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	<title>apuração &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>AGU pede ao STF investigação sobre operação bilionária, e ilegal, no câmbio brasileiro no dia do tarifaço de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2025 22:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[agu]]></category>
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					<description><![CDATA[A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a abertura de investigação sobre o suposto uso de informações privilegiadas visando o lucro a partir do tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil. Segundo a AGU, o objetivo da ação é investigar o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a abertura de investigação sobre o suposto uso de informações privilegiadas visando o lucro a partir do tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a AGU, o objetivo da ação é investigar o eventual vínculo do tarifaço com movimentações atípicas no mercado cambial brasileiro antes e depois de Trump anunciar a taxação de 50% das exportações brasileiras para os Estados Unidos, a partir de 1° de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Jornal Nacional, às 13h30 de 9 de julho, no horário de Washington, os gráficos com a evolução da cotação do dólar frente ao real naquele dia indicam que houve compra da ordem de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões antes do anúncio de Trump, quando o dólar valia R$ 5,46.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois minutos após o anúncio de Trump, que ocorreu às 16h17, a mesma ordem de grandeza da moeda americana foi vendida, a cotação disparou. E uma quantidade similar de dólares teria sido vendida a R$ 5,60, provocando, após uma forte queda, uma valorização do real frente ao dólar em dimensão similar à desvalorização do primeiro movimento observado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“À luz dos fatos noticiados, podemos inferir que eles se inserem em contexto no qual os fatos já em apuração neste inquérito estão além dos ilícitos penais já indicados pela Procuradoria-Geral da República, relacionados à obstrução da Justiça, mas também com possíveis ganhos financeiros ilícitos, mediante os mesmos fatos que buscaram impor embaraço à aplicação da lei penal”, sustenta a AGU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido foi protocolado na noite deste sábado (19) no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é investigado pela sua atuação junto ao governo norte-americano para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo e tentar barrar o andamento da ação penal sobre a trama golpista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março deste ano, Eduardo, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política. A licença termina hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira (18), no mesmo inquérito, Bolsonaro foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) e foi obrigado a colocar tornozeleira eletrônica e proibido de sair de casa entre 19h e 6h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas foram determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes após a PGR alegar risco de fuga do ex-presidente, que é réu na ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022 e deve ser julgado pelo Supremo em setembro.</p>



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		<title>&#8220;Livro Aberto&#8221;: Lindolfo Pires e Branco Mendes estão entre os alvos dos mandados de busca e apreensão da PF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 10:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[208]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário da Juventude Esportes e Lazer do governo da Paraíba, Lindolfo Pires, e o deputado estadual Branco Mendes (Republicanos) estão entre os alvos da Operação Livro Aberto, deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal. A ação investiga suposta prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O secretário da Juventude Esportes e Lazer do governo da Paraíba, Lindolfo Pires, e o deputado estadual Branco Mendes (Republicanos) estão entre os alvos da Operação Livro Aberto, deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal. A ação investiga suposta prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro na Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Os casos teriam ocorrido em 2018, último ano de gestão do ex-governador Ricardo Coutinho (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça. Além dos dois agentes públicos, são investigados na mesma apuração o também deputado estadual Tião Gomes (PSB), os ex-deputados Edmilson Soares, Genival Matias (já falecido), Arthur Paredes Cunha Lima Filho e o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Arthur Cunha Lima. Mas no caso destes últimos, não houve cumprimento de mandados de busca. A decisão do STJ também prevê a apreensão de recursos e bens até o limite de R$ 4 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cumprimento das medidas cautelares tem o objetivo de colher elementos informativos para investigação iniciada em 2019, que apura o possível pagamento de propina a agentes políticos no Estado da Paraíba. As investigações relacionadas a supostas irregularidades nos contratos da educação foram iniciadas através da operação Calvário, conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados foram cumpridos na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas. Em João Pessoa, os alvos foram abordados nos bairros de Miramar, Manaíra, Tambauzinho e Altiplano. Em Campina Trande, nos bairros do Monte Santo, Alto Branco, Centenário e Malvinas. No Estado vizinho, o cumprimento de mandados ocorreu na praia de Ponta de Pedras. Já em Alagoas, os alvos estavam no bairro de Canafístula, em Arapiraca. Também houve cumprimento de dois mandados em Lagoa Seca.</p>



