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	<title>aprovado &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>PEC que criminaliza porte de drogas passa na CCJ e vai a Plenário</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pec-que-criminaliza-porte-de-drogas-passa-na-ccj-e-vai-a-plenario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 18:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[efraim]]></category>
		<category><![CDATA[pec]]></category>
		<category><![CDATA[posse de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (13), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que criminaliza a posse e o porte de drogas ilícitas em qualquer quantidade. O texto foi relatado pelo senador paraibano Efraim Filho (União Brasil) e foi aprovado em votação simbólica, sem contagem nominal de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (13), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que criminaliza a posse e o porte de drogas ilícitas em qualquer quantidade. O texto foi relatado pelo senador paraibano Efraim Filho (União Brasil) e foi aprovado em votação simbólica, sem contagem nominal de votos. A PEC segue para o plenário do Senado e, se aprovada, será enviada para a análise da Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro senadores pediram para registrar voto contrário ao texto: Marcelo Castro (MDB-PI), Fabiano Contarato (PT-ES), Jaques Wagner (PT-BA) e Humberto Costa (PT-PE). O tema também está sendo discutido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) depois de uma longa omissão do Congresso. A Corte deve decidir se é crime uma pessoa portar maconha para consumo próprio. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciado em 2015, o julgamento foi retomado no último dia 6. Quando o placar estava com 5 votos favoráveis à descriminalização do porte de maconha para uso pessoal e 3 votos contrários, o ministro Dias Toffoli pediu mais tempo para análise, e a análise foi adiada mais uma vez (sem data para voltar à pauta do STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o STF retomou o julgamento da descriminalização do porte de maconha, no ano passado, o Senado alegou que o tribunal estava legislando no lugar do Congresso. Já o STF diz que o Congresso se omite nesse tema. A PEC aprovada na CCJ é uma reação dos senadores ao julgamento no Supremo.</p>



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		<title>Vereadores aprovam orçamento de R$ 4,2 bilhões para João Pessoa em 2024</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/vereadores-aprovam-orcamento-de-r-42-bilhoes-para-joao-pessoa-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 18:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[joão pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[LOA]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura Municipal de João Pessoa vai gerir um orçamento de R$ 4,2 bilhões no ano que vem. A Lei Orçamentária Anual (LOA) foi aprovada pelos vereadores da capital com 283 emendas dos parlamentares. Na última sessão ordinária do ano, os vereadores também aprovaram a revisão do Plano Plurianual (PPA) 2024 e outras 25 matérias. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura Municipal de João Pessoa vai gerir um orçamento de R$ 4,2 bilhões no ano que vem. A Lei Orçamentária Anual (LOA) foi aprovada pelos vereadores da capital com 283 emendas dos parlamentares. Na última sessão ordinária do ano, os vereadores também aprovaram a revisão do Plano Plurianual (PPA) 2024 e outras 25 matérias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator da LOA 2024, vereador Damásio Franca (PP), informou que a receita total para o exercício de 2024, considerando todas as fontes, está estimada em R$ 4.247.719.350,00. Deste montante, R$ 1.008.905.120,00 correspondem às Receitas Tributárias (impostos, taxas e contribuições). “Considerando as receitas do tesouro, as receitas tributárias previstas para o ano de 2024 aumentarão 24,09%, comparando com o ano de 2023”, diz o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às despesas fixadas para o exercício financeiro de 2024, o total corresponde ao mesmo montante da receita estimada. Deste valor, R$ R$ 2.057.588.196,00 se referem às despesas com pessoal e encargos sociais; e R$ R$ 649.508.009,00 são de investimentos. Entre as áreas que mais receberão recursos estão Saúde, com R$ 1.072.419.289,00; Educação, com R$ 972.182.000,00; Administração, com R$ 559.523.634,00; e Previdência Social, com R$ Previdência Social 490.016.872,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No relatório, Damásio Franca ainda destacou: “O Município tem mantido a responsabilidade com o equilíbrio fiscal, assim como nos últimos anos tem estabelecido a capacidade de pagamento e a relação entre a dívida consolidada e a arrecadação fiscal do Município, realidade esta que favorece o aporte de recursos de programas, especialmente internacionais, para a realização de obras estruturais de grande porte e de infraestrutura urbana e social”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Emendas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A LOA 2024 recebeu 283 emendas dos parlamentares, sendo 262 emendas impositivas, 20 emendas de remanejamento e uma emenda de texto. Para as emendas impositivas foi fixado o limite de 1,2% da receita corrente líquida realizada no exercício anterior ao da apresentação das emendas. Esse valor equipara a destinação da Câmara à que recebe também o Congresso Nacional. Metade desse valor tem, obrigatoriamente, que ser destacado para a área de Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Deu o esperado: por 58 votos a 18, Senado aprova Zanin para o STF</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/deu-o-esperado-por-58-votos-a-18-senado-aprova-zanin-para-o-stf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 23:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[cristiano zanin]]></category>
