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	<title>bíblia &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Inconstitucional: Tribunal de Justiça derruba lei de Campina Grande que obriga leitura da Bíblia nas escolas</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 21:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[bíblia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba julgou procedente uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra lei de Campina grande que propõe a leitura bíblica nas escolas públicas e privadas do município. A ação foi movida pelo Ministério Público da Paraíba e teve como relatora a desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti. De acordo com o texto [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba julgou procedente uma Ação Direta de Inconstitucionalidade contra lei de Campina grande que propõe a leitura bíblica nas escolas públicas e privadas do município. A ação foi movida pelo Ministério Público da Paraíba e teve como relatora a desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti. De acordo com o texto da legislação, &#8220;fica denominada a Leitura Bíblica nas escolas públicas e privadas do Município de Campina Grande, onde visa o conhecimento cultural, geográfico e científico, fatos históricos bíblicos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o Ministério Público argumentou que a norma busca regulamentar o ensino religioso nas escolas públicas e privadas do município. Diz que, da forma como redigida, a referida lei possibilita duas interpretações: leitura aconfessional da bíblia, como espécie de conhecimento cultural e histórico e, assim, inserindo-a normativamente como conteúdo curricular complementar à base nacional comum, na forma dos artigos 11, III, 26 e 27, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional; leitura bíblica como parte integrante do ensino religioso em conformidade com o artigo 33, §1º, da LDB. Acrescenta que, além do vício de natureza formal, pois cabe à União, privativamente, estabelecer as diretrizes e bases da educação, ainda incorre a lei em ofensa aos princípios da laicidade e da liberdade religiosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu voto, a relatora do processo destacou que a obrigatoriedade da leitura bíblica – que é o livro sagrado de determinados grupos religiosos – em escolas públicas e privadas do Município de Campina Grande, viola a laicidade do Estado e a liberdade religiosa, notadamente no que diz respeito ao dever de tratamento igualitário de todas as religiões pela Administração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como se pode extrair da norma, o ensino religioso deve contemplar crenças diversas, seguindo as diretrizes fixadas pelo Ministério da Educação, sendo certo que obrigar-se a leitura de escrituras sagradas de determinadas religiões, sem contemplar as demais, distancia o Estado do seu dever de assegurar o respeito à diversidade religiosa e à pluralidade confessional&#8221;, pontuou a desembargadora.</p>



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		<title>Deputados aprovam urgência em projeto que proíbe &#8220;edição ou adição aos textos da Bíblia&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 22:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[alteração]]></category>
		<category><![CDATA[aprovam]]></category>
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		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4), por 358 votos a 32, o requerimento de urgência para o Projeto de Lei 4606/19, do deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA). A proposta proíbe qualquer alteração, edição, supressão, adição ou adaptação aos textos dos livros da Bíblia. Com a decisão, a matéria poderá ser votada nas próximas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4), por 358 votos a 32, o requerimento de urgência para o Projeto de Lei 4606/19, do deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA). A proposta proíbe qualquer alteração, edição, supressão, adição ou adaptação aos textos dos livros da Bíblia. Com a decisão, a matéria poderá ser votada nas próximas sessões do Plenário. O texto em análise na Câmara dos Deputados também garante a pregação do conteúdo da Bíblia em todo o território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Qualquer alteração na redação deste livro é um ato mais que absurdo, flagrantemente uma intolerância religiosa e por que não dizer uma grande ofensa para a maioria dos brasileiros, independente da sua religião”, afirma o autor da proposta, deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tramitação<br></strong>A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



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