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	<title>ataques &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Sat, 30 Aug 2025 15:02:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Governador de estado incapaz de pagar dívidas, Zema ataca nordestinos e leva rebordosa do Consórcio Nordeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 15:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[zema]]></category>
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					<description><![CDATA[Os governadores que integram o Consórcio Nordeste repudiaram nesta sexta-feira (30), através de nota pública, os ataques feitos pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), à região. Apesar de comandar um dos três estados mais endividados do país e incapaz de honrar com os desembolsos devidos ao governo federal em oito anos de gestão, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os governadores que integram o Consórcio Nordeste repudiaram nesta sexta-feira (30), através de nota pública, os ataques feitos pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), à região. Apesar de comandar um dos três estados mais endividados do país e incapaz de honrar com os desembolsos devidos ao governo federal em oito anos de gestão, o mineiro proferiu ataques contra os nordestinos durante entrevista ao portal Metropoles. Nela, ele afirmou que os estados pobres do Norte e do Nordeste são sustentados pelos mais ricos e que esse assistencialismo tem que acabar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ataques de Zema ocorrem no momento em que o Estado comandado por ele entrou em recuperação fiscal, por ostentar uma dívida de R$ 165,6 bilhões com a União. Para se ter uma ideia, a dívida da Paraíba é R$ 1 bilhão. Minas fica atrás apenas de São Paulo (R$ 292,9 bilhões) e Rio de Janeiro (R$ 180,3 bilhões). Com a diferença de que os dois primeiros se organizaram para pagar o que devem, enquanto o gestor mineiro protelou ao longo dos oito anos de gestão. Ele é pré-candidato à Presidência da República e se articula para que os governadores do Sul e do Sudeste confrontem os nordestinos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta, o Consórcio Nordeste disse que o governador de Minas Gerais &#8220;demonstra uma leitura preocupante do Brasil&#8221; e que o Norte e o Nordeste foram regiões penalizadas ao longo das décadas pelos projetos nacionais de desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio de nota o Consórcio nega qualquer tipo de lampejo separatista. &#8220;Ao defender o protagonismo do Sul e Sudeste, (Zema) indica um movimento de tensionamento com o Norte e o Nordeste, sabidamente regiões que vêm sendo penalizadas ao longo das últimas décadas dos projetos nacionais de desenvolvimento&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Reafirmamos, por isso, nosso repúdio a toda forma de racismo, xenofobia e estigmatização regional. O Nordeste não aceitará ser transformado em bode expiatório de disputas eleitorais. Nossa cidadania é indivisível e exige respeito, com políticas públicas baseadas em dados e evidências, não em preconceitos e estereótipos”, afirmam os governadores na nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assinam a nota os governadores:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rafael Fonteles (PT), do Piauí, presidente do Consórcio Nordeste</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paulo Dantas (MDB), de Alagoas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jerônimo Rodrigues(PT), da Bahia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elmano de Freitas (PT), do Ceará</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Brandão (PSB), do Maranhão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Norte</p>



<p class="wp-block-paragraph">Raquel Lyra (PSD), de Pernambuco</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Azevedo (PSB), da Paraíba</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fábio Mitidieri (PSD), de Sergipe</p>



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		<title>Jurídico de Cícero denuncia &#8220;milícias digitais&#8221; e Justiça derruba perfis nas redes com ataques ao prefeito</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/juridico-de-cicero-denuncia-milicias-digitais-e-justica-derruba-perfis-nas-redes-com-ataques-ao-prefeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 14:38:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[milícias digitais]]></category>