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					<description><![CDATA[O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) a indicação do advogado Cristiano Zanin Martins para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação secreta terminou com 58 votos a favor e 18 contrários. O relator da indicação presidencial foi o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Será feita a comunicação à [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) a indicação do advogado Cristiano Zanin Martins para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A votação secreta terminou com 58 votos a favor e 18 contrários. O relator da indicação presidencial foi o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Será feita a comunicação à Presidência da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o dia, Zanin foi sabatinado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) por mais de oito horas. Ele defendeu o respeito às leis, à democracia e ao estado democrático de direito. Confira a cobertura completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O meu lado sempre foi o mesmo, o lado da Constituição, das garantias, do amplo direito de defesa, do devido processo legal. Para mim, só existe um lado; o outro é barbárie, é abuso de poder. Com muita honra e humildade, sinto-me seguro e com a experiência necessária para, uma vez aprovado por esta Casa, passar a julgar temas relevantes e de extremo impacto à nossa sociedade&#8221;, disse Zanin durante a sabatina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos senadores elogiaram a indicação de Lula e destacaram a carreira do indicado, como os senadores Weverton (PDT-MA), Fabiano Contarato (PT-ES), Rogério Carvalho (PT-SE) e Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da CCJ. Outros senadores comunicaram que votariam contra a indicação, como Sérgio Moro (União-PR), Magno Malta (PL-ES) e Jaime Bagattoli (PL-RO).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a sabatina, houve momento de confrontos puxados por senadores bolsonaristas, mas sem grandes atropelos para o advogado. Em uma delas, o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) reproduziu uma fake news contra Cristiano Zanin e foi rebatido pelo indicado de Lula. Ele disse ter lido na internet que o advogado foi padrinho do casamento do presidente com Janja Lula da Silva e foi alertado por Zanin de que a informação era inverídica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A votação foi mais expressiva que a do antecessor, André Mendonça, que conseguiu 47 votos a favor e seis contra. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Apenas dois paraibanos votam na Câmara contra arcabouço fiscal do governo. Texto foi aprovado por 372 votos a 108</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/apenas-dois-paraibanos-votam-na-camara-contra-arcabolco-fiscal-do-governo-texto-foi-aprovado-por-372-votos-a-108/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 09:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[arcabolço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[votaram]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do novo regime fiscal para as contas da União a fim de substituir o atual teto de gastos. A proposta foi aprovada por 372 votos a 108, na forma do parecer do relator, deputado Claudio Cajado (PP-BA). Entre os paraibanos, apenas os deputados Cabo Gilberto e Wellington Roberto, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do novo regime fiscal para as contas da União a fim de substituir o atual teto de gastos. A proposta foi aprovada por 372 votos a 108, na forma do parecer do relator, deputado Claudio Cajado (PP-BA). Entre os paraibanos, apenas os deputados Cabo Gilberto e Wellington Roberto, ambos do PL, votaram contra a matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados ainda precisam analisar destaques que podem alterar pontos do texto. A votação será retomada nesta quarta-feira (24), a partir das 13h55.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na noite desta terça-feira (23), foi votado um dos destaques, da Federação Psol-Rede, que pretendia retirar do texto o capítulo que trata das vedações de gastos impostas ao governo se a meta de resultado primário não for cumprida. Foram 429 votos a favor e 20 contra, mantendo-se o trecho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como votaram os paraibanos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim<br></strong>Hugo Motta (Republicanos)<br>Aguinaldo Ribeiro (Progressistas)<br>Mersinho Lucena (Progressistas)<br>Romero Rodrigues (PSC)<br>Murilo Galdino (Republicanos)<br>Ruy Carneiro (PSC)<br>Wilson Santiago (Republicanos)<br>Gervasio Maia (PSB)<br>Dr. Damião (União Brasil)<br>Luiz Couto (PT)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não<br></strong>Cabo Gilberto Silva (PL)<br>Wellington Roberto (PL)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei Complementar (PLP) 93/23 fixa regras para manter as despesas abaixo das receitas a cada ano e, se houver sobras, usá-las apenas em investimentos, buscando trajetória de sustentabilidade da dívida pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o substitutivo do relator, critérios para a variação real (descontada a inflação) da despesa são fixados de forma permanente, sem depender do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), como no texto original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a cada ano, haverá limites da despesa primária reajustados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e também por um percentual do quanto cresceu a receita primária descontada a inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cajado incluiu ainda a obrigatoriedade de o governo adotar medidas de contenção de despesas caso não seja atingido o patamar mínimo para a meta de resultado primário a ser fixada pela LDO.