de bens em nome da Braiscompany Soluções Digitais e Treinamentos LTDA. A medida foi determinada pelo juiz Francisco de Assis Barbosa Junior, da 2ª Vara do Trabalho de Campina Grande. O objetivo é garantir a execução futura de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Depois do Tribunal de Justiça, chegou a vez de a Justiça do Trabalho também determinar o bloqueio de bens em nome da Braiscompany Soluções Digitais e Treinamentos LTDA. A medida foi determinada pelo juiz Francisco de Assis Barbosa Junior, da 2ª Vara do Trabalho de Campina Grande. O objetivo é garantir a execução futura de crédito trabalhista relativo a um funcionário da empresa que desde janeiro deste ano não recebe corretamente suas verbas salariais. A fuga dos proprietários prejudicou primeiro os clientes e agora os funcionários da empresa alegam ter sido alvos de golpe. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o profissional pede também a liberação judicial do acesso aos depósitos do FGTS, em como para fins de processamento do seguro desemprego e pagamento de verbas rescisórias. Na decisão proferida pelo magistrado, ele avaliou entender que há riscos de dano irreparável ou de difícil reparação para os funcionários. O entendimento tem como base a ampla divulgação na imprensa do fim das atividades da empresa, aliado ao desconhecimento do paradeiro dos sócios, atualmente foragidos da justiça criminal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A empresa reclamada descumpriu as obrigações legais quanto ao pagamento correto das verbas salariais de seus funcionários, razão pela qual a declaração de rescisão indireta do pacto de labor é um mister legal. O perigo da demora resta provado pelo caráter alimentício das verbas trabalhistas”, destacou, declarando a rescisão indireta do contrato de trabalho do funcionário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês passado, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou o bloqueio de R$ 45,1 milhões em contas bancárias da empresa Braiscompany e dos sócios Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias Campos. Ambos foram alvos da ‘Operação Halving’, da Polícia Federal, que investiga crimes contra o sistema financeiro e contra o mercado de capitais. Na mesma decisão, proferida pelo juiz Carlos Eduardo Leite Lisboa, a Corte também determinou o bloqueio de operações financeiras com empresas de criptoativos e o sequestro de bens como veículos e um avião bimotor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa é especializada na operação de criptoativos. De acordo com a Polícia Federal, o grupo teria movimentado R$ 1,5 bilhão nos últimos quatro anos e a estimativa é que tenha causado um prejuízo de R$ 600 milhões para os clientes, a maioria paraibanos.</p>



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		<title>TCE determina bloqueio das contas das prefeituras de Campina Grande e Ingá</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tce-determina-bloqueio-das-contas-das-prefeituras-de-campina-grande-e-inga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 19:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[TCE]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou, nesta terça-feira (07), o bloqueio das movimentações financeiras das contas bancárias das prefeituras de Campina Grande e Ingá. A mesma decisão foi tomada em relação às Câmaras Municipais de Cacimbas e Monte Horebe. A medida é em razão da não remessa do balancete mensal referentes ao mês [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou, nesta terça-feira (07), o bloqueio das movimentações financeiras das contas bancárias das prefeituras de Campina Grande e Ingá. A mesma decisão foi tomada em relação às Câmaras Municipais de Cacimbas e Monte Horebe. A medida é em razão da não remessa do balancete mensal referentes ao mês de dezembro de 2022 pelas respectivas unidades gestoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o ofício assinado pelo presidente do TCE, conselheiro Nominando Diniz Filho e endereçado ao superintendente do Banco do Brasil na Paraíba, o não envio dos balancetes configura afronta às normas que disciplinam a matéria, com base nas exigências no que dispõe o artigo 197 do Regimento Interno do Tribunal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela decisão, o bloqueio implica a total impossibilidade de movimentação da conta, por meio de cheque ou qualquer outro documento hábil, permitida, porém, a realização de depósitos ou transferências para aplicação financeira que preserve o poder aquisitivo dos recursos, e somente podendo ser levantado dito bloqueio por autorização deste Tribunal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota enviada ao blog, a prefeitura de Campina Grande informa que os relatórios pendentes de envio ao Tribunal de Contas &#8211; o que ensejou um eventual bloqueio nas transações bancárias do Município, nesta terça-feira &#8211; já foram encaminhados ao órgão de controle externo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ao mesmo tempo, esclarece que também foi solicitado ao presidente da corte de contas, Nominando Diniz Filho, o desbloqueio promovido pelo tribunal. No mesmo pedido, foi dada a explicação técnica de que o problema foi originado lamentavelmente por falhas no processo de transição entre os sistemas de gestão implantados na Prefeitura, em 2022&#8221;, disse.</p>