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					<description><![CDATA[Os advogados da coligação João Pessoa no Caminho Certo, do prefeito Cícero Lucena (PP), denunciaram nesta sexta-feira (13) a atuação de milícias digitais na divulgação de conteúdos depreciativos contra o gestor. O tema foi apresentado em entrevista coletiva, no fim da manhã, e foi fruto de representação com pedido de retirada dos conteúdos das redes [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os advogados da coligação João Pessoa no Caminho Certo, do prefeito Cícero Lucena (PP), denunciaram nesta sexta-feira (13) a atuação de milícias digitais na divulgação de conteúdos depreciativos contra o gestor. O tema foi apresentado em entrevista coletiva, no fim da manhã, e foi fruto de representação com pedido de retirada dos conteúdos das redes sociais. A ação, inclusive, teve a tutela de urgência concedida pelo juiz Adilson Fabrício Gomes Filho, da 1ª Zona Eleitoral de João Pessoa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia trata da existência de grupos formados para municiar as redes sociais com conteúdo negativo sobre o prefeito. O material é depositado no YouTube e no Facebook, de onde é compartilhado pelo WhatsApp e outras redes sociais. A análise mostrou que os perfis estão associados a Internet LTDA., Brenda Cruz Silva Montee e Rosecleia da Silva Feitosa. Não há indicação, no entanto, de qual postulante estaria por trás das publicações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os conteúdos, de acordo com a defesa do prefeito, &#8220;é permeado de montagens e truncagens colocando informações mentirosas e muitas delas desconexas. Fato que vem degradando substancialmente a imagem do Representante, diante de desinformação&#8221;. Os argumentos indicam ainda que o material &#8220;é propaganda irregular negativa por disseminar conteúdo inverídico, contribuindo para o processo de desinformação, levando a comunidade a descrer da possibilidade de concorrência do autor às eleições municipais que se avizinham.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Oficiem-se os provedores de aplicação META, GOOGLE DO BRASIL e a HOSTINGER BRASIL HOSPEDAGEM DE SITES LTDA, para cumprimento dadeterminação judicial de remoção, no prazo de 24 horas, conforme § 1º-A e §1º-B do art. 17 da Resolução n.23.608/2019, do TSE, sob pena de multa de R$ 100.000,00 (cem mil reais), nos termos da Res. TSE Nº 23.714/2022, art. 2º, §1º, devendo este juízo ser informado acerca das providências tomadas, no prazo de 48 horas&#8221;, decidiu o magistrado ao analisar o caso.</p>



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		<item>
		<title>Célio Alves é condenado por violência política de gênero contra Camila Toscano</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/celio-alves-e-condenado-por-violencia-politica-de-genero-contra-camila-toscano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 21:07:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[camila toscano]]></category>
		<category><![CDATA[célio alves]]></category>
		<category><![CDATA[Condenado]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[violência política]]></category>
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					<description><![CDATA[O comunicador Célio Alves se transformou no primeiro paraibano condenado por violência política de gênero. A punição foi arbitrada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), nesta segunda-feira (17). Alves é acusado de, em forma de deboche, ter desdenhado da capacidade da deputada estadual Camila Toscano (PSDB). Ela foi descrita por ele como alguém que mais parecia [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O comunicador Célio Alves se transformou no primeiro paraibano condenado por violência política de gênero. A punição foi arbitrada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), nesta segunda-feira (17). Alves é acusado de, em forma de deboche, ter desdenhado da capacidade da deputada estadual Camila Toscano (PSDB). Ela foi descrita por ele como alguém que mais parecia uma “youtuber, uma digital influencer”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comunicador foi condenado a reclusão de 1 ano e 10 meses. A votação foi de cinco votos a favor da condenação e um contrário e acabou repercutindo na classe política. A senadora Daniella Ribeiro (PSD), que relatou a matéria no Senado, disse que a decisão deve ser comemorada não só por Camila Toscano, mas por todas as mulheres que estão na política. A parlamentar aproveitou para se solidarizar com a deputada paraibana. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma decisão que vem para marcar a história de todas nós, mulheres que estamos na política. Fui a relatora dessa lei no Senado Federal e sei a importância que é ter uma legislação que ampare a mulher e que puna quem ousar agredi-la ou diminui-la. A lei vem para corrigir uma situação que não pode, jamais, ser admitida”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daniella Ribeiro relatou, em publicação, que enfrentou ataques desde que decidiu entrar na política. Entre eles, ela cita falas como “chegou para enfeitar a tribuna”; “ela não conta, é café com leite”; “ela usa as passarelas do Senado para desfilar”; e “ela tem incontidos rasgos de outros sentimentos”. </p>



