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	<title>apura &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>MP da Paraíba vai investigar &#8220;bingo de mulheres&#8221; em cidade do Brejo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mp-da-paraiba-vai-investigar-bingo-de-mulheres-em-cidade-do-brejo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 18:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[apura]]></category>
		<category><![CDATA[Lagoa de Dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba (MPPB) deu início, nesta segunda-feira (10), a um procedimento administrativo para investigar uma denúncia que circula nas redes sociais sobre a realização de um suposto “bingo de mulheres” na Comarca de Jacaraú. O caso ganhou repercussão após sermão proferido pelo Padre Adauto, da Paróquia de São Sebastião, em Lagoa de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba (MPPB) deu início, nesta segunda-feira (10), a um procedimento administrativo para investigar uma denúncia que circula nas redes sociais sobre a realização de um suposto “bingo de mulheres” na Comarca de Jacaraú. O caso ganhou repercussão após sermão proferido pelo Padre Adauto, da Paróquia de São Sebastião, em Lagoa de Dentro, no Brejo. A apuração será conduzida pelo promotor de Justiça Rafael Garcia Teixeira, da Comarca de Jacaraú.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o promotor, entre as primeiras diligências está o contato com o padre que tornou público o suposto acontecimento, com o objetivo de reunir informações iniciais que possam sustentar a investigação. As autoridades buscam dados como nomes de possíveis envolvidos, o local onde teria ocorrido o fato, além da eventual participação de crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPPB esclareceu que a Promotoria de Justiça de Jacaraú está aberta para receber denúncias da população de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h. Além disso, os cidadãos podem entrar em contato com o órgão por meio dos canais eletrônicos disponíveis no site oficial www.mppb.mp.br/faleconosco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público reforça ainda que toda denúncia contendo elementos mínimos que permitam uma investigação é tratada com responsabilidade e atenção. Por isso, é fundamental que casos graves ou possíveis violações de direitos sejam reportados com o máximo de informações possíveis, evitando relatos genéricos, para que os responsáveis possam ser devidamente identificados e responsabilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população é encorajada a colaborar com informações que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos, ajudando na proteção de direitos e no combate a eventuais práticas ilícitas na região.</p>



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		<title>&#8220;Farra no EJA&#8221;: levantamento do TCE mostra indícios de desvios de recursos da educação em municípios paraibanos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/farra-no-eja-levantamento-do-tce-mostra-indicios-de-desvios-de-recursos-da-educacao-em-municipios-paraibanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 20:26:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[apura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[TCE]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal de contas]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento preliminar realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) apresenta um dado alarmante. Em pelo menos 34 municípios paraibanos, mais de 10% da população está matriculada no programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os dados foram apresentados durante a sessão desta quarta-feira (31) pelo conselheiro Fernando Catão. O alerta, fruto da [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento preliminar realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) apresenta um dado alarmante. Em pelo menos 34 municípios paraibanos, mais de 10% da população está matriculada no programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os dados foram apresentados durante a sessão desta quarta-feira (31) pelo conselheiro Fernando Catão. O alerta, fruto da auditoria, ocorre dias depois de um escândalo similar ser revelado no Maranhão, onde o órgão de controle estadual descobriu até pessoas mortas na lista de estudantes matriculados na rede pública. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da Paraíba, a recordista de matrículas é a cidade de Poço Dantas. Lá. os auditores descobriram que 32% dos moradores da cidade estão matriculados no programa bancado com recursos do governo federal. &#8220;Pode ser um prefeito extremamente cuidadoso, que está querendo uma educação (de qualidade) em todo o município. Como também pode ser uma coisa de fazer a matrícula como no Maranhão, onde ficou comprovado o objetivo de matricular apenas para receber o dinheiro e não são poucos os recursos repassados&#8221;, disse Catão, evitando antecipar juízo sobre eventuais irregularidades antes da conclusão da apuração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Catão explicou durante a sessão que um estudo aprofundado será feito tendo como ponto de partida os achados da auditoria coletados até o momento. Haverá, inclusive, cobrança de justificativas por parte das prefeituras. A auditoria deve começar a varredura pelo índice de matriculados. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira abaixo o percentual de alunos do EJA em relação à população nos 34 municípios com mais de 10% da população matriculada:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Poço de José de Moura (32%)<br>Bernardino Batista (27,50%)<br>Joca Claudino (24,31%)<br>Monte Horebe (21,36%)<br>Lagoa (20,36%)<br>Poço Dantas (19,62%)<br>Riachão do Bacamarte (19,19%)<br>São José do Brejo do Cruz (18,68%)<br>Uiraúna (17,11%)<br>Mato Grosso (16,74%)<br>São João do Rio do Peixe (16,00%)<br>Mulungu (15,41%)<br>São Bento (15,33%)<br>Bom Jesus (15,14%)<br>São José dos Ramos (14,50%)<br>Santa Helena (13,87%)<br>Brejo do Cruz (13,85%)<br>Bom Sucesso (13,08%)<br>Paulista (12,67%)<br>Lagoa de Dentro (12,32%)<br>Marcação (12,01%)<br>Carrapateira (12,00%)<br>Triunfo (11,81%)<br>Pedra Lavrada (11,72%)<br>Sertãozinho (11,50%)<br>Riacho dos Cavalos (11,36%)<br>Duas Estradas (11,19%)<br>São José de Piranhas (10,91%)<br>Curral Velho (10,84%)<br>Cuité de Mamanguape (10,74%)<br>Mari (10,63)<br>Belém do Brejo do Cruz (10,30%)<br>Matinhas (10,09%)<br>Curral de Cima (10,0%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma investigação similar, realizada pelo Tribunal de Contas do Maranhão detectou uma fraude estimada em R$ 1 bilhão. No caso da Paraíba, apesar de gerar estranheza, ainda não foi fechado um diagnóstico sobre as prováveis irregularidades. O EJA é um programa criado para o combate ao analfabetismo e para garantir formação para jovens e adultos com 15 anos ou mais. O financiamento do ensino é feito com verbas do governo federal. Em muitos casos, há suspeitas de falsificação de inscrições no programa para fraudar o erário. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, na Paraíba, está no início, mas os indícios de irregularidade já saltam aos olhos. </p>



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		<title>Gaeco apura uso de fundo partidário e verbas parlamentares para financiar paraibanos em atos antidemocráticos</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/gaeco-apura-uso-de-fundo-partidario-e-verbas-parlamentares-para-financiar-paraibanos-em-atos-antidemocraticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 19:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[apura]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[partidárias]]></category>
		<category><![CDATA[verbas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), está investigando o suposto uso de verbas parlamentares e do fundo partidário para financiar atos antidemocráticos. A suspeita é que parte dos recursos destinados ao custeio de transporte, alimentação e segurança de grupos inconformados com o resultado das eleições [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), está investigando o suposto uso de verbas parlamentares e do fundo partidário para financiar atos antidemocráticos. A suspeita é que parte dos recursos destinados ao custeio de transporte, alimentação e segurança de grupos inconformados com o resultado das eleições de 2022 estaria vindo de recursos públicos. Neste domingo (8), apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e vandalizaram as sedes dos Três Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário), em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com informações colhidas pelo blog, os recursos públicos viriam de verbas estaduais e federais. O suporte teria sido dado tanto para a manutenção de acampamentos golpistas na Paraíba, como para a ida de paraibanos para participar dos atos terroristas em Brasília. Um dos promotores ouvidos pelo blog manifestou preocupação com o que foi visto em Brasília, com o ataque às instituições democráticas. Grupos radicalizados invadiram o Supremo Tribunal Federal (STF), o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Em todos, foram destruídos móveis, obras de arte e vidraças. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Procurado pelo blog, o coordenador do Gaeco, Octávio Paulo Neto, não negou a existência da investigação, mas evitou dar detalhes sobre a apuração que acontece de forma sigilosa. Nas redes sociais, ele manifestou preocupação com os ataques aos símbolos da República. &#8220;Se o povo invade STF, Congresso e Planalto, botar fogo no fórum e promotoria é cafezinho&#8230; vai virar baderna. Uma República e uma democracia subsistem de seus símbolos&#8221;, publicou o promotor, sobre a imagem de uma bandeira do Brasil em preto e branco com os dizeres &#8220;sem anistia&#8221; onde originariamente se lê &#8220;Ordem e Progresso&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações coordenadas pelo Gaeco têm focado lideranças partidárias e parlamentares que, eventualmente, venham usando dinheiro público para fomentar os atos antidemocráticos. Pelo histórico de eficiência das apurações do MPPB, podem esperar que em breve teremos novidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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