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		<title>&#8220;Livro Aberto&#8221;: PF mira licitações da Educação no último ano do governo de Ricardo Coutinho</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/livro-aberto-pf-mira-licitacoes-da-educacao-no-ultimo-ano-do-governo-de-ricardo-coutinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 10:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[apuração]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (11) a “Operação Livro Aberto”. A ação investiga suposta prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro na Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Os casos teriam ocorrido em 2018, último ano de gestão do ex-governador Ricardo [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (11) a “Operação Livro Aberto”. A ação investiga suposta prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro na Secretaria de Educação do Estado da Paraíba. Os casos teriam ocorrido em 2018, último ano de gestão do ex-governador Ricardo Coutinho (PT). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça. A decisão também inclui indisponibilidade de bens, valores, dinheiro e ativos dos investigados visando recompor o erário público em valores que superam 4 milhões de reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cumprimento das medidas cautelares tem o objetivo de colher elementos informativos para investigação iniciada em 2019, que apura o possível pagamento de propina a agentes políticos no Estado da Paraíba. Os nomes dos alvos da operação não foram revelados pela PF. Também não houve divulgação da estimativa de prejuízo decorrentes dos supostos crimes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações relacionadas a supostas irregularidades nos contratos da educação foram iniciadas através da operação Calvário, conduzidas pelo Gr upo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados foram cumpridos na Paraíba, em Pernambuco e em Alagoas. Em João Pessoa, os alvos foram abordados nos bairros de Miramar, Manaíra, Tambauzinho e Altiplano. Em Campina Trande, nos bairros do Monte Santo, Alto Branco, Centenário e Malvinas. No Estado vizinho, o cumprimento de mandados ocorreu na praia de Ponta de Pedras. Já em Alagoas, os alvos estavam no bairro de Canafístula, em Arapiraca. Também houve cumprimento de dois mandados em Lagoa Seca. <br></p>



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		<title>FAB apura pane ocorrida na paraíba em avião que transportaria equipe de Lula</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/fab-apura-pane-ocorrida-na-paraiba-em-aviao-que-transportaria-equipe-de-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 10:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[aeronave]]></category>
		<category><![CDATA[apuração]]></category>
		<category><![CDATA[Campina Grande]]></category>
		<category><![CDATA[fab]]></category>
		<category><![CDATA[pane]]></category>
		<category><![CDATA[presidência]]></category>
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					<description><![CDATA[A Força Aérea Brasileira (FAB) abriu um apuração para investigar a pane que impediu que o avião presidencial de Lula (PT) e sua equipe decolasse de Campina Grande, na Paraíba, na segunda-feira (22). O grupo fazia prospecção, no estado, para preparar a vinda do gestor para a inauguração de unidades habitacionais na cidade de Patos, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Força Aérea Brasileira (FAB) abriu um apuração para investigar a pane que impediu que o avião presidencial de Lula (PT) e sua equipe decolasse de Campina Grande, na Paraíba, na segunda-feira (22). O grupo fazia prospecção, no estado, para preparar a vinda do gestor para a inauguração de unidades habitacionais na cidade de Patos, no Sertão. O evento ocorreria nesta sexta-feira (26), mas foi adiado pela Presidência da República por causa de incompatibilidade de agendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o site de notícias UOL, a equipe de manutenção chegou na quarta-feira (24), à noite, em Campina Grande, para iniciar os trabalhos na aeronave. Segundo a FAB, os técnicos fazem uma avaliação para descobrir qual foi o motivo da falha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente participaria de uma entrega do Minha Casa Minha Vida nesta sexta. O evento seria a entrega das chaves de 856 casas em Patos (PB), a cerca de 300 quilômetros de João Pessoa. O incidente com a aeronave foi confirmado pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional). Segundo o órgão, a falha não colocou Lula ou sua equipe em risco.</p>