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		<item>
		<title>Maioria dos brasileiros é contra anistia para envolvidos na tentativa de golpe do 8 de janeiro, diz Datafolha</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/maioria-dos-brasileiros-e-contra-anistia-para-envolvidos-na-tentativa-de-golpe-do-8-de-janeiro-diz-datafolha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 11:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[anistia]]></category>
		<category><![CDATA[apoiadores]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha mostra que 63% dos brasileiros são contra anistia para os envolvidos nos ataques contra as sedes dos três Poderes, em 8 de janeiro de 2023. O ato foi protagonizado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que defendiam um golpe militar para impedir o governo do presidente Lula (PT), [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha mostra que 63% dos brasileiros são contra anistia para os envolvidos nos ataques contra as sedes dos três Poderes, em 8 de janeiro de 2023. O ato foi protagonizado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que defendiam um golpe militar para impedir o governo do presidente Lula (PT), eleito no ano anterior. São a favor do perdão 31% dos ouvidos, ante 2% que se dizem indiferentes e 4% que não opinaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os manifestantes, naquele momento, vandalizaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal por não se conformarem com a derrota de Jair Bolsonaro. Mais de 1,5 mil pessoas foram presas e várias já foram condenadas pelo Supremo Tribunal Federal, sob a cusação de participação nos crimes de associação criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois das prisões, cerca de 1.400 pessoas foram denunciadas. Um dos presos morreu na cadeia esperando julgamento, gerando acusações de maus-tratos por parte de bolsonaristas, e até aqui 145 pessoas foram condenadas a penas que vão de 3 a 17 anos de prisão. A anistia é um tema caro a Jair Bolsonaro (PL), que a pediu em um grande ato em seu apoio ocorrido na avenida Paulista, em São Paulo, no dia 25 de fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não foram poucos que viram ali um pedido não só para os já presos, mas para si: o ex-presidente é objeto de investigação sobre um plano para manter-se no cargo após a derrota de 2022. Assim, há um apoio maior no bolsonarismo ao tema do perdão, mas ele não é avassalador como em outras questões, comparado com a opinião dos petistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Datafolha, se dizem a favor da anistia 40% dos eleitores de Bolsonaro no segundo turno de 2022, ante 25% dos de Lula. Contra o instrumento estão 71% dos votantes petistas e 53%, dos bolsonaristas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números foram aferidos nos dias 19 e 20 de março com 2.002 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.</p>



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		<item>
		<title>Polícia Civil da Paraíba cria canal para denúncias anônimas sobre ameaças e ataques a escolas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/policia-civil-da-paraiba-cria-canal-para-denuncias-anonimas-sobre-ameacas-e-ataques-a-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 19:27:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil da Paraíba lançou nesta quarta-feira, 12 de abril, uma ferramenta de denúncia anônima para contribuir com investigações que levem à prisão de pessoas envolvidas em ameças e ataques a escolas no estado. Denominado Escola Segura, o projeto é interligado ao site 197.pc.pb.gov.br que já recebe denúncias anônimas para os demais crimes. No [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil da Paraíba lançou nesta quarta-feira, 12 de abril, uma ferramenta de denúncia anônima para contribuir com investigações que levem à prisão de pessoas envolvidas em ameças e ataques a escolas no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Denominado Escola Segura, o projeto é interligado ao site 197.pc.pb.gov.br que já recebe denúncias anônimas para os demais crimes. No endereço eletrônico, o usuário da ferramenta deve clicar no link específico e fazer o registro. O procedimento é absolutamente seguro e sigiloso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o delegado-geral, André Rabelo, o espaço destinado exclusivamente para esse tipo de denúncia vai agilizar as investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Porque, dessa forma, nós centralizamos os dados em um ambiente virtual específico, único, com as informações que nos ajudem a chegar aos criminosos&#8221;, disse Rabelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil está investigando todos os fatos que tenham ligação com eventuais ameaças às escolas da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A internet não é mundo sem lei. Ela deixa rastros e nós sabermos como chegar aos autores desse tipo de crime&#8221;, concluiu André Rabelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Secom-PB</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Ataques nas escolas: casos se tornam mais comuns. Veja o que dizem os especialistas?