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A variação real dos limites de despesa primária a partir de 2024 será cumulativa da seguinte forma:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>70% da variação real da receita caso seja cumprida a meta de resultado primário do ano anterior ao de elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA); ou</li>



<li>50% do crescimento da despesa se houver descumprimento da meta de resultado primário nesse mesmo ano de referência.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero deixar claro que esse texto melhorou em muito o projeto original. Quanto às exceções, eu garanto que o futuro mostrará que não haverá prejuízo. Inclusive, haverá aumento real acima da inflação”, disse o relator, referindo-se à incorporação dos valores do piso da enfermagem, ao Fundeb e ao fundo do Distrito Federal dentro dos limites de despesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Faixa de tolerância<br></strong>O resultado primário obtido poderá variar dentro de uma faixa de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) previsto no projeto da LDO, seja para baixo ou para cima. Essa regra foi incluída na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, será considerada meta descumprida se o resultado primário nominal ficar abaixo da banda inferior dessa faixa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, para 2024 o projeto da LDO fixa meta de resultado primário igual a zero. O intervalo de tolerância calculado em valores nominais é de R$ 28,7 bilhões a menos (negativo) ou a mais, o que perfaz um PIB projetado de cerca de R$ 11,5 trilhões em 2024 (PLDO-2024).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o governo tiver déficit de R$ 30 bilhões em 2024, para 2026 poderá contar com 50% da variação real da receita, pois vale o resultado do ano anterior ao da elaboração da Lei Orçamentária: a de 2026 é feita em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, nesse exemplo, já em 2025 o governo terá de aplicar medidas de contenção de gastos e contingenciamento do Orçamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para evitar o engessamento da despesa, todo ano ela crescerá ao menos 0,6%, com base na variação da receita. Já o máximo de aumento será equivalente a 2,5%, mesmo que a aplicação dos 70% da variação da receita resulte em valor maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Limites individuais<br></strong>Para cada poder da União (Executivo, Legislativo e Judiciário), mais o Ministério Público e a Defensoria Pública, o projeto determina o uso de limites globais de despesa a partir de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especificamente em 2024, o limite será igual às dotações constantes da Lei Orçamentária de 2023 mais os créditos adicionais vigentes antes da publicação da futura lei oriunda do projeto, tudo corrigido pela variação do IPCA e pelo crescimento real da despesa segundo a regra padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessas dotações, deverão ser excluídos vários tipos de despesas, a maior parte delas já de fora do teto de gastos atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira versão do texto, Cajado havia proposto a aplicação direta do limite de crescimento real da despesa de 2,5% para 2024, mas depois das negociações o projeto permite um crescimento condicionado ao desempenho da receita do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, depois de quatro meses, ao avaliar a receita primária de 2024 em relação àquela realizada em 2023, o governo poderá usar a diferença, em reais, de 70% do crescimento real da receita apurada dessa forma menos o valor estipulado na LOA 2024 para o crescimento real da despesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De qualquer modo, o valor será limitado a 2,5% de crescimento real da despesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, se o montante ampliado da despesa calculado dessa maneira for maior que 70% do crescimento real da receita primária efetivamente realizada no ano, a diferença será debitada do limite para o exercício de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos anos<br></strong>De 2025 em diante, os limites de cada ano serão encontrados usando o limite do ano anterior corrigido pela inflação mais a variação real da receita, sempre obedecendo os limites inferior (0,6%) e superior (2,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade no texto de Cajado é que, respeitado o somatório dos limites individualizados, exceto o do Poder Executivo, a Lei de Diretrizes Orçamentárias poderá prever uma compensação entre eles, aumentando um e diminuindo outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Debate em Plenário<br>Na fase de discussão em Plenário, a maioria dos deputados demonstrou preocupação com a manutenção de políticas públicas após a aprovação do arcabouço fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto do relator, deputado Claudio Cajado, estabelece um novo regime fiscal baseado na busca de equilíbrio entre arrecadação e despesas. Os gastos serão condicionados ao cumprimento de metas de resultado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Alencar Santana (PT-SP), que é vice-líder do governo, destacou o compromisso com o aumento real do salário mínimo e com o Bolsa Família, que não estavam garantidos sob o regime do teto de gastos. &#8220;É um novo marco fiscal e social, porque garante políticas públicas fundamentais para o nosso país. Temos a garantia de que o Fundeb não terá diminuição e temos a garantia de investimento mínimo&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Odair Cunha (PT-MG) afirmou que o texto de Cajado é o equilíbrio entre as diferentes opiniões da Casa. &#8220;Não podemos, em busca de um texto que seja ótimo, cair no péssimo, que é o teto de gastos&#8221;, afirmou. Ele disse que a proposta garante estabilidade econômica, previsibilidade e credibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) destacou que a estratégia da regra fiscal é a de um Estado que terá mais participação na economia com as políticas públicas. &#8220;Entendendo que a despesa vai crescer, como podemos disciplinar essa despesa? Criando certo gatilhos, com a redução das exclusões e dando limites&#8221;, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele afirmou que a proposta vai permitir a realização de políticas para redução de pobreza.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fundeb<br></strong>Muitos deputados, no entanto, destacaram preocupação com a inclusão do Fundeb nos limites da meta. A complementação do governo federal ao fundo seria limitada ao cumprimento da meta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), trata-se de um novo regime para diminuir os investimentos. &#8220;É um regime de emagrecimento das políticas públicas. Limitar de 0,6% a 2,5% de gastos não é teto?&#8221;, questionou. Para ele, ainda que o Fundeb não tenha perdas, os recursos serão retirados de outras políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) também criticou a inclusão do Fundeb na meta. &#8220;Colocar o Fundeb dentro do teto é transformar a educação, que deveria ser prioridade, no exato oposto&#8221;, disse. Ela defende que a complementação da União ao fundo seja incluída nas exceções da proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Teto de gastos<br>Para alguns deputados, no entanto, o ideal é o modelo do teto de gastos. O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) afirmou que o novo regime fiscal vai &#8220;incentivar a gastança&#8221;. &#8220;É um cheque em branco do dinheiro do povo para o governo gastar&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder da oposição, deputado Carlos Jordy (PL-RJ), também criticou a medida. &#8220;Antes tínhamos o teto de gastos, agora estamos criando o piso de gastos&#8221;, alertou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Justiça manda UFPB responder se aprovação de reitor no Sisu tirou a vaga de algum estudante vindo de escola pública</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-manda-ufpb-responder-se-aprovacao-de-reitor-no-sisu-tirou-a-vaga-de-algum-estudante-vindo-de-escola-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2022 16:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[sisu]]></category>
		<category><![CDATA[valdiney veloso]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) terá que responder se algum dos candidatos inscritos no Sisu (Sistema de Seleção Unificada) de 2022, com o uso do sistema de cotas para egressos do ensino público, foi prejudicado com a aprovação do reitor da instituição, Valdiney Velôso Gouveia, no curso de Engenharia de Produção. O despacho foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) terá que responder se algum dos candidatos inscritos no Sisu (Sistema de Seleção Unificada) de 2022, com o uso do sistema de cotas para egressos do ensino público, foi prejudicado com a aprovação do reitor da instituição, Valdiney Velôso Gouveia, no curso de Engenharia de Produção. O despacho foi proferido pela juíza Adriana Carneiro da Cunha Monteiro Nóbrega, da 3ª Vara Federal na Paraíba, em resposta <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-processa-valdiney-veloso-e-pede-que-justica-mande-ufpb-cancelar-matricula-do-reitor-conseguida-atraves-de-cota/">à ação civil pública com pedido de liminar movida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o gestor e a instituição</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O reitor da UFPB foi aprovado no Sisu 2022 com o uso de cota destinada a candidatos oriundos da rede pública de ensino. O reitor fez 638,9 pontos e gerou polêmica na comunidade universitária. Ele foi aprovado para entrada no segundo semestre. Ao todo, o despacho da juíza contém seis questões, que serão usadas para ela decidir sobre a concessão ou não da liminar solicitada pelo MPF. O órgão pede que a universidade seja obrigada a excluir Velôso da lista de aprovados para o curso de Engenharia de Produção da instituição, bem como desconsidere a aprovação dele no Sisu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja os questionamentos destinados à UFPB</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">1) Quantas vagas foram oferecidas para os egressos de escola pública no Curso de Engenharia de Produção &#8211; Bacharelado &#8211; Noturno &#8211; 2º Semestre?</p>