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		<title>MPPB vai acionar BraisCompany na Justiça para garantir ressarcimento de clientes. Prejuízo pode chegar a R$ 600 milhões</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mppb-vai-acionar-braiscompany-na-justica-para-garantir-ressarcimento-de-clientes-prejuizo-pode-chegar-a-r-600-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 17:26:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[apuração]]></category>
		<category><![CDATA[bitcoin]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[braiscompany]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba vai acionar a BraisCompany na Justiça na próxima semana para garantir o ressarcimento das pessoas que investiram na companhia esperando lucrar com o mercado de criptomoedas. De acordo com o promotor de Justiça de Campina Grande e diretor-regional do MP-Procon, Sócrates da Costa Agra, &#8220;as apurações avançaram muito nos últimos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba vai acionar a BraisCompany na Justiça na próxima semana para garantir o ressarcimento das pessoas que investiram na companhia esperando lucrar com o mercado de criptomoedas. De acordo com o promotor de Justiça de Campina Grande e diretor-regional do MP-Procon, Sócrates da Costa Agra, &#8220;as apurações avançaram muito nos últimos dias, com informações que elucidam a atividade da empresa Braiscompany e que reforçam a necessidade de judicialização&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta semana, tivemos acesso a informações importantes e imprimimos um ritmo mais acelerado à apuração. Acreditamos que até a próxima semana, acionaremos a Justiça, na esfera cível. Até agora, tudo corrobora para a necessidade da deflagração de uma ação civil pública, a fim de resguardar os direitos dos consumidores e reparar os danos causados à coletividade”, ressaltou o promotor. Ele diz que a parte criminal será encaminhada para o órgão competente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa, com isso, é que parte da apuração seja remetida ao Ministério Público Federal por causa da inserção no mercado financeiro. A estimativa, publicada no jornal O Globo, é que o prejuízo para os investidores gire em torno de R$ 600 milhões. &#8220;Sobre o sigilo do procedimento, Sócrates Agra explicou que o MPPB já estava dando tratamento sigiloso às informações, porque envolvem nomes e outros dados pessoais e financeiros dos denunciantes e, para evitar prejuízos às pessoas, como também à investigação, decretou o sigilo do processo no que se refere à sua tramitação extrajudicial no sistema de informações do MPPB, o MPVirtual&#8221;, disse Sócrates Agra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No meio das acusações está o trader Antônio Inácio da Silva Neto, que insistia em dizer, sempre que se manifestava nas redes sociais, que o valor mais importante da BraisCompany, sua empresa, era a segurança nos negócios. Nos últimos dias, porém, quando os atrasos nos rendimentos prometidos aos clientes, iniciados em dezembro, se generalizaram, Antônio Neto retirou do ar o sistema de pagamento e saiu do circuito, deixando um rombo de pelo menos R$ 600 milhões, com cerca de 10 mil investidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Advogados especializados em crimes financeiros preparam uma enxurrada de ações judiciais de ressarcimento contra o trader. Eles suspeitam que Neto aplicava o golpe de pirâmide financeira disfarçada de investimentos em criptomoedas, a exemplo de Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó dos Bitcoins de Cabo Frio, na Região dos Lagos (RJ), e Francisley Valdevino da Silva, o Sheik dos Bitcoins de Curitiba (PR). A diferença é que, desta vez, o centro do problema é Campina Grande (PB), onde o esquema começou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O padrão de Antônio Neto é o mesmo: um discurso refinado, que renega o sistema tradicional, uma oferta de rendimentos fabulosos e um padrão de vida milionária exibido nas redes sociais, dando a entender que o cliente também pode chegar lá. O trader, que gosta de circular ao lado de artistas e jogadores famosos, atrai a clientela pregando uma saída “para os que querem se libertar do sistema financeiro escravista”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esquema da BraisCompany consiste em alugar bitcoins dos clientes, que ficam custodiados em carteira gerida pela empresa, em troca de rendimentos mensais de 8% a 10%. Quando os atrasos começaram, no dia 20 de dezembro, Neto alegou que a Binance, a maior corretora de bitcoins do mundo, havia suspendido as operações da BraisCompany por problemas com outra empresa brasileira. Prometeu restabelecer os pagamentos em 72 horas, mas os atrasos se ampliaram até a suspensão em definitivo dos créditos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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