</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ataques-nas-escolas-casos-se-tornam-mais-comuns-veja-o-que-dizem-os-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 13:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[criminosos]]></category>
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					<description><![CDATA[Há doze anos, um jovem de 23 anos invadiu a escola onde havia estudado no bairro de Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, e produziu um massacre que chocou o país: armado com dois revólveres, ele disparou contra os alunos, matando doze deles e cometendo suicídio em seguida. Na época, o episódio assustador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Há doze anos, um jovem de 23 anos invadiu a escola onde havia estudado no bairro de Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, e produziu um massacre que chocou o país: armado com dois revólveres, ele disparou contra os alunos, matando doze deles e cometendo suicídio em seguida. Na época, o episódio assustador foi tratado pela imprensa como de fato era até então: algo fora do comum no Brasil. Há alguns anos, no entanto, a ocorrência de diversos casos similares tem exigido atenção das autoridades e gerado preocupação em pesquisadores, que apontam caminhos para enfrentar esse cenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anteontem (5) uma creche em Blumenau (SC) se tornou alvo de um homem de 25 anos que tirou a vida de quatro crianças. Nesse caso, investigações preliminares não apontaram nenhum vínculo do agressor com a instituição. Há menos de dez dias, outro ataque causou uma morte e deixou cinco pessoas feridas na Escola Estadual Thomazia Montoro, no bairro Vila Sônia, em São Paulo. O crime foi cometido por um de seus alunos, de 13 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, outros episódios similares que tiveram grande repercussão no país também foram promovidos por estudantes ou ex-estudantes, como os registrados em Aracruz (ES) no ano passado e em Suzano (SP) em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ataques pelo país<br></strong>De acordo com mapeamento da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) sobre casos de ataques em escolas por alunos ou ex-alunos, o primeiro episódio foi registrado em 2002. À época, um adolescente de 17 anos disparou contra duas colegas dentro da sala de aula de uma escola particular de Salvador. O levantamento da Unicamp deixa de fora episódios de violência não planejados, que podem ocorrer, por exemplo, em decorrência de uma briga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram listadas 22 ocorrências desde 2002, sendo que em uma ocasião o ataque envolveu duas escolas. Em três episódios, o crime foi cometido em dupla. Em cinco, os atiradores se suicidaram na sequência. Ao todo, 30 pessoas morreram, sendo 23 estudantes, cinco professores e dois funcionários das escolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do total de casos, 13 (mais da metade) estão concentrados apenas nos últimos dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Extremismo de direita<br></strong>A preocupação com a situação levou o professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Daniel Cara, a coordenar a criação de um grupo formado por 11 pesquisadores de universidades de diversos estados do país. No final do ano passado, eles elaboraram um documento analisando o cenário e propondo estratégias concretas para a ação governamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os pesquisadores, esses casos devem ser classificados como extremismo de direita, pois envolvem cooptação de adolescentes por grupos neonazistas que se apoiam na ideia de supremacia branca e masculina e os estimulam a realizar os ataques. Esses grupos disseminam um discurso que valoriza o preconceito, a discriminação, o uso de força e que encoraja direta e indiretamente atos agressivos e violentos. Para os pesquisadores, medidas de prevenção só serão eficazes se atuarem sobre esse cenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É necessário compreender que o