<p class="wp-block-paragraph">2) Quantos candidatos se inscreveram para referido curso, concorrendo às vagas reservadas àqueles estudantes que, independentemente de renda, cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">3) Quantos aprovados nas vagas reservadas para ingressantes de escola pública realizaram o cadastramento?</p>



<p class="wp-block-paragraph">4) Nos anos letivos anteriores, as vagas oferecidas para referido curso foram totalmente preenchidas?</p>



<p class="wp-block-paragraph">5) É prática comum a ocorrência de desistências, abandonos ou transferências para outros cursos? Em caso positivo, em que percentuais, ainda que aproximados?</p>



<p class="wp-block-paragraph">6) Algum candidato oriundo de escola pública deixou de ser contemplado com vaga? O candidato em questão se inscreveu na lista de espera?<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação do Ministério Público Federal sobre o caso foi iniciada com a instauração de uma Notícia de Fato após ganhar destaque, na imprensa paraibana, a história de um estudante prejudicado com a aprovação do atual reitor no Sisu da instituição. Erick Rangel, de 17 anos, ficou na lista de espera para o curso de Engenharia de Produção. Ele é aluno vindo de escola pública e ficaria com a vaga, não fosse a opção do reitor de concorrer à vaga usando a cota para estudantes vindos de escola pública. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-abre-investigacao-contra-reitor-da-ufpb-por-usar-politica-de-cota-em-aprovacao-no-sisu/">Rangel mora na Bahia.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Ação Civil Pública, a procuradora entende que houve mal uso do sistema de cotas, que, na visão dela, enquanto “ação afirmativa, tem o objetivo de “facilitar o acesso ao ensino superior de pessoas que, em decorrência de suas condições sócio-econômicas, egressos de escolas públicas, teriam presumida dificuldade de concorrer em igualdade com os demais concluintes do 2º grau”. Na visão dela, o reitor da UFPB não&nbsp;<a href="https://suetonisoutomaior.com.br/mpf-aponta-ilegalidade-e-recomenda-que-ufpb-nao-efetive-matricula-do-reitor-aprovado-com-uso-do-regime-de-cotas/">pode ser enquadrado neste quesito, mesmo tendo concluído o ensino médio em escola pública, pelo fato de ter outras graduações já concluídas, inclusive através do ensino público</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Valdiney Velôso concluiu o ensino médio há 39 anos e, de lá para cá, trilhou uma bem-sucedida carreira acadêmica. Ele graduou-se em Psicologia e concluiu, depois, os graus de mestre e doutor na área acadêmica. Em depoimento prestado ao Ministério Público Federal, ele disse que apesar de tecnicamente não existir “pós-doutorado”, fez estágio sênior, na área, no Canadá. O reitor alegou ainda que concluiu o curso de Direito no Unipê, em João Pessoa, realizado entre os anos de 2011 e 2016. Por conta disso, o MPF chegou a recomendar, no curso do inquérito, que o reitor se abstivesse de fazer a matrícula. O que foi rejeitado por ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da resposta da UFPB, a magistrada poderá decidir ou não pela concessão de liminar que suspenda a marícula do atual reitor. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Assembleia aprova bonificação de 10% na nota do Enem para alunos paraibanos em seleção da UEPB</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/assembleia-aprova-bonificacao-de-10-na-nota-do-enem-para-alunos-paraibanos-em-selecao-da-uepb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 16:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia]]></category>
		<category><![CDATA[bonificação]]></category>
		<category><![CDATA[enem]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[uepb]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, na sessão híbrida desta quarta-feira (20), o Projeto de Lei 3.211/2021, de autoria do presidente da Assembleia Adriano Galdino, que garante aos alunos da rede pública e privada de ensino da Paraíba a bonificação de 10% na nota do candidato obtida no Exame Nacional do Ensino [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, na sessão híbrida desta quarta-feira (20), o Projeto de Lei 3.211/2021, de autoria do presidente da Assembleia Adriano Galdino, que garante aos alunos da rede pública e privada de ensino da Paraíba a bonificação de 10% na nota do candidato obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) como processo de avaliação, para ingresso na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Adriano, para ter acesso ao benefício os alunos deverão comprovar que residem na Paraíba e que tenham cursado todo o ensino médio em instituições do Estado. “Essa medida tem a intenção de aumentar as chances de que os paraibanos e as paraibanas tenham acesso à instituição no seu Estado, fortalecendo-se o direito à educação e o desenvolvimento regional, sem retirar a possibilidade de que os demais estudantes possam participar do processo seletivo”, justificou o presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados aprovaram também o Projeto de Lei 3155/2021, de autoria do deputado Wilson Filho, que determina que às empresas que promovem a compra e venda de criptomoedas, o envio de relatórios anuais ao Procon e Ministério Público, demonstrando a capacidade de retornar aos seus clientes os valores investidos e, assim, provar que não são esquemas de pirâmide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto é o primeiro que trata sobre Lei no Brasil sobre Bitcoin e criptomoedas e visa dar mais segurança aos clientes que decidirem investir nessa modalidade. “Parte