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		<title>Bloqueio judicial de bens dos financiadores dos atos golpistas quase triplica. Confira os valores</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/bloqueio-judicial-de-bens-dos-financiadores-dos-atos-golpistas-sobem-de-r-65-milhoes-para-r-185-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2023 11:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[atos golpistas]]></category>
		<category><![CDATA[bens]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal autorizou neste sábado (21) novos bloqueios de bens de suspeitos de financiar os atos golpistas que resultaram na depredação dos prédios dos Três Poderes no dia 8 de janeiro, em Brasília. O valor que era de R$ 6,5 milhões subiu para R$ 18,5 milhões. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), a quantia [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal autorizou neste sábado (21) novos bloqueios de bens de suspeitos de financiar os atos golpistas que resultaram na depredação dos prédios dos Três Poderes no dia 8 de janeiro, em Brasília. O valor que era de R$ 6,5 milhões subiu para R$ 18,5 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), a quantia deverá ser utilizada para ressarcir os cofres públicos pelos prejuízos aos edifícios, no caso de condenação definitiva dos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base em relatórios preliminares de danos do Senado Federal e da Câmara Federal, a AGU já havia obtido o bloqueio de R$ 6,5 milhões em bens de 52 pessoas e sete empresas suspeitas. Após o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal apresentarem estimativas dos prejuízos causados pela depredação, o órgão fez novo pedido, na quinta-feira (19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os danos ao prédio do Palácio do Planalto estão estimados em R$ 7,9 milhões e do Supremo Tribunal Federal em R$ 5,9 milhões. A quantia também engloba o valor atualizado dos prejuízos estimados pela Câmara dos Deputados, que informou danos de R$ 1,1 milhão, sem levar em consideração a restauração das obras de arte danificadas e a destruição e subtração de presentes de chefes de Estado, cujo valor é inestimável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tendo em vista os novos levantamentos efetuados pela Câmara dos Deputados (reduzindo a estimativa inicial), pela Presidência da República e pelo Supremo Tribunal Federal, esses dois últimos até então inéditos, dada a compreensível indeterminação dos prejuízos sofridos, ainda em apuração, impõe-se o seu deferimento [do pedido de bloqueio]”, escreveu na decisão o juiz Francisco Alexandre Ribeiro, 8ª Vara Federal de Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No despacho, o juiz determina ainda a retirada de três pessoas na lista de suspeitos por não terem relação com o financiamento e fretamento de pessoas aos ataques. São elas: Terezinha de Fátima Issa da Silva, Willian Bonfim Norte e Adriane de Cassia Shcmatz Hagann.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, foi incluída no inquérito Sheila Ferrarini, mulher identificada como financiadora de transporte para os vândalos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da Agência Brasil</p>



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		<title>Justiça determina bloqueio de R$ 850 mil de ex-vereador de Cabedelo e delator da Xeque-Mate</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-determina-bloqueio-de-r-850-mil-de-ex-vereador-de-cabedelo-e-delator-da-xeque-mate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 12:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[lucas santino]]></category>
		<category><![CDATA[R$ 850 mil]]></category>
		<category><![CDATA[xeque-mate]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça determinou bloqueio até o limite de R$ 850 mil do ex-presidente da Câmara de Cabedelo, Lucas Santino, e da mãe dele, Ana Maria Santino. O ex-parlamentar foi o primeiro delator dos esquemas que levaram o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba, e a Polícia Federal [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça determinou bloqueio até o limite de R$ 850 mil do ex-presidente da Câmara de Cabedelo, Lucas Santino, e da mãe dele, Ana Maria Santino. O ex-parlamentar foi o primeiro delator dos esquemas que levaram o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba, e a Polícia Federal a desencadearem a operação Xeque-Mate. A decisão foi proferida em ação de improbidade administrativa movida pelo MPPB contra os dois, por causa de suposto desvio de recursos públicos no Legislativo Municipal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Promotoria de Justiça da Comarca de Cabedelo apurou que o ex-gestor efetuou pagamentos indevidos, entre os anos de 2013 e 2016, de mais de R$ 850 mil, sendo um dos destinatários a sua parenta, que teria recebido R$ 226 mil por meio de empresa de fachada. Nessa decisão, a Justiça tornou os bens de ambos indisponíveis, com o objetivo de garantir o possível ressarcimento aos cofres públicos,em caso de condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ação Civil Pública 0805142-64.2021.8.15.0731 foi ajuizada pelo promotor de Justiça de Cabedelo, Ronaldo Guerra, que atua na área de defesa do patrimônio público. O pedido do MPPB para indisponibilidade dos bens dos réus foi feito ao juízo da 4ª Vara Mista de Cabedelo, na qual tramita o processo. O promotor de Justiça só tornou pública a medida esta semana, após seu cumprimento. A ação é resultado de inquérito civil público instaurado a partir de denúncia formulada ao Tribunal de Contas do Estado (TCE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido do promotor feito em caráter liminar objetiva garantir o montante que assegure o integral ressarcimento do dano ao erário, ao final do processo e em caso de condenação dos réus. De acordo com a juíza que concedeu a liminar, Teresa Cristina de Lyra Pereira Veloso, a comprovação da ocorrência de improbidade ou não, “somente será possível após a instrução processual. Mas a medida liminar visa higidez da administração, frente às acusações acompanhadas de princípios de prova que acenam para uma possível veracidade das articulações contidas na inicial”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, a\ magistrada deferiu a liminar, decretando a indisponibilidade dos bens do ex-gestor e de sua genitora até o limite de R$ R$ 631.962,74 e R$ 226.000,00, respectivamente, ressalvada a conta salário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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