processo de cooptação pela extrema-direita se dá por meio de interações virtuais, em que o adolescente ou jovem é exposto com frequência ao conteúdo extremista difundido em aplicativos de mensagens, jogos, fóruns de discussão e redes sociais&#8221;, registra o documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de símbolos associados a ideologias de extrema-direita tem sido recorrente nestes atos violentos. O autor de um ataque realizado em fevereiro deste ano com bombas caseiras em uma escola em Monte Mor (SP), que não resultou em mortos ou feridos, vestia uma braçadeira com a suástica nazista. Artigo similar foi usado no massacre que deixou quatro mortos e diversos feridos em duas escolas de Aracruz em novembro do ano passado. O jovem responsável pelo episódio de violência usava sobre a manga de sua roupa camuflada uma braçadeira com um emblema que era usado por nazistas alemães.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Siege mask<br></strong>No recente ataque registrado na Vila Sônia, em São Paulo, assim como no de Aracruz no ano passado, o autor vestia ainda uma máscara de esqueleto. Usada pelo personagem Ghost da franquia de jogos Call Of Duty, ela é conhecida como siege mask e se popularizou em fóruns de gamers extremistas para depois se tornar um aparato de identificação de simpatizantes neonazistas em todo o mundo. É hoje uma marca em atos da extrema-direita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela aparece, por exemplo, em janeiro de 2021 na invasão do Capitólio, edifício que abriga o Congresso dos Estados Unidos, por uma multidão descontente com a derrota do ex-presidente Donald Trump nas eleições presidenciais do país. Esteve presente também nos atos antidemocráticos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro desse ano. Imagens de câmeras de segurança captaram a imagem de um homem utilizando a máscara em meio ao grupo de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro que depredaram o Palácio do Planalto e defendiam uma intervenção militar para depor o recém-iniciado governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo sustentam alguns pesquisadores, a siege mask foi adotada por grupos de extrema-direita por suas semelhanças com a caveira que era usada como emblema pela Totenkopf, uma divisão da SS, organização paramilitar ligada ao Partido Nazista que atuou diretamente no Holocausto. Essa máscara também está associada com o massacre realizado por uma dupla que deixou oito mortos em 2019 na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano. Um dos responsáveis pelo crime a utilizava em fotos compartilhadas nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;Sensação de pertencimento&#8221;<br></strong>A educadora Telma Vinha, coordenadora da pesquisa realizada pela Unicamp, observa que há um perfil mais frequente entre os autores dos ataques: homens jovens brancos geralmente com baixa autoestima e sem popularidade na escola. &#8220;Não são populares na turma. Eles têm muitas relações virtuais, mas não tanto presenciais. E nutrem uma falta de perspectiva, de propósito em termos de futuro&#8221;, pontuou em entrevista levada ao ar no dia 30 de março pela TV Unicamp.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora também afirma ser comum a existência de transtornos mentais não diagnosticados ou sem o devido acompanhamento. Esses quadros podem se desenvolver ou se agravar pela dificuldade de relacionamento nas escolas, o que pode ocorrer, por exemplo, com os que são alvos de bullying. Alguns também vivem situações prolongadas de exposição a processos violentos em casa, incluindo negligências familiares e autoritarismo parental, o que contribuem para desenvolver um perfil de agressividade no âmbito doméstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Telma observa que a cooptação tem ocorrido por meio de jogos online, onde há chats paralelos. Dali, se deslocam para fóruns e redes sociais onde há incentivo de violência e discursos misóginos e racistas. No ambiente virtual, esses jovens podem experimentar uma sensação de pertencimento a um grupo que não possuem na escola. O crescimento dos ataques também tem sido relacionado como um possível desdobramentos da pandemia de covid-19. Isso porque o consumo de jogos eletrônicos cresceu durante os períodos de isolamento social, o que deixaria os jovens mais expostos à cooptação por grupos que propagam discursos de ódio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a educadora, na maioria das vezes, não se tratam de crimes passionais, motivados unicamente por vingança ou raiva desencadeada por um tratamento recebido. Os autores planejam fazer o maior número de vítimas, pois têm como objetivo a busca por notoriedade pública e reconhecimento da comunidade virtual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mesmo agindo de forma isolada, acreditam que fazem parte de um movimento, se sentem parte de algo maior&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também ressalta que o Brasil não está vivendo um fenômeno isolado, mas que casos com características muito similares também estão sendo registrados em outros países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Estados Unidos, onde massacres produzidos por jovens em escolas ocorrem há mais tempo e com mais frequência, um levantamento realizado pelo jornal Washington Post mapeou 377 incidentes desde 1999. Considerando somente 2021 e 2022, foram 88, quase um quarto do total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, de acordo com o mapeamento da Unicamp, os ataques registrados desde 2002 aconteceram em 19 escolas públicas, entre estaduais e municipais, e em quatro particulares. Segundo Telma, os perfis das instituições são distintos. Por isso, não há razão para responsabilizá-las. Ela conta que já conheceu professores que se perguntavam se fizeram algo de errado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não há nada que explique porque aconteceu em determinada escola e não em outra. Pode acontecer em qualquer lugar. Tem escolas localizadas em regiões mais violentas dos que as que foram atacadas. Ataques ocorrem em escolas com diferentes níveis de estrutura&#8221;, pondera.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Caminhos<br></strong>Após os últimos ataques, o governo paulista se apressou em anunciar algumas medidas, entre elas a alocação de policiais dentro das escolas e a ampliação de investimento em um programa de mediação de conflitos nas unidades de ensino. Em Santa Catarina, o prefeito de Blumenau prometeu a criação de um protocolo de prevenção para evitar novos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A repercussão dos casos recentes também levou a adoção de medidas em outros estados. O governo do Rio de Janeiro anunciou a criação de um Comitê Permanente de Segurança Escolar com representantes da Segurança Pública e da Educação para atuar na prevenção às situações de violência nas escolas públicas e privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, o governo federal criou um grupo interministerial para analisar propostas de políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agência Brasil</p>



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		<title>Secretário de Segurança nega ataques na Paraíba e diz que &#8216;rede de fake news&#8217; visa causar terror e será investigada</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/secretario-de-seguranca-nega-ataques-na-paraiba-e-diz-que-rede-de-fake-news-visa-causar-terror-e-sera-investigada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 16:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[jean nunes]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Jean Nunes, negou nesta quinta-feira (16) as ameaças de ataques de criminosos em escolas paraibanas. O auxiliar do governador João Azevêdo (PSB) atribuiu a informação a uma rede de fake news criada para causar pânico na população, mas sem nenhum fundo de verdade. As informações começaram [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Jean Nunes, negou nesta quinta-feira (16) as ameaças de ataques de criminosos em escolas paraibanas. O auxiliar do governador João Azevêdo (PSB) atribuiu a informação a uma rede de fake news criada para causar pânico na população, mas sem nenhum fundo de verdade. As informações começaram a circular nesta quarta-feira nas redes sociais e têm como &#8220;combustível&#8221; os ataques de criminosos ao transporte público em Natal, no Rio Grande do Norte. Um dos bandidos responsáveis pelo planejamento foi morto na Paraíba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assustada com as mensagens, a prefeita de Uiraúna, no Sertão, Leninha Romão (PP), decidiu fechar as escolas municipais até esta sexta-feira (17). O secretário de Segurança, no entanto, alega que o risco não é verdadeiro e que tem dito isso aos prefeitos que o têm procurado para colher informações. Jean Nunes tem explicado ao gestores que as ameaças são falsas e geradas por gente que tem o único objetivo de gerar pânico. &#8220;Já abrimos um inquérito para investigar a autoria destas mensagens que têm circulado nas redes sociais&#8221;, disse.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2023/03/083396111e0aed9eea2d9b8f49fdc2e8.jpeg" alt="" class="wp-image-9684"/><figcaption class="wp-element-caption">Mensagem falsa divulgada nas redes sociais. Imagem: Reprodução</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A situação no Rio Grand do Norte, no entanto, é bem assustadora. O governo federal decidiu nesta quinta enviar mais equipes da Força Nacional ao estado. A decisão foi tomada após uma nova onda de ataques dos criminosos, pela terceira madrugada seguida. De acordo com o Ministério da Justiça, o ministro Flávio Dino conversou na manhã desta quinta com a governadora do RN, Fátima Bezerra. O ministro analisa neste momento quantos agentes da Força Nacional estão disponíveis e a logística para enviá-los ao Rio Grande do Norte. Até esta quarta (15), o governo já havia determinado o envio de 220 militares e civis que compõem a força de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Moraes manda PGR opinar sobre pedido de suspensão das posses de Wallber e outros dez deputados suspeitos de envolvimento com atos golpistas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/moraes-manda-pgr-opinar-sobre-pedido-de-suspensao-das-posses-de-wallber-e-outros-dez-deputados-suspeitos-de-envolvimento-com-atos-golpistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 21:55:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre de moraes]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaristas]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[impedir]]></category>
		<category><![CDATA[posse]]></category>
		<category><![CDATA[terroristas]]></category>
		<category><![CDATA[wallber virgolino]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta sexta-feira (27) para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de advogados para que o tribunal suspenda a posse e apure eventuais ações de deputados bolsonaristas nos atos golpistas de 8 de janeiro. A lista inclui o deputado estadual paraibano reeleito, Wallber [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta sexta-feira (27) para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de advogados para que o tribunal suspenda a posse e apure eventuais ações de deputados bolsonaristas nos atos golpistas de 8 de janeiro. A lista inclui o deputado estadual paraibano reeleito, Wallber Virgolino (PL). O pedido foi formulado pelo grupo prerrogativas, tendo como base suposto envolvimento dos parlamentares com o quebra-quebra promovido por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no último dia 8.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro deu prazo de 24 horas para que a PGR apresente manifestação sobre o caso. A posse dos deputados está marcada para a próxima quarta-feira (1º).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a relação completa:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luiz Ovando (PP-MS)<br>Marcos Pollon (PL-MS)<br>Rodolfo Nogueira (PL-MS)<br>João Henrique Catan (PL-MS)<br>Rafael Tavares (PRTB-MS)<br>Carlos Jordy (PL-RJ)<br>Silvia Waiãpi (PL-AP)<br>André Fernandes (PL-CE)<br>Nikolas Ferreira (PL-MG)<br>Sargento Rodrigues (PL-MG)<br><strong>Walber Virgolino (PL-PB)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O encaminhamento desse tipo de pedido à PGR é praxe e previsto nas regras internas da Corte. Isso ocorre porque, pela Constituição, cabe ao Ministério Público Federal avaliar se propõe investigações e denúncias na área criminal e ações na área eleitoral se detectar indícios de irregularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Wallber Virgolino foi relacionado entre os suspeitos pelos advogados por causa do apoio aos atos golpistas nas redes sociais, no dia dos ataques às sedes dos Três Poderes. “É a revolta do povo e é o primeiro de muitos que irão acontecer. Ninguém é inquebrantável, nem mesmo o sistema”, publicou o parlamentar em uma rede social enquanto divulgava imagens e vídeos dos ataques criminosos em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Lira diz que deputados federais que tiveram participação ou minimizam ataques à democracia serão responsabilizados</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/lira-diz-que-deputados-federais-que-tiveram-participacao-ou-minimizam-ataques-a-democracia-serao-responsabilizados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 15:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[arthur lira]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilização]]></category>
		<category><![CDATA[suspeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse afirmou que todos os agentes públicos que tiveram alguma responsabilidade nos atos de vandalismo cometidos no dia 8 de janeiro contra os prédios públicos dos três Poderes serão responsabilizados, mesmo se forem parlamentares. Lira chamou a atenção ainda que para o fato de haver parlamentares divulgando [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse afirmou que todos os agentes públicos que tiveram alguma responsabilidade nos atos de vandalismo cometidos no dia 8 de janeiro contra os prédios públicos dos três Poderes serão responsabilizados, mesmo se forem parlamentares. Lira chamou a atenção ainda que para o fato de haver parlamentares divulgando informações inverídicas de que não houve invasão à Câmara e destacou que esses deputados responderão por essas falas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lira fez uma visita ao prédio do Batalhão da Polícia Militar, que pertence à Câmara, e fica localizado próximo à Praça dos Três Poderes acompanhado da governadora do Distrito Federal em exercício, Celina Leão, e o interventor federal na segurança do DF, Ricardo Capelli.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado pela imprensa se ele acredita que o ex-presidente Bolsonaro deva ser responsabilizado pelos atos por instigar seus apoiadores a radicalizar, Lira afirmou que cada um responde por seus atos e discursos. “Meu CPF é um, o do presidente Bolsonaro é outro. Temos que investigar todos os aspectos. Minha fala não muda: todos que praticaram algum ato de vandalismo devem ser punidos”, disse Lira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todos que tiveram responsabilidades serão punidos, inclusive parlamentares que postaram vídeos publicando inverdades sobre as agressões ao prédio da Câmara. Todos viram, foi gravíssimo. Um parlamentar eleito não pode divulgar informações que não condizem com a realidade”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Visita ao batalhão da PM na Esplanada<br></strong><br>Lira afirmou ainda que está discutindo com a segurança pública do Distrito Federal sobre a posse dos parlamentares no dia 1º de fevereiro. Segundo ele, é importante que todos tenham um plano de segurança bastante rígido.<br>“Nosso pedido é para que todos tenham tranquilidade, será um dia bastante emblemático no início do ano do poder”, destacou o presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



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		<title>Secretário de Segurança da Paraíba promete retirar acampamentos golpistas da frente dos quartéis no Estado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/secretario-de-seguranca-da-paraiba-promete-retirar-acampamentos-golpistas-da-frente-dos-quateis-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 12:36:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ataques]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaristas]]></category>
		<category><![CDATA[desocupação]]></category>
		<category><![CDATA[jean nunes]]></category>
		<category><![CDATA[quartéis]]></category>
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					<description><![CDATA[Os acampamentos montados em frente aos quartéis por bolsonaristas serão desocupados. A garantia foi dada nesta segunda-feira (9) pelo secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Jean Nunes. Ele disse que houve dupla determinação para que isso ocorresse, vindas do ministro da Defesa, José Múcio, em relação às Forças Armadas, e do ministro Alexandre [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os acampamentos montados em frente aos quartéis por bolsonaristas serão desocupados. A garantia foi dada nesta segunda-feira (9) pelo secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Jean Nunes. Ele disse que houve dupla determinação para que isso ocorresse, vindas do ministro da Defesa, José Múcio, em relação às Forças Armadas, e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com âmbito mais geral. &#8220;Estamos nos reunindo agora de manhã para definir a estratégia&#8221;, ressaltou o auxiliar do governador João Azevêdo (PSB). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Jean Nunes disse que as estruturas que não forem retiradas voluntariamente serão recolhidas. Os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inconformados com a derrota do ex-mandatário nas urnas, vêm ocupando a frente dos quartéis em todo o Brasil, com cobrança de um golpe militar. Neste domingo (8), grupos formados por terroristas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, em Brasília, e promoveram quebra-quebra no interior dos edifícios. A desordem provocou uma intervenção federal na segurança do DF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, o ministro Alexandre de Moraes determinou o afastamento do governador do Distrito Federal. Ibaneis Rocha (MDB) é apoiador do ex-presidente e foi acusado de conivência com os atos golpistas. Ele ficará afastado do cargo por 90 dias. Em meio aos ataques, os governadores de todo o país se reuniram e manifestaram apoio ao presidente Lula (PT), que estava em São Paulo no momento dos atos para acompanhar a situação de desabrigados pelas chuvas. O governador João Azevêdo (PSB) criticou os atos golpistas e está enviando 30 policiais militares para ajudar na segurança do DF. </p>



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