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	<title>assassino &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Sentença do suspeito de matar mulher em shopping deve sair ainda nesta segunda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 18:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[assassino]]></category>
		<category><![CDATA[Juri]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O julgamento do réu confesso Luiz Carlos Rodrigues dos Santos teve início às 9h desta segunda-feira (17) e a sentença deve sair no final da tarde de hoje. A sessão está sendo presidida pelo juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de João Pessoa, Antônio Gonçalves Ribeiro Júnior. Depois de denunciado, o réu foi pronunciado por homicídio qualificado de Mayara Valéria de Barros Ramalho Lemos e por tentar matar Daniel Sales de Miranda e manter Vinícius Valdevino dos Santos em cárcere privado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso aconteceu no dia 12 de janeiro de 2024, na praça de alimentação do Mangabeira Shopping, em João Pessoa. Segundo a denúncia oferecida pelo Ministério Público da Paraíba, Luiz Carlos chegou ao shopping armado com um revólver calibre 38 e 44 munições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com os autos, dias antes ele tinha participado de uma entrevista de emprego para uma vaga no Bar e Restaurante Girau, onde Mayara era gerente administrativa. No dia do crime, o acusado abordou a vítima sob o pretexto de conversar sobre o processo seletivo, mas, durante o diálogo, sacou a arma e efetuou diversos disparos contra ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As imagens das câmeras de segurança mostram que o réu continuou atirando mesmo após Mayara cair e tentar se proteger. Dois dos disparos atingiram a vítima pelas costas. Em seguida, Luiz Carlos invadiu o restaurante, fez um funcionário refém e recarregou a arma. Durante o interrogatório, Luiz Carlos alegou estar em situação de necessidade e afirmou que havia ido ao shopping “cobrar uma oportunidade de emprego” da gerente. A arma usada, segundo ele, estava em sua posse havia cerca de 30 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia do Ministério Público destaca que o crime foi cometido por motivo fútil, uma vez que o acusado reagiu de forma desproporcional à ausência de resposta sobre a vaga de trabalho, e que a vítima foi surpreendida, sem qualquer possibilidade de defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O réu foi enquadrado nos crimes previstos no artigo 121, §2º, incisos II, III, IV e VIII do Código Penal (homicídio qualificado), artigo 121, §2º, incisos III, VII e VIII (tentativa de homicídio), artigo 148, caput (cárcere privado) e artigo 16 da Lei nº 10.826/2003 (posse irregular de arma de fogo de uso restrito), todos na forma do artigo 69 do Código Penal e do artigo 1º, inciso I, da Lei dos Crimes Hediondos (Lei nº 8.072/90). (Com informações do TJPB)</p>



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		<title>Mandante do crime e executor são condenados pelo assassinato do ex-prefeito de Bayeux</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 12:40:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[assassino]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[expedito pereira]]></category>
		<category><![CDATA[júri]]></category>
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					<description><![CDATA[O mandante e o executor do assassinato do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, foram considerados culpados durante na madrugada desta sexta-feira (8) pelos membros do 1º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa. O juiz Marcos William de Oliveira impôs pena de 24 anos de prisão contra Leon Nascimento dos Santos e 20 anos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O mandante e o executor do assassinato do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, foram considerados culpados durante na madrugada desta sexta-feira (8) pelos membros do 1º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa. O juiz Marcos William de Oliveira impôs pena de 24 anos de prisão contra Leon Nascimento dos Santos e 20 anos contra José Ricardo Alves Pereira. Este último era sobrinho de Pereira e considerado um filho para ele, de acordo com informações dos familiares. O suspeito de ter emprestado a moto usada no crime, Gean Carlos da Silva, conseguiu autorização para ser julgado em outra data. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leon, acusado de ter puxado o gatilho, confessou o crime, mas tentou um atenuante, alegando que foi obrigado a matar o ex-prefeito. Ele demonstrou arrependimento pelo crime e disse que agiu com covardia. O assassino disse ainda que José Ricardo, sobrinho de Expedito Pereira, tinha feito ameaças e ordenado que o crime fosse cometido. Já o parente do ex-prefeito alegou que não tinha qualquer motivo para cometer o crime. O sobrinho alegou, sem convencer o jurado, que foi um &#8220;bode expiatório&#8221; e que está sendo &#8220;vítima de inveja, de ciúme&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Expedito Pereira foi assassinado em dezembro de 2020. O crime aconteceu na Avenia Sapé, no bairro de Manaíra. A vítima foi atingida por dois disparos de arma de fogo, após aproximação do executor, que trafegava pela via pilotando uma motocicleta. Dois suspeitos estão presos e um está foragido.</p>



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