da população ainda teme em investir em criptomedas e esse projeto visa dar às empresas a chance de provar que pode oferecer um investimento confiável para o cliente a segurança de que está investindo o seu dinheiro de forma correta e sem risco de ter perdas futuras”, afirmou Wilson Filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição nas escolas públicas estaduais do protocolo de combate ao feminicídio e de enfrentamento à violência contra a mulher também foi aprovada na sessão ordinária desta quarta-feira. De autoria do deputado Wallber Virgolino, o texto do PL 1.551/2020, estabelece que a gestão das unidades escolares deverão incluir o debate com os profissionais da escola sobre o protocolo, visando à informação e à proteção da mulher no ambiente escolar, desde as alunas, professoras, técnicas, servidoras administrativas e de serviços gerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da Assembleia Legislativa</p>



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		<title>João Azevêdo sanciona, com vetos, o passaporte da vacina e não imunizados não podem frequentar bares e restaurantes</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/joao-azevedo-sanciona-com-vetos-o-passaporte-da-vacina-e-nao-imunizados-nao-podem-frequentar-bares-e-restaurantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 09:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
		<category><![CDATA[passaporte]]></category>
		<category><![CDATA[sancionado]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (Cidadania) sancionou, com alguns vetos, a lei que institui o &#8220;passaporte da vacina&#8221; no Estado da Paraíba. O texto foi publicado na edição desta quinta-feira (14) do Diário Oficial do Estado. Com isso, a partir de agora, as pessoas que não tomaram vacina ficam impedidas, por exemplo, de frequentar bares, restaurantes, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (Cidadania) sancionou, com alguns vetos, a lei que institui o &#8220;passaporte da vacina&#8221; no Estado da Paraíba. O texto foi publicado na edição desta quinta-feira (14) do Diário Oficial do Estado. Com isso, a partir de agora, as pessoas que não tomaram vacina ficam impedidas, por exemplo, de frequentar bares, restaurantes, casas de shows, boates e congêneres. Elas ficam proibidas, também, de inscrever-se em concurso ou prova para função pública, ser investidas ou empossadas em cargos na Administração Pública estadual direta e indireta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto foi aprovado na Assembleia Legislativa depois de muita discussão, que acabou retirando alguns dos dispositivos mais polêmicos. Apesar disso, outros ainda foram vetados pelo governador por alegada inconstitucionalidade. Todos estão no artigo 4º da lei. Os incisos 3 e 4, que proibiriam, respectivamente, a contratação de empréstimos em bancos oficiais ou participar de programas sociais e renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial do Estado da Paraíba foram vetados. Houve veto ainda ao parágrafo terceiro por fixar que os estabelecimentos poderiam funcionar com a capacidade máxima. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto estabelece ainda que os chefes dos Poderes Legislativo e Judiciário e dos órgãos autônomos poderão regulamentar suas respectivas dependências em relação aos servidors e usuários de serviços. A comprovação de vacinação poderá ser feita através da apresentação do cartão de vacinação físico ou digital, por meio de foto, aplicativo, entre outros meios. A lei também reforça que é proibida a &#8220;vacinação forçada ou qualquer medida invasiva sem o consentimento dos indivíduos, sendo preservado o direito à intangibilidade, inviolabilidade e integridade do corpo humano&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="621" height="779" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/10/34d6edc6499c30858109a7d0dd441f9b.png" alt="" class="wp-image-4019"/></figure>



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		<title>Câmara aprova novo Código Eleitoral com previsão de quarentena para juízes e policiais</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-aprova-novo-codigo-eleitoral-com-previsao-de-quarentena-para-juizes-e-policiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Sep 2021 07:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[código eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[suetonisoutomaior]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados concluiu, na madrugada desta quinta-feira (16), a votação do novo Código Eleitoral (Projeto de Lei Complementar 112/21). Aprovado na forma do substitutivo da relatora, deputada Margarete Coelho (PP-PI), o texto será analisado ainda pelo Senado. O tema chegou a gerar polêmica nas redes sociais, nesta quarta-feira, puxada por apoiadores do ex-ministro [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados concluiu, na madrugada desta quinta-feira (16), a votação do novo Código Eleitoral (Projeto de Lei Complementar 112/21). Aprovado na forma do substitutivo da relatora, deputada Margarete Coelho (PP-PI), o texto será analisado ainda pelo Senado. O tema chegou a gerar polêmica nas redes sociais, nesta quarta-feira, puxada por apoiadores do ex-ministro Sérgio  Moro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto consolida, em um único texto, toda a legislação eleitoral e temas de resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na principal votação desta quarta-feira (15), o Plenário da Câmara retomou o tema da quarentena, que será exigida de certas categorias para