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	<title>arquivamento &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Gilmar Mendes anula arquivamento de ação contra Bolsonaro relacionada à gestão na pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 21:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta segunda-feira (10), anular uma decisão da Justiça Federal em Brasília que arquivou um dos processos que apura a omissão do ex-presidente Jair Bolsonaro na gestão da pandemia da covid-19. Com a decisão, caberá a Procuradoria-Geral da República (PGR) reavaliar o processo e decidir se [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta segunda-feira (10), anular uma decisão da Justiça Federal em Brasília que arquivou um dos processos que apura a omissão do ex-presidente Jair Bolsonaro na gestão da pandemia da covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, caberá a Procuradoria-Geral da República (PGR) reavaliar o processo e decidir se o caso terá novo andamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Bolsonaro, o processo envolve o ex-ministro da Saúde e atual deputado federal Eduardo Pazuello, a ex-secretária do Ministério da Saúde Mayra Pinheiro, o ex-secretário de Comunicação de Bolsonaro Fabio Wajngarten entre outros ex-integrantes do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte do processo está relacionado com as investigações da CPI da Pandemia. O colegiado encerrou os trabalhos em outubro do 2021 e indiciou 80 pessoas por crimes durante a pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após tramitar na primeira instância da Justiça, parte da investigação foi arquivada a pedido do Ministério Público Federal (MPF). Contudo, a decisão não poderia ter sido tomada porque Pazuello, que tem foro privilegiado, só pode ser julgado pelo Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reavaliação<br></strong>A reavaliação do caso será conduzida pelo procurador-geral Augusto Aras e pela vice-procuradora-geral, Lindôra Araújo. Eles seguem no cargo até setembro deste ano, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá mantê-los ou fazer nova indicação para a PGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o mandato de Bolsonaro, Lindôra pediu ao Supremo o arquivamento de apurações de supostos crimes atribuídos ao ex-presidente durante a pandemia. (Fonte: Agência Brasil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Cinco anos depois, Supremo arquiva ação da Lava Jato contra Vitalzinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2021 21:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[ação criminal]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação Lava Jato sofreu mais uma derrota no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta terça-feira (6), a Segunda Turma da Corte arquivou uma ação penal contra o paraibano Vital do Rêgo Filho, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Ele foi acusado do recebimento de propinas pagas por empreiteiras quando comandou a Comissão Parlamentar [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A operação Lava Jato sofreu mais uma derrota no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta terça-feira (6), a Segunda Turma da Corte arquivou uma ação penal contra o paraibano Vital do Rêgo Filho, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Ele foi acusado do recebimento de propinas pagas por empreiteiras quando comandou a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Petrobras (CPMI), em 2014. Na época, Vitalzinho ocupava o cargo de senador. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O placar da votação que terminou com o arquivamento do processo foi apertado (3 a 2). Foram favoráveis os ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Nunes Marques. Foram a favor da continuidade do processo os ministros Edson Fachin, relator da matéria, e Cármen Lúcia. Os magistrados também decidiram pela revogação de algumas medidas cautelares impostas contra Vitalzinho, a exemplo do bloqueio de bens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos ministros entendeu que não havia provas do cometimento do crime. A acusação da Força-Tarefa da Lava Jato foi a de que o ministro paraibano teria recebido R$ 3 milhões a título de propinas em 2014. As informações são fruto da delação premiada do empresário Léo Pinheiro. Ele alegou ter pago os valores para não ser convidado a dar esclarecimentos sobre supostos desvios de dinheiro da Petrobras mediante pagamento de propinas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão desta terça-feira foi uma continuidade do julgamento iniciado em setembro do ano passado. Na época, Gilmar Mendes deu provimento ao pedido pelo arquivamento das investigações instauradas contra Vital do Rêgo e Marco Aurélio Spall Maia, também se posicionando favorável ao trancamento das ações penais. Nesta terça-feira, ele defendeu novamente o arquivamento, sendo acompanhado pelos ministros Nunes Marques e Ricardo Lewandowski. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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