poderem disputar as eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por 273 votos a 211, os deputados aprovaram emenda exigindo o desligamento de seu cargo, quatro anos antes do pleito, para juízes, membros do Ministério Público, policiais federais, rodoviários federais, policiais civis, guardas municipais, militares e policiais militares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na semana passada, o Plenário havia aprovado destaque do PSL que retirou do texto da relatora uma quarentena de cinco anos para juízes e membros do Ministério Público. Naquela votação, 254 deputados opinaram por manter a quarentena, mas eram necessários 257 votos. Para manter a isonomia, também haviam sido aprovados outros destaques retirando a exigência para as demais categorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a emenda aprovada nesta quarta-feira, assinada pelo deputado Cacá Leão (PP-BA) e outros líderes partidários, prevê que juízes e membros do Ministério Público terão de se afastar definitivamente de seus cargos e funções quatro anos antes do pleito. De igual forma, a norma valerá para policiais federais, rodoviários federais, policiais civis e guardas municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto a militares e policiais militares, os quatro anos deverão ser anteriores ao começo do período de escolha dos candidatos e das coligações previsto para o ano eleitoral, que começa em 20 de julho. Entretanto, até as eleições de 2026 vale o afastamento pela regra geral, em 2 de abril do ano eleitoral. “Quando a Constituição veda a filiação partidária, de uma forma ou de outra abre uma fenda para que haja, realmente, limitações de direitos políticos dessas categorias”, declarou a relatora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Renúncia</strong><br>Ainda em relação às situações de inelegibilidade, emenda do deputado Danilo Cabral (PSB-PE) aprovada na semana passada manteve na lei o impedimento para aqueles que renunciaram no momento de abertura de processo de perda de mandato por infringência a dispositivos constitucionais. A inelegibilidade vale para as eleições realizadas desde a renúncia e até oito anos após o término da legislatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Esse caso estava inicialmente de fora do texto da relatora.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Improbidade administrativa<br></em></strong>Entretanto, outras situações de inelegibilidade serão extintas, como a que impedia a candidatura de dirigentes não exonerados de responsabilidades pela liquidação judicial ou extrajudicial de instituições financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto aos que podem ser inelegíveis por terem sido excluídos do exercício da profissão por infração ético-profissional ou demitidos do serviço público por processo administrativo ou judicial, a restrição será aplicada apenas se o motivo comprometer a moralidade para o exercício de mandatos eletivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os que tiverem suas contas rejeitadas por ato doloso de improbidade administrativa em decisão irrecorrível, o texto prevê que a Justiça Eleitoral, para reconhecer a inelegibilidade, não poderá se basear em fatos que tenham sido objeto de procedimento preparatório ou inquérito civil arquivados ou de ação de improbidade extinta sem resolução de mérito, rejeitada com liminar, julgada improcedente ou julgada procedente somente em função de ato culposo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso de condenações transitadas em julgado ou em segunda instância, o texto aprovado mantém a lista atual de crimes que implicam inelegibilidade, acrescentando aqueles contra a ordem tributária, contra a economia e as relações de consumo e contra o Estado Democrático de Direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o período no qual a pessoa não poderá se candidatar passa a contar da condenação pelo crime e não mais a partir do fim do cumprimento da pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contagem inversa valerá para o político condenado a perda de mandato, para o qual os oito anos de inelegibilidade contarão a partir da decisão e não mais a partir do término do mandato, como é hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conteúdo bloqueado</strong><br>Foi aprovada emenda do deputado Bohn Gass (PT-RS) para retirar trecho do projeto que proibia provedores de redes sociais e de aplicativos de mensagens de adotarem critérios que implicassem “censura de ordem política, ideológica, artística ou religiosa de candidatos a cargos políticos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trecho, segundo deputados da oposição, repete termos da Medida Provisória 1068/21, devolvida ao governo pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por tratar de temas proibidos para uma MP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, a emenda incluiu no texto dispositivo prevendo que a adoção de critérios de moderação ou limitação do alcance da divulgação de conteúdos não deve ser implementada visando a desequilibrar a igualdade de condições entre candidatos a cargos políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Debates eleitorais<br>Nesta quarta-feira, os deputados aprovaram também destaque do Psol e excluíram do texto regra para manter a bancada eleita na Câmara dos Deputados como critério para a participação em debates transmitidos por emissoras de rádio e TV. Pelo texto, têm participação garantida os candidatos de partidos com um mínimo de cinco deputados federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trecho retirado determinava que fossem levadas em conta as mudanças de filiação partidária ocorridas até a data da convenção não contestadas pelo partido ou com justa causa reconhecida pela Justiça Eleitoral. Isso poderia diminuir a bancada eleita usada no critério.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ação afirmativa</strong><br>Para fins de distribuição de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o texto prevê a contagem em dobro de votos em mulheres ou negros uma única vez por pleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Igual regra será aplicada na contagem de eleitos, pois esses são os dois critérios principais na repartição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Emenda do deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) incluiu os candidatos indígenas na contagem em dobro para fins de distribuição dos recursos do Fundo Partidário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A contagem em dobro valerá até que ocorra paridade política como ação afirmativa. Fica mantida ainda a cota mínima de 30% de cada sexo nas candidaturas lançadas pelos partidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobras de vagas</strong><br>A relatora incorporou no novo Código Eleitoral as mudanças previstas no PL 783/21 para as regras sobre as sobras de vagas. Essas sobras são as vagas para cargos proporcionais (deputados e vereadores) que poderão ser preenchidas por partidos com um limite mínimo de votos obtidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poderão concorrer à distribuição das sobras de vagas apenas os candidatos que tiverem obtido votos mínimos equivalentes a 20% do quociente eleitoral e os partidos que obtiverem um mínimo de 80% desse quociente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O quociente eleitoral é um número encontrado pela divisão do número de votos válidos pelo número de lugares a preencher em cada circunscrição eleitoral (Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e câmaras municipais), desprezada a fração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a distribuição das vagas aos mais votados, usa-se primeiramente esse critério do quociente e, só depois disso, as sobras são repartidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Candidaturas coletivas</strong><br>O texto aprovado autoriza a prática de candidaturas coletivas para os cargos de deputado e vereador (eleitos pelo sistema proporcional). Esse tipo de candidatura caracteriza-se pela tomada de decisão coletiva quanto ao posicionamento do eleito nas votações e encaminhamentos legislativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O partido deverá autorizar e regulamentar essa candidatura em seu estatuto ou por resolução do diretório nacional, mas a candidatura coletiva será representada formalmente por apenas uma pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto permite, no entanto, que o nome do coletivo seja registrado na Justiça Eleitoral juntamente com o nome do candidato, assim como nas propagandas, se não criar dúvidas quanto à identidade do candidato registrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O partido definirá regras para o uso desse tipo de candidatura, especificando como ocorrerá seu financiamento e a participação da coletividade na tomada de decisão sobre os rumos e estratégias políticas da candidatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na hipótese de vacância do mandato do representante da candidatura coletiva, em caráter provisório ou definitivo, tomará posse o suplente do respectivo partido político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com cerca de 900 artigos, o projeto do novo Código Eleitoral é resultado do grupo de trabalho de reforma da legislação eleitoral, composto por representantes de diversos partidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pontos rejeitados</strong><br>Confira as emendas e destaques rejeitados nesta quarta-feira:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>emenda do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) pretendia desconsiderar decisões jurídicas ou fatos posteriores ao registro da candidatura que pudessem reverter condições de elegibilidade ou inelegibilidade do candidato;</li><li>destaque do PDT pretendia retirar as Forças Armadas dentre as entidades listadas como fiscalizadoras dos códigos-fonte, softwares e dos sistemas eletrônicos de biometria, votação, apuração e totalização dos votos;</li><li>emenda do deputado Wellington Roberto (PL-PB) pretendia permitir, para fins de distribuição de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), a contagem de deputados que mudaram de partido durante a legislatura em razão de o partido pelo qual foram eleitos não ter atingido a cláusula de desempenho;</li><li>emenda do deputado Bohn Gass pretendia limitar os gastos de campanhas nas eleições de 2022 e 2024 a 80% dos limites definidos para as eleições de 2018 e 2020, respectivamente;</li><li>emenda do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) pretendia permitir a propaganda paga à escolha do partido com recursos públicos destinados a esse fim;</li><li>destaque do Novo pretendia retirar do texto a volta da propaganda partidária em rádio e TV;</li><li>destaque do Republicanos pretendia permitir a propaganda eleitoral em templos;</li><li>emenda da deputada Renata Abreu (Pode-SP) pretendia permitir o uso de outdoors na propaganda